Kiss of Death — The Morganville Vampires — Book..


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Rachel Cai
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The Morganville Vampires 08



Kiss

of Death


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Rachel Caine

The Mor
ganville Vampire Series


Book 8



Kiss of Death





































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INTRODUO



BEM VINDOS A MORGANVILLE.
VOC
NUNCA IR QUERER SAIR.


Bem, se voc novo em Morganville. Bem
-
vindo, novo residente! H ape
nas algumas
importantes regras que voc precisa saber para se sentir confortvel em nossa pequena e calma
cidade:


1



Obedea aos limites de

velocidade;

2


No bagunce com nada
;

3


O que quer que faa, no fique do lado dos vampiros maus;


Sim, ns dis
semos vampiros. Viva com isso.


Como novo humano na cidade, voc

precisa achar um Vampiro Protetor


algum com quem
voc vai assinar

um contrato mantendo
voc
e os seus a salvo (especialmente de outros
vampiros). Em troca,
voc
pagar taxas... exatamente
como em outra cidade. Claro, na maioria
das cidades, as

taxas no tm nada

a

ver com coleta de sangue.


Oh, e se

voc
decidir no ter um Protetor,
voc
pode, tambm... mas melhor aprender a como
correr rpido, ficar fora das sombras, e construir uma rede

de

amigos para lhe ajudar. Tente
contatar

os residentes da Glass House


Michael, Eve, Shane e Claire. Eles sabem por onde eles
podem andar, mesmo que s

vezes signifique que eles se

metam em problemas.


Bem
-
vindo a Morganville.
Voc
nunca ir querer sair
.


E mesmo que quisesse... bem,
voc
no pode.


Desculpe
-
me

sobre isso.























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UM
O jeito que a Glass House funcionava, em um nvel prtico, que havia algumas coisas que
tinham que ser feitas. Cozinhar, limpar, arrumar coisas, lavar roupas
. Tecnicamente, elas
estavam em todas as listas de fraternidades. Na pratica, porm, o que acontecia era: os garotos
(Michael e Shane) negociavam com as garotas (Eve e Claire) para lavarem as roupas, e as
garotas negociavam com os garotos para consertarem
coisas.


Claire olhou para o seu novo iPod


que era atualmente muito legal


e colocou na reproduo
aleatria enquanto ela olhava para a baguna que ela havia feito na ltima tentativa de lavar
roupas. E era a que ela tinha um problema: ela adorava o ro
sa choque do seu iPod, o que tinha
sido o resultado de uma boa negociao, e ela realmente no merecia isso, porque aas roupas
estavam...


...rosa tambm. O que estaria quase bom se fosse uma lavagem cheia de peas ntimas
femininas ou algo assim.


No tan
to com roupas de homens. Ela no podia nem imaginar o tipo de gritos que isso iria
causar.


“Pois é.” Ela suspirou e olhou para as pilhas de camisetas, meias e peças intimas definitivamente
rosas. “Não vai ser uma tarde Noa.” Era incrível o que uma, uma me
ia vermelha estpida podia
fazer. Ela j tinha tentado colocar tudo de volta para enxaguar, esperando que o problema
simplesmente sumisse. No teve tanta sorte.


O poro da Glass House era grande, escuro e assustador, o que no era realmente uma grande
sur
presa. A maioria dos pores era, e isso era Morganville. Morganville era de coisas escuras e
assustadoras do mesmo jeito que Las Vegas de coisas com neon. A no ser pela parte em que
Claire estava, com uma lavadora e secadora, uma mesa que uma vez foi pint
ada com um tipo de
Hence, o iPod, que tocava musicas femininas pelos fones e fazia o que era assustador diminuir
um pouco.


Assustador, ela poderia lutar.


Roupas ntimas rosas... Aparentemente no.


Ela estava com a msica tocando to alto que ela falhou em ouvir passos descendo as escadas.
De fato, ela no tinha pistas de que no estava completamente sozinha at que ela sentiu uma
mo tocando em seu ombro
e uma respirao quente em seu pescoo.


Ela reagiu como qualquer pessoa sensvel vivendo em uma cidade cheia de vampiros. Ela gritou.
O grito ecoou pelas paredes e concreto, e Claire rodopiou, batendo as mos sobre a sua boca, e
se afastou de Eve, que est
ava tendo um ataque de risadas. O visual gtico geralmente no caa
bem com risadas histricas, a no ser que elas fossem risadas histricas do mal, mas de algum
jeito Eve conseguiu fazer isso.


Claire arrancou os fones dos ouvidos e engasgou. “Você


Voc






“Ah, cuspa isso logo,” Eve deu um jeito de engasgar para fora. “Cadela. Eu sou. Eu sei. Aquilo foi
malvado. Mas ó meu Deus, engraçado.”


“Cadela,” Claire disse, tarde e sem realmente querer. “Você me assustou.”


“Meio que o ponto,” Eve disse, e conse
guiu se controlar. O rmel dela estava um pouco borrado,
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mas Claire achou que era tudo parte da coisa gótica de qualquer jeito. “Então, o que acontece,
filhote?”


“ProNlemas,” Claire suspirou. O coração dela ainda estava disparado pelo susto, mas ela estav
a
determinada a no deixar isso transparecer. Ela apontou para as roupas lavadas sobre a mesa.


Os olhos de Eve ficaram selvagens, e os lbios pintados de preto dela se partiram em uma
fascinação horrorizada “Isso não é um proNlema, isso é desastre. Me dig
a que no so todas as
Nrancas, tipo, as do Michael e do Shane tamNém.”


“Todas as Nrancas,” Claire disse, e mostrou a meia vermelha culpada. “Sua?”


“Ah maldição.” Eve a arrancou dos dedos de Claire e chacoalhou a meia como se fosse um
chocalho, “Meia mi!

Mi! Você nunca mais vai pra nenhum lugar divertido, nunca mais!”


“Eu estou falando sério. Eles vão me matar.”


E

“Eles nunca terão a chance. Eu vou te matar. Eu pareço com alguém que arrasa em pastel para
você?”


Bem, isso era um ponto definitivo. “Descu
lpe,” Claire disse. “Sério. Eu tentei lavi
-
las de novo,
sem a meia, mas




Eve balanou a cabea, abaixou at o nvel mais baixo da prateleira, e trouxe um frasco de
alvejante, que ela Nateu na mesa perto das roupas, “Você põe o alvejante, eu supervisiono
,
porque eu não vou arriscar a chance de cair uma gota nessa roupa, ok? É nova.”


A roupa em questo era rosa choque


combinando com o novo iPod de Claire, atualmente


com
plandecente
pilha bagunada no topo da cabea, com pontas apontando em todas as direes.


Ela parecia assustadora/adorvel.


Assim que Claire religou a mquina, c
om um pouco de alvejante, Eve pulou na tampa dela e
chutou o pé dela estranho. “Então você ouviu as novidades, certo?”


“Que novidades?” Claire perguntou. “Eu cheguei perto? Perto é Nom?”


“Perto é Nom,” Eve confirmou. “Michael receNeu outra ligação daquel
e cara produtor. Voc sabe,
aquele de Dallas? O importante, com uma filha na faculdade aqui? Ele quer ver Michael com
algumas datas em clubes em Dallas, e alguns dias em um estdio de gravaes. Eu acho que ele
é sério.”


Eve estava tentando soar excitada
sobre isso, mas Claire podia seguir as placas da estrada.
Placa um (colocada como uma placa de sada), Michael Glass era a sria e de muito tempo
paixo/namorado de Eve. Placa dois (cuidado, curvas), Michael Glass era quente, talentoso, e
doce. Placa trs
(amarelo cuidado), Michael Glass era um vampiro, o que tornava as coisas um
milho de vezes mais complicadas. Placa quatro (vermelho piscante), Michael comeou a agir
mais como um vampiro que com o garoto que Eve amou, e eles j tiveram algumas brigas
espe
taculares sobre isso. Uma pena, de fato, que Claire no estivesse certa sobre Eve estar
pensando em terminar com ele.


Tudo o que levava para a quinta placa (PARE).

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“Você acha que ele vai?” Claire perguntou, e se concentrando em colocar a temperatura cert
a nas
roupas. O cheiro do sabo em p com alvejante era meio que agradvel. Tipo flores realmente
afiadas, o tipo que pode te cortar se voc tentar peg
-
la. “Para Dallas, eu quero dizer?”


“Eu acho.” Eve soou ainda menos entusiasmada. “Quer dizer, é Nom pa
ra ele, certo? Ele no
pode ficar s nos arredores tocando em cafeterias em Jugular, Texas. Ele precisa


“ A voz dela
desvaneceu, e ela olhou para baixo para seu colo com um foco que Claire achou que a cala
realmente não precisava. “Ele precisa estar li
fora.”


“Hey,” Claire disse, e assim que a miquina começou a torcer, enxaguando para longe os sinais
da culpa, ela colocou suas mos nas pernas de Eve. Os chutes pararam, mas Eve no olhou para
cima. “Vocês estão terminando?”


“Eve continuou sem olhar para

cima. “Eu choro o tempo todo,” ela disse. “Eu odeio isso, eu não
quero perd
-
lo. Mas como se ele continuasse se afastando mais e mais, voc sabe? E eu no
sei como ele se sente. O que ele sente. Se ele sente. É horrível.”


Claire engoliu em seco. “Eu ac
ho que ele ainda te ama.”


Agora ela tinha Eve olhando para ela


“Realmente? Porque


Eu apenas...” Eve respirou fundo e Nalançou a caNeça. “Eu não quero ser
chutada. Vai doer tanto, e eu tenho tan
to medo que ele enco
n
tre outra pessoa. Algum, voc
saNe, melhor.”


“Bom, isso não vai acontecer.” Claire disse. “Nunca.”


“Ficil para você dizer. Você não tem visto como as garotas se jogam soNre ele depois de um
show.”


“É, você nunca fez isso.”


Eve olh
ou para cima Nruscamente, sorriu um pouco, e entçao voltou a olhar para Naixo. “É, ok,
que seja. Mas diferente quando ele meu Michael e elas so aquelas que, voc sabe


de
qualquer jeito, ele apenas é sempre tão legal com elas.”


Claire pulou sobre a
lavadora ao lado dela e chutava seus pés no mesmo ritmo que Eve. “Ele tem
que ser legal, certo? o trabalho dele, meio que. E ns estamos falando sobre se vocs vo ou
não terminar. Você vai?”


“Eu


no sei. estranho agora. Machuca e eu quero que a dor

passe, de um jeito ou de outro,
voc sabe? Os ombros de Eve levantaram e caram em desdm que de alguma forma consegui
ser deprimido ao mesmo tempo.



“Além do que, agora ele esti indo para Dallas. Eles não vão me deixar ir, se ele for. Eu sou só,
voc sa
Ne, humana.”


“Você tem um dos pingentes legais. Ninguém vai te impedir.” Os pingentes legais eram um
presente de Amelie, a fundadora da cidade, um dos mais aterrorizantes vampiros silenciosos que
Claire j conheceu, e chefe de Claire, tecnicamente. Eles f
maioria da cidade usava, os que identificavam indivduos ou famlias como sendo protegidas por
um vampiro especfico, apenas que esses eram melhores... Pessoas que usavam esses
pingentes no tinham que doar sangue ou obe
decer ordens. Eles no eram posses.


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At onde Claire sabia, eles eram menos que dez pessoas em toda Morganville que tinham esse
tipo de status, e isso significava liberdade


em teoria, de um monte de elementos assustadores
da cidade. Tudo porque eles fora
m enfiados at a cabea, tiveram que lutar por si prprios para
sarem disso, e fizeram alguma coisa boa para Amelie no processo. Isso era herosmo por
acidente, na opinio de Claire, mas Lea definitivamente no estava
rejeitando

o pingente. Ou o
que ele r
epresentava.


“Se eles decidirem que Michael pode ir, eu ainda tenho que pedir um documento de partida
temporiria,”


Eve disse.



“E você tamNém, ou Shane, se vocês qiserem ir. E eles podem nos rejeitar. Eles provavelmente
vão.”


“Por quê?”


“Porque eles s
o maioria cuzes? Para no falar vampiros chupadores de sangue cuzes. O que
não faz exatamente eles justos desde início?”


Claire podia ver o ponto dela, atualmente, o que era deprimente. O ar se encheu com o cheiro da
roupa, o que era acolhedor e no co
mbinava muito com depresso. Claire lembrou do seu iPod,
que continuava tocando pelos fones, e o desligou. Elas ficaram sentadas em silencio por um
tempo, então Eve disse, “Eu gostaria que a secadora estivesse funcionando, porque cara, eu
pod
eria usar uma
Noa... secadora.”
1


Claire explodiu em risadas, e depois de um segundo, Eve se juntou a ela, e estava tudo bem.


Mesmo no escuro. Mesmo no poro.


No final, as roupas s estavam um pouco rosas.


###


No jantar era noite de taco, e era a vez de Claire nisso

tambm, o que de algum jeito parecia
errado, mas ela trocou com Michael quando ela ficou at tarde na biblioteca da universidade,
ento ela estava atolada com Ocupaes Dirias. No que ela se importasse em fazer tacos. Ela
gostava de faz
-
los, atualmente
.


Shane passou pela porta assim que ela acabou de picar a ultima das cebolas, o que era o timing
tpico de Shane; cinco minutos antes, e ela teria feito ele picar, em vez disso, ele chegou assim
que ela estava limpando as lgrimas de seus olhos ardendo. P
erfeito.


Ele no se importou que os olhos dela estavam vermelhos, aparentemente, porque ele
rapidamente fechou a porta, batendo a fechadura com um gesto to macio que ela trancou
automaticamente, colocou uma sacola no balco, e foi at ela beijando
-
a. Ess
e era um dos beijos
oi
-
estou
-
em
-
casa, no um dos seus realmente bons, mas ainda fazia o corao de Claire disparar
um pouco em seu peito. Shane parecia... como Shane, ela achou, o que estava bom para ela.
Alto, largo, cabelo com luzes do sol e um sorriso d
e quebrar coraes. Ele estava usando uma


“Hey!” ela reclamou


no muito sinceramente


e afastou a faca que ela estava usando para
picar ceNolas. “Eu estou armada!”




1

E
u realmente no consegui entender o que ela quis dizer aqui.

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“É, mas você não é mu
ito perigosa,” ele disse, e Neijou
-
a novamente, de leve. “Você tem saNor de
tacos.”

“Você tem saNor de churrasco.”


“E isso é uma vitória dupla!” Ele sorriu para ela, se afastando e alcançando a sacola de papel que
ele estava no Nalcão. “Que tal tacos com
maminha?”


“Isso é tão errado, você saNe. Maminha não vai nos tacos.”


“Estranho, porém delicioso. Eu digo que sim.”


Claire suspirou e jogou as ceNolas picadas em uma tigela. “Me passa a maminha.” Secretamente,
ela gostava de tacos com maminha, ela s gos
tava de fazer as coisas um pouco mais difceis
para ele.


“Você saNe,” Claire disse, enquanto ela tirava o churrasco da sacola. “Você realmente devia falar
com Michael.”


“SoNre o quê?”


“O que você acha? SoNre o que esti rolando entre ele e Eve!”


“Ah, in
fernos não. Homens não falam soNre essas coisas.”


“Você esti falando sério.”


“Realmente.”


“SoNre o que vocês falam?”


Shane olhou para ela como se ela fosse louca. “Você saNe, coisas. Nós não somos garotas. Nós
no falamos sobre nossos sentimentos. Eu d
igo, não com outros garotos.”


Claire rolou os olhos e disse, “Ótimo, sejam perdedores com sentimentos confusos, eu não ligo.”


“Bom. ONrigado. Eu faço isso


“ A porta aNriu, e Michael entrou, com a pior cara de sono que
Claire j viu nele.



“Uau. Cara,
você parece péssimo. Você esti tendo ferro suficiente na sua dieta?”


“Vi se ferrar, e oNrigado. Eu acaNei de acordar. Qual a sua desculpa?”


“Eu traNalho para viver, cara. Diferente dos mortos
-
vivos noturnos.”


Ele passou direto por eles, e pegou uma garr
afinha esportiva do congelador, que ele enfiou no
microondas por quinze segundos. Claire estava agradecida pelo cheiro das cebolas, maminha e
taco cobrirem o cheiro do que estava na garrafa. Bem, todos eles sabiam o que era, mas se ela
tentasse bastante, n
o precisava ser to bvio.


Michael bebeu da sua garrafa e mostrou o dedo para Shane, ento veio at eles ver o que eles
estavam fazendo. “Legal, tacos. Quanto tempo?”


“Depende se ela vai me deixar ou não fatiar.” Shane disse. “Cinco minutos, talvez?”

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A

campainha tocou. “Eu atendo!” Eve gritou, e tinha alguma coisa na voz dela que realmente não
soou muito certo.


Mais... Desesperada que ansiosa, como se ela quisesse impedi
-
los de chegar l primeiro. Claire
olhou para Shane, e ele levantou as sobrancelhas
.


“O
-
ou,” ele disse. “Das duas uma, ou ela esti te dando um fora, Mikey, e o novo namorado dela
est chegando para o jantar, ou





Era o ou, claro. Depois de uma pequena demora, Eve abriu a porta corredia apenas o
suficiente para colocar seu rosto pa
ra dentro. Ela tentou sorrir. Quase funcionou. “Uh


ento eu
convidei algum para jantar





“Hora legal de nos dizer.” Shane disse.


“Cale a Noca, você trouxe comida suficiente para a Décima Quinta Divisão das Forças Armadas e
metade da Fora Area. Ns

podemos conseguir mais um prato.” Mas ela estava tendo
problemas em manter contato visual, e quando Claire olhava, Eve mordia o lbio e olhava
totalmente para longe.


“Droga,” Michael disse. “Eu não vou gostar disso, vou? Quem é?”


Eve silenciosamente abr
iu o resto da porta. Atrs dela, parado com as mos enfiadas nos bolsos
da jaqueta jeans, cabea baixa, estava o irmo dela Jason Rosser.


Jason parecia


diferente, Claire pensou. Para uma coisa, ele geralmente parecia acuado e sujo e
violento, e agora el
e parecia quase sbrio, e eles estava definitivamente em termos com banhos.
Continuava magro, e ela no podia dizer muito das roupas velhas que ele estava usando, mas ele
parecia... Melhor que ela jamais havia visto.


E mesmo assim, algo dentro dela vacilo
u, muito, ao sinal dele. Jason estava associado com
muitas das piores, assustadoras, memrias, e mesmo que ele no tivesse realmente machucado
ela, ele tambm no a ajudou, tambm. Ou nenhuma das garotas que foram machucadas, ou
mortas. Jason foi uma m, m
criana. Ele foi cmplice de pelo menos trs assassinatos, e de um
ataque a Claire.


E nem Shane ou Michael tinham esquecido nada disso.


“Tire ele daqui,” Shane disse, Naixo e perigoso. “Agora.”


“É a casa do Michael,” Eve disse, sem olhar diretamente p
ara nenhum deles. “Michael?”


“Espere um segundo, é nossa casa! Eu moro aqui tamNém!” Shane disparou de volta. “Você não
traga o meio
-
traseiro dele aqui e aja como se nada tivesse acontecido com ele!”


“Ele é meu irmão! E ele esti tentando, Shane. Deus, vo
c pode ser to





“Esti tudo Nem,” Claire disse. As mãos dela estavam tremendo, e ela sentia frio, mas ela tamNém
viu Jason mover a cabea e por um segundo seus olhos se encontraram. Foi como um choque
fsico, e ela no estava certa sobre o que ela viu,

ou o que ele viu, mas nenhum deles pode
manter isso por muito tempo. “É só o jantar, não é grande coisa.”


Shane se virou para ela, olhos arregalados, e colocou as mãos nos omNros dela. “Claire, ele te
machucou. Inferno, ele me machucou, tambm! Jason no

um animalzinho que voc pode
trazer para dentro e alimentar, ok? Ele louco.


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E ela saNe disso melhor que qualquer um.” Ele encarou Eve, que congelou, mas não encarou de
volta como ela normalmente faria. “Você espera que todos nós finjamos ser legais
com ele agora
que ele descobriu que os caras maus no esto ganhando, ento ele joga uma desculpa rpida?
Porque isso não esti acontecendo. Apenas não esti.”


“É, eu desconfiei que as coisas seriam assim. Desculpem perturNar vocês,” Jason disse. A voz
dele

soava fraca e enferrujada, ele virou e foi embora, pela porta da frente e fora do campo de
viso deles. Eve foi atrs dele, e ela deve tentado par
-
lo, porque Claire ouviu a voz suave dele
dizendo, “Não, ele não esti errado. Eu não tenho direito de estar
aqui. Eu fiz coisas ruins, irm.
Isso foi um erro.”


De todos eles, s Michael no tinha falado. No tinha se movido, na verdade. Ele estava olhando
para a porta corredia conforme ela ia para frente e para trs, e finalmente ele tomou um flego
profundo,
baixou sua garrafa esportiva, e foi para o
corredor

de entrada.


Claire Nateu no Nraço de Shane. “Que diaNos foi aquilo, macho man? Você tem que vir me
resgatar toda a hora, mesmo quando ninguém esti tentando me machucar?”


Ele parecia honestamente surpres
o, “Eu estava só





“Eu sei o que você estava fazendo, você não fala por mim!”


“Eu não estava tentando





Sim, voc estava. Olhe, eu sei que Jason no santo, mas ele se recomps, e ele ficou com Eve
quando todos ns estvamos


fora da jogada, quand
o Bishop estava no comando. Ele a
protegeu.”


“E ele deixou o amigo doido Dean te pegar e quase te matar, e ele não fez nada!”


“Ele fez,” Claire disse sem graça. Ele saiu para conseguir ajuda. Eu sei porque Richard Morrell
me disse depois. Jason foi at o
s policiais e tentou dizer a eles. Eles no acreditaram nele ou
então eles teriam chegado para me ajudar Nem antes.” Antes teria significado muito terror a
menos e dor e desespero. No era culpa de Jason que eles o achavam louco.


Shane

estava sem graa, u
m pouco, mas ele voltou por cima. “É, Nem, e soNre as outras
garotas? Ele não as ajudou, ajudou? Eu não serei amigo de alguém assim.”


“Ninguém disse que você tem que ser,” Claire jogou de volta. “Jason passou seu tempo na
cadeia. Sentar na mesma mesa no
significa assinar um contrato de irmandade.”


Ele aNriu a Noca, fechou, e então disse, contra vontade, “Eu só queria ter certeza que ele não
tenha a chance de te machucar outra vez.”


“A não ser que ele use um taco como arma mortal, ele não tem muitas chan
ces. Tendo voc,
Michael e Eve aqui praticamente a melhor proteo que eu poderia querer. De qualquer jeito,
voc prefere t
-
lo onde possa v
-
lo ou não?”


Um pouco do fogo se apagou dos olhos dele. “Ah. É, ok.” Ele ainda parecia desconfortivel, do
mesmo
jeito. “Você faz coisas loucas, você saNe. E é contagioso.”


“Eu sei,” Ela colocou a mão na Nochecha dele, e conseguiu um sorriso pequenininho em troca.
“ONrigada por querer me manter segura. Mas não exagere, ok?”

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Shane fez um som frustrado no fundo de su
a garganta, mas ele no argumentou.


A porta da cozinha abriu de novo, Michael, parecendo totalmente acordado e muito calmo, como
se ele estivesse se preparando para uma Nriga. “Eu falei com ele.” Ele disse. “Ele foi sincero o
suficiente. Mas se voc no o

quiser aqui, Shane





“Eu com certeza não quero,” Shane disse, então encarou Claire e continuou. “Mas se ela esti de
acordo em dar uma chance para ele, eu darei.”


Michael piscou, então levantou as soNrancelhas. “Huh,” ele disse. “O universo explode, o
inferno
congela, e Shane faz alguma coisa razoivel.”


Shane silenciosamente o ofereceu o dedo. Michael sorriu e saiu da cozinha novamente.

Claire estendeu a maior faca que eles tinham para Shane. “Fatie a maminha, “ ela disse. “AcaNe
com suas frustrações.”


A maminha no teve chances.


comeu quatro tacos porque tinha passado fome durante um ms, e quando Eve trouxe o sorvete
de sobremesa, ele comeu um duplo para

ajudar nisso tambm.


Shane estava certo. O peito bovino
2

estava delicioso nos tacos


Eve, suprindo a falta de seu irmo, tagarelou como um Magpie
3

em zombaria o tempo inteiro


a
respeito dos idiotas na loja de caf onde trabalhava, Common Grounds, a res
peito de seu chefe
Oliver
-

vampiro e em tempo integral um completamente imbecil, at onde Claire estava
preocupada, embora, aparentemente, ele era um chefe surpreendentemente justo; fofocas sobre
pessoas na cidade.


Michael contribuiu com algum material
suculento sobre o lado vampiro da cidade (Claire, por
exemplo, nunca tinha considerado que os vampiros poderiam cair dentro e fora do amor apenas
gostando de pessoas comuns
-

bem, outros vampiros como Michael. E talvez Amelie).


Shane finalmente soltou pa
ra cima um de seus olhares fulminantes e trouxe algumas histrias
embaraosas do passado de Michael e Eve. Se existiam histrias embaraosas que ele soubesse
sobre Jason, ele no teve acesso a isto.


Comeou profundamente desconfortvel, mas quando as tig
elas de sorvetes estavam vazias,
sentia tipo
-

normal. No timo
-

existia ainda uma tenso cautelosa ao redor da mesa
-

mas uma
aceitao prudente.


Jason finalmente disse, "Obrigado pela comida".


Eles todos pararam de falar e olharam para ele, e ele m
anteve seu prprio olhar para baixo na
tijela de sobremesa vazia.


"Estava certo Shane. Eu no consegui nenhum direito de pensar que posso simplesmente
aparecer aqui e esperar que voc no odiar minhas entranhas. Voc deveria." Amm,
honestamente condenado





2

Bisket


pode ser traduzido com
o carne no geral ou peito, na realidade a parte da carne bovina do peito, uma carne muito boa.

3

Magpie


uma ave, um corvo preto e branco com a cauda branca. So aves muito vocais, tagarelam durante repetidas vezes, tornando o
seu
apelo inconfundvel

entre outras aves.

Rachel Cai
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“Completamente de acordo", Shane murmurou.


Ambas, Claire e Eve olharam para ele.


"O quê? É o que penso.”


Jason no pareceu se importar.


"Eu precisava vir e dizer a voc que eu sinto muito. Isto
-

as coisas ficaram estranhas, homem.
Realmente estr
anhas. E eu fiquei estragando tudo, em todos os tipos de formas. At que aquela
coisa aconteceu com Claire
-

olha, Eu nunca quis
-

ela no era parte daquilo. Isso era tudo sobre
ele."


„Ele‟, significa o outro sujeito, o que nenhum deles mencionava, jamai
s. Claire sentiu suas palmas
suando, e enxugou
-
as contra seus jeans. Ela sentia sua boca seca.


"Mas eu sou culpado de outras coisas, e eu confessei tudo isso polcia, e eu paguei um tempo
por isso. Eu nunca matei ningum, no entanto. Eu
-

desejava ser a
lgum que alcaasse respeito."


Michael disse "Isso como voc est pensando que conseguir o respeito por aqui? Como um
assassino?"


Jason olhou para cima, e ele estava assustador, vendo os olhos como exatamente de Eve em um
rosto to diferente, fermen
tando de raiva.


"Sim", ele disse. "Eu fiz. Eu ainda fao. E eu no preciso de um vampiro maldito para me colocar
voc no um dos lobos, melhor voc ser um vi
l
-
asno co corrompido."


Claire olhou para Shane, e ficou surpresa ao ver que ele no estava pulando na mira, zangado.
De fato, ele estava olhando para Jason como se ele entendesse o que estava dizendo. Talvez ele
soubesse. Talvez isto fosse uma coisa de c
aras.


Ningum falou e, finalmente, Jason disse: "Ento, de qualquer maneira. Eu s queria dizer
obrigado por ajudar a me tirar da cadeia. Eu estaria morto agora se voc no tivesse ido. Eu no
esquecerei."


Ele raspou a cadeira para trs e se levantou.


"Obrigado pelos tacos. O jantar estava realmente bom. Eu no tenho
-

eu no me sentei mesa
com pessoas por um tempo realmente longo."


Ento, sem fazer contato visual com nenhum deles, ele caminhou sem parar, corredor abaixo.
Eve deu um pulo e correu a
trs dele, mas antes dela chegar a ele, ele estava do lado de fora da
porta da frente e batendo
-
a atrs dele. Ela a abriu e olhou para fora, mas no seguiu.


"Jason!" Chamou, mas sem qualquer esperana real de que ele voltaria. Ento, finalmente,
irremedi
avelmente, "Tenha cuidado!"


Ela lentamente fechou a porta novamente, trancou
-
a e voltou para cair em sua cadeira na mesa
de jantar, olhando fixamente para o que restou de sua festa de tacos.


"Hey", Shane disse. "Eve".


Ela olhou para cima.

Rachel Cai
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"Ele tomo
u coragem para vir aqui e tentar se desculpar. Eu respeito isso."


Ela olhou surpresa, e por um segundo ela sorriu.


"Obrigada. Sei que Jason nunca vai ser
-

bem, um cara bom em qualquer tipo de forma, mas ele



eu no posso simplesmente virar as costa
s para ele. Ele precisa de algum para mant
-
lo
disparando para os trilhos."


Michael tomou um gole de sua garrafa de esportes.


"Ele o trem", ele disse. "Voc est nos trilhos. Pense sobre o que vai acontecer, Eve."


Seu sorriso desapareceu.

"O que vo
c est dizendo?"


"Eu estou dizendo que seu irmo um drogado, e um gajo
4

doente, mesmo que ele esteja se
sentindo sentimental agora. Isto provavelmente no realmente culpa dele, mas ele tem
problemas, e agora ns nos sentamos com ele e ele se desculp
ou, e est tudo feito, ok? Ele no
vai voltar. Ele no da famlia. No nesta casa."


"Mas
-
"


Quando Claire teve o primeiro encontro Michael Glass, ele tinha sido frio e um tanto quanto
severo com ela, e agora Michael estava sendo novamente.


Para Eve.



“Eve, nós não vamos discutir soNre isso", Michael disse categoricamente, e ele olhou como um
bravo, bravo anjo, tipo mortal. "Regras da Casa. Vocs no trazem esse tipo de problema para a
porta."


“Ah, por favor, Michael, nem sequer pense em retirar es
sa porcaria. Se isto a regra, voc est
expulsando Claire agora? Porque eu estou apostando que ela o maior problema que j andou
por aqui em dois ps. Voc e Shane arrastam suas prprias lutas o tempo todo. Mas eu no
posso ter meu prprio irmo para j
antar?"


A voz de Eva estava tremendo, ela estava to zangada agora, e ela estava tentando no chorar,
mas Claire podia ver as lgrimas em seus olhos escuros.


"Vamos! Voc no meu pai!"


"No, eu sou o proprietrio do imvel", ele disse. "Trazer Jason

aqui coloca todo mundo em risco.
Ele vai voltar para o lado obscuro de ns, se ele j no partiu para isto, em primeiro lugar. Eu
estou apenas tentando manter as coisas saudveis por aqui.


"Ento, tente conversar comigo em vez de s me dar ordens ao redo
r!"


Eve empurrou fora os pratos para o cho, espalhando o restante de tacos por toda parte, e correu
para as escadas. Michael chegou l primeiro, facilmente; ele se moveu em um borro, velocidade
de vampiro, e bloqueado o acesso dela. Eve chegou parando
em uma derrapada, plida, mesmo
debaixo de sua maquiagem de p
-
de
-
arroz.





4

Dentre outros significados, um indivduo, particularmente bem vestido ou quem nunca viveu fora de uma cidade grande. Um hom
em mal
-
educado e ignorante da cidade, mas sem ostentao. Um lixo.

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Ento, voc est provando o seu ponto, vindo todo vampiro em mim?" Ela disse. "Mesmo que
Jason ainda estivesse aqui, voc seria a coisa mais perigosa na sala, e voc sabe disso!"


"Eu sei", Michael disse. "Eve. O que voc quer? Eu estou tentando, ok? Eu me sentei com o
Jason. Estou apenas dizendo que uma vez foi o suficiente. Por que eu sou o cara mau?"


Shane murmurou, alto o suficiente s para Claire ouvir, "Boa pergunta, mano."


Michael, tendo testemunhas nisto tudo. Ruim o suficiente por estarem brigando. Pior seria Shane
fazendo comentrios maliciosos do lado de fora.


"Eu no se
i, Michael, por que voc o cara mau?" Eve atirou de volta. "Talvez porque voc esteja
agindo como se fosse o dono do mundo!"


"Voc est sendo uma garota mimada."


"Uma o qu?"


“Você despejou a merda soNre todo o chão e vai emNora? Como mais você cham
a isto?"


Eve pareceu to chocada, era como se ele tivesse batido nela. Claire estremeceu em simpatia.


"Est tudo bem, ns faremos isso", Claire disse, e comeou a pegar os pratos e empilh
-
los. "No
um grande negcio."


Shane ainda estava olhando fix
amente para os seus amigos como se fossem algum tipo de
exibio suplementar; ela o chutou na canela e empurrou os pratos para ele.


"Cozinha", ela disse. "V."


Ele sorriu, mas saiu. Ela comeou a limpar a baguna no cho. Na ausncia de Shane, sentiu
c
omo as coisas mudaram, como o equilbrio mudou novamente. Claire manteve
-
se minscula,
silencioso e invisvel enquanto ela trabalhava desfazendo
-
se da comida espalhada pelo cho,
empilhando com os guardanapos.


"Eve", Michael disse.


Ele no estava bravo

mais, Claire percebeu. Sua voz era suave e calma. Ela olhou para cima e
viu que Eve estava silenciosamente chorando agora, lgrimas arrastando trilhas sujas de rmel
abaixo das bochechas dela, mas ela no distanciou o olhar dele.


"Eve, o que isto? Isto

no sobre Jason. O qu?"


Ela se lanou para ele, envolvendo os braos em torno dele. Mesmo com reflexos de vampiro,
Michael ficou surpreendido o suficiente para balanar para trs, mas ele se recuperou em apenas
um segundo, segurando
-
a, acariciando as
costas dela com uma mo. Eve colocou a cabea em
seu ombro e chorou como uma garotinha perdida.


"Eu no quero perder voc", ela finalmente fungou. "Deus, eu realmente no posso te perder. Por
favor. Por favor, não vi.”


"Ir?" Michael soou honestamente co
nfuso. "O qu? Onde que eu vou?


"Para qualquer lugar. Com ningum. No


Eu te amo, Michael. Eu realmente te amo."

Rachel Cai
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Ele suspirou e segurou
-
a ainda mais firmemente.


"Eu no vou a lugar nenhum com ningum", ele disse. " Eu juro. E, eu te amo tambm. Ok?
"


"Voc quis dizer isso?"


"Sim, eu quis dizer isso." Ele pareceu quase surpreso e soltou uma respirao lenta quando ele a
abraou mais apertado. "Eu fao, Eve."


Eve tocou em sua rmel escorrendo, respirando pouco em soluos, e depois olhou passando de

Michael para Claire, que estava pegando toda a baguna e colocando em um prato para
descartar. Eve olhou caindo em si.


"Oh Deus", ela disse. "Eu sinto muito. Eu no quis dizer
-

aqui, deixe
-
me. Eu pegarei isto."


Ela se puxou se livrando de Michael, e
abaixou suas mos e joelhos para limpar o resto. E
Michael abaixou l com ela. Claire voltou pela porta da cozinha com uma carga de material, e a
balanou fechando
-
a, ela viu Michael inclinar e beijar Eve. Parecia doce e quente e
absolutamente real.


"Bem
?" Shane perguntou. "Dcima Quinta Guerra Mundial l fora, ou o qu?"


“Eu acho que sim", ela disse, e Nateu o quadril nele para pô
-
lo fora do caminho da pia para
despejar sua braada de pratos.

"Voc est lavando, n?"


“Eu jogarei com você por isto."


"O quê?”


"A melhor pontuao alta ganha?"


Isso era mesmo uma coisa bsica, porque fazendo isto ela mesma agora, ela se pouparia da
humilhao, Claire pensou.


"Nenhuma aposta", ela disse. "Lave, garoto lavador de prato."


Ele sacuidiu espuma nela. El
a gritou e riu e sacudiu mais nele. Eles espirraram gua. Isto
parecia... bem intenso, quando Shane finalmente capturou ela em suas mos ensaboadas,
puxou
-
a para perto pela sua camisa molhada, e beijou
-
a. "Guerra Mundial Dezesseis", ele disse.
"Oficialment
e acabou."


"Eu ainda no estou jogando Dead Rising com voc."


"Voc no divertida."


Ela o beijou, longamente e doce, e lento, e sussurrou: "Voc tem certeza?"


"Bem, eu estou certamente mudando a minha idia", Shane disse, com o rosto em linha reta,
pelo
menos at que ele lambeu os seus lbios. Suas pupilas estavam grandes e escuras, e
completamente fixas nas dela, e ela sentiu como se a gravidade houvesse se invertido, como ela
podesse cair nos olhos dele e simplesmente seguir em frente.


"Pratos", e
le lembrou a ela. "Sou um garoto lavador de pratos. E eu no posso acreditar que eu
Rachel Cai
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acabei de dizer isto, porque isto insatisfatrio."


Ela o beijou de novo, ligeiramente desta vez.


"Isto para mais tarde", ela disse. "A propsito? Voc parece realmen
te quente, com espuma por
toda parte em voc."


A porta da cozinha abriu, e Eve entrou, despejou um prato cheio de lixo na lata, e praticamente
danou de sua maneira at a pia. Ela ainda tinha lambuzada de rmel, e suas lgrimas no
estavam sequer secas,
mas ela estava sorrindo, e havia um olhar sonhador, distante, em seus
olhos.


"Hey", Shane disse. "Que tal você? Quer jogar Dead Rising?”


"Claro," Eve disse. "timo. Absolutamente."


Ela voltou para fora. Shane piscou.


"Isso no era o que eu esperava."



"Ela est flutuando", Claire disse. "O que h de errado com isso."


“Nada. Mas ela ainda não me insultou mesmo. Isto esti errado. Isso me perturNa.”


"Eu estou aproveitando de toda essa calma", Claire disse. "Tempo de estudo."


“Traz isto para o andar
de baixo", Shane disse. "Eu preciso de uma seo animadora, porque ela
vai chupar zumbis matando
-
os hoje j noite. Apenas de uma maneira muito feliz.”


Claire riu, mas ela arremessou para o andar de cima e agarrou sua bolsa de livros, que
prontamente rasgo
u completamente a costura, derramando cerca de vinte libras no valor de
textos, materiais e lixo por toda parte no cho de madeira.


“Ótimo", ela suspirou. "Tudo Nem." Ela recolheu o que ela precisava em uma Nraçada cuidadosa e
voltou para o andar de baixo
.


Estava no meio dos degraus da escada para baixo, quando algum bateu na porta da frente.
Todos eles pararam o que estavam fazendo
-

Michael, no ato de apanhar seu violo, Shane e
Eve, tomando seus lugares no sof com os controladores de jogo.


"Esperan
do qualquer outra pessoa?" Shane perguntou Eve. "Seu primo distante Jack o
Estripador
5

visitando voc tambm?"


“Vai
-
te lixar, Collins."


“Finalmente, o mundo esti de volta ao normal. Ainda não até padrões de nível
-
olmpico dos
insultos de Rosser, a, ale
grarem. No importa. Eu
arranjarei

isto."


Michael no disse nada, mas ele largou o violo e Shane seguiu at o final do corredor,
observando. Claire desceu o restante dos degraus depressa, tentando manter sua pilha de
material cambaleante por cima, e desp
ejou sobre a mesa de jantar antes de correr at ao lado de
Michael.





5

Shane fez uma analogia e “Nrincadeira”,
usando o Jack estripador, o assassino serial de Whitechapel, Londres


1888.

Rachel Cai
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Shane verificou pelo olho mgico, recuou e disse, "Uh Oh".


"O qu?"


“Dificuldade?"


Michael cruzou a distncia num piscar de olhos, olhou para fora, e mostrou os dentes. Todos os
seu
s dentes, incluindo as presas de vampiro, o que no era exatamente um bom sinal. Claire
tomou uma respirao profunda. Maldio de bolsa de livros estpida, escolhendo um mau
momento para rasgar; geralmente, ela trazia todas as coisas para baixo, mas tinha

deixado o
material anti
-
vampiro l encima no bolso da bolsa arruinada.


" Morley", Michael disse. "Seria melhor eu sair e falar com ele. Shane fique aqui com elas."


“Palavra de conselho, pare de me dizer para ficar com as meninas", Shane disse. "Ou eu

irei
seriamente dar um soco em voc na boca, um destes dias. Srio. Eu poderia quebrar um
daqueles dentes brilhantes."


"Hoje?"


“Ah... provavelmente não."


"Ento cale a boca."


Michael abriu a porta o suficiente para deslizar para fora, olhou para tr
s e disse: "Tranque
-
a."


Shane balanou a cabea, e logo que a madeira bateu fechada, ele bateu todas as trancas e
colou o olho no olho mgico. Claire e Eve, por deciso comum ficaram em silncio, correram para
a janela da sala, que lhes deu uma viso an
gular do alpendre. No perfeita, mas melhor que
nada.


"Oh, no", Eve murmurou.


Michael estava em um banho de lua, enfrentando no apenas um vampiro, mas trs. Morley
-

um
esfarrapado, vampiro bruto que abalou um olhar de sem
-
teto, embora Claire soubess
e que ele
realmente tinha uma casa


estava de p l, com dois de seu bando. Ele tinha um bom nmero
deles, os jovens vampiros descontentes, embora juventude fosse um termo relativo quando voc
falava sobre vampiros. Era mais uma questo de status, no ape
nas de idade. Os que no tinham
nada, ou os que sentiam pressionados por aqueles que tinham poder sobre eles. Eles tambm
tinham um humano com eles.


Jason.


E ele no estava l voluntriamente, at onde Claire podia dizer. Um dos vampiros tinha uma
mo
em torno de seu brao, que parecia um aperto amigvel, mas provavelmente estava
esmagando
-
osso fortemente.


"Jason", Eve murmurou. "Oh Deus. Eu lhe disse para ter cuidado!"


de debaixo de
uma cadeira. Ele a abriu e tirou uma pequena besta
6
, donbrado para trs e a carregando com
uma flecha. Ele jogou estacas cobertas de prata para Claire e Eve, ento se juntou a elas na
janela.




6

Um Crossbow


uma arma que consiste num arco, montado em uma ao que dispara projteis , seu nome medieval ballista.

Rachel Cai
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"Ento", ele disse. "Seu irmo j disse que ele
era um aspirante a vampiro. Ser que ele precisa
ser salvo, ou esta a ideia dele de um grande encontro?"


"No seja um imbecil", Eve disse, e segurou a estaca to forte que sua mo inteira ficou mais
plida do que o normal.


"Eles no o transformariam,
de qualquer maneira. Eles s o drenariam."


Era muito trabalho para um vampiro transformar um humano, e o que Claire tinha visto, eles no
pareciam to ansiosos para passar por isso eles mesmos. Isto machucava. E tomava algo para o
exterior deles. O nico

que j tinha visto ter algum prazer real externo, tinha sido o Sr. Bishop, o
pai vil de Amelie, um vampiro velho. Ela o viu transformar o pai de Shane, e isso tinha sido
-

horrvel. Realmente horrvel.


Razo pela qual Shane, contuto sentindo sobre Jason

Rosser, estava carregando uma besta, e
estava mais do que preparado para us isto.


"O que Michael est fazendo?"


“Apelando para o senso", Shane disse. "É sempre o jogo dele. Para ele, geralmente funciona. Eu,
Eu sou usualmente voltado para o Plano B,
o tempo todo."


“B „de força Nruta‟?” Eva disse. "Sim, isso é você."


Shane encaixou a seta em seu lugar e levantou a faixa da janela. Ele excluiu a tela para o outro
lado e apontou a besta na direo de Morley.


Morley, quem estava vestido com roupas q
ue pareciam peas de trapos, com exceo de uma
novssima camisa havaiana rajada com sombras luminosas de neon, olhou diretamente para
janela, sorriu e inclinou a cabea s um pouco em reconhecimento.


"S assim ns somos claros, sanguessuga", Shane disse
.


"Ele pode ouvir voc?"


“Ele ouviu cada palavra.” “Eh, Morley? Vou colocar isto direto entre suas costelas, você
compreende isso?"


Mais uma vez, Morley assentiu, e o sorriso permaneceu no lugar.


"Voc tem certeza que uma boa idia?" Eve murmurou.

"Amea
-
lo, eu quero dizer?"


“Por que não? Morley fala fluentemente ameaça."


Continuou durante algum tempo, toda a conversa, nunca Shane tirou os olhos de Morley. Claire
manteve sua mo sobre ele, de alguma forma sentindo que estava ajudando, ajudando
-
os, a
ambos e, finalmente, Morley deu um pequeno polido arco para Michael, e acenou para o outro
vampiro que estava segurando Jason.


O vampiro o deixou ir. Jason tropeou para trs, em seguida, arrancou em alta velocidade,
correndo por toda rua abaixo. O
s vampiros o assistiram. Ningum o seguiu. Eve deu um suspiro
de alvio lento e inclinou
-
se contra a parede. Shane no se moveu. Ele ainda tinha a besta
apontada para o peito de Morley.


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"A emergncia acabou", Eve disse. "Sente
-
se, soldado."


“Vi aNrir a

porta. Eu sentarei quando Michael estiver de volta do lado de dentro."


Shane sorriu, mostrando todos os dentes. No era to ameaador como um sorriso de vampiro,
mas ele conseguiu o ponto. Eve assentiu com a cabea e correu porta. Uma vez que estava
ab
erta, Michael
-

ainda procurando calmae e tranquilizar


entrou pra dentro, disse boa noite e
fechou a porta. Claire ouviu atirando as travas, e Shane ainda mantinha sua pontaria constante
at Morley, tocando um dedo em sua testa, virou
-
se e saiu para a
escurido com seus dois
seguidores.


Claire bateu a janela, fechando
-
a, e Shane alargou a sua respirao em um suspiro lento,
removendo a flecha do arco.


"Nada como um pouco de terror depois do jantar", ele disse, e deu na Claire um beijo rpido.
"Mmmm,

ainda gostaria de saborear tacos de peito."


Ela teria chamado
-
lhe em um empurro, mas ela estava tremendo, e ela estava muito pouco
flego de qualquer maneira. Ele j estava no corredor abaixo quando ela buscou ar suficiente, e
ela o usou para seguir el
e. Michael estava de p ao lado de Eve, um brao apertado em volta da
cintura dela.


"Ento?" Shane perguntou. "O que Morley est rondando ao redor, esperando ns para ficarmos
maduro?"


“Você saNe o que ele estava fazendo aqui", Michael disse. "Nós não
conseguimos que o seu povo
quando ele teve a chance. Ele est ficando impaciente, e j que vocs trs esto no gancho,
como prprios doadores sangue pessoais para e
le, acho que precisamos levar a srio sobre
como fazer isso acontecer."


"Ele no ousaria."


"No? No posso dizer que concordo com voc. Morley no tem medo de muita coisa que eu
posso dizer, inclusive Amelie, Oliver, ou uma flecha de madeira no corao."

Michael acenou para
Shane. "Ainda. Obrigado. timo."


" o que eu fao."

“Só aponte isto para o caminho correto.”


Shane pareceu to inocente quanto Shane poderia, e colocou a mo sobre o corao.


"Eu nunca faria. A menos que voc mostre suas presas p
ara mim novamente, ou me diga para
ficar com as meninas. Exceto por isso."


“Legal. Vamos atirar em um pouco de coisas não
-
mortas
7

na TV, ento.


"Perdedor."


“Não se eu ganhar."


"Como sempre acontece."





7

Undeade


no morto


um termo primitivo usado para d
efinir: vampiros, zumbis, enfim, seres mitolgicos ou lendrios que esto mortos, mas se
comportam como se estivessem vivos. Aqui define os Zumbis que sero mortos no jogo deles na TV.

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DOIS
No dia seguinte, Claire teve aulas na Unive
rsidade Prairie do Texas, que foi uma mistura de
fascinante e aborrecimento. Fascinante, porque ela conseguiu obter seu percurso em um monte
de aulas avanadas que ela realmente no teve os pr
-
requisitos, e aborrecedor, porque aqueles
que no sabem sobre
Morganville em geral
-

que era a maioria dos alunos na escola


tratavam
ela como uma criana. Aqueles que no o faziam, e sabiam sobre a contagem dos vampiros e da
prpria cidade de Morganville, principalmente a evitava. Isso aconteceu com ela, na segunda

vez
que algum tentou comprar o caf para ela, no fez contato visual, algumas pessoas na cidade
ainda olhavam para ela como se ela fosse algum importante. Como Mnica Morrell, que era de
nvel importante. Essa seriamente louca Mnica, Rainha Abelha de
Morganville abaixo de trinta
definidos.


Pois, Claire tinha vindo de um longo caminho a partir da calorosa admisso inicial que tinha tido
no ano passado. Quando Mnica tentou tiraniz
-
la


o que era praticamente certo acontecer, pelo
menos, um par de vez
es a cada semana
-

o resultado no estava normalmente em favor de
Mnica. Ou sempre estava para Claire, de uma ou de outra forma. Mas ainda assim, o empate
era melhor do que uma derrota abaixo, na viso de Claire. Todos estavam levantando de p
esquerdo.


A primeira parada de Claire foi loja dos estudantes no campus, onde ela comprou uma mochila
nova
-

resistente, no muito chamativa, com muitos bolsos dentro e por fora. Ela moveu
-
se
rapidamente para o prximo banheiro que ela encontrou para transferir o

contedo de sua
mochila juntada com fita adesiva para a nova, e quase jogou a velha fora... mas ela tinha muito
valor sentimental, de alguma maneira. Rasgou, desgastou, manchou com todo o tipo de coisas
que ela no desejava lembrar, mas isto veio com ela
para Morganville, e de alguma forma ela
sentia como que se a jogando fora, estaria jogando fora sua chance de sair daqui.


Loucura, mas ela no podia ajudar nisto. No final, ela enfiou a velha mochila enrolada em um
bolso da nova, ergueu o peso, e correu
atravs do campus para fazer sua primeira aula do dia.
Trs rotineiras (e principalmente chatas) horas mais tarde, ela chocou
-
se com Mnica Morrell,
que estava sentada nos degraus do edifcio de Artes da Linguagem, com culos de sol,
debruada sobre os cot
ovelos e vendo as pessoas passarem por ela. Uma de suas garotas de
mfia de batom estava com ela
-

Jennifer
-

mas no existia nenhum sinal da outra, Gina.


Como sempre, Mnica parecia rica e perfeita


os bens do papai deveriam estar mantendo bem,
no im
portando o que os caras da economia estavam dizendo na TV
-

e Jennifer parecia como
que ela comprasse as imitaes baratas do que Mnica comprou por preo alto. Mas elas
estavam com um bom visual, e a cada trinta segundos um pouco de garotos da universidad
e
paravam para conversar com elas, e quase sempre faziam com que abatessem inflamados.
Alguns deles aceitavam isso de bom grado. Alguns deles pareciam mais como que eles
estivessem sendo rejeitados naquele canal de TV Channel.


Claire estava indo, subindo
os degraus, ignorando
-
as, quando Jennifer chamou brilhantemente:
"Ei, Claire! Bom dia!"


Isto era arrepiante o suficiente para parar Claire e corrigir o seu caminho. Ela examinou, e
Jennifer estava acenando. Ento era Mnica.


Isto, vindo dessas duas men
inas que a esmurraram e a chutaram, jogaram ela um lance de
escadas abaixo, a sequestraram pelo menos duas vezes, ameaaram ela com facas, tentaram
deixar a sua casa queimada... sim. Claire realmente no sentia como redefinindo as relaes em
seus termos d
e novas amigas
-
camarada. Ela s deu as duas um olhar longo, e continuou subindo
os degraus, tentando se concentrar no que era que ela deveria se lembrar hoje sobre o incio da
literatura norte
-
americana. Nathaniel Hawthorne? Ento, na semana passada...

Rachel Cai
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The Morganville Vampires 08



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"
Hey!"


Mnica a agarrou nos dois degraus do topo, puxando a cinta de sua bolsa de livro nova,
arrastando
-
a para parar. "Estou conversando com voc, cadela!"


Isso foi mais ou menos assim. Claire olhou para baixo na mo de Mnica, e ergueu as
sobrancelhas
. Mnica a soltou.


"Eu pensei que no poderia ser eu", ela disse. "Desde que voc estava agindo to bem e tudo
mais. Tinha que ser alguma outra Claire."


“Eu apenas pensei que desde agora, nós duas estamos mais ou menos presas uma a outra, nós
poderamo
s tambm tentar sermos simpticas, isto tudo. Voc no tem que agir como se eu
roubasse o seu namorado ou algo assim."


Mnica sorriu lentamente e puxou para baixo os seus culos de sol para olhar por cima. Seus
grandes, adorveis olhos azuis estavam ch
eios de alegria superficial.


"Por falar nisso, como est Shane? Ficando entediado j com o depois das aulas especial?"


“Uau, isso foi um dos seus melhores insultos. Você esti quase no nível ginasial, continue
trabalhando nisto", disse Claire. "Pergunte

voc mesma a Shane se voc quiser saber como ele
est. Eu tenho certeza que ele ficaria contente em lhe dizer."


Com interesse. "O que voc quer?"


“Quem disse que eu quero alguma coisa?"


“Porque você é como um leão. Você não se incomoda por levantar
-
s
e a menos que voc esteja
conseguindo algo fora disto."


Mnica sorriu ainda mais.


"Hmmm, duro, mas correto. Por que trabalhar mais duro do que voc precisa? De qualquer
maneira. Ouvi dizer que voc e seus amigos fizeram um acordo e isto est trazendo d
ificuldades
para voc. Algo com aquele lixo de vampiro Britnico desabrigado, qual o seu nome, Mordred?"


“Mordred é das histórias do Rei Arthur. É Morley."


"Qualquer que seja. Eu s acabei de querer te dizer que eu posso cuidar disto para voc."


Seu

sorriso revelou os dentes, uniformes e brancos.


"Por um preo."


“Sim, eu não vi isto vindo", Claire suspirou. "Como é que você vai cuidar disto, exatamente?"


“Eu posso conseguir passi
-
lo para fora da cidade como ele deseja. Por meu irmo."


Claire
revirou os olhos e ajeitou a mochila, deixando ela um pouco mais confortavelmente em seu
ombro.


"O que significa, voc vai forjar sua assinatura em um monte de fotocpias, isto far com que
dessem a todos de lamNuja a cadeia, excluindo você?”

Rachel Cai
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“Não, oNr
igada. No estou interessada."


Claire no teve qualquer dvida do que Mnica estava oferecendo, isto no era real, ela j havia
conversado com o irmo de Mnica, o prefeito Richard Morrell, vrias vezes sobre isso, e
chegado em nenhuma parte. Mas Mnica
gostava de fingir que ela tinha "acesso". Com citaes
em pleno ar.


"Se isso tudo, eu tenho aula."


"No totalmente", Mnica disse, e o sorriso desapareceu. "Eu quero as respostas do exame final
em Lit 220. Consiga isto."


"Voc est brincando."


“E
u pareo como quem est brincando? Consiga eles, ou
-

bem, voc sabe que tipo de ou existe,
certo?"


Mnica empurrou os culos de volta pra cima.


"Consiga eles para mim na sexta
-
feira ou voc estar frita, necessidades especiais."


Claire sacudiu a cab
ea e tomou os dois ltimos passos, caminhou para sua classe, esvaziou sua
bolsa em sua cadeira do corredor de conferncia e se sentou para pensar cuidadosamente sobre
as coisas. Quando a aula comeou, ela tinha um plano. Um plano quente e indistindo. Algu
ns
dias, absolutamente valia a pena sair da cama.


#####


Quando Claire chegou em casa, o sol estava caindo rpido em direo ao horizonte. Muito cedo
para a maioria dos vampiros estar fora
-

no que eles explodissem repentinamente em chamas
to facilme
-
chamas
-

mas ela
manteve uma vigia afiada de qualquer maneira. Em vez de ir direto para a Glass House, ela se
virou para a rua transversal e foi alguns quarteires a mais. Era como um dj vu,
porque a casa
de seus pais parecia quase exatamente como a Glass House. Um pouco menos desbotada,
talvez.


A decorao havia sido pintada de verde escuro agradvel, e existiam menos arbustos ao redor
das janelas. A moblia da varanda era diferente, e um c
arrilho de vento soando; a me de Claire
amava carrilhes de vento, especialmente os grandes, uns longos que soavam aqueles sons
profundos. Como Claire subiu os degraus da varanda, uma rajada de vento soprou por ela,
soando os carrilhes em um toque de co
ro. Ela olhou para o cu e viu nuvens movendo
rapidamente. O clima estava mudando. Chuva, talvez. Ela j sentia mais frio. Ela no bateu, s
usou sua chave e foi para a direita, deixando sua mochila no corredor de entrada.


"Hey, eu estou em casa!" Ela gr
itou e trancou a porta atrs dela. "Me?"


"Cozinha", veio o grito fraco de trs.


Claire foi para o fundo do corredor
-

o mesmo que na Glass House, mas minha me tinha coberto
esta verso com fotografias, fotografias emolduradas de sua famlia. Claire es
tremeceu por suas
fotos do segundo grau na escola; elas eram insuportavelmente idiotas, mas ela no conseguiu
convencer a me de tir
-
las de l.


“Algum dia, você ficari feliz por eu as ter”, minha mãe sempre dizia. Claire não poderia imaginar
Rachel Cai
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que iria se
r verdade.


A sala de estar era, novamente, desorientadoramente familiar; em vez da mal combinada, mobilia
confortvel da Glass House, o material da infncia de Claire ocupava o mesmo espao, do sof
velho at a cadeira de couro favorita de seu pai. Os ch
eiros vindos da cozinha eram familiares,
tambm: minha me estava fazendo pimentes recheados. Claire se fortaleceu, porque ela no
aguentava pimentes recheados, mas ela quase sempre comia o recheio dos mesmos, apenas
para ser agradvel.


"Por que isto n
ão poderia ser tacos?”



Ela suspirou, s para si mesma, e, em seguida, empurrou abrindo a porta para a cozinha.


"Oi, me, eu estou
-
"


Ela parou mortificada em seus rastros, olhos arregalados, porque Myrnin estava sentado na mesa
da cozinha da me dela
. Myrnin o vampiro. Myrnin seu chefe. Louco, louco Cientista Myrnin. Ele
tinha uma caneca de algo que era melhor no ser sangue na frente dele, e ele estava quase
vestido como uma pessoa s


ele estava usando uma camisa jeans azul desfiada, e algum tipo
d
8

por sapatos, claro, porque ele parecia
realmente amar aquelas. Seu cabelo era longo, nos ombros, preto e brilhante, e cheio de ondas,
e seus grandes olhos escuros, seguindo a me de Claire enquanto el
a se ocupava no fogo.


Minha me estava vestida como normalmente uma mame vestia, que era a maneira mais formal
que o povo de Claire pensava que era apropriado para passar o tempo inativo em torno da casa.
Vestindo um bom par de calas, uma camisa chata
, sapatos de salto mdio. Ela estava at
mesmo usando jias
-

pulseira e brincos, pelo menos.


"Boa noite, Claire", Myrnin disse, e transferiu a sua ateno para ela. "Sua me foi muito gentil
comigo enquanto eu esperava voc chegar em casa."


Minha me
virou, e havia um brilho falso em seu sorriso. Myrnin estava deixando ela nervosa,
embora Myrnin estivesse obviamente fazendo um esforo real para ser normal.


"Querida, como foi na escola?"


Ela beijou Claire na bochecha, e Claire tentou no contorcer
-
se

enquanto sua me esfregava a
marca de batom deixada em sua pele. Pelo menos ela no usou cuspe.


"A escola foi tima", Claire disse, o que terminou a conversa obrigatria sobre a escola.


Ela conseguiu uma coca
-
cola na geladeira, bateu no topo e se estab
eleceu transversalmente em
frente de Myrnin, que calmamente tomou de sua xcara de caf.


"O que voc est fazendo aqui?"


“Claire!" Sua mãe disse, soando um pouco escandalizada. "Ele é um convidado!"


“Não, ele é meu chefe, e chefes não caem na casa de
meus pais sem um convite. O que voc
est fazendo aqui?"


“Caindo em seus pais sem um convite", Myrnin disse. "Eu pensei que seria Nom conhecê
-
los
melhor. Eu tenho dito a eles o quo satisfeito estou com o trabalho que voc tem feito. Sua



8

Essas sandlias aqui so flip
-
flops


todo tipo de sandlia que no p
ossui sustentao de correia no calcanhar uma flip
-
flop, a mais usual para
ns aqui no Brasil, so as havaianas. Ele estava usando uma nesse estilo rasteira.

Rachel Cai
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pesquisa uma da
s melhores que eu j vi."


Ele realmente estava em seu melhor comportamento. E nem sequer soou um pouco louco.
Exagerado, talvez, mas no louco.


"Estou de folga hoje", Claire apontou. Myrnin assentiu com a cabea e descansou seu queixo em
sua mo. Tinha
um sorriso agradvel, quando ele optava por us
-
lo, como fez agora,
principalmente dirigido a me de Claire, que trouxe a cafeteira e encheu sua xcara. Oh, bom.
No nada vermelho sendo servido, ento.


"Absolutamente, eu sei que voc teve uma aula chei
a de programao hoje", ele disse. "Este
um apelo puramente social. Eu queria tranquilizar seus pais de que tudo estava indo bem para
voc". Ele olhou para baixo em seu caf. "E aquilo que aconteceu antes, nunca acontecer de
novo."


O que aconteceu ant
es era um cdigo para as marcas de mordida no pescoo dela. As feridas
estavam curadas, mas existia uma cicatriz, e como ela pensou sobre ela, sua mo subiu e cobriu
-
a, por si s. Ela forou sua mo voltar para baixo. Seus pais no tinham qualquer idia de

que
Myrnin foi o responsvel por isto; fra dito para eles que tinha sido algum outro vampiro qualquer,
e que Myrnin ajudou a salv
-
la. Em parte era verdade, de qualquer maneira. Myrnin ajudou a
salv
-
la. Ele havia sido s o nico responsvel por mord
-
la
. No tinha sido realmente culpa dele.
Ele estava machucado, e desesperado, e ela s estava l. Pelo menos ele se conteve no tempo
certo. Ela certamente no podia det
-
lo.


"Obrigada", ela disse.


Ela realmente podia no ser louca por ele, no por nada.
Teria sido mais fcil se ela pudesse ser.
"Voc vai ficar para o jantar?"


“Eu? Como isso cheira delicioso, eu temo que eu não esteja para pimentões recheados", ele
disse, e levantou
-
se com um daqueles movimentos graciosos de vampiros parecidos to bons e
m


" melhor eu me despedir da Sra. Danvers. Muito obrigado por sua hospitalidade, e o delicioso
caf. Por favor, diga a seu marido que agradeo a ele tambm."


“Só isso?" Claire perguntou, confusa
. "Voc veio para conversar com meus pais, e agora voc
esti partindo?”


"Sim", ele disse, perfeitamente vontade. E perfeitamente estranho. "E entregar isto para voc,
de Amelie." Ele bateu levemente nos bolsos do colete, e veio com um envelope de cor cr
eme, que
ele entregou para ela. O papel era pesado, caro, e estava estampado nas costas com o selo do
Fundador. Fechado. "Vejo voc amanh, Claire. No esquea os donuts."


"Eu no irei", ela disse, toda a sua ateno no envelope em suas mos. Myrnin diss
e qualquer
outra coisa para sua me, e ento a porta da cozinha abriu e fechou, e ele se foi.


"Ele tem bonitas boas maneiras", sua me disse, fechando a porta de volta. "Eu estou contente
que voc trabalhe para algum muito


civilizado."


A cicatriz no
pescoo de Claire pulsou um pouco. Pensou em todas as vezes que tinha visto
Myrnin sair dos trilhos
-

o tempo em que ele estava enrolado chorando em um canto; o tempo em
que ele a ameaou; no tempo em que ele delirava como um luntico durante horas a fio.
No
tempo em ele implorou para que ela o apagasse de sua misria. O tempo que ele realmente lhe
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deu amostras de seu prprio crebro. Em um recipiente de tupperware
9
.


"Civilizado", ela repetiu suavemente.


"Sim. Ele timo."


Ele era, era uma coisa horr
vel. Ele era timo at que ele fosse horrvel. Assim como o mundo em
geral. Claire cortou, abrindo o envelope com uma faca de cozinha, escorregou para fora o papel
pesado dobrado do lado de dentro, e leu a caligrafia bonita. Da Amelie, sem dvida.



De a
cordo com os recentes pedidos, eu por este meio estou oferecendo a voc passes para sair e voltar de Morganville. Voc deve
apresent
-
los nos postos de fiscalizao na extremidade da cidade. Por favor, fornea
-
os para o seu grupo e d
-
lhes as mesmas
instru
es. No existe nenhuma exceo a essa regra.

Coordene com Oliver para organizar o seu tempo de sada
.



A respirao de Claire a deixou em uma corrida. Passes para Morley! Momento perfeito, tambm;
ela no sabia quanto tempo mais qualquer um deles poder
ia manter Morley e seu povo sem
perder a pacincia, e vindo em troca disto pegar sangue. Eles queriam sair de Morganville. Ela
podia dar isto para eles. S que ela imediatamente percebeu, quando ela pegou os passes e os
tirou para fora do envelope, que no

era o suficiente. O povo de Morley precisaria mais ou menos
de trinta passes no total. Ao invs disso, havia apenas quatro no envelope. Liam
-
se os nomes de
Michael Glass, Eve Rosser, Shane Collins e Claire Danvers.


Que diabos estava acontecendo?


Clair
e pegou o celular e bateu na discagem rpida. Ele tocou e tocou, mas no houve resposta.
Ela desligou e tentou outro nmero.


"Oliver", disse a voz do outro lado.


"Hum, oi, Claire?
-

Amelie est com voc?"


“Não."


"Espere, espere, no desligue! Vo
c est no Conselho Municipal
-

eu recebi uma carta que tm
alguns passes nela, mas no suficiente para
-

"


"Ns indeferimos o pedido de Morley para a emigrao de Morganville", Oliver disse. Ele tinha
uma baixa, at mesmo um afinar de sua voz, mas Clai
re sentiu
-
se fria de qualquer maneira.


"Ele tem uma filosofia que muito perigosa para aqueles de ns que desejam permanecer... qual
a frase? Debaixo do radar."


“Mas
-

ns fizemos um acordo. Eu, Shane, Eve e Michael. Ns dissemos que obteramos pass
es
para eles."


"Eu estou ciente de seu negcio. Qual a sua pergunta?"


"Somente
-

Morley disse que iria nos matar. Se no conseguirmos os passes para ele. Ns
dissemos a voc isso."





9
Marca de vazilha de plstico.

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Oliver ficou em silncio por um longo segundo, depois disse: "Que pa
rte do que eu estou ciente
que voc no compreende Claire? Voc e seus amigos tm passes de Morganville. Acontece que
Michael pediu para viajar a Dallas para a sua gravao e sesso de concerto. Ns decidimos
permitir isto, sob a condio de que todos voc
s viajem juntos. Com escolta."


“Escolta"? Claire perguntou. "Você quer dizer, como a polícia?"


Ela estava pensando na xerife Hannah Moiss, que seria uma boa companhia alm de um
guarda
-
costas do mau pra burro; ela gostou de Hannah a partir do momento
em que ela a
conheceu, e pensou que Hannah gostava dela, tambm, tanto como um duro ex
-
soldado poderia
gostar de uma fraca, garota meia nerd, da idade dela.


"No", disse Oliver. "Eu no quero dizer polcia." E ele desligou.


Claire olhou para a tela por

um instante, depois dobrou o telefone fechando
-
o e deslizou isto para
trs em seu bolso. Ela olhou para os passes, o envelope, a carta. Amelie decidiu realmente
chatear Morley, mas pelo menos ela tambm decidiu deixar Claire e seus amigos sairem da
cidade
. Com uma escolta. De alguma forma, Claire sabia que no seria to simples quanto
escolher um adulto responsvel para ir com eles.



"V buscar o seu pai", disse a me dela e comeou a preparar os pratos sobre a mesa. "Ele est
l em cima no computador. Di
ga
-
lhe que o jantar est pronto."


Claire recolheu tudo e colocou isto em sua mochila antes de ir para cima. Outra onda do
parecido
-
mas
-
no
-
bastante caiu sobre ela; sua me e seu pai tinham reservado o mesmo quarto
para ela aqui que ela tinha na Glass Hou
se, embora os dois no eram nada parecidos. Casa


pelo menos, de nome
-

adquirido quando ela tinha dez anos. Cortinas rosa. Seu quarto na Glass House era
completamente diferente
-

madei
ra escura, tecidos escuros. Adulto.


A sala de informtica do pai estava onde seria o quarto de Shane na outra casa, que despertou
todos os tipos de pensamentos e lembranas que realmente no eram adequados agora, e fez o
seu rosto aquecer, ela enfiou a ca
bea no quarto e rapidamente disse: "Pai, est pronto o jantar!
Ajude
-
me a comer o pimento recheado antes que eu me engasgue e morra?"


Seu pai olhou por cima da tela do computador com uma surpresa, cara de culpado, e
rapidamente fechou o que estava faze
ndo. Claire piscou. Pai? Seu pai era... normal.
Aborrecidamente normal. No era um ativista, no uma monstruosidade, no algum que tivesse
de esconder o que estava fazendo no computador de sua prpria filha.


"Diga
-
me que voc no estava olhando pornograf
ia", ela disse.


"Claire!"


“Bem, desculpe
-
me, mas voc fez a dana do culpado. A maioria das pessoas que eu conheo,
sabe que isso significa pornografia."


O pai puxou uma respiração profunda, fechou os olhos e disse: "Eu estava jogando um jogo.”


"Isso

a fez sentir „oh, muito melhor‟. Até que ele disse, "É um daqueles jogos multiplayer online."


“Sim? Qual? Um dos de fantasia?”


Ele pareceu mortalmente envergonhado agora.


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"No
-
, no realmente."


"Ento o qu?"


Para responder, ele levantou a tela.

Nela estava uma cena noturna, um castelo, um cemitrio.
Tarifa de horror tpico, pelo menos, se voc fosse dos anos 50. Um personagem apareceu na tela
-

plido, alto, vestido com uma capa de Drcula e fraque. Com presas. Sua boca ficou aberta, e
ela olhou

fixamente para seu pai, seu normal, chateado pai.


"Voc est jogando um jogo de vampiro?"


“É chamado Castlemoor. Eu não estou só jogando isto. Eu sou pago para estar li, para ver o que
as pessoas estão fazendo online.”


"Voc


est sendo pago
-

para j
ogar de vampiro? Por quem?"


Seu pai sentou na cadeira, e abanou a cabea lentamente.


"Isto so negcios meus, Claire."


“Trata
-
se de Amelie? Oliver?”


"Claire."


Desta vez, sua voz tinha o anel de autoridade dos pais.


"Chega. um trabalho, e eu sou
pago bem o bastante para fazer isto. Ns dois sabemos que a
melhor coisa que eu posso encontrar, com todas as minhas limitaes. Os mdicos no querem
que eu me esforce muito."


Seu pai no estava bem e no tinha estado j h algum tempo. Ele era delica
do, frgil, e ela
preocupava com ele cada vez mais. Sobre sua me, tambm. Sua me parecia decada, com
uma espcie de pnico reprimido em seus olhos.


"Voc vai ficar bem?" Claire disse. De alguma forma, ela fez disso uma pergunta, embora ela no
quisess
e. "Ser que eles descobriram alguma coisa?"


“Não, querida, esti tudo Nem. Eu só preciso de tempo para ficar mais forte."


Ele estava mentindo para ela, mas ela poderia dizer que ele no queria que ela procurasse por
isto. Ela queria; Ela queria gritar e

gritar, e procura saber o que estava acontecendo.


Mas em vez disso, ela engoliu e disse, "Jogador de vampiro online. Essa uma bonita carreira
movimentada e selvagem, papai."


“Ritmos de desemprego. Então. Pimentões recheados, hein? Eu sei o quanto voc
gosta deles."
Claire fez um som de engasgo.


Seu pai estendeu a mo e arrepiou o seu cabelo escuro.


"Por que voc s no diz a ela que voc no gosta deles?"


“Eu disse. Eu digo. É uma coisa de mãe. Ela continua me dizendo que eu gostava deles."


"Si
m", ele concordou.

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"Isso uma coisa de me."


#####


O jantar passou de forma como normalmente era, com Claire escolhendo as partes comestveis
do pimento e sua me discursando sobre o que ela fez durante a semana. Claire contribuiu
quando perguntas d
iretas cruzaram seu caminho; caso contrrio, ela acabou ficando fora disto.
Ela sempre sabia o que sua me ia dizer, de qualquer maneira. E ela sabia que o seu pai no
falava muito, sobre qualquer coisa.


Quando ele disse foi: "Por que voc no traz Shane

em alguma noite para o jantar?"


Foi como se o tempo parasse. Sua me congelou, a meio caminho do garfo para boca; Claire
congelou tambm, mas infelizmente ela estava em processo de engolir um gole de coca
-
cola no
momento, o que significou tossir e estal
ar, molhando os olhos, um pouco embaraoso ao todo.


"Querida, eu tenho certeza de que Shane est muito ocupado", disse sua me, se recuperando.
"Certo, Claire?"


“Eu gostaria de conversar com ele", seu pai disse, e agora não havia nenhum papai caloroso
e
vibrao indistinta. Isto estava mais para PAI, bem grande, piscando em letras vermelhas. "Logo."


“Uh
-

Certo, vou ver se
-

tudo bem."


Claire cortou desesperadamente um pedao de pimento recheado e comeu isto, pimento
recheado e tudo. Ela quase eng
asgou novamente, mas ela conseguiu desc
-
lo para baixo.


"Eh, eu poderia estar fazendo uma viagem."


“Que tipo de viagem?”


"Para Dallas. Com meus amigos."


“Veremos", papai disse, o que significava não, claro.


"Eu preciso conversar com Shane primeiro
."


Oh Deus, agora eles estavam barganhando. Ou ela estava sendo chantageada. Difcil dizer a
diferena, s vezes. Claire murmurou que ela tentaria, ou algo assim, sufocada com outra
mordida de comida que j saboreava at um pouco melhor, e saltou para li
mpar seu prato.


"Claire!"


Sua me a chamou enquanto ela se arremessou para a cozinha.


"Voc no est correndo hoje, no ? Eu estava esperando que pudssemos passar algum
tempo com voc!"


"Voc acabou de passar", Claire murmurou enquanto ela enxaguo
u o prato e o colocou na
mquina. Ela levantou a voz e gritou de volta: "No possvel, me! Eu tenho que estudar! Todos
os meus livros esto na Glass House!"


“Bem, você não vai andando para li durante a escuridão”, mamãe disse. "ONviamente."


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"Eu te d
isse, eu tenho um broche de Amelie! Eles no vo me aborrecer!"


O pai dela abriu a porta da cozinha.


"E que tal a variedade do jardim dos humanos, aproximadamente? Voc acha que o broche pode
te proteger de tudo o que poderia machuc
-
la?"


“Pai
-

"



Eu me preocupo com voc, Claire. Voc toma esses riscos, e no sei por qu. Eu no sei por
que voc acha que est tudo bem."


Ela mordeu o lbio. Havia algo em sua voz, uma espcie de decepo cansada que a cortou para
o centro e quase trouxe lgrimas aos
seus olhos. Ela o amava, mas ele podia ser to ignorante.


"Eu no disse que eu caminharia, papai", ela disse. "Eu cometo erros, com certeza, mas eu no
sou estpida."


Ela tirou seu telefone celular, discou um nmero e virou as costas para seu pai. Quan
do Eve
respondeu com um brilhante, gorjeado "Morda
-
me!", Claire disse: "Pode vir me buscar? Na minha
casa?"


“Claire", seu pai disse. Ela se virou para olhar para ele.


"Papai, eu realmente tenho que estudar."


"Eu sei", ele disse. "Eu vou te levar para

sua casa."


Ele disse com um sorriso engraado, triste e resignado. E no foi at ela sorrir que ela percebeu o
que ele realmente disse. Minha casa. A Glass House.


" difcil para ns deix
-
la ir", ele disse. "Voc sabe disto, certo?" Ela sabia.


Ela
hesitou por um segundo, ento disse ao telefone: "No se preocupe, Eve, desculpe
-
me, meu
pai me levar."


Ento, ela abraou o pai, e ele abraou
-
a de volta, firme e beijou suavemente em sua testa.


"Eu amo voc, doura."


"Eu sei. Eu tambm te amo."


"Mas no o suficiente para comer mais pimento recheado e jogar Jenga com seus pais."




Ele abraou
-
a ainda mais difcil.


"Eu comearei o jogo."


Trs jogos de Jen
ga mais tarde, Claire estava cansada, feliz, e um pouco triste. Ela viu sua me
rir e seu pai parecia feliz, e isso era bom, mas existia algo de estranho nisso, tambm. Como ela
fosse uma visitante. Como se ela no se ajustasse mais aqui, do jeito que ela
j esteve. Sua
famlia estava de fora. Ela teve muitas experincias agora que no os inclua.


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"Claire", seu pai disse quando ele a levou para casa pelas ruas escuras de Morganville.



os viajantes da polcia
branca. Pelo menos outros trs carros que passavam tinham colorao pesadas,
demasiadamente pesados para os seres humanos ver.


"Sua me teve uma conversa comigo, e eu no vou insistir que voc continue vivendo em casa
com a gente
. Se voc quer viver com os seus amigos, voc pode."


“Realmente?" Ela sentou
-
se ereta, olhando para ele. "Voc quer dizer isso?"


“Eu não vejo como isso faz muita diferença. Você esti com dezessete anos, e muito mais
independente do que eu j era com de
zessete anos. Voc tem um trabalho e as
responsabilidades, alm de qualquer coisa que eu possa realmente entender. No faz muito
sentido ns continuarmos tentar te tratar como uma resignada menina pequena."


Ele hesitou, depois prosseguiu.


"E eu soo com
o o pior pai do mundo, no ?"


“Não", ela disse. "Não, você não é. Você soa como
-

como voc entendesse."


Ele suspirou.


"Sua me pensa que se ns pusermos mais restries sobre voc, as coisas voltariam ao normal.
Voc poderia voltar a ser a mesma men
ina que ela conhecia. Mas elas no vo, e voc no ir.
Eu sei disso."


Ele soou um pouco triste sobre isto, e ela se lembrava de como ela se sentiu em casa
-

um pouco
fora de lugar, como se fosse uma visitante em suas vidas. Sua vida era intensa por conta

prpria.
Era um sentimento to estranho.


"Mas sobre Shane
-
" seu pai continuou.


"Papai!"


"Eu sei que voc no quer ouvir, mas eu vou dizer isto de qualquer maneira. Eu no estou
dizendo que Shane um cara ruim, tenho certeza que ele no , no fundo
, mas voc realmente
precisa pensar sobre seu futuro. O que voc quer fazer com sua vida. No entre muito fundo ,
muito ripido. Você entende o que estou dizendo?”


"Voc se casou com minha me quando tinha dezenove anos."


Ele suspirou.


"Eu sabia que vo
c ia trazer isso para cima."


"Bem? Est tudo bem para voc tomar decises antes dos vinte, mas no eu?"


“Resposta curta? Sim. E nós saNemos que, se eu realmente quisesse, eu poderia fazer da vida
de Shane um inferno. Os pais podem fazer isso."


"Voc n
o iria!"


"No, eu no irei, porque eu acho que ele realmente ama voc, e ele realmente quer proteg
-
la.
Rachel Cai
ne


The Morganville Vampires 08



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Mas o que Shane no pode fazer que com que com nessa idade ele seja a pior coisa do mundo
-

mantenha sua cabea, ok? Voc
uma garota esperta. No deixe que seus hormnios dominem a sua vida."


Ele arrancou o carro para uma parada na Glass House, atrs do grande carro monstro de Eve.
Existiam luzes ardentes nas janelas. Calor e amizade e outra

vida, sua vida. Os pais dela s
podiam assistir de fora. Ela se virou para o pai, e viu ele olhando para ela, com aquela mesma
triste, expresso calma. Ele moveu um fio de cabelo do rosto dela.


"Minha pequena garota", ele disse, e sacudiu a cabea. "Eu
espero voc para jantar em breve."


“Certo", ela disse, e o Neijou depressa. "Tchau, papai."


Ele sorriu, e ela saiu depressa do carro e correu at o passeio rachado, subiu os degraus do
alpendre, e acenou para ele da porta da frente enquanto ela pegava
suas chaves. Mesmo assim,
ele esperou, observando at que ela realmente abriu a porta, entrou, e fechou
-
a. S ento ela
conseguiu ouvir o acelerar do motor, porque seu carro ia se retirando.


Michael estava tocando na sala. Alto. Isso no era normal de tu
do para ele, e quando Claire
chegou ao canto encontrou Eve e Shane sentados no cho, assistindo ao show. Michael tinha
instalado um amplificador, e ele estava tocando sua guitarra, algo que ele raramente fazia em
casa, e maldio. Isso era uma coisa impres
sionante. Sentou
-
se ao lado de Shane e inclinou
-
se
contra ele, e ele ps o brao em torno dela. A msica era como uma parede fsica empurrando
sobre ela, e aps os primeiros segundos de luta, Claire finalmente deixou
-
se ir, e foi puxada para
longe no rugir

da mar de notas, enquanto Michael tocava. Ela no tinha idia do que a msica
era, mas era rpida, alta, e surpreendente.


Quando acabou, seus ouvidos ficaram tocando, mas ela no se importou. Junto com Shane e
Eve, ela bateu palmas e gritou, e assobiou
, e Michael gravemente pegou um arco enquanto ele
desligava o amplificador e o desconectava. Shane se levantou e Hight
-
fived
10
, low
-
fived
11

nele.


"Nada mais lquido, cara. Como voc faz isso?"


“Não faço ideia, realmente", Michael disse. "Ei, Claire. Como

esto os seus pais?"


“Bem", ela disse. "Meu pai disse que eu posso oficialmente voltar para dentro"


No que ela realmente tivesse se mudado.


"Eu sabia que ns os conquistaramos", Eve disse. "Afinal, realmente somos incrivelmente
calmos."


E agora f
oi a vez de Eve fazer hight
-
fived com Shane.


"Para um monte de geeks
12

desajustados, preguiosos e perdedores."


“Qual deles é você?" Shane perguntou.


Ela o sacudiu.




10

Seria um gesto de comemorao que ocorre quando duas pessoas ao

mesmo tempo levantam uma mo sobre a cabea, empurra/bate,
escorrega . A traduo literal seria Cinco Alta. Se existe esse nome nessa comemorao aqui no Brasil eu no conheo.

11

Seria o mesmo gesto de comemorao como em Hight
-
fived s que abaixo da cab
ea, realizado horizontalmente, em vez de golpear o outro
(os) com a mo, ele permanece com ela na horizontal e espera que o outro (os) batam na dele. Traduo literal seria: baixo de

cinco ou cinco
baixa. Tambm no sei como o nome aqui no Brasil, se ex
iste nome.

12

abuleiro etc.
Adeptos da
doutrina

geek

definem o t
ermo como sendo um “
tcnico
, doutor, autodidata, apaixonado pelo que faz e pelo que entende”.

Rachel Cai
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"Oh, certo. Perdedora. Obrigado por me lembrar." Claire cavou em sua mochila e saiu
com os
passes que Myrnin tinha entregado.


"Uh


eu consegui esses hoje. Algum quer me explicar?"


Michael, em velocidade de vampiro, cruzou a distncia e arrancou o papel da mo dela. Ele
estendeu o papel passando
-
o e olhou para eles com uma expresso e
m branco, chocado.


"Mas
-

eu no pensei
-
"


“Aparentemente, alguém acordou", Claire disse. "Eve?"


Eve franziu o cenho.


"O qu? O que isto?"


“Passes", Michael disse. "Para deixar a cidade, para ir a Dallas. Para fazer a demonstração."


"Para voc
ê?”


"Para todos ns."


Michael olhou para cima e sorriu lentamente.


"Voc sabe o que isso significa?"


Shane atirou a cabea para trs e soltou um uivo alto de lobo.


"Caindo na estrada!" Ele gritou.


"Sim!" Michael colocou os braos em torno de Ev
e, e ela derreteu contra ele, o rosto plido
pintado contra o seu peito, as mos ao redor de sua cintura. Claire viu seus olhos escuros
tremularem fechados, e uma espcie de felicidade pacfica veio sobre o rosto de Eve
-

e, em
seguida, seus olhos se abrir
am.


"Espere", ela disse. "Eu nunca
-

quero dizer


fora? De Morganville? Para Dallas? Voc no pode
estar falando srio. Michael?" Ele ergueu um passe com o nome dela.

"Est assinado. Oficial."


“Eles estão nos deixando sair da cidade? Eles são loucos
? Porque quando eu bater nas lojas em
Dallas, eu no acho que estarei voltando para casa."




"E eu no posso acreditar que eu s pensava em Morganville como casa. Quanto eu tenho de
infelicidade?"


“Oito entre dez", Shane disse. "Mas

ns temos que voltar, certo?"


“Certo", Michael disse. "Bem, eu tenho que voltar. Eu não tenho para onde ir. Vocês caras..."


"Pare", Eve disse, e ps a mo sobre a boca dele para impor a ordem. "Basta parar por a. Por
favor."


Rachel Cai
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Ele olhou para ela, e s
eus olhos fechados. Ele pegou sua mo longe de sua boca, e depois
levantou as costas dos dedos para os seus lbios para um beijo longo e lento. Era quase a coisa
mais sensual que Claire j tinha visto, cheia de doura e amor e desejo. Pela expresso do ros
to
de Eve, isto foi a coisa mais sensual que ela j tinha visto, tambm.


"Ns conversaremos sobre isso na estrada", Michael disse. "Os passes servem para uma
semana. Eu farei alguns telefonemas e verei quando eles precisam de mim no estdio l."


Eve co
ncordou.


Claire duvidava que ela poderia colocar todas as palavras juntas, naquele mesmo momento.


"Hey", Shane disse, e bateu no nariz de Claire.


"Esquea isto."


"O qu? Qu!"


“Sério. Você tem este Nrilho no olhar como pintinho
-
martelado
-
por
-
roma
nce. Pare com isto."


"Burro."



Ele deu de ombros.


"Eu no sou um daqueles caras romnticos", ele disse. "Hey, encontre Michael, se voc quer
isso."


“Não, não faça isso", Eve disse com ar sonhador. "Meu."


"E l se vai o meu nvel de acar no sangue
", Shane disse. "Est ficando tarde, Claire tem
escola amanh, eu tenho um longo dia de cortar churrasco bem
-
"


“Eu acho que nós vamos ficar aqui", Michael disse. Ele e Eve ainda não tinham piscado ou
desviaram o olhar um do outro.


"Eu no estou realmen
te esperando por isto." Shane pegou a mo de Claire na sua. "L em
cima?"


Ela assentiu, engatou a bolsa em seu outro ombro, e o seguiu. Shane abriu a porta do seu quarto,
virou
-
se e levantou a mo dela at os lbios. Ele quase no a beijou muito. Seus ol
hos escuros
eram perversos com o riso.


"Burro", ela disse novamente, mais severamente. "Voc no poderia ser romntico se sua vida
dependesse disso."


"Voc sabe o que sorte? A maioria dos bandidos no te pergunta para ser romntico em
comando, de mod
o que provavelmente no ser problema."


“Só namoradas fazem isso.”


"Bem, elas podem ser consideradas como superviles. Mas s se elas possurem uma base
subterrnea secreta. Espere
-

voc tem um cientista louco por chefe e um laboratrio
-
"


“Isto é u
m parque", ela disse, e estalou seu brao. "Voc vai me dar um beijo de boa noite, ou o
qu?"

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“Romkntico em comando. Vê?”


"timo", Claire disse, e dessa vez ela realmente se sentia um pouco aborrecida. "Ento, no d.
Boa noite."


Ela se puxou dele e s
e afastou alguns passos para seu prprio quarto, abriu a porta, bateu, e
baqueou em sua cama sem se preocupar em acender as luzes. Aps alguns segundos, ela
lembrou que, em Morganville que nunca era uma escolha inteligente, e ligou o abajur Tiffany do
lado

da cama. A rica luz colorida lanou padres na madeira, nas paredes, em sua pele.


Nenhum monstro escondido nas sombras. Ela estava cansada demais para verificar debaixo da
cama ou no armrio.


"Burro", ela disse novamente, e ps o seu travesseiro sobre

o seu rosto para gritar a sua
frustrao nisto.


"Shane Collins um burro!"


Ela parou ao som de um golpe suave na porta. Ela colocou o travesseiro de lado e esperou,
escutando. O golpe veio novamente.


"Voc um burro", ela gritou. "Eu sei", veio a v
oz de Shane atravs da porta. "Deixe
-
me fazer as
pazes com voc?"


“Como se você pudesse.”


"Experimente
-
me."


Ela suspirou, deslizou para fora da cama e foi abrir. Shane estava de p l, claro. Ele veio para o
lado de dentro, fechou a porta atrs dele, e

disse: "Sente
-
se."


“O que você esti fazendo?”


"S se sente."


Ela fez, empoleirou beira da cama, j franzindo a testa. Havia algo realmente muito diferente na
forma como ele estava agindo agora
-

o inverso de como tinha sido apenas alguns momentos
a
trs, importunante e garoto
-
adolescente. Parecia muito mais... adulto.”


"Quando voc estava no hospital, depois de Dean... bem, voc sabe."


Ele deu de ombros.


"Voc era tipo l parada drogada. Eu no tenho certeza do que voc se lembra."


Ela no se l
embrava muito de tudo, realmente. Um rapaz chamado Dean a tinha sequestrado, e
machucou muito ela deixando
-
a mal. Ela perdeu muito sangue, e eles deram a ela algo para os
pesadelos. Ela se lembrava de todos indo para a ver
-

Me, pai, Eve, Michael, Shane.
At Myrnin.
At Amelie e Oliver.


Shane... ele tinha ficado com ela. Ele disse... Ela no conseguia realmente lembrar o que ele
disse.


"De qualquer maneira", Shane disse, "eu disse que isto era para mais tarde. Eu acho que um
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tanto quanto mais tarde,
por isso, de qualquer maneira."


Ele tirou uma pequena caixa aveludada de seu bolso, o corao de Claire s... parou. Ela pensou
que poderia desmaiar. O topo de sua cabea parecia muito quente, e o resto dela sentia muito
frio, e tudo que ela podia olhar
era para a caixa em sua mo.


Ele no estava. Ele no podia.


Estaria ele?




"No o que voc pensa", ele disse. "No
-

olhe, um anel, mas eu no quero que voc pen
se
-
"


Ele abriu a caixa e mostrou
-
lhe o que havia dentro.


Era um lindo pequeno anel, de prata, com uma pedra vermelha na forma de um corao e mos
segurando
-
o em ambos os lados.


" um anel de Claddagh
13
", ele disse. "Ele pertencia minha irm, Alyssa
. Minha me deu a ela.
Estava no armrio da escola de Alyssa quando ela
-

quando a casa foi queimada."


Lgrimas queimaram nos olhos de Claire. O anel reluzia, prata e ve
rmelho, e ela no conseguia
olhar para o rosto de Shane. Ela pensou que poderia destru
-
la.


" lindo", ela sussurrou. "Mas voc no est pedindo
-
"


“Não, Claire."


De repente, ele caiu de joelhos, como se a fora acabasse de sair dele.


"Eu sugo, eu
sei, mas eu no posso fazer algo parecido, ainda no. Eu estou
-

olha, famlia no
significa para mim o que ela significa para voc. A minha se quebrou. Minha irm, minha me
-

e
eu no posso sequer pensar em meu pai. Mas eu amo voc, Claire. Isso o que
isso significa.
Que eu te amo. Certo?"


Ela olhou para ele, ento, e sentiu as lgrimas quebrarem e correrem quente abaixo de suas
bochechas.


"Eu amo voc tambm", ela disse. "Eu no posso pegar o anel. Quero dizer
-

isso significa muito
para voc. tu
do o que voc tem deles."


“É por isso que é melhor se você o tiver", ele disse, e estendeu a caixa, em forma de concha em
uma mo. "Porque voc pode fazer disto uma memria melhor. Eu mal posso olhar para essa
coisa sem ver o passado. Eu no quero ver o
passado mais. Eu quero ver o futuro."


Ele no piscou, e ela sentiu a respirao dela deixar seu corpo.


"Voc o futuro, Claire."





13

O anel de Claddagh (irlands : Chladaigh finne) um tradicional anel irlands dado como

um smbolo de amor ou usado como um anel de
casamento . O design e os costumes esto associados com a origem, no vilarejo de pescadores irlandeses de Claddagh , localiza
da fora da
cidade de Galway.

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Ela sentia sua cabea leve e vazia, todo o seu corpo quente e frio, agitado e forte. Ela alcanou e
tomou a caixa avelud
ada. Ela puxou o anel para fora e olhou para ele.


" lindo", ela disse. "Tem certeza de que
-
"


“Sim. Eu tenho certeza."


Ele pegou o anel dela e tentou experiment
-
lo na mo direita. Ele se encaixou perfeitamente no
terceiro dedo. Ento, ele ergueu a m
o dela para os lbios e beijou
-
a, e foi definitivamente melhor
de quando Michael tinha feito isso, definitivamente mais sensual e Claire caiu de joelhos com ele
e depois ele a estava beijando, boca quente e faminta, e eles caram para trs junto ao tapete

ao
lado da cama, e ficaram l, trancados nos braos um do outro, at que o frio finalmente os levou
at a cama.










































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TRS
De todas as manhs
que
Claire no queria
se levantar
, a prxima foi a

pior.

Ela acordou quente e
sonolenta,

abraada contra Shane, com as mos entrelaadas, mesmo durante o sono.

Sentiu
-
se
grande
.

Melhor do que qualquer dia, em toda a sua vida.



No silncio da madrugada, ela tentou congelar o momento,
o
som da sua respirao suave e
constante,
a sens
ao dele relaxado e slido

ao lado dela.



Eu quero isso
, pensou.

Todo dia.

Para a vida.

Para sempre
.



E ento o despertador
tocou
, gritando.



Claire
xingou

e bateu nele, em seguida, conseguiu
jogar

para o

cho.

Ela
correu

para ele e
finalmente consegui
u
deslig
-
lo
,
se sentindo como uma completa

idiota
por fazer isso
em


primeiro lugar.

Ela virou e

vi
u Shane abrir

os o
lhos, mas no tinha se movido
.

Ele olhou


sonolento e doce e preguioso, o cabelo

bagunado
, e ela recostou
-
se para beijar
-
lhe, doce e
len
to.



Seus braos
foram

ao seu redor, e parecia to natural, to perfeito, que ela

sentiu
preguiosa
novamente
, aquela sensao de




"Hey", disse ele.

"Voc bonita quando voc est em pnico
."



"S quando eu estou em pnico?"



"Ouch.

Sim, que no saiu como absolutamente como eu

tinha
planejado.

E voc fica em torno de
Ev
e

demasiada
mente.
"

Seus dedos
faziam

crculos preguioso
s

nas costas, que parecia

trilhas
da luz solar.

"Qual o plano

para hoje?

Porque eu sou a favor de

fazer

nada,
apenas

isso ".



Ela queria muito isso tambm.

Mas havia um motivo
para o

alarme
tocar
.

"Eu tenho
aula
", disse
ela com um suspiro.



"
Mate
-
a
." Beijou o ombro nu.



"
Voc tem trabalho
!

Lembra
-
se?

Facas pontiagudas

Sharp
e cortar carne?
"



"Engraado, mas is
to
melhor."



Bem, seus argumentos foram convincentes.

Realmente

convincente.

Por cerca de outr
os trinta
minutos,

em seguida

Claire se forou a se levantar
, pegar

o
chuveiro antes de Shane poder
chegar at ele,

e tentar chegar a sua mente fora
d
o fato de

que

ele estava deitado em sua cama.



E ele ainda l

quando ela voltou para pegar sua mochila.

Suas mos

estavam por trs de sua
cabea, e
parecia

ridiculamente satisfeito

com o mundo e consigo mesmo.



Ela bateu
n
o p descalo

dele
, o que
saia

debaixo do

lenol.

"Levanta
, Senhor do Churrasco".



"Ha.

No
preciso
.

V
oc a nica

que teve a m ideia para se inscrever

em aulas as
sete
da
manh
..

, eu vou

trabalhar dentro de uma hora razovel.
"



"Bem, voc no
pode ficar na

minha cama
o dia inteiro
,
ento le
vante
.

Eu no

confio em voc
sozinho aqui.
"



Rachel Cai
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Seu sorriso era mau e muito, muito perigoso.

"Provavelmente, uma boa

ideia", disse ele.

"No
que voc no possa
exatamente
confiar

em mi
m quando voc est aqui comigo.
"



Oh, ela
no

estava
voltando

para subir

na cama com ele.

Ela no estava.

Ela tinha

coisas para
fazer.

Depois de engolir algumas respiraes profundas, ela se inclinou, deu
-
lhe um beijo rpido,
afim de
evitar sua
s

mos
a agarrassem
e correu para a porta.



"Fora da minha cama", disse ela.

"Eu qu
ero dizer isso."



Ele bocejou.

Ela sorriu e fechou a porta em sua maneira
de dizer para ele cair

fora.





L embaixo, a cafetei
ra j estava
pronta
, e Michael estava sentado

n
a mesa, um
laptop

aberto

na
frente dele.

Ela estava um pouco surpresa
, Michael n
o era realmente o

tipo de
usurio de
computador.

Ele tinha um
, e ela

supostamente
acreditava que era para

e
-
mail e outras coisas,
mas ele nem sempre
estava com ele ou

coisa

desse tipo
.

No como a maioria das pessoas da
sua idade.

(No

como ela, honestam
ente.)


Ele olhou para ela, ento abaixou a tela, e ento voltou a olhar para cima, a olhar

para ela como
se ele nunca a tivesse visto

antes.


"O qu?", Perguntou ela.

"No me diga que alguns dos vdeos de Kim esto no

YouTube." Isso
era algo que

ela realm
ente no queria pensar novamente.

Kim e seu pequeno estranho

hbito de
espionagem.

Kim e seus planos de

tornar
-
se uma estrela com todas as suas cmeras de vdeo
escondida gravando todos os

aspectos da vida em Morganville.


Sim, no fim no tinha ido to bem

para Kim.


Ele balanou a cabea e voltou para o computador.

"Estive verificando

sobre o estdio, a sesso
de gravao, voc sabe?

Eles so srios, Claire.

Eles querem que eu v l na q
uinta
-
feira."


"Srio?" Ela pegou uma xcara de caf e caiu em uma cad
eira em frente

d
ele, ela transformou
sua bebida com

leite e acar.

"Ento ns temos que sair de manh?"


"No, eu estou pensando em irmos hoje noite.

Apenas no caso.

E, alm disso, d algum tempo
para se acostumar com o Dallas, e

eu no quero viajar dur
ante o dia." Certo.

Vampiros.

Viagem.

Luz solar.

Provavelmente no a melhor ideia.


"Ns no podemos levar o seu carro, no ?

Quero dizer, a tinta no legal fora de Morganville ".


"Yeah.

Qual a outra razo para dirigir noite.

Eu acho que podemos

tomar

ir no carro da Eve
.


espaoso e tem um grande porta
-
malas, no caso."


No caso, de ser pego no sol, ele quis dizer.

Claire bateu os dedos

sobre a xcara de caf,
pensando.

"O sobre suprimentos?", disse.

"Voc sabe".


"Vou parar no banco de sangue e
pegar um cooler", disse ele.

"Para ir".


"Srio?

Eles fazem isso?
"


"Voc ficaria surpresa.

Podemos at colocar coca
-
cola

l, tambm.
"


Isso no parece muito higinico, de forma alguma.

Claire tentou no pensar.

"Quanto tempo
vamos levar?"

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"Se sairmos hoj
e noite e eu fao a demo na quinta
-
feira durante o dia, ns

poderamos estar de
volta na noite de sexta
-
feira.

Ou

sbado, dependendo do tipo de coisas que vocs querem
fazer.

Eu sou fcil ".


Isso fez com que Claire se lembrar de algo.

"Uh, voc sabe que

ns vamos ter uma

escolta,
certo?"


"Escolta"? Michael franziu a testa.

"Que tipo de escolta?" Claire fez mmica de presas.


Michael revirou os olhos.

"Perfeito.

Quem?
"


"Nenhuma ideia.

Tudo que sei carta de Amelie dizia que tnhamos de ajeitar nossa
ho
ra de
partida com Oliver
".


Michael continuou a testa franzida.

Ele estendeu a mo para seu telefone celular e ligou para ele
enquanto

bebia mais caf.

" Michael"

disse ele.

"Ouvi dizer que temos de deixar a cidade com
voc.

Estamos planejando

ir
esta noi
te vai, por volta do anoitecer."


O rosto dele ficou totalmente em branco, enquanto ouvia tudo o que Oliver dizia

na outra
extremidade.

Michael no disse

absolutamente nada.


Finalmente, ele colocou o copo de caf e disse: "Ns temos uma escolha?"

Pausa.

"
Eu no penso
assim.

Ns nos encontraremos

voc l.
"


Ele desligou o telefone, com cuidado colocou o celular em cima da mesa ao lado de seu

caf, e
afundou
-
se na cadeira, os olhos

fechado.

Olhar indescritvel, Claire decidiu.

Era como se
houvesse

tantas coi
sas dentro dele lutando para

sair que ele no poderia decidir qual deles soltar
primeiro.


"O qu?", Ela finalmente perguntou, meio com medo at de tentar.


De olhos ainda fechados, Michael disse: "Ns temos uma escolta, tudo bem."


"Quem?"


"Oliver."


Cla
ire colocou sua prpria xcara de caf com um baque que derramou o lquido marrom

sobre a
mesa.

"
O qu?
"


"Eu sei".


"Ns temos que ficar presos em um carro com
Oliver
?”


"
Eu sei
".


"Tanto para a diverso.

Divertido para todos".


Ele suspirou e finalmente
abriu os olhos.

Ela conhecia aquele olhar, ela lembrou
-
se

de quando ela
o conheceu.


Amargo e vigiado.

Machucado.

Preso.

Ento, ele tinha sido um fantasma, incapaz de

deixar esta
casa, travado entre

humanos e vampiros.


Rachel Cai
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Agora ele estava preso, s que em ve
z de ser em casa, seus limites eram os limites da
cidade.

Ele sentiu, nas ltimas

horas, como se ele pudesse se libertar, ser algum.



Oliver tinha acabado de tirar isso dele.



"Sinto muito", disse Claire.

Ele fechou o computador desligado, e se levantou
.

Ele no levantou
de novo os olhos.



"Esteja pronta as seis", disse ele.

"Diga a Shane.

Eu vou dizer a Eve ".



Ela assentiu com a cabea.

Ele manteve a cabea baixa enquanto caminhava em direo porta
da cozinha.

Quando ele chegou l, ele parou alguns

segundos, sem olhar para trs para olhar
para ela.

"Obrigado", disse ele.

"Saco, n?"



"Eu sei".



Michael riu amargamente.

"Shane teria dito,
E eu te disse
."



"Eu no sou Shane."



"Sim". Ele ainda no virara.

"Estou feliz que voc esteja feliz com ele
.

Ele um cara bom, voc
sabe."



"Michael"



Ele j tinha quando ela disse seu nome, apenas a porta balanando trs.

No havia
sentido

persegui
-
lo.

Ele queria curtir sua fossa em particular.



Ela ligou para Shane dizer a ele quando que eles estavam sain
do, mas no sobre
Oliver.Francamente, ela no queria

tem que pensar nisso ainda.

Foi para aula.

Saiu mais cedo,
ela tinha uma pausa de duas horas, o que significava que ela

tinha coisas para fazer, para que
ela pudesse sair da cidade com a conscincia limp
a.



E, alm disso, ela esperava ansiosa por isso desde o momento em que ela pensou nisso.



Primeiro passo


andar os poucos quarteires do campus at o Common Grounds, loja de caf
de Oliver, e pedir

um mocha.

Ele estava atrs do balco


um homem alto e

mais velho, com
cabelo hippie e uma gravata tingida. Um avental manchado de caf por cima de sua
camisa..

Quando ele estava servindo os clientes, voc nunca saberia que ele era um vampiro,
muito menos a maneira horrvel como ela o conheceu.



Mocha na mo
, Claire mandou um sms para Mnica.

„Me encontre O+RP
14

no Common Grounds.


Ela receNeu imediatamente um „Btr B Good‟.
15


Oh, claro que seria.



Claire tomou um gole e esperou, e Monica finalmente chegou em seu conversvel vermelho, sem
Gina e Jennifer

neste

momento.

Monica parecia estar ficando mais e mais, sem suas cantoras de
apoio, o que era interessante.



Claire sups que elas deveriam estar cansadas de no serem o centro das atenes.





14

Em Ingls
ASAP = As soon as possible = assim que possv
el ou o mais rpido possvel.


15

No achei a traduo disso, mas acredito que deve ser algo sobre a nota que a Monica quer que a Claire faa ela tirar = Um B
seria melhor.

Rachel Cai
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The Morganville Vampires 08



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Monica explodiu pela porta da frente da loja com um vestido que er
a demasiado curto para ela,
mas mostrou suas longas pernas, o redemoinho de vento quase se tornou ilegal.

Ela empurrou
seus culos caros em cima de seus brilhantes

cabelos negros e esquadrinhou o lugar.

O desdm
que torceu lbios foi, provavelmente, na mai
or parte reflexo.



Depois de colocar pedir seu caf, Monica escorregou em uma cadeira em frente de Claire.

"Bem",
ela disse, e

deixou

cair sua bolsa minscula em cima da mesa.

"Como eu disse, isto tinha de ser
muito bom."



Quando Oliver trouxe o caf de
Mnica, Claire disse: "Voc se importaria de ficar por um
minuto?"



"O qu?"



"Como um moderador." Oliver era um corretor de negcios em Morganville.

Common Grounds
era um lugar chave onde

seres humanos e vampiros podiam se encontrar, conviver em
seguran
a, e chegar a todos os tipos de acordos que Oliver seria

testemunha e aplicaria a
“punição”.



Muito raramente entre os seres humanos, pensou.



Oliver deu de ombros e sentou
-
se entre as duas meninas.

"Tudo bem.

Faa isso rpido."



Monica j parecia amea
adoramente irritada, assim Claire falou primeiro.

"Monica fez um acordo
comigo para as respostas dos testes.

Eu quero que voc seja testemunha de que estou
entregando."



As sobrancelhas Oliver contorceram
-
se, e ao olhar em seu rosto estava amargamente
di
vertido.
"Voc est me pedindo para assistir a uma

operao entrega de cola.

Que ...

singular. "



Claire no esperou.

Ela empurrou mais um pen drive para Monica.

ela

afirmou.

" protegido por senha.

Se voc pode descobrir a senh
a, voc pode ter as
respostas."


Monica boca caiu aberto.

"O qu?"



"Voc disse que eu tinha que dar a voc.

Eu fiz.

Isso o que eu queria que Oliver visse.

Agora
voc j tem, por isso estamos

de acordo.

Nada de voltar atrs.

Certo?
"



"Voc colocou uma
senha
?"


"Um que voc pode imaginar", disse Claire.

"Se voc fez a lio de casa.

Ou pode ler rpido."



"Sua
putinha
." Amo Mnica faiscou no para o pen drive, mas para o brao de Claire.

Ela
esmagou
-
o

a mesa, as unhas cravando em profundidade suficiente

para extrair o sangue.

"Eu
disse a voc, eu vou fritar seu traseiro".



"Com voc, eu sei que no uma ameaa vazia", disse Claire.

"Alyssa Collins prova disso."



Monica ficou parada, e algo passou
-
lhe pelos olhos
-

choque?

Talvez at mesmo arrependim
ento
e culpa.

"Eu no estou falando sobre isso.

Voc me d as respostas sem a senha."



Oliver Pigarreou.

"Voc chegou a especificar como ela tinha que lhe dar as respostas?"



Rachel Cai
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"No", disse Claire.

"Ela apenas disse que eu tinha que fazer.

Eu fiz.

Hey, ess
e o melhor jeito
que eu poderia ter feito isso.

Eu poderia ter

dado a ela em latim ou algo assim."



"Deixe ela ir," Oliver disse suavemente.

Qua
ndo Monica no fez, o tom virou
gelo.

"Vamos.


Deixe".



Ela puxou a mo para trs e cruzou os braos sobre o

peito, olhando para Claire, seu maxilar
rgido.

"Isto no acabou."



"Acabou," Oliver disse.

"No culpa dela se voc fez uma m definio do que era que voc
queria.

Ela

satisfez todos os requisitos.

Ela ainda lhe deu uma chance razovel de descobrir a
senha. Pegue e v, Monica."



"Isso no acabou", repetiu Monica, ignorando
-
o.

Quando ela chegou ao pen drive, Oliver claro,
bateu fortemente as mos sobre ele e sobre seus dedos, segurando
-
a no lugar.

Monica
gritou.

Deve ter dodo.



"Olhe para mim", dis
se ele.

Monica pestanejou e focou em seu rosto, e Claire viu suas pupilas
aumentarem.

Os lbios dela

se
separaram um pouco.

"Monica Morrell, voc minha
responsabilidade.

Voc deve me respeitar e me deve obedincia.

E voc vai deixar Claire
Danvers sozinh
a.

Se voc tem motivos para atac
-
la, voc vai me dizer em primeiro lugar.

Vou
decidir

se voc pode ou no agir.

E voc no tem a minha permisso.

Nem por isso." Ele soltou.
Monica

arrancou
-
lhe a mo e embalou
-
a contra o peito.

"Agora, pegue o seu negcio
e seu caf e
v para outro lugar.

Vocs duas
".



Monica estendeu a mo e pegou o pen drive.

Enquanto fazia, Claire disse: "O custo do pen drive
foi dez dlares." O olhar de Mnica atingiu nveis nucleares, mas desde que Oliver ainda estava
l, ela cavou na

pequena

bolsa, encontrou uma nota de dez dlares amassado, e arremessou
-
a
sobre a mesa para Claire.

Ela alisou
-
a, sorriu

e coloc
-
lo em seu bolso.



"Se voc acabou", disse Oliver.

"Saiam.

Monica, primeiro.

Eu no quero alguma coisa
bagunada.

No sou

sua

empregada."



Mnica enviou
-
lhe um olhar que não era definitivamente um “sorriso”*, era muito mais medo do
que raiva.

Pegou


a bolsa, o caf, e caminhou at a porta.

Ela no olhou para trs quando ela
entrou em seu conversvel e

queimou os pneus ao sair.
16


"Um desses dias", disse Oliver, continuando a olhar para a rua, "voc vai ser inteligente demais
para seu prprio

bem
, Claire.

Voc percebe isso.
"



Ela percebia, na verdade.

Mas, s vezes, era simplesmente impossvel fazer qualquer outra
coisa.


"Eu ach
o que voc est indo conosco esta noite?"


Oliver virou a cabea para olh
-
la desta vez e no foi algo to frio e distante em seus olhos que
ela

percebeu.

"Voc me ouviu quando eu disse para voc sair?

Eu no gosto de ser usado para
resolver seus problemas
."


Ela engoliu, pegou suas coisas e saiu.







16

Aqui tem a ver com aquele olhar maligno, de coisa inacabada.

Rachel Cai
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A tarde foi passada com Myrnin em seu laboratrio de cientista
-
louco, que era realmente muito
melhor aps as

renovaes que ele tinha feito: novos equipamentos, computadores, estantes de
iluminao agradvel, d
ecente, em vez do louco estilo de

coisas do sculo passado que emitia
fascas quando tentava desativ
-
las ou no.


Ainda assim, no importa o quo bonito era a decorao, Myrnin nunca esteve menos louco. Ele
estava sob presso

de Amlie, Claire sabia que,
com a morte
-

computadores podiam morrer?
-

De Ada, o computador mestre da cidade, ele foi

forado a descobrir uma maneira de fazer uma
substituio, mas
sem

colocar o crebro humano nele, o que Claire

desencorajava fortemente,
vendo o quo bem tinha sido
trabalhar com Ada, e o fato de que Claire certamente seria o
prximo candidato.


"Computadores", disse Myrnin, em seguida, empurrou o laptop que ela tinha colocado para ele de
lado e olhou para ele como se ele tivesse

pessoalmente
o
insultado.

"A tecnologi
a totalmente
idiota.

Quem construiu isso?

Os babunos?"


“Ele funciona Nem", disse Claire, e assumiu o comando do computador para aNrir a interface que
tinha projetado.

"Tudo que

voc tem que fazer me explicar como Ada estava ligada no portal e
nos sis
temas de segurana, e podemos construir

algum tipo de conector.

Voc pode execut
-
lo
direito desta tela.

V?" Ela at conseguiu um estudante de arte na

escola para desenhar a
interface em um tipo de mquina a vapor punk de forma que ela pensou que iria faz
er ele se
sentir mais em casa.

Myrnin continuou a olhar carrancudo, mas de uma forma menos
agressiva."Experimente.

Basta tocar na tela."


Ele estendeu a mo e pressionou a tela sobre o cone do escudo.

A tela de segurana

surgiu,
todo em ferro trabalhado e

artes decorativas.

Ele fez um rudo na parte traseira de sua garganta
e

pressionou novamente.

"E isso seria o controle da programao".



"Sim, IGU, uma interface grfica de usurio."



"E esse programa seria capaz de detectar vampiros e humanos, e trat

-
los de forma diferente?"


"Yeah.

Acabamos de usar a tecnologia de deteco de calor.

Vampiros tm uma temperatura
inferior no corpo.

fcil dizer a

diferena."



"Pode ser enganados?"



Claire deu de ombros.

"Qualquer coisa pode ser enganada.

Mas muit
o boa."



"E a alterao de memria?"



Isso foi um problema, um grande problema.

"Eu no acho que voc pode realmente fazer isso
com um computador.


Quero dizer, no algum tipo de coisa da mente do vampiro?" Porque Ada
era, de fato, um vampiro.

E a mqu
ina que

Myrnin tinha construdo para manter seu crebro vivo
de alguma forma lhe permitiu transmitir o poder do vampiro em um amplo campo.

Claire no
entendia, mas ela sabia que ele trabalhou


e muito.



" uma falha bem grande.

O que isso?" Myrnin bate
u em um cone que era um cone
radar.

Nada

aconteceu.



" um sistema de alerta rpido, para acompanhar as abordagens para a cidade.

No caso ".



"No caso de o qu?"



"No caso de algum como o Sr. Bishop decidir visitar novamente."


Rachel Cai
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Myrnin sorriu e recos
tou
-
se em sua cadeira, dobrando as mos em seu colo.

"No h ningum
como o Sr. Bishop", ele

afirmou.

"Graas ao santssimo.

E este um trabalho excelente, Claire,
mas no resolve o nosso problema fundamental.

O motor diferena necessidades de
programao

para permitir a remoo de memrias perigosas.

Eu no sei de nenhuma outra

maneira de conseguir o que precisamos sem a interface com um banco de dados biolgicos."



"Um crebro."



"Bem, se voc quer ser tcnico".



Claire suspirou.

"Eu
no

vou te dar um

crebro, porque eu no sou esse tipo de assistente de
laboratrio, o Dr. Frankenstein.

Pode
mos percorrer o mapa de novo?"


O mapa era um fluxograma gigante que se estendia no comprimento do laboratrio, em blocos
gigantes.

Ela tinha meticulosamente

mapead
o cada
se, ento
e
e/ou
que Myrnin tinha sido capaz
de descrever.


Era enorme.

Realmente enorme.

E ela no tinha certeza se isso poderia ser feito, ponto


exceto
se ele tivesse sido feito isso,

uma vez, por Ada.


Ela s queria ter a parte do crebro fora
da equao.


" muito mais fcil", Myrnin insistiu enquanto seguia as pginas.

"O crebro capaz de processar
um

vertiginoso aumento do nmero de clculos por segundo,
e

capaz de incorporar variveis e
fatores que o computador simples no pode.

o melh
or exemplo de uma mquina de calcular j
desenvolvido.

Ns somos tolos em no

us
-
lo.
"


"Bem, voc no vai colocar meu crebro em uma mquina.

Nunca".



"A menos que ele
seja a n
ica resposta, claro.

Ou,

naturalmente, a menos que voc no estava usando mais."


"
Nunca
.

Prometa".


Ele deu de ombros.

"Eu prometo". Mas de qualquer maneira no importava, Claire pensou.

As
promessas de
Myrnin eram tipo flexveis.

"Voc est saindo da c
idade pelo resto da semana?"


"Sim, estamos saindo hoje noite.

Voc vai ficar bem?
"


"Por que no ficaria?" Ele apertou as mos atrs dele, olhando para as cartas.

Ele estava
vestindo shorts hoje, e seus chinelos, claro
, como um surfista desabrigado

da

cintura para
baixo, algum senhor da cintura para cima.

Era estranho, e ridiculamente Myrnin.

"Eu no sou um
beb, Claire.

Eu no preciso que voc cuide de mim.

Acredite em mim."


Ela no acreditou, realmente.

Sim, ele era velho.

Sim, ele era um vampiro.

S
im, ele estava louco /
esperto, mas a parte louca era

sempre to forte tanto

ou mais forte do que, a parte
inteligente.

Mesmo agora.


"Voc no vai fazer nada de estpido, no ?", Ela perguntou ele.

Ele

se virou e olhou para ela,
e seu olhar era totalme
nte inocente.



"Por que no mundo eu faria isso?", Perguntou ele.

"Se divirta, Claire.

O trabalho ainda estar aqui
quando

voltar."



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Ela desligou o laptop e fechou a tampa, guardou
-
o
.

Enquanto ela fazia, ele finalmente concordou
com a mquina.

"Isso no

ruim", disse.

" um comeo".



"Obrigado." Ela estava um pouco surpresa.

Myrnin no d cumprimentos de forma
aleatria.

"Voc est se sentindo

bem
?
"



"Certamente.

Por que no eu estaria?"



Havia apenas algo fora sobre o seu humor.

Desde que ele visitara


rondando

o laboratrio
-

simplesmente no era seu costume, perturbadoramente manaco.

Ele
estava
diferente

de manaco.



"Eu gostaria de ir com voc", ele disse finalmente.

"H.

Eu j disse isso.

Voc pode zombar de
mim a
vo
ntade
".



"Srio?

Mas
-

estamos apenas indo por Michael, realmente." Isso no era verdade.

Era uma
oportunidade para sair da experincia de vida de Morganville, o mundo real.

E ela sabia que
iria

ser incrvel de se sentir livre novamente, mesmo

por pouco t
empo.

"Voc no poderia ir, se
voc quisesse?"



Ele se sentou no brao de sua cadeira de couro, coloque os culos e abriu

um livro de um monte
ao lado dele.

"Poderia?", Perguntou ele.

"Se Amelie no quer me deixar?

No muito provvel."



Ela nunca consi
derou que Myrnin, de todas as pessoas, poderia estar to

preso em Morganville
como todos os outros.



Ele parecia to ...

no controle de alguma forma, ao mesmo tempo ele era descontroladamente
fora

de controle.

Mas ela podia ver que de

todos na cidade, Ame
lie confiava menos Myrnin, em
termos de realmente sair dos limites da cidade.

Ele tinha muito

muito conhecimento, muita
loucura na cabea.


To cuidadosa como Amlie era, ela nunca arriscar.

No, Myrnin, de todos em Morganville, seria
o

provavelmente a lt
ima pessoa a sair, logo antes Amelie.

Ele era seu
-

animal de
estimao?

No, isso no estava certo.

Sua
posse
.


isso.


"Desculpe", disse ela baixinho.

Ele acenou para

ela, um movimento devagar que o fazia parecer
um pouco perdido.

Ela realmente

gostava de Myrnin, embora ela intensamente consciente,
estes dias, dos limites de sua amizade e

dos perigos.

"Me ligue se voc..."


"Por qu?

Ento voc vai voltar correndo pa
ra Morganville?" Ele balanou a cabea.

"No
provvel.

E no necessrio.

Basta ir, Claire.

Eu vou estar aqui."


Houve um som desagradvel que ela no gostava, mas estava ficando tarde.

Michael disse para
estar pronto as seis, e

ela precisava fazer as m
alas para a viagem.


Quando ela olhou para trs, Myrnin tinha desistido de fingir que lia e estava apenas olhando para
longe.


Havia algo terrivelmente triste em sua expresso, e ela quase voltou ....


Mas no fez.


Rachel Cai
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QUATRO
A Glass House estava um caos qua
ndo Claire abriu a porta. Maioria era Eve e Shane, fazendo
guerra de som e gritando um com o outro no andar de cima. Eve era a favor de Korn; Shane
estava brigando de volta com "Macarena" no limite das caixas de som. No havia sinal de
Michael, mas as suas

guitarras estavam nos cases e esperando na sala de estar, junto com uma
mochila e uma bolsa trmica que parecia que podia conter qualquer bebida normal. Claire s
no

tinha certeza do que ela continha, e ela no abriu para descobrir.


Ela soltou sua mochi
la, que ela achava que pegaria de qualquer jeito, e subiu as escadas.Eve
estava sobre uma pilha de roupas, uma mala aberta na cama, segurando duas blusas que
pareciam idnticas e encarando
-
as.


Indeciso terminal de moda. Claire tracejou seu caminho para d
entro, aprovou a da mo direita, e
Eve lhe lanou um olhar agradecido e jogou a blusa na mala. A musica estava to alta, que
conversar era impossvel.


Quando ela passou pela porta de Shane, ele estava jogado em sua cama. Ele tinha uma mochila,
como Michae
l mas marrom em vez de azul. Ele parecia entediado, mas ele se iluminou quando a
viu.


"Srio?" ela gritou. "A Macarena?"


" guerra," ele gritou de volta. "Eu tinha que usar artilharia pesada. O prximo, Barry Manilow!"


Claire acertou o boto POWER do so
m, deixando Korn soar vitoriosamente pela casa. Depois de
um segundo ou dois, Eve desligou. "Viu como fcil?" Claire disse.


"O que, desistir? Desistir
sempre

fcil. a paz que segue depois que enche o saco." Shane
deslizou para fora da cama e a segui
u quando ela foi at a porta. "Como foi?"


"O qu?"


"Tudo."


"Voc sabe." Ela suspirou. "Normal." Yeah. Ela manipulou o segundo vampiro mais importante na
cidade para tomar seu lado contra uma louca vadia juvenil de fraternidade. Ela conversou
racionalmen
te sobre colocar crebro de pessoas em computadores. Esse foi um dia normal. No
era de se admirar que ela estivesse acabada. "Como foi o seu?"


"Churrasco. Cortar blocos. Limpar. Foi tudo bem. Voc j fez as malas?"


"Voc no me viu acabando de entrar?"


"Ah, . Acho que no, ento."


Ele se colocou na cama dela, se arrumando novamente quando ela abriu sua mala gasta e
comeou a encher. No era pensado; diferente de Eve, ela no era uma fantica por roupas. Ela
tinha alguns pares de blusas decentes, um mo
nte de outras nem tanto, e alguns jeans. Ela
colocou dentro sua unica saia, junto com seus sapatos que combinavam com ela, e as meias
arrasto. Shane observou, mos entrelaadas atrs da cabea.


"Voc no vai tentar me dizer o que levar?" ela perguntou. "
Porque eu achei que era por isso que
voc me seguiu."

Rachel Cai
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"Eu pareo louco? Eu te segui porque a sua cama mais confortvel." Ele sorriu malicioso.


"Quer ver?"


"No agora."


"ltima chance antes de ns pegarmos a estrada."


"Pare com isso!"


"Parar com o
que?"


"Parecer to..." Ela no podia pensar em uma palavra. Ele parecia s to ridiculamente quente
para ela agora como ele parecia essa manh, quando foi to difcil sair. E isso era uma coisa boa.
"Eu tenho que pegar as coisas do banheiro."


"Boa sorte.

Eu acho que Eve pegou tudo j exceto o ps barba."


Atualmente, Eve no pegou; era s que Claire no tinha muitas coisas. Xampu e condicionador,
tudo em um pote. Uma pequena caixa de maquiagem. Um gilete. Ela no precisava de um
secador, mas se ela precis
asse, Eve devia ter pego um
-

ou dois. Pelo tamanho da mala, Eve
estava planejando pegar tudo que ela tinha.


De volta para o quarto, Claire tinha quase fechado sua mala, ento parou e congelou. "O que
voc pegou?" ela perguntou. "Para, voc sabe, proteo
?"


Shane se levantou em seus cotovelos. "O que, tipo, uh,
proteo
?"


"No!" Ela sentiu seu rosto corar, o que era bem ridculo, considerando o que eles fizeram essa
manh. "Eu quero dizer, contra qualquer coisa de vampiro que possa acontecer. Voc sabe."


"Estacas no fundo da mochila," ele disse.


"Peguei algumas garrafas de nitrato de prata extra, tambm. Ns devemos ficar bem. No como
se tivesse um grande problema de vampiros onde ns vamos."


Talvez no, mas morando em Morganville tornou isso um ref
lexo. Claire no podia imaginar
honestamente no planejar isso, e ela no cresceu aqui, no ponto quente. Ela estava surpresa
que Shane parecesse to... Calmo.


Mas ento, Shane j tinha estado fora de Morganville, por dois anos. E no foram dois anos bons,

de qualquer jeito, mas pelo menos ele sabia alguma coisa sobre como seria; mais que Michael e
Eve, de qualquer jeito.


Claire mexeu em sua gaveta de calcinhas, voltando com quatro estacas folhadas em prata, e
jogou
-
as sobre suas roupas. S para prevenir.
Shane fez dois joinhas para ela em aprovao. Ela
bateu a mala fechada e trancou, ento arrancou ela para fora da cama. Era mais pesada que ela
esperava, e ela no tinha ala nem rodinhas.


Shane, sem esperar, saiu da cama e pegou a mala dela. Ele pegou co
mo se tivesse o peso de
uma mala de penas, foi at seu quarto, pegou sua mochila, e desceu as escadas. Conforme
passou pelo quarto de Eve ele olhou dentro, chacoalhou a cabea, e gritou, "Voc est totalmente
por conta prpria com isso a!"


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Claire viu por
que, quando ela olhou dentro. Eve tinha fechado a mala e de algum modo colocou
no cho, mas ela era do tamanho e um tanque.


Pelo menos ela tinha rodinhas.


Michael estava no andar de baixo quando Shane e Claire desceram; Shane jogou as malas deles
no cho

e disse, " melhor voc carregar a mala da sua namorada, cara. Eu faria, mas eu no
quero passar a viagem inteira tracionando."


Michael piscou e sumiu escada acima. Ele desceu carregando a mala como se fosse nada. Claire
percebeu que ela era nova e brilh
ante, e tinha adesivos de cabeas mortas aplicadas a mo e


"Lanches!" Eve pulou, e correu para a cozinha. Ela voltou com uma mala cheia de coisas.
"Comida de via
gem. Acreditem em mim. Totalmente necessrio. Ah, e bebidas
-

ns precisamos
de bebidas." Ela viu a bolsa trmica. "Ok, voc no, Michael. O resto de ns."


Eles estavam enchendo a segunda bolsa trmica com coisas no
-
relacionadas
-
com
-
sangue
quando a campa
inha tocou. Claire abriu para encontrar Oliver parado na porta. O sol ainda estava
pouco menos sinistro. O seu cabelo estava amarrado para trs e devia estar preso em b
aixo do
bon. Ela se perguntou se ele era inflamvel, como o resto dele. A idade o fez ser mais resistente
para queimar, mas ele continuava sofrendo no sol, e eventualmente entraria em chamas, se ele
no pudesse sair dele.


Ele entrou sem esperar um convit
e. ", bem vindo." Claire suspirou e fechou a porta. "Ns
estamos juntando as coisas. Uh, s isso que voc trouxe?" Era uma mochila, menor que a de
Michael ou Shane.


Oliver no se deu ao trabalho de respond
-
la. Ele andou direto, at a sala de estar, e
direto para
Michael. Eve e Shane, que estavam brigando pelo lugar em que colocariam os biscoitos e os


"Vocs com certeza no esto levando tudo isso," Oliver disse, olhando a pilha de coisas no
ch
o. Era, Claire tinha que admitir, muito
-

a maioria pela mala de Eve que era do tamanho de
Rhode Island, mas todos eles contriburam. "Tem espao?"


"Eu tenho um porta malas grande," Eve disse,"Vai caber."


Oliver balanou a cabea. "Eu odeio viajar com a
madores," ele disse. "Muito bem. Preparem o
carro. Michael e eu vamos esperar aqui dentro at o sol se pr."


Ele agia como se ele fosse o chefe, o que era irritante, mas a verdade era, ele era o chefe. Amelie
tinha o atribudo como escolta, e isso signifi
cava que ele podia mandar neles como quisesse. O
cu, para Oliver. Inferno, para todos os outros.


Claire suspirou silenciosamente, ento pegou sua mala e bolsa e liderou o caminho.


Preparar o carro foi hilariantemente terrvel, porque tentar colocar a ma
la de Eve dentro foi um
drama que ningum precisava. Finalmente deu certo, e coube tudo dentro, incluindo as guitarras
e bolsas trmicas. Isso deixou os trs suados, irritados, e exaustos, mas pela hora que eles
terminaram tudo, o sol estava seguramente ba
ixo.


Ningum quis tentar diferente. Oliver estava no banco da frente, Michael entrou no banco do
motorista, e Eve, Claire, e Shane ficaram atrs. No estava to apertado assim.

Rachel Cai
ne


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"Passes," Oliver disse, e ele estendeu a mo. Michael os entregou, e Oliver e
xaminou
-
os como se
ele no soubesse que ele estivessem livres para deixar a cidade. "Muito bem. Prossiga."


"Msica!" Eve disse. "Ns precisamos
-
"


"Sem msica," Oliver disse. "Eu no

vou ser sujeitado ao que vocs
consideram msica."


"PSI
17
, eu sei que i
sso um disfarce, mas voc um porre sendo hippie," Eve murmurou. "Pelo
menos goste de Beatles ou algo assim."


"No."


"Vai ser uma viagem realmente longa," Shane disse, e colocou seu brao ao redor de Claire e
Eve, desde que ele estava no meio. "Mas pe
lo menos eu tenho as garotas. Banco de trs para a
vitria."


"Cale a boca," Michael disse.


"Venha aqui atrs e me faa,
Pai
."


Michael e Shane trocaram gestos rudes, e ento Michael ligou o carro e se afastou da calada.
Eve se encolheu no banco e bateu
palmas.


concordando. "Chega disso," ele disse. " ruim o suficiente ter que ficar preso em um carro com
vocs crianas. Faam o seu melhor para no
agirem

c
omo crianas."


"Oliver," Michael disse, "se acalme. nossa primeira vez fora da cidade. Nos deixe aproveitar um
pouco."


"A primeira vez para alguns de vocs," Oliver disse, e olhou para o lado de fora da janela
conforme as casas da Lot Street comeavam
a ficar para trs, uma depois da outra. "Para alguns
de ns, isso no bem um evento de mundaa
-
de
-
vida."


Aquilo era meio que verdade, mas mesmo assim, Claire sentiu que a excitao de Eve era
contagiante. Michael estava sorrindo. Shane estava se diverti
ndo sendo o cara do banco de trs.
E ela estava... Deixando Morganville para trs, pelo menos por um tempo.


No limite da cidade Claire viu a placa BEM VINDO A MORGANVILLE se aproximar. Desse lado
estava escrito POR FAVOR NO NOS DEIXE TO CEDO!


Eles pass
aram atravs dela a pelo menos setenta, talvez oitenta quilmetros por hora. Aps a
placa havia uma viatura de polcia
-

uma da equipe de Hannah Mose. Claire sentiu seu flego
prender, mas o policial atrs do volante apenas acenou para eles, e Michael no
diminuiu em
nenhum momento.




Simples assim.


No deveria ter sido to fcil
, Claire pensou. Depois de tudo isso, depois de toda luta e terror e
ameaas. Eles apenas... Dirigiram para fora.




17

FYI =PSI Para Sua I
nformao

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Michael ligou o rdio e encontrou uma

estao de rock 'n' roll irregular, e apesar de Oliver
continuar olhando, ele aumentou o volume, e antes que percebessem estavam todos cantando
"Born To Be Wild", fora de sintonia e com toda a voz. Oliver no, mas ele tambm no reclamou e
virou um superv
ampiro, tambm. Claire estava quase certa de que uma ou duas vezes, ela viu
seus lbios se movendo com a letra.


O pr
-
do
-
sol estava glorioso, derramando cores por todo cu em sombras de laranja e vermelho e
dourado, morrendo num azul escuro. Claire abriu
a janela e respirou o frio, rpido ar, com sabor
de poeira e slvia.


Fora de M
organville havia um deserto com arbustos, muitos deles. Nada para ver por quilmetros

uma
flecha.


"Ns temos que fazer um percurso por algumas estradas rurais," Michael disse, uma vez que a
msica acabou e a que comeou era algo que no dava para cantar junto. "Devemos estar na
interestadual em mais ou menos duas horas."


"Voc tem certez
a que voc sabe onde est indo?" Shane perguntou. "Porque eu no quero
acordar no Golfo do Mxico ou algo assim."


Michael ignorou isso, e Claire lentamente se ajustou a seu banco, se sentindo leve e relaxada.
Eles
saram
. Eles realmente
deixaram

Morganvil
le. Ela podia sentir o mesmo raciocnio surpreso
e alvio em Shane e, de seu outro lado, em Eve, que tinha os olhos escuros arregalados de
excitao. Ela esteve sonhando com isso sua vida inteira, Claire percebeu. Talvez no estando
presa em um carro com O
liver, ou Michael sendo um vampiro, mas deixar a cidade com Michael
sempre foi uma das dez maiores fantasias de Eve.


E aqui estavam eles, mais ou menos, de qualquer jeito, o que s servia para mostrar que suas
dez maiores fantasias poderia se tornar reali
dade de um modo totalmente diferente do que voc
sempre imaginou.


"Ns samos," Eve disse praticamente para ela mesma. "Ns samos, ns samos, ns
samos
."


"Vocs voltaro," Oliver disse, e ento virou sua cabea para olhar pela janela. "Vocs todo
volt
aro, eventualmente."


"At mesmo para um vampiro, voc um raio de sol," Shane disse. "Ento, ns devemos
conversar sobre o que ns vamos fazer em Dallas."


"Tudo!" Eve disse, instantaneamente. Tudo, tudo, tudo. E ento todo o resto."


"Whoa! Aperte os f
reios, garota. Ns temos, o que, cem reais entre ns dois? Eu tenho quase
certeza que o tudo incluindo todo o resto custa mais."


"Ah." Eve parecia surpresa, como se ela no tivesse pensado sobre dinheiro de jeito nenhum.
Conhecendo Eve, ela provavelmente
no penso. "Bem, ns temos que ir a alguma boate boa,
certo? E compras? Ah, e eles tem alguns cinemas realmente bons."


"Filmes?" Michael repetiu, olhando pelo retrovisor. "Srio? Eve."


"O qu?
Poltronas estdio
, Michael.
Digital

com tela 3
-
D e tudo."


"V
oc vai desperdiar sua primeira viagem para fora de Morganville dentro de um cinema?"

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"No, bem, eu
-

poltronas estdio
! Ok, ok, tudo bem. Museus. Shows. Cultura. Melhor?"


Shane s chacoalhou a cabea. "No realmente. Onde est a diverso, Eve?"


"Isso
divertido!"


Oliver suspirou e deixou sua cabea cair contra a janela de vidro com uma suave batida. "Um de
vocs vai ser deixado para andar at Dallas se vocs no
calarem a boca
."


"Wow. Quem acordou do lado errado do caixo essa manh?" Eve disparou d
e volta. "Bem?
Voc o expert. Onde voc iria?"


Oliver se arrumou sentado e olhou para trs para ela. "Como ?"


"Eu estou pedindo a sua opinio. Voc provavelmente sabe os melhores lugares para ir."


"Eu
-
" Oliver parecia sem palavras, o que era bem eng
raado; Claire no podia imaginar a ltima
vez que isso aconteceu com ele. Provavelmente no nos ltimos sculos, ela sups. "Voc est
pedindo por recomendaes minhas. De coisas para fazer em Dallas."


"Sim."


Ele olhou para Eve por um longo, silencioso,

assustador momento, ento virou de costas, rosto
para frente. "Eu duvido que nossos gostos tenham qualquer coisa em comum. Vocs so muito
jovens para os bares, velhos para parques. Eu no sei de nada que vocs gostariam." Ento,
depois de alguns segundo
s de pausa, ele continuou. "Apesar dos shoppings."


"Shoppings!" Eve quase gritou isso, ento tapou a boca com ambas as mos. "Ai Meu Deus, eu
esqueci dos shoppings. Com verdadeiras lojas. Ns podemos ir ao shopping?"


"Qual deles?"


"Tem mais que um! Ok,
han
-

um com a loja da Hot Topic."


Oliver estava
-

pelo ponto de vista de Claire
-

quase
sorrindo
. "Eu acredito que ns podemos
arranjar isso."


"timo." Shane suspirou, e deixou sua cabea cair para trs no banco. "Shopping. Tudo o que eu
sempre quis."


Claire se arrumou e entrelaou seus dedos aos dele. "Ns podemos fazer outra coisa." Quando
ele olhou para ela, e ela percebeu que todos estavam olhando para ela, tambm, ela corou e
continuou, "Coisas culturais. Voc sabe. Livrarias. Museus. Tem um museu
de cincia legal que
eu gostaria de ver."


"Tem alguma loja de videogame em toda essa cidade?"


"Vamos s chegar l primeiro," Michael disse.


Esse era um bom conselho, Claire pensou conforme as ltimas cores morriam no cu e a noite
tomava conta. Aquele e
ra um conselho
realmente

bom.




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Ela cochilou um pouco, mas acordou quando o carro balanou violentamente, cantou, e ela ouviu
os freios gritarem. Ela ainda estava tentando entender o que aconteceu quando Oliver disparou,
"Encoste."


"O qu?" Michael, na
pouca luz do painel, parecia um fantasma, seus olhos selvagens e a face
tensa.


"Voc nunca dirigiu fora de Morganville. Eu j. Encoste. Os reflexos de vampiro vo te colocar em
um acidente, no te salvar de um. Humanos no podem reagir do mesmo jeito que
voc. Requer
prtica para dirigir de um jeito seguro na estrada aberta."


Ento Michael deve ter tentado desviar de um carro. Wow. De algum jeito, Claire nunca
considerou que reflexos de vampiros pudessem ser uma desvantagem. Michael deve ter se
assustado
o suficiente para concordar com Oliver, porque ele encostou o carro no acostamento,
arrancou o cinto de segurana e saiu. Ele e Oliver trocaram de lugar. Oliver arrumou os espelhos
do carro com facilidade um longo tempo de prtica, colocou o carro de volta

na estrada, e tudo
voltou a um calmo e constante ritmo. Claire olhou para os outros dois no banco de trs. Eve
estava com os fones de ouvido e os olhos fechados. Shane estava profundamente adormecido.
Era... Pacfico, ela achava. Ela olhou para fora a noi
te. Tudo iluminado pelos faris dos carros era
vvido; todo o resto era apenas sombras e fumaa.


Era como uma viagem espacial, ela decidiu. De vez em quando voc podia ver uma casa isolada,
perdida no meio do nada, com as luzes resplandecendo contra a noi
te. Mas na maioria, eles
estavam aqui fora sozinhos.


Oliver pegou um retorno na pista de mo dupla, indo para a interestadual, ela sups. Ela no
perguntou
-

no at eles passarem uma placa da estrada com uma seta apontando para Dallas.


A seta apontava p
ara a direita. Eles continuaram em frente.


"Hey," ela disse. "Hey, Oliver? Eu acho que voc perdeu o retorno."


"Eu no preciso de avisos," Oliver disse.


"Mas a placa
-
"


"Ns temos uma parada para fazer," ele disse. "No vai demorar muito."


"Espere, o
qu? Que parada?" Foi uma novidade para Michael, aparentemente. Isso no ajudou a
ansiedade repentina que tomou o peito de Claire. "Sobre o que isso, Oliver?"


"Se acalmem, todos vocs. No problema de vocs."


"Nosso carro," Michael lembrou. "Ns esta
mos sendo sequestrados."


Shane se sentou devagar, e Claire pode sentir a tenso crescendo nele.


"Acalmem
-
se, todos vocs," Oliver disse. "Isso foi uma ordem da Amelie. Tem um pequeno
detalhe que deve ser ajustado. Isso no vai demorar."


Eve, que tirou o

fone de ouvido, bocejou estralando a mandbula. "Eu podia esticar minhas
pernas," ela disse. "Alm do que, banheiro seria bom."


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"Que tipo de pequeno detalhe?" Shane perguntou. Ele continuava tenso, observador, e no
caindo na atitude de no
-

-
grande
-
cois
a de Oliver. Os olhos frios de Oliver se fixaram nele pelo


"Nada de consequncia para vocs," ele disse. "E isso no um debate. Calem a boca, todos
vocs."


"Mikey?"


Michael olhou para Oliver por longos segundos antes de finalmente dizer, "
No, est tudo bem.
Uma parada curta far bem a todos ns, provavelmente."


"Dependendo de onde," Shane disse, mas suspirou e encostou. "Eu estou bem se voc estiver."


Michael concordou. "Ns estamos bem, Oliver?"


"Eu disse a vocs, isso no um debate.
"


"Quatro de ns, um de voc. Talvez seja."


"S se vocs quiserem responder para a Amelie no final."


Michael no disse nada. Eles dirigiram atravs da noite escura, cercados por uma bolha de faris
escassos, e finalmente uma placa apagada cresceu verde
na distncia. Claire piscou e focou
nela.


"Durram, Texas," ela leu. " l que ns estamos indo?"


"Mais importante, tem alguma parada de caminhes 24 horas?" Eve gemeu. "Porque eu estava
falando srio sobre a coisa do banheiro. Mesmo."


"Sua bexiga deve e
star do tamanho de uma noz," Shane disse. "Eu acho que vejo uma placa l
na frente."


Ele viu, e era uma parada de caminhes
-

no era grande, nem muito limpa, mas estava aberta.
Estava cheia, tambm
-

kups. Oliver
pegou a prxima sada e estacionou na parada de caminhes, emparelhando o carro com uma
bomba de gasolina. "Encha o tanque," Ele disse a Michael. "Depois estacione e esperem por mim
aqui dentro. Eu voltarei."


"Espere, quando?"


"Quando eu aca
bar. Eu estou certo de que vocs podem encontrar algo para se ocuparem." E
ento a porta do motorista estava aberta, e Oliver saiu. Assim que ele estava fora do feixe de luz
das lmpadas de fora, ele desapareceu.


"Ns podamos apenas ir embora," Shane lem
brou. "Abastecer e dirigir embora."


"E voc acha que esse um bom plano?"


"Atualmente? No de verdade. Mas um plano
legal
."


"Legal em nos fazer ser mortos. Alguns mais que os outros, eu tenho que acrescentar."


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"Tudo bem, esfregue a ressurreio na n
ossa cara. Mas srio. Por qu ns estamos fazendo
isso? Ns estamos sem o Oliver; ns nunca teremos que voltar a Morganville. Pense nisso."


Claire lambeu os lbios e disse, suavemente, "Nem todos ns podemos ir embora, Shane. Meus
pais esto l. A me e o

irmo de Eve tambm. Ns no podemos juntar tudo e partir, a no ser
que quisermos que algo ruim acontea com eles."


Ele parecia com vergonha de si mesmo, como se ele realmente tivesse esquecido disso. "Eu no
quis
-
" Ele deu um suspiro longo. "Yeah, ok.

Eu vejo seu ponto."


"Acrescente a isso, eu sou do sangue de Amelie agora," Michael disse. "Ela pode me achar se ela
quiser. Se voc quiser me incluir em uma grande fuga, eu sou como um GPS gigante rastreando
nossos passos."


"Uau."


"Exatamente."


Eve di
sse, implorando, "Banheiro?"


E isso fechou a discusso sobre fugir.


Pelo menos, por enquanto.


A Parada De Caminhes Estrela era pior por dentro que por fora.


Conforme Claire abria a porta
-

com Shane tentando abrir para ela
-

um pequeno sino tocou, e
q
uando ela olhou para cima, Claire se viu sendo encarada
-

muito.


"Uau," Shane murmurou, bem prximo dela enquanto entravam na loja. "Atrao principal."


Ela entendeu o que ele quis dizer. Esse era um bando de gente assustadora. A pessoa mais nova
no luga
r, tirando eles, era uma mulher pequena e bronzeada demais mulher de aproximadamente
trinta anos usando uma mini blusa e jeans cortados. Ela tinha tatuagens
-

muitas delas. Todos os
outros eram mais velhos, maiores, assustadores, e encaravam desconfortavel
mente os recm
-
chegados.


E ento Eve entrou, em toda a sua glria gtica, balanando de uma bota Doutor Marten para a
outra.


"Banheiro?" Ela perguntou para o grande homem barbudo atrs do caixa. Ele encarou ela, ento
abaixou e voltou com uma chave presa

em uma grande barra de metal. "Obrigada!" Eve pegou a
chave e foi para o corredor escuro que era sinalizado como BANHEIROS; Claire no estava certa
de que ela tinha coragem, no importa o quanto ela tivesse que fazer xixi. Aquilo no parecia
seguro, quem
dir limpo.


Michael entrou por ltimo, e olhou para tudo com um grande olhar compreensivo. Ele levantou as
sobrancelhas para Shane, que suspirou. "Yeah," ele disse. "Divertido, no?"


"Vamos pegar uma mesa," Michael disse. "Pedir alguma coisa." Na teoria,

Claire achou, se eles
gastassem dinheiro os outros gostariam mais deles.


De alguma maneira, ela no achou que isso fosse funcionar. Seu olhar caiu em placas
espalhadas pela loja: VOC SACA SUA ARMA, NS SACAMOS MAIS RPIDO. CONTROLE
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DE ARMAS SIGNIFICA AC
ERTAR O QUE VOC EST MIRANDO. NO ULTRAPASSE
-

VIOLADORES LEVARO TIROS; SOBREVIVENTES LEVARO MAIS TIROS.


"Eu no acho que ficarei com fome," ela disse, mas Michael estava certo. Essa era realmente a
nica opo deles, a no ser ficar sentados do lado d
e fora no carro. "Talvez alguma coisa para
beber. Eles tem Coca, certo?"


"Claire, pessoas em Botswana tem Coca.Eu tenho quase certeza que o pice da Estrada, Texas,
tem Coca."


Na hora que eles estavam sentados em uma das cabines de plstico com divisria
, ainda sendo
encarados pelos outros, Eve finalmente se juntou a eles. Ela parecia mais relaxada, animada, e
mais
-

bem, Eve. "Melhor," ela anunciou, conforme ela escorregava para o lugar ao lado de
Michael. "Mmm,
muito

melhor agora."


Ele colocou o brao
em volta dela e sorriu. Aquilo foi fofo. Claire se encontrou sorrindo tambm, e
se encostando em Shane. "Como estava o banheiro?"


"Eve tremeu. "No devemos nunca mais falar sobre isso."


"Eu tinha medo disso."


"Voc quer um cardpio?"


"Com certeza. Eles

devem ter sorvete."


A ltima coisa animada, feliz que Eve precisava era uma dose de acar, mas sorvete soava to
bom... Claire olhou ao redor atrs da garonete e encontrou ela apoiada contra o balco de
atendimento, sussurrando com o homem do outro lad
o. Os dois estavam olhando direto para
Claire e seus amigos, e suas expresses no eram exatamente amigveis.


"Uh, pessoal? Talvez ns devssemos deixar o sorvete para l. Que tal esperar no carro?" ela
perguntou.


"E perder
? Eu acho que no," E
ve disse. Ela acenou para a garonete e sorriu. Claire
estremeceu.


"Ah, relaxe, CB. Eu sou uma pessoa socivel."


"
Em Morganville
!"


"A mesma coisa," Eve disse. Ela continuou sorrindo, mas isso comeou a parecer um pouco
forado conforme a garonete conti
nuou encarando mas no atendeu ao chamado. Eve elevou a
voz. "Ol? Eu queria pedir alguma coisa? Ol?"


A garonete e o cara atrs do caixa pareceram congelar no lugar, encarando, mas ento eles
foram bloqueados por algum andando na linha de viso de Cl
aire
-

mais que um algum, de fato.
Eram trs homens, todos grandes e ofegantes, com expresses desgostosas.


Shane, que estava jogado folgado do lado dela, se sentou direito.



"Vocs no tem maneiras de onde vocs vem?" o primeiro perguntou. "Vocs esper
am sua vez.
Sherry no gosta que gritem com ela."


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Eve piscou, ento disse, "Eu no estava
-

"


"De onde vocs so?" ele interrompeu ela. O homem formava uma parede vermelha entre a
mesa e o resto do lugar, mantendo os quatro no lugar. Shane e Michael troc
aram um olhar, e
Michael tirou o brao de cima do ombro de Eve.


"Ns estamos a caminho de Dallas," Eve disse, to feliz como se a situao no tivesse ido de
no hospitaleira para sinistro. "Michael msico. ele vai gravar um CD."


Os trs homens riram.
No era um som legal, e era um que Claire reconhecia muito bem
-

era um
registro profundo, mas era a mesma risada que Monica Morrell e suas amigas costumavam dar
quando estavam espreitando suas presas. Ela no era prazerosa. Era um som estranho de
agresso

-

rindo
de

voc, no
com

voc; dividindo um segredo.


"Msico, huh? Voc est em uma daquelas boy bands?" O segundo homem
-

mais baixo,
atarracado, usando um bon de baseball laranja, sujo e uma camiseta suada da Universidade do
Texas sem as mangas. "Ns
simplesmente amamos as
boy

bands fora daqui."


"Eu at j conheci aqueles malditos Jonas Brothers ao vivo, eu dei a eles o que eles precisavam,"
o terceiro homem disse. Ele parecia mais nervoso que os outros, olhos como pequenos buracos
negros em um rosto


"Eu sei o que voc quer dizer," Eve disse com uma falsa cara doce, que fez Claire tremer, de
novo. "Ningum realmente merece ser ouvido desde New Kids on the Block, estou certa?"


"O qu?" E
le fixou aqueles olhos escuros, mortos nela.


"Uau, no um f de Ne Kids on the Block, tambm. Estou chocada. Ok, eu no estou pensando
em Marylin Manson, ento... Jessica Simpson? Ou..." A voz de Eve morreu, porque Michael
fechou a mo em seu brao. Ela

olhou para ele, e ele balanou a cabea. "Certo. Calei a boca
agora. Desculpe."


"O que vocs querem?" Michael perguntou para o homem.


"Sua pequena namorada vampira precisa aprender como manter a boca calada."


"Quem voc est chamando de
pequena
?" Eve e
xigiu.


Shane suspirou. "Errado em tantos nveis. Eve.
Cale a boca
."


Ela encarou ele, mas fez um pequeno gesto de fechar
-
e
-
trancar seus lbios, cruzou os braos, e
se encostou.


Michael estava com o olhar travado com o terceiro homem, o nervoso, e eles es
tavam se
encarando. Isso durou um pouco, e ento Michael disse, "Porque vocs apenas no deixam eu e
meus amigos tomarmos nosso sorvete, e ento ns voltamos para o carro e partimos? Ns no
queremos problema."


"Ah, voc no quer, sua pequena vadia birren
ta?" O homem nervoso empurrou os outros dois
homens para o lado e bateu as mos abertas contra a mesa para intimidar Claire e seus amigos.
"Porque voc veio aqui, ento?"


Eve disse, em uma voz bem baixa, "Sorvete?"


"Te disse para calar a porra da boca!"
E ele tentou acert
-
la com um tapa com as costas da mo.

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Tentou, porque Michael se adiantou com um movimento rpido, e segurou o pulso do homem em
um estalar de dedos to rpido que Claire nem viu. Nem o homem bravo, que olhou meio que
surpreso por no se
r capaz de mover seu pulso, ento juntou tudo e olhou para Michael.


"No," Michael disse. Foi suave, e era um aviso, apesar de tudo. "Voc tenta machuc
-
la de novo
e eu arranco seu brao."


Ele no estava brincando, mas o problema era,
nenhum

deles estava

brincando. Enquanto ele
estava segurando o nervoso, o cara de bon laranja alcanou seu bolso, tirando uma brilhante e
grande faca, e agarrou Eve pelo cabelo. Ela guinchou, levantou seu queixo, e tentou chut
-
lo. Ele
foi bom em evit
-
la. Parecia que ele t
inha prtica. "Solte Berle," O bon laranja disse, "Ou eu fao
muito mais que dar um tapa na cara dessa vez. Eu posso ser bem criativo."


Shane estava amaldioando suavemente por sob seu flego, e Claire sabia porqu; ele estava
preso no canto, ela estava
na frente dele, e no tinha jeito dele pudesse ajudar Michael
efetivamente daquele ngulo. Ele tinha que apenas ficar sentado l
-

algo que ele no era muito
bom em fazer. Claire continuou bem parada, tambm, mas ela olhou o Bon laranja nos olhos e
disse
, "Senhor?" Ela disse respeitosamente, como a sua me havia lhe ensinado. "Senhor, por
favor no machuque minha amiga. Ela no fez por mal."


"N
s no gostamos de aberraes espertinhas por aqui," ele disse. "Ns temos nossas
maneiras."


"Sim senhor. Ns e
ntendemos agora. Ns s queramos nos divertir um pouco. Ns no seremos
nenhum problema, eu prometo. Por favor, solte minha amiga." Ela manteve o tom calmo, doce,
razovel
-

todas as coisas que ela aprendeu a fazer quando Myrnin estava perdendo o controle
.


O cara do bon laranja piscou, e ela achou que ele a viu pela primeira vez. "Voc precisa de
amigos melhores, garotinha," ele disse. "No deveria estar andando por a com um bando de
esquisitos. Se voc fosse minha filha
-

" Mas ele perdeu o ponto, e el
e soltou o cabelo de Eve e
limpou a mo em sua cala jeans gasta e guardou a faca. "Vocs vo sair daqui. Agora. Voc
solte Berle, e ns deixaremos isso passar. Ningum se machuca."


"Ns estamos indo," Claire disse instantaneamente, e agarrou a mo de Sha
ne. Michael soltou o
cara nervoso, Berle, que puxou o brao de volta e esfregou o pulso como se estivesse doendo.
Provavelmente doa. Claire podia ver as marcas brancas onde Michael havia segurado. Para
Michael aquilo foi restringir; ele provavelmente podi
a ter quebrado o osso sem muito esforo a
mais. "Senhor?" Ela disse outra vez p
ara o cara do bon laranja, tra
tando
-
o como o homem no
comando, e ele acenou e deu um tapa no ombro de seus amigos.


Todos eles se afastaram.


Claire deslizou para fora da cabin
e instantaneamente e se espremeu por entre os homens,
praticamente arrastando Shane com ela. Eve e Michael seguiram. Eles se afastaram da mesa,
dentro da loja, e Claire abriu a porta e guiou
-
os para fora, para baixo da luz forte perto das
bombas de gasolin
a e do carro.


Ela olhou para trs para a loja. Os trs homens, as pessoas trabalhando no restaurante, e
praticamente todos os outros estava olhando pelas janelas para eles.


Claire se virou para Eve primeiro. "Voc est
louca
?" ela exigiu.
"Simplesmente n
o consegue
calar a boca, no ? E
voc
!" Ela apontou para Michael. "Voc no est mais em Morganville,
Michael. L voc era um grande co. Aqui voc de volta o que voc era l antes. Vulnervel.
Rachel Cai
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The Morganville Vampires 08



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Ento voc precisa parar de pensar que as pessoas te devem

respeito s porque voc um
vampiro."


Ele pareceu chocado. "No o que eu
-

"


" sim," ela disse, interrompendo ele. "Voc agiu como vampiro, Michael. Como qualquer outro
vampiro sendo ameaado por um humano. Voc podia ter feito com que nos machucss
emos.
Voc podia ter feito Eve ser assassinada!"


Michael olhou para Shane, que levantou os ombros em um pequeno gesto de desculpas. "Ela no
est errada, mano."


"No era isso," Michael insistiu. "Eu s estava tentando
-

olhe, Eve comeou isso."


"Hey! Aq
uele barulho que voc ouviu era eu de baixo do nibus, l!"


Shane suspirou de novo. "E agora Michael no est errado. Hey, eu gosto desse jogo. Eu no
tenho que ser o errado pela primeira vez na minha vida."


"Cale a boca, Shane," Eve rebateu. "E sobre vo
c, Senhorita
Oh, senhor, por favor deixe meus
amigos irem; eu sou uma florzinha delicada?

Que monte de merda, Claire!"


"Ah, agora voc est brava comigo porque eu tirei vocs disso?" Claire sentiu suas bochechas
em chamas, e ela estava literalmente treme
ndo de raiva e indignao. "Voc comeou isso, Eve!
Eu estava s tentando te manter longe de ser assassinada! Desculpe se voc no gostou de jeito
que eu lidei com isso!"


"Voc s
-

voc no consegue agir por voc mesma?"


"Hey," Shane disse calmamente, e

encostou no brao de Eve. Ela se chacoalhou dele, pulsos
fechados, mas Shane levantou ambas as mos em clara rendio. "Ela se levantou por voc.
Talvez queira considerar isso antes de sair dizendo que Claire uma covarde. Ela nunca foi isso."


"Ah,
clar
o
, voc toma o lado dela!"


Michael esteve assis
t
i
as mos nos ombros de Eve. Ela ficou tensa, ento relaxou, fechou os olhos, e soltou uma
respirao impaciente.


"Certo," ela disse.
"Voc vai me dizer que eu no posso me aborrecer sobre quase ter meu rosto
arrancado fora."


"No," Michael disse. "Mas no desconte na Claire. No culpa dela"


" minha."


"Bem..." Ele suspirou. "Meio que minha, tambm. Divide?"


Eve virou para olhar pa
ra ele. "Eu gosto da minha culpa. Eu a mantenho perto como um quente e
fofo cobertor."


"Deixe partir," ele disse, e beijou ela brevemente. "Voc est pegando minha parte do cobertor de
culpa."


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"Certo. Voc pode ficar com metade." Eve estava mais calma ag
ora, e relaxada no aperto de
Michael. "Maldio. Isso foi estpido, no foi? Ns quase fomos assassinados por sorvete."


"Outra coisa que eu no quero na minha lpide," Shane disse.


"Voc tem outras?" Claire perguntou.


Ele levantou um dedo. "Eu pensei qu
e no estava carregada," Shane disse. Segundo dedo. "Me
d um fsforo que ento eu posso checar o tanque de gasolina." Terceiro dedo. "Assassinado por
sorvete. Basicamente, qualquer morte que necessite que eu seja estpido primeiro."


Michael balanou a ca
bea. "Ento o que est na sua lista de coisas boas?"


"Ah, voc sabe. Coisas hericas que me coloquem vrias vezes na CNN. Tipo, eu morrer
salvando um nibus cheio de super modelos." Claire bateu no brao dele. "Ow!
Salvando

elas! O
que voc acha que eu q
uis dizer?"


"Ento," Claire disse, pegando o cho alto, "E agora? Quero dizer, eu acho que sorvete est fora
da mesa, a no ser que vocs estejam afim de violncia gratuita de cobertura."


"Deve ter mais alguma coisa na cidade," Michael disse. "A no ser
que vocs queiram sentar aqui
em um posto de gasolina at que Oliver termine sua ao."


"Ele nos disse para esperar aqui."


"Yeah, bem, eu estou com Michael nessa," Shane disse. "No sou muito de fazer o que o Oliver
manda, sabe? E isso deveria ser nossa
viagem, no dele. Ele s est junto no caminho.
Pessoalmente, eu acho melhor mover o carro. Mesmo que ns no estejamos deixando ele para
trs."


"Voc realmente tem um desejo mortal."


"Voc me salvar," Ele beijou Claire no nariz. "Mikey, voc dirige."























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CINCO

Durram, Texas, era uma cidade pequena.

Como, bem pequena.

Menor do que Morgan
ville.

Havia
cerca de seis quarteires
, no era realmente como uma praa, mais como um oval bagunado.

O
Dirio Queen

estava fechado e escuro, assim com
o o Sonic.


Havia algum tipo de bar, mas Michael rapidamente vetou essa sugesto

(De Shane, claro), se
eles

tiveram problemas pedindo sorvete, pedir uma cerveja seria

destruio certa.


Claire no poderia criticar sua lgica e, alm disso, nenhum deles r
ealmente tinha idade para
beber
18
,

de qualquer maneira.

Embora ela

duvidasse de alguma forma que as pessoas em
Durram realmente se importassem tanto.

Eles no

pareciam exatamente o tipo que cumprem a
lei
.

Cruzar as ruas parecia um desperdcio, grande perda
de tempo, no havia quaisquer outros
carros nas ruas,

realmente, e mesmo muitas luzes nas casas.

Parecia realmente uma

cidade
chata cidade, fechada.


Uma sombra de Morganville, embora em Morganville, pelo menos, voc tem uma boa

razo para
evitar estar for
a de casa depois de escurecer.


"Ei!

No!
"

Eve saltou do banco da frente, apontando, e Claire

seguiu.

Havia um sinal, uma
minscula iluminao na

janela, algumas luzes estavam acessas, e o letreiro poderia ter dito algo

sobre sorvete.

"Eu sabia que nenhum
a cidade de respeito na

pequena cidade do Texas teria
d
esligado
o servio de sorvete a

noite ".


"Isso no faz nenhum sentido."


"Cale
-
se, Shane.

Como voc pode no querer sorvete?

O que est errado com voc?
"


"Acho que nasci sem o gene do sorvete.

Graas

a Deus
".


Michael parou o carro em frente solitria loja creme.

Quando ele desligou o motor,

o silncio era
opressivo, exceto l fora onde os sinais de rua rangiam no

vento, era apenas este som em toda
Durram, Texas.


Eve no parecia se importar.

Ela pr
aticamente se atirou para fora do carro,

dirigindo
-
se para a
porta.

Michael seguiu,

deixando Claire e Shane sozinhos no banco de trs.


"Isso no est acontecendo como eu pensei," Claire disse com um suspiro.

Ele

atou os dedos
junto aos dela e levou aos l
bios.


"Como voc acha que seria?"


"Eu no sei.

Maravilhoso?"


"Voc tem chamado a ateno no ano passado, certo?

Porque maravilhoso

no est mesmo em
nossa cartilha." Ele acenou com a cabea

em direo sorveteria.

"Ento?

Voc quer alguma
coisa?"


"Sim
." Ela no fez nenhum movimento para sair do carro.


"Ento, o
-
oh." Ele no parecia preocupado com isso.

Ele tinha dito a

verdade, Claire pensou.

Ele
realmente no

tem o gene sorvete.





18

Nos EUA a idade legal para beber 21 anos.

Rachel Cai
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Mas ele tem

o gene de beijar e no precisa

de muitas dicas para

comear
.

Ele se inclinou para
frente, e no incio era uma luz, provocando seus lbios, em seguida, sob presso, macio e mido,
ento muito mais.


Ele tinha uma boca maravilhosa.

Ela fazia inflamar
-
se dentro dela, e parecia

maior gravidade,
tudo por conta prpria,

arrast
-
la de volta para o lado do assento do banco grande, puxando
-
o
com ela.


As coisas poderiam realmente ter ido em algum lugar, exceto
que de

repente houve

uma pancada
metlica no alto

janela, e resplandeceu uma luz dentro, focando na parte de trs d
a cabea de
Shane e

nos olhos de Claire.

Ela gemeu e

se escondeu, empurrou Shane para longe, e ele se
esforavam para se sentarem juntos,

tambm.


Parado

fora do carro estava um homem com uma camisa bege, cala bege, um chapu grande
do Texas....

Demorou u
m segundo para o crebro em pnico de Claire observar a estrela
brilhante preso sua frente da camisa.



Oh.

Oh
merda
.



Xerife local.



Ele bateu na janela de novo com o fim de uma lanterna grande, intimidador, ento cegou
novamente finalizando

o negcio
.

Claire vesga e dobrada para baixo da janela.

Ela lambeu os
lbios nervosamente, e tinha gosto de Shane.



Inadequado!



"Vamos ver algumas

identidades
", disse o homem.

Ele no soava com o tom bem
-
vindo.

Claire
procura em torno de sua

mochila e tirou sua
carteira, entregando
-
a com as mos trmulas.

Shane
passou sua carteira de motorista .

"Voc tem dezessete anos?" O xerife foca o feixe em
Claire.

Ela assentiu com a cabea.

Ele mudou a luz


para
Shane.

"Dezoito?"



"Sim senhor.

Algo errado?
"



"No sei, me
u filho.

Voc acha que h algo de errado em tirar proveito de uma garota que
menor de idade


em uma rua pblica?
"



"Ele no estava
-
"



"Era o que parecia para eu, senhorita. Fora do carro, vocs dois.

Este carro seu?"



"No senhor", disse Shane.

Ele
parecia fraco agora.

A realidade era uma confirmao dentro de
Claire e ela percebeu que ele tinha feito o

mesmo erro que Michael


eles agiram como se
estivessem em casa, em Morganville, onde as pessoas os conheciam.



Aqui, eles eram um casal de adolesce
ntes problemticos e uma menor na traseira de um carro.



"Voc tem alguma droga?"



"No, senhor," Shane repetiu, e Claire repetiu com ele.

Seus lbios que eram to quentes e
encantadores apenas um minuto

atrs, agora sentiam frio e estavam insensveis.

I
sso no pode
estar acontecendo.

Como poderamos ser to estpido?

Lembrou
-
se

da lista de
Shane de
maneiras para no morrer.

Talvez isto deveria ser o nmero quatro.



"Voc se importaria se eu procurar o carro, ento?"


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"Eu
-
" Claire olhou para Shane, e el
e olhou para ela, de repente, seus olhos se alargaram.

Claire
continuou.

"

que o carro

no nosso, senhor.

o nosso amigo.
"



"Bem, onde est seu amigo?"



"L." A garganta de Claire estava apertada e seca, e ela estava segurando a mo de Shane
agora em

um aperto de morte.

Se ele

vasculhar
o carro, ele vai abrir os coolers.

Se ele abre o
cooler e encontra sangue de Michael ...



Ela apontou para a porta da loja de sorvetes.

O delegado olhou para ele, ento de volta para ela,
ento para Shane.

Ele balano
u a cabea,

desligou sua lanterna, e disse: "Voc no vai a lugar
nenhum."



Tudo isso acontecendo, Claire tinha apenas uma impresso borrada dele como uma pessoa no
muito jovem, no muito velho, no

muito gordo ou magro, ou alto ou baixo apenas uma
mdia
.

Mas como ele se afastou, seu cinto tinia com algemas e as chaves

e sua arma carregada
ao seu lado, sentia
-
se fria e com falta de ar, o jeito que ela estava quando ela enfrentou o Sr.
Bishop, o mais assustador de todos os vampiros.



Eles estavam em apuro
s


um
grande

problema.



"Rpido", disse Shane, logo que a porta comeou a fechar atrs do xerife.

Ele escancarou a
porta, agarrou

o cooler

de Michael, e olhou ao redor freneticamente para coloc
-
lo em algum
lugar.

"V at a porta.

Cubra
-
me.
"



Claire ass
entiu com a cabea e caminhou at a porta, olhando para o vidro sujo, bloqueando
qualquer ponto de vista da rua.



Ela fez poucos movimentos com suas mos como se fosse difcil de ver dentro. No era.

O xerife
tinha andado direto


at Michael e Eve, que ai
nda estavam de p no balco da loja de
sorvetes.

Eve tinha um sorvete

de casquinha

na mo, um verde fluorescente de menta, mas pelo
olhar em seu rosto, ela tinha esquecido tudo sobre ele.



Claire olhou para trs.

Shane tinha ido embora.

Quando olhou para
loja, o delegado ainda estava
falando com


Michael, Michael estava respondendo, e Eve tinha um olhar apavorado em seus
olhos.



Claire quase gritou quando algum tocou seu ombro, e saltou para trs.

Era Shane, claro.

"Eu

coloquei no beco, atrs de uma la
ta de lixo.

Coberto com uma pilha de jornal
", disse ele.
"Melhor
que eu poderia fazer".



O xerife tinha terminado sua conversa, e ele, Eve, e Michael estavam indo para a porta.

Claire e

Shane estavam no carro.

Claire inclinou
-
se contra ele e sentia sua pul
sao batendo forte.

Ele
parecia calmo.



Ele no estava.


Eve nem sequer
parecia

calma.

Ela parecia bem, angustiada.

"Mas ns no

estamos
fazendo
nada!" Ela estava dizendo, enquanto eles vinham para fora.

"Senhor, por favor"


"Tenho um relato de problemas

no Quik
-
E
-
Stop", disse o xerife.

"Sua descrio se encaixa no
perfil.

E para ser honesto, vocs meio que se destacam por aqui. "


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"Mas ns no
-
" Eve mordeu o lbio de raiva, porque na verdade

eles tinham.

Michael tinha, com
certeza.

"Ns

no fizemos nada
.

Ns s queramos u
m pouco de sorvete, que tudo.
"

Escorria finos rios verdes.

Eve, assustada, olhou

para baixo e lambeu o material derretido nos

dedos.


"Melhor comer antes que tudo caa sobre voc", disse o policial, soando

relaxado e quase
humano nest
e momento.

"Eu

terei sua permisso para revistar o seu veculo, senhora?"


"Eu
-
" olhos de Eve fixo em Shane, atrs do xerife, que estava dando um

polegar para cima.

"Eu
acho que sim."


Ele pareceu surpreso, talvez at um pouco decepcionado.

"Sente
-
se ali,
na calada.

Todos
vocs."


Eles fizeram.


ela
estava usando, mas quando ela se sentou, comeou a engolir o seu sorvete.

No meio, ela

parou
e bateu com a
palma da mo na testa.

"Ow, o
w, ow!"


"Dor de cabea de sorvete?" Claire perguntou.


"No, eu fico imaginando porque ns poderamos ser to ruim como o inferno, com isso," Eve

afirmou.

"Tudo o que devamos fazer era

dirigir at Dallas.

No deveria ser to difcil, n?"


"Oliver nos fe
z parar."


"Eu sei, mas se ns no podemos ficar fora de problemas por conta prpria"


"Isso


uma dor de cabea de sorvete, certo?

Não é um aneurisma?”


" onde as coisas explodem em seu crebro?

Provavelmente a coisa que a última.” Eve suspirou
e mordeu
a parte de cone(casquinha)

da sobremesa.

"Estou cansada.

Voc est cansada
?
"


Michael no estava dizendo nada.

Ele estava olhando para o carro, e o policial

procurava
-

passava por sacos,

bolsas, porta
-
luvas, mesmo sob os assentos.

Ele finalmente olhou par
a

Shane.

"E sobre as armas?"


Ele
abriu a boca, depois fechou.


"Uh"


Nesse preciso momento, o policial abriu a mala de Claire e tirou uma

estaca de prata afiada.

Ele
segurou.


"O que isso?"


Nenhum deles respondeu por alguns segundos e, depois, Eve diss
e: " parte de uma
fantasia.

Veja, ns estamos indo para essa

Conveno?

E eu sou a vampira, e eles so os
caadores?

muito legal. "


Quase parecia real.


"Esta coisa ntida."


"As de borracha parecia muito falsas. H um prmio, voc sabe?

Para

autenti
cidade?
"


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Deu
-
lhe um olhar longo, ento deixou cair de volta na mala de Claire, vasculhou

ao redor, ento
fechou.

Ele deixou as

malas
e sacos fora do carro, espalhados, e aps a verificao

das roda
s

e
na reposio

do pneu, ele finalmente balanou a cabea
.

"Tudo bem", disse ele.

"Eu vou

deix
-
lo
ir, mas vocs precisam ir

agora
".


"O qu?"


"Eu preciso ver as luzes do carro desaparecendo dos limites da cidade.

E eu vou seguir vocs
para ter certeza de que sairo em segurana."


Oh
merda
.

"E Oliver?" Claire
sussurrou.


"Bem, ns no podemos dizer exatamente que ele seja uma desculpa," Eve sussurrou de volta

ferozmente.

Ela comeu o ltimo pedao de sorvete

e sorriu para o policial.

"Estamos prontos,
senhor!

S vamos conseguir carregar as coisas
.
"


Michael agar
rou Shane, e eles tiveram uma conversa urgente, enquanto Eve puxava uma

mala
gigante.

Eve deu um pulo,

tropeou num saco aleatrio, e desceu com um grito que se
transformou em um

uivar
.


O xerife, provando que ele no era um idiota total, imediatamente vei
o at ela e ver se ela estava
bem.


Isso deu tempo suficiente para Michael em sua velocidade de vampiro recuperar o cooler do
beco, coloc
-
lo de volta no carro, e

parecer inocente alcanando o saco ao lado antes que o
xerife ajudava a colocar algo no carro
, Eve parecia desajeitada em seus ps.


"Desculpe," Eve disse sem flego, e deu a Michael um sorriso trmulo
.

"Eu estou bem.

Apenas
um pouco ferida
.
"


“É isso", disse Shane.

"Sem sorvete para voc."


Eles terminaram de carregar as coisas no carro, e Claire

deu um ltimo olhar para as ruas
desertas, o cintilar
distante, luzes se apagavam.

No havia nenhum sinal de Oliver; nenhum.



"Bem?", Disse o xerife.

"Vamos".



"Sim senhor." Eve deslizou para o lado do motorista, fechou os olhos por um segundo, ento se

atrapalhou com suas chaves e ligou

o carro.

Michael pegou o assento do passageiro da frente, e
Claire e Shane o banco de trs.



O xerife, fiel sua palavra, entrou em seu carro, estacionado do outro lado da rua, e ligando as
luzes vermelhas e azuis
, sem

sirene.



"Obrigado", disse Michael, Eve enviou um sorriso rpido.

"Bom trabalho com a encenao.

Isso
me deu tempo para chegar ao

sangue
".



"Ainda bem que fiz isso, ento." Ela colocou o carro em sentido inverso.

"E poderamos ter uma
outra palavra por
para o sangue,

fora de Morganville?

Algo como, oh, eu no sei.

Chocolate?

Bolo
vermelho? "



"Por que sempre algo com acar com voc?" Shane perguntou.



"Cale
-
se, Collins.

Isso foi tudo sobre voc, voc sabe. "



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Ele deu de ombros e ps o brao em volt
a dos ombros de Claire.

"Sim, eu reconheo.

Desculpe
".



"O que vamos fazer?" Claire perguntou.

"Sobre Oliver?"



Ningum tinha uma resposta.



O carro do xerife solta um grito chocante de sirene, apenas para que eles saibam que falava
srio.

Eve

engoliu,
colocou o carro em sentido inverso, e trouxe o sedan para a rua.

"Acho que
ns devamos ir
,
"


disse ela.

"Quem tem o nmero do celular dele?"



"Eu ligo", disse Michael e Claire, simultaneamente, e trocaram olhares culpados.

Michael pegou o
telefone e

escr
eveu algo enquanto Eve dirigia
-

bem abaixo do limite de velocidade, o que Claire
achava muito

inteligente
-

e quando eles passaram um cartaz anunciando o limite da cidade, o
carro do xerife parou.

As luzes

ainda estavam piscando.



"Continua?" Eve pergunt
ou.


"Caras?

Deciso?
"



"Continue", disse Shane, inclinando
-
se para a frente.

"Ns no podemos voltar enquanto ele est
prestando ateno.

Se ns voltarmos.

Que eu no gosto da ideia, apesar de tudo. "



"Ideia melh
or", "Michael disse, e apontou para a frente, no lado esquerdo da estrada estreita e
escuro.

"H um

motel.

Ns faremos check
-
in, esperamos Oliver se juntar a ns.

Ns vamos ter
que ficar a toa o dia todo
, de qualquer maneira.
"



"No?" Eve pareceu chocada,

e Claire podia ver o porqu.

No era exatamente o Ritz.

No era
mesmo to bom

como o motel no filme "Psycho".

Era uma linha reta pouco de salas de alvenaria
com um sinal de non, um

cedendo alpendre, e uma luz de segurana grande para o
estacionamento.



E o estacionamento estava vazio.



"Voc no pode estar falando srio," Eve disse.

"Gente.

As pessoas so
consumidas

em lugares
como este.

No mnimo, iremos ficar trancados em um quarto terrvel, as coisas ms que iro fazer
em ns e colocar na Internet.

E
u vi os filmes.
"



"Eve", Michael disse, "filmes de terror no so documentrios."



"E ainda assim, eu realmente acho que um serial killer possui esse lugar.

No. No vamos
-

"



O telefone de Michael tocou.

Ele abriu o aparelho e leu o texto.

"Oliver diz

para parar por aqui.

Ele
vai se juntar a ns em cerca de

uma hora. "



"Voc est
brincando
."



"Hey, voc o nico que tinha que ter o sorvete.

Olha que tipo de problemas temos sobre ns
agora.

P
elo menos desta forma estamos seguros em uma sala com uma
porta que trava.

E eles
dizem que tem a HBO. "



"Isso significa Horror Sangrento. Oh Meu Deus," Eve disse.

"Este o caminho para que te
matem.

Quando voc pensa

voc est seguro. "



"Eve!"

Claire estava comeando a ficar assustada, tambm.

Eve colocou a
s mos para cima,
brevemente, em seguida, volta ao

volante.


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"Tudo bem", disse ela.

"No diga que eu no avisei, quando estivermos todos gritando e
chorando.

E eu estou dormindo com minha
s

roupas.

Com uma estaca em ambas as mos."



"Isso provavelmente n
o funcionar com vampiros."



"Primeiro, voc quer apostar?" Eve apertou os freios e colocou o carro no estacionamento.

"Em
segundo lugar, as coisas pontiagudas e afiadas tendem a trabalhar

em to
do o resto,
tambm.

Incluindo

canibais correndo em motis ass
ustadores."


Sentaram
-
se em silncio enquanto o motor era desligado e esfriava, e, finalmente, Shane

pigarreou.

"Certo.

Ento, ns vamos

entrar?
"


"Ns poderamos ficar no carro."


"Sim, isso seguro".


"Pelo menos podemos v
-
los chegando.

E tambm correr
. "


Claire suspirou e saiu do carro, entrou no escritrio de pequeno porte, e

bateu a campainha sobre
o balco.

Parecia

muito, muito alta.

Ela ouviu portas batendo por trs dela
-

Shane, Michael,

e
Eve finalmente desistiram.

O

escritrio era realmente mel
hor do que o exterior do edifcio, com
tapete

que parecia novo, cadeiras confortveis, uma TV de tela plana na parede com o som
ligado desligado.

O lugar cheirava ...

baunilha quente.


Apareceu uma senhora idosa com cabelo grisalho preso em um

rabo de cava
lo.

Claire no
poderia imaginar

quem pareceria menos com um serial killer, na verdade, ela parecia uma

av
clssica, at mesmo com os pequenos,

culos redondos.

Ela estava limpando suas mos em
uma toalha de prato e estava vestindo

um avental sobre jeans a
zul e uma

camisa xadrez.

"Posso
ajudar, querida?", Perguntou, e colocou a toalha para baixo.

Ela

parecia um pouco nervosa,
quando os outros vieram por trs dela.

"Vocs precisam de um quarto?"


"Sim, senhora" Claire disse suavemente.

Michael e Shane estava
m fazendo sua melhor

cara de
meninos agradveis
, e Eve

era
, bem, Eve.

Sorrindo.

"Talvez dois, se eles no forem muito
caros?



"Oh, eles no so caros", disse a senhora, e sacudiu a cabea.

"No

exatamente o Hilton, voc
sabe.

Trinta e cinco dlares por
uma noite, vem com o caf da manh.

Fao

biscoitos e molho de
salsicha, e

caf.

Alguns cereais.

No extravagante, mas uma boa alimentao. "


Michael concordou, assinou o livro, e contou o dinheiro.

Ela leu o

arquivo de registro de cabea
para baixo.

"
Glass?

Voc


daqui? "


"No, senhora", disse ele.

"Ns apenas estamos passando.

Indo para Dallas ".


"O que diabos te fez vir parar at aqui?", Perguntou ela.

"No se preocupe; feliz que voc tenha
feito.


L
enis limpos e toalhas nos quartos, sabonetes,
shampoo de cortesia.

Se

precisarem de
alguma coisa, s chamar.

Voc
s,
crianas tenham uma boa noite.

Ah, e cuidado.

Podemos estar
fora da

cidade, mas eu conheo a personalidade do xerife.

Ele ir fazer a viagem ser especial. "


"Por que todo mundo acha que

somos to insano
s
?" Eve perguntou, e revirou

olhos.

"Honestamente, somos agradveis.

No so todos da nossa idade que gostam de
anarquia."


Rachel Cai
ne


The Morganville Vampires 08



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"Voc poderia, se anarquia oferecesse sorvete de graa", disse Michael.

Ele aceitou

as duas
chaves e sorriu.

"Obrig
ado, senhora
-
"


"Meu nome Linda", a moa interrompeu.

"Senhora era minha me.

Embora eu

ache que estou
velha o bastante agora para ser

senhora para voc, mais uma pena.

Voc devem ir.

Deixe
-
me
terminar meu preparo.

Voc podemos voltar mais tarde.

Eu v
ou ter

cookies de chocolate
fresquinhos".


A boca de Eve caiu aberta.

Mesmo que Michael parecia impressionado.

"Uh, obrigado", ele

disse,
e eles se retiraram para o estacionamento, olhando um para o outro.

"Ela est fazendo biscoitos."


"Sim", disse Shane.

"Horripilante.

Ento, porque estamos fazendo isso? "


"As meninas vo para seu prprio quarto", disse Eve, e arrancou uma das chaves da mo de
Michael.

"Oh, venha,

No me venha com essa cara.

Voc sabe o que a coisa certa a se fazer. "


"Sim, eu sei", d
isse Michael.

"Parece que eles so bem um do lado do outro".


Eram, quartos um e dois, com uma porta de ligao entre eles.

No interior


Como a recepo de
Linda


eram bem bonitos.

Claire olhou o banheiro, que to bom

quanto o
de casa


e

mais
limpo.

"Ei
, Eve?" Ela chamou, enfiando a cabea na porta.

"Eu deveria estar apavorada agora ou
depois?"


"Cale
-
se," Eve disse, e se largou em uma das duas camas, cruzando os

ps nos tornozelos,
enquanto ela procurava o controle da TV.

"Ok, no o Motel do Inferno.

Eu admito isso.

Mas
poderia

ter sido ....

Hey, veja isso


est passando a maratona de
Jogos Mortais

na HBO!”


timo.

Era s que eles precisavam.

Claire revirou os olhos, saiu at o carro e ajudou os meninos
a descarregarem o material

que
eles precisavam
-

que era, na verdade, quase tudo no momento
em que

terminaram.

Eve permaneceu calmamente
, zapeando canais e procurando o mais
confortvel

travesseiro.


Shane arrastou sua mala para o quarto e jogou no cho

ao lado de sua cama.

"Hey princesa
Dark?

Aqui est

o seu lixo.

Ento, morda
-
me.”


"Espere, aqui est a sua gorjeta
-
" Ela mostrou o dedo para ele, sem tirar os olhos da TV.

" bom
saber que ainda podemos

ser a mesma coisa, mesmo fora de Morganville, certo? "


Ele riu.

"Certo." Ele olhou para Claire, que a
poiava a sua mala prpria contra a parede e olhou em
volta.

"Ento eu acho que isso boa noite?"


"Acho que sim", disse ela.

"Um, a menos que vocs querem assistir a filmes?"


"Vou trazer as batatas chips".


Duas horas depois, eles estavam deitados na cam
a, largados, gemendo e estremecendo e
gritando coisas para

tela.

O som estava ligado alto, e que com todos os gritos e as motosserras e
tal, que levou alguns

segundos para o som de
fora

da sala de passar para qualquer um
deles.

Michael ouviu em primeiro lu
gar, claro, e

quase levitando para fora da cama para
atravessar a sala e puxar as cortinas.

Eve mexeu para silenciar a TV.


"O qu?

O que isso? "


Fora do estacionamento, Claire ouvia agora buzinas, risos embriagados, e o barulho de metal.

Ela
e Shane

saltaram para fora da cama tambm, e Eve ficou em ltimo lugar.

Rachel Cai
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"Hey!", Ela gritou, e Claire estremeceu com a raiva em sua voz.

"Ei, voc idiotas, esse o meu
carro
!"


Eram os trs idiotas da parada de caminhes, agora com cerca de uma caixa de cerveja m
ais
estpidos, que realmente no pareceria possvel, em teoria.

Mas eles estavam indo atrs do carro
de Eve com uma marreta enorme e dois bastes de beisebol.


O vidro da janela da frente foi quebrado com um golpe do martelo, que foi balanado pelo idiota
raivoso.


O Cara de laranja virou um basto de beisebol e adicionou um outro dente fundo no cap j
horrivelmente danificado.

O

ltimo cara tirou fora o espelho lateral, enviando
-
o para o campo
esquerda com um duro golpe.


O Cara de laranja soprou um bei
jo banguela para Eve, pegou algo no bolso e tirou uma garrafa
de vidro cheia de

algo que parecia levemente rosado, como limonada ....


"Gasolina", disse Michael.

"Eu tenho que det
-
los."


"Voc vai ser morto seu burro", disse Shane, e atirou
-
se no caminho.

"De jeito nenhum.Isso no
Morganville, e se

voc acabar em uma cela, voc vai
morrer
.

Entendeu?"


"Mas o meu
carro
!" Eve resmungou.

"No, no, no ..."


O Cara de laranja derramou todo a gasolina no interior, em seguida, risco um fsforo.


O carro de
Eve parecia uma fogueira do baile de Boas
-
Vindas da escola.

Eve gritou de novo e
tentou passar por Shane, tambm.


Ele apoiou
-
se para bloquear a porta e evitou uma batida dela.

"Claire!

Quer ajudar?", Ele gritava,
enquanto Evae realmente

descontrolada
.

Cla
ire agarrou os braos da amiga e a puxou para
trs.

No foi fcil.

Eve era maior,

mais forte, e um pouco mais louca apenas agora.


"Vamos!" Eve gritou.


"No!

Acalme
-
se.

tarde demais.

No h nada que voc pode fazer! "


"Eu posso chutar suas bundas!"


Mi
chael j tinha chegado mesma concluso que Shane, e enquanto Claire deixava Eve livre, ele
passou os braos em torno dela, trazendo
-
a para uma parada rpida.

"No", disse ele, "no, voc
no pode." Seus olhos

estavam vermelhos cintilantes, com fria, e e
le piscou os olhos e respirava
fundo, at ser ele prprio novamente, os olhos azuis

de
Michael


ficarem sob controle.



Os trs homens no estacionamento gritaram e gritaram enquanto o carro de Eve queimava, ento
voltavam para sua grande

picape enquanto a

porta do escritrio do motel batia aberta.


A av Linda estava l, olhando como a ira de Deus em um avental.

Ela tinha uma espingarda, que
ela apontou

em um ngulo para o cu e disparou.

A exploso foi bem chocante.

"Perdedores,
idiotas!", Ela gritou,

rec
uando os trs homens.

"Da prxima vez que eu ver seus faris, eu vou te
dar um tiro bem especial!"


Rachel Cai
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Ela deu outro tiro, mas ela nem precisava acompanhar, a pickup j estava partindo, cuspindo de
cascalho pelos pneus enquanto eles voavam para fora do estaci
onamento, fez um rpido U,
dando meia
-
volta e rumando de volta para os limites da cidade de Durram.


A av Linda colocou a espingarda no ombro, franziu o cenho para o carro em chamas, e voltou
para o escritrio.

Ela

voltou com um extintor de incndio, e ap
agou o incndio com cinco
exploses rpidas de espuma branca.


Shane abriu a porta e foi imediatamente atropelado por Eve, que explodiu aps ele, com Michael
bem

trs.

Shane e Claire seguido por ltimo.

Claire se sentia fisicamente doente.

O carro estava
t
otalmente
acabado
.

Mesmo com o

fogo sob controle, as janelas estavam quebradas, a lataria
amassada e torcida, os faris quebrados, pneus furados,

e os assentos estavam queimados em
vrios lugares.


Ela tinha visto destroos melhor no ferro
-
velho.


"Esses t
rs so o sentido de que deus nos deu um vrus", disse Linda.

"Eu vou

chamar o xerife,
faz
-
lo vir aqui para fazer

uma denncia.

Sinto muito, querida. "


Eve estava chorando, soluos violentos que a estremeciam enquanto ela olhou para os destroos
do carro

que amava.

Claire colocou o brao em torno dela, e Eve se virou e enterrou

rosto no
ombro de Claire.

"Porqu?"

ela gritou, cheia de raiva e confuso agora.

"Por que eles nos
seguem?

Por que

eles fazem isso? "


"Ns assustamos eles", disse Michael.

"Pessoa
s assustadas fazem coisas estpidas.

Bbados

assustados fazem coisas mais estpidas ainda."


Linda assentiu.

"Tem razo, meu filho.

uma pena, no entanto.

Odeio ver algo como isso
acontecer

com
crianas agradveis apenas cuidando de seu prprio negcio.

A
s pessoas gostam
disso, elas apenas

precisam descontar em algum, e todos

por aqui j tiveram o bastante
deles.

Acho que eles perceberam que vocs eram os novos

brinquedos ".


"Eles esto errados", disse Michael.

Seus olhos brilharam brevemente vermelho,
em seguida,

de
volta para o azul desbotado.

"Mas ns temos

problemas.

Como vamos chegar sem o carro?"


"Devemos ficar felizes por temos tirado as nossas coisas fora", disse Shane, e Michael,

sabendo
de que ele estava falando, olhou

momentaneamente doente,
ento balanou a cabea.

"Eve e eu
vamos fazer algumas compras amanh.

Ver

o que podemos pegar na cidade. "

Eve fungou e
enxugou os olhos, fazendo uma confuso em seu rosto.

"Eu

no tm dinheiro para comprar um
carro novo."


"Ns vamos encontrar uma maneir
a," Shane disse, como se isso tudo fizesse sentido e que lhe
tinha acontecido era recorrente.

Claire suspeitou,

que
com sua histria, ele provavelmente
tinha.

"Vamos l, ficar de bobeira aqui no

boa opo.

Poderamos ver a noite.

Ns no
precisamos ir a

lugar algum."


Linda suspirou.


"idiotas
tolos.

Espere aqui um segundo. "


Ela voltou para o escritrio, levando o extintor de incndio, e voltou com uma pequena tigela de
cermica

cheia de .
..


"Cookies", disse Shane, e aceitou dela.

"Obrigado, Linda."


Rachel Cai
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"Mnimo que posso fazer." Ela chutou uma pedra, franzindo a testa e balanou a cabea."Idiotas

tolos.

Vou ficar sentada aqui o resto da noite, me certificando que eles no iro voltar."


De al
guma forma, Claire no achava que eles iriam voltar.

Linda tinha olhado

muito sria com a
espingarda.


A alegria dos filmes tinha terminado, mas os biscoitos estavam quentes, frescos,

e deliciosos.

As

lgrimas de Eve secaram

e deixou uma raiva febril em se
u lugar.

Ela tomou um longo banho para
se acalmar e quando ela saiu do banheiro, envolta em vapor, ela parecia pequena e vulnervel,
despojada de sua armadura gtica.


Claire a abraou e deu
-
lhe um biscoito.


em
torno de si mesma enquanto ela subia na cama.

"Os garotos j foram?", Perguntou ela.


"Sim, eles j foram", disse Claire.

"Se importa se eu
-
?"


"No, v em frente.

Eu vou apenas sentar aqui e assistir meu carro virar fumaa." Eve olhou as
cortinas tri
stemente, que foram

fechadas, felizmente.


Claire sacudiu a cabea, pegou suas coisas e foi tomar seu

banho.

Ela fez isso na velocidade da
luz, metade

convencido de que Eve iria encontrar alguma maneira de se meter em apuros
enquanto ela ainda estivesse no

banho, mas quando ela surgiu

rosa e molhada e brilhante da
gua quente, Eve estava exatamente onde a havia

deixado, zapeando pelos canais

de TV.


"Esta a pior viagem,
de todas
," Eve disse.

"E eu perdi o final do

o filme. "


"Jigsaw
19

sempre vence.

Voc s
abe disso."


Houve um som suave na porta do quarto do motel.

Algo como um

som de algo coando
; ento
uma batida.

Eve se sentou na cama

"Que diabos foi isso?

Porque eu estou pensando num serial
killer!”


" Shane, tentando nos fazer pirar.

Ou talvez seja es
ses caras de novo ",


Claire disse.

"Shhh". Ela foi at as

cortinas e espiou para fora, com cuidado.

A luz era fraca na
frente da

porta, mas ela viu algum cado

contra a parede.

Sozinho.

"Apenas um rapaz
-

eu no
posso v
-
lo."


"Assim, a opo serial kill
er continua sobre a mesa?

Nova regra.

A porta

no abre. "


Ambas pularam quando veio bater com estrondo na porta.

"Deixem
-
me entrar",

a
voz de Oliver
ordenou.

"Agora".


"Oh," Eve disse.

"Nesse caso, regra nova.

Alm disso, tecnicamente, ele um

serial kil
ler, certo?
"


Claire realmente no quero pensar muito sobre isso, porque ela estava com medo de Eve estar
certa.


Ela escorregou para trs as trancas e abriu a porta, e Oliver entrou na sala.

Ele deu dois passos
antes dos joelhos dele fraquejarem, e ele ca
ir.



"No toque nele!", Disse Claire enquanto Eve saiu da cama para aproximar
-
se dele.

Ela podia ver
sangue em cortes e

n
ele.

"Traga Michael.

Depressa."





19

Este personagem quem comanda os Jogos Mortais.

Rachel Cai
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Esse no o problema, Michael e Shane j estavam abrindo sua prpria porta, e os quatro
estavam em p

juntos quando Oliver rolou de lado, depois para as costas, olhando para cima.



Ele parecia mal
-

plido, com feridas abertas em seu rosto e mos.

Suas roupas foram cortadas,
tambm, e estavam

encharcadas de sangue dentro deles.

Ele no falou nada.

Michae
l correu de
volta para seu quarto e voltou com o cooler.



Ele se ajoelhou ao lado de Oliver e olhou por cima do ombro em trs deles.

"Vocs precisam
sair.

Ir para o outro lado

.

Agora.

Depressa."



Shane agarrou as duas meninas e levou
-
as para fora, fecha
ndo a porta atrs dele e deixando
Michael sozinho com


Oliver.



Claire tentou voltar.



"No, voc no pode," Shane disse, e guiou
-
as em seu quarto.

"Voc sabe melhor.

Se ele precisa
de sangue, vamos


consegui
-
lo do refrigerador.

No da torneira."



"O
que aconteceu com ele?" Eve fez a pergunta lgica, assustadora, que Claire tinha feito em
algum nvel, tentando

no mostrar no rosto.

"
Oliver
.

Idiota ambulante.

E algum fez isso com
ele.

Como?

Por qu? "



"Eu acho que isso o que temos de perguntar a
ele", disse Shane.

"E torcer para que ele no
esteja tendo um desejo srio de

lanchinhos

meia
-
noite."



"Droga," Eve disse.

"Por falar nisso, eu deixei os biscoitos.

Eu poderia comer outro biscoito agora.
O quo assustados estamos agora? "



"Dado o carr
o e qualquer problema Oliver despertou?

Provavelmente muito assustados.

Mas
hey.

Isso normal, n?"



"Agora, eu gostaria que realmente, realmente que no tivesse acontecido."



Eles se sentaram para jogar poker at Michael voltar, com Oliver atrs dele.

Ele estava de p e
andava,

embora ele parecia como se tivesse colocado suas roupas numa mquina trituradora.



Ele no parecia feliz.

papel do hippie, mas

i
sto pareceu infeliz, mais.



"Precisamos sair", disse.

"Rapidamente".



"Bem, isso um problema," Shane disse, "se observou como o nosso transporte l fora no
exatamente mais til,

mesmo que no tenha problemas com assentos semi
-
queimados " Nem
mesmo o tronco, no mais, graas a
o

trabalho de marreta.

"Alm disso, temos menos de duas
horas para amanhecer.

No vai acontecer, de qualquer maneira. "



Michael disse: "Oliver, hora de nos dizer porque ns viemos aqui, em primeiro lugar.

E o que
aconteceu com voc."



"No da sua co
nta", disse Oliver.



"Desculpe
-
me, mas desde que nos arrastou para c com voc, eu diria que da nossa conta
agora."



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"O meu negcio destruiu seu carro?

No, essa foi a sua prpria idiotice.

Repito, voc no precisa
saber, e eu

no preciso dizer.

Deixe
isso." Parecia quase ele mesmo, mas fraco, e ele sentou
-
se
na borda da

cama como se estivesse em p ele se cansasse
-

no como Oliver.



"Voc est bem?" Claire perguntou.

Ele olhou para cima e encontrou os olhos dela, e por um
segundo ela viu algo terrve
l nele: medo
-

medo esmagador, cansado, antigo.

Ele chocou
-
a.

Ela
no tinha pensado que Oliver poderia realmente ter medo

de nada, nunca.



"Sim", ele disse: "Eu estou bem.

Feridas cicatrizando
.

O que no o que vai acontecer se
continuarmos presos aqui.

Ns

no podemos

esperar para o salvamento de
Morganville.

Devemos comear em nossa maneira antes da noite seguinte."



"Ou?" Claire perguntou.



"Ou o pior vai acontecer.

Para todos ns." Parecia ...

assombrado.

E muito cansado.

"Eu preciso
descansar.

Enco
ntrar um carro ".



"Ah
-

ns no somos exatamente rolando em dinheiro."



rasgos no couro,

e abriu
-
a para revelar um monte de notas novas verde.



Centenas.



Ele en
tregou a pilha inteira.

"Eu tenho mais", disse ele.

"Tome isso.

Deve ser o suficiente para
comprar algo

usvel.

Certifique
-
se que tem espao suficiente no porta
-
malas."


Depois de hesitar um segundo, os dedos de Eve
se fecharam em torno do
dinheiro.

"Olive
r?

Srio, voc est bem? "



"Eu ficarei", disse ele.

"Michael, voc acha que h um outro quarto no motel que eu posso ocupar
at estamos

pronto para sair? "



"Eu vou ver se tem", disse Michael.

Ele escorregou para fora da porta e foi embora em segundos,
indo para o escritrio.

Oliver

fechou os olhos e recostou
-
se contra a cabeceira.

Ele parecia to
profundamente miservel que Claire, sem

pensar, estendeu a mo e, apenas sendo gentil,
colocou a mo em seu brao.



"Claire," Oliver disse suavemente, sem abr
ir os olhos, "eu te dei permisso para me tocar?"



Tirou a mo
-

rapidamente.



"Apenas me deixe sozinho.

Eu no sou eu mesmo neste momento."



Na verdade, ele era muito como ele sempre foi, na medida em que Claire poderia dizer, mas ela o
deixou ir.



Ev
e estava abanando o dinheiro, contando
-
o.

Seus olhos estavam cada vez mais amplos maior
que realmente eram.

"Caramba", ela

sussurrou.

"Eu poderia comprar um iate com isso.

Wow.

Eu
no tinha ideia de que manter um caf

f
osse um bom trabalho. "



"No", diss
e Shane.

"Ele provavelmente tem montes de ouro, sentado debaixo de seu sof,
almofadas.

Ele teve muito tempo para

ficar rico, Eve ".



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"E tempo suficiente para perder tudo, uma ou duas vezes", disse Oliver.

"Se vocs querem ser
tcnicos.

Eu j fui

rico
.

At
ualmente, estou ...

no to pobre como eu era antes.

Mas no to rico,
tambm.

A maldio das guerras dos humanos e

sua poltica.

difcil manter o que voc tem,
especialmente se voc est sempre do lado de fora".



Claire nunca havia pensado sobre como o
s vampiros tinham o dinheiro que tinham, ela
supostamente no acreditava que foi

fcil, realmente.

Lembrou
-
se de todas as notcias da TV que
ela tinha visto, com pessoas correndo para salvar suas vidas a partir de

zonas de guerra, levando
o que podiam.



O
liver teria sido uma dessas pessoas, uma vez.

Amelie, tambm.

E Myrnin.

Provavelmente mais
do que

uma vez.

Mas eles vivem atravs deles.



Eles eram os sobreviventes.



"O que aconteceu l fora?" Claire perguntou, realmente no esperava que ele respondesse
.



Ele no a desapontou.






































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SEIS

Uma vez que Oliver tinha seu prprio quarto


quarto trs, claro


no motel, Claire, Eve e Shane
comearam a tornar os quartos que Michael e Oliver estariam durante o dia a prova de luz.

Aquilo
no era to difcil; as persianas nas janelas eram realmente boas e um pouco de fita isolante ao
redor das frestas garantiu que o quarto permanecesse escuro


isso e um NO PERTURBE
pendurado em cada porta.


“Vedado e trancado como a morte,” Shane
disse a Michael conforme os trs deles deixaram o
quarto. O horizonte estava começando a ficar rosado pelo amanhecer. “Eu ligarei quando
estivermos na porta novamente, no seu celular. Não aNra para mais ninguém.”


“Você disse isso para Oliver?”


“Eu pareço

estúpido? Deixe que ele encare seus próprios proNlemas, cara.”


Michael chacoalhou a caNeça. “Tomem cuidado li fora. Eu não gosto de mandar vocês três
sozinhos.”


“Linda estari armada conosco,” Eve disse. “Literalmente. Com, você saNe, uma
arma.



“Na ver
dade, Linda nos levar. Ns falamos que compraramos caf da manh para ela e
conseguir algumas coisas pesadas para ela na loja. Meio que um bom acordo, alm de que eu
acho que todos gostam dela. Ninguém viri atris da gente enquanto ela estiver conosco.”


Talvez tenha sido um pensamento muito otimista, mas Michael pareceu um pouco aliviado com
isso, ento bateu o punho ao de Shane conforme fechava a porta. Eles ouviram o trinco girando.


“Bem,” disse Eve, “Esse é o começo de um Nelo dia em que eu não dormi,

queimaram meu carro
e eu não posso usar maquiagem, o que simplesmente maravilhoso.”


A coisa de no usar maquiagem foi ideia de Shane, e Claire tinha que admitir, foi uma boa idia.
Eve era, de longe, a mais fcil de ser reconhecida de seu grupo, mas sem
o p de arroz, mscara
ela uma blusa nem um pouco gtica, apesar de Eve ter insistido numa roxa. Com um par de jeans
claros, Eve parecia quase... Normal. Ela

at colocou seu cabelo para trs numa nica ponta no
pescoo.


Sem nenhuma caveira a vista, apesar de suas botas continuarem parecendo um pouco
intimidadoras.


“Pense nisso como um traNalho disfarçada,” Shane disse. “Em uma zona militar hostil.”


“Para vo
c fcil dizer isso. Tudo o que voc precisa fazer colocar uma camisa comum e
encontrar um bon de baseball. Se ns pudermos encontrar para voc algum cigarro de capim,
você estari perfeito.”


“Eu não estou disfarçada,” Claire disse.


Eve engasgou. “Qu
erida, voc
vive
disfarada. O que sorte nossa. Vamos l, talvez Linda ainda
tenha alguns Niscoitos soNrando.”


“Para o café da manhã?”


“Eu nunca disse que eu era uma nutricionista nazista.”

Rachel Cai
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Linda estava acordada


bocejando e cansada, mas acordada


q
uando eles abriram a porta da
recepo.


de Niscoitos no Nalcão. Eve parecia aliviada. “Ah


eu poderia pegar um pouco de café, tamNém?”


“Bem ali na garrafa. Prepa
re um Nem grande para você, ji esti sendo um longo dia.”


Linda tinha colocado outra blusa


mesma estampa, s que de outra cor


mas de resto, ela
parecia totalmente a mesma. “Então, vocês crianças conseguiram dormir um pouco?”


“Não muito,” Shane murmur
caneca branca cheia de caf. Ele estendeu a mo em um pedido silencioso para ela pegar um
pouco para ele tambm. Ela girou os olhos, colocou a garrafa de volta no fogo e passou por ele
indo at o
s Niscoitos. “Pegue você, senhor atitude.”


“A atitude vem de
algum
que não quer nem dividir seu próprio café.” Shane reclamou e pegou o
seu prprio, enquanto Eve atacava o prato de biscoitos e Claire mordia um pedao de um,
tambm. Ela achava que devia s
e sentir mais cansada. Ela provavelmente sentiria, mais tarde,
mas agora, ela se sentia


excitada? Talvez nervosa fosse um termo melhor para isso. “Então,”
ela se aventurou, “onde vocês vão comprar um carro aqui?”


“Em Durram?” Linda Nalançou a caNeça. “A
lguns de ns usamos usados, s isso. Qualquer carro
novo, ns temos que ir para a cidade comprar. No que tenham muitos carros novos por aqui
esses dias. Durram costumava ser uma cidade do petrleo, de volta aos bons tempos, jorrava um
monte disso do cho,

mas quando acabou, a cidade atingiu o cho com fora. As pessoas esto
indo embora desde ento. Nunca foi grande, mas o que vocs vem agora no nem a metade
do que ela foi quinze anos atris, e naquela época virios desses prédios ji estavam fechados.”


“Porque você continua aqui?” Shane perguntou, e NeNericou o café. Linda suspirou.


“Onde mais eu poderia ir? Meu marido foi enterrado aqui, voltou morto da Guerra no Iraque,
primeiro. Minha famlia est aqui, incluindo Ernie, meu neto. Ernie o dono de um
a das lojas de
carros, onde eu acho que ns podemos achar o que vocs querem com um bom acordo a essa
hora da manhã.” Ela sorriu. “Se uma velha mulher não conseguir fazer o seu neto sair da cama
antes do entardecer para fazer um favor para ela, no h porq
ue ir embora. Apenas me deixem
terminar meu café e nós vamos tomar nosso caminho.”


Ela tomou rpido, mais rpido que Shane e Eve pudessem tomar os seus prprios, e dentro de
mais ou menos cinco minutos os quatro deles estavam amontoados no banco do passag
eiro da
pick
-
up de Linda, com mais ferrugem que tinta do lado de fora, e bancos rasgados por dentro.
Claire sentou no colo de Shane, o que no era nem um pouco ruim em sua perspectiva. Pelo jeito
que ele segurava ela no lugar, ela no achava que ele reclam
aria, tambm. Linda deu partida na
pick
-
up com um chiado de metal, e o motor rugiu conforme ela arrancou do estacionamento de
cascalho para a estrada de duas mos em direo a Durram.


“Huh,” ela disse conforme eles passaram a placa de limite da cidade, qu
e mal dava para ser lida
pelos Nuracos de tiros. “Geralmente hi um delegado aqui pelas manhãs. Acho que alguém
dormiu demais. Provavelmente foi o Tom. Tom gosta de ficar at tarde nos bares, as vezes, ele
vai se dar mal por misturar isso de novo.”


“Você q
uer dizer demitido?”


“Demitido? Não em Durram. Você não é demitido em Durram, você passa vergonha.”

Rachel Cai
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Linda dirigiu alguns quarteires, passou algumas lojas vazias e um posto de gasolina vazio, ento
virou para a direita e então para a esquerda. “Aqui est
amos.”


A placa dizia AUTOMVEIS HURLEY, e era de um milho de anos atrs. Algum a tinha
acertado com munio de espingarda de caa tambm, era uma vez, mas pela ferrugem, foi a um
bom tempo atrs


talvez antes de Claire ter nascido; talvez antes de sua
me
ter nascido. Havia
uma pequena, triste coleo de carros velhos estacionados na frente de uma construo de
alvenaria, que parecia que podia ter sido construdo pelo mesmo homem que construiu o motel de
Linda.


Pensando nisso, provavelmente era.


A con
struo era pintada de azul plido com um caimento vermelho escuro no telhado e janelas,
mas a coisa toda tinha envelhecido para uma espcie de cinza com o tempo.

Conforme Linda parou a pick
-
up com um piso nos freios, a porta da frente abriu, e um jovem
homem saiu e acenou.


“Ooh, fofo,” Eve sussurou para Claire. Claire concordou. Ele era mais velho, talvez vinte ou
quase, mas ele tinha um rosto bom. E um timo sorriso, como sua av.


“Oh, ele é fofo!” Shane disse em uma falsa voz de garota. “Nossa, talve
z ns possamos cham
-
lo
para sair!”


“Cale a Noca, seu idiota. Claire, Nata nele!”


“Finja que eu Nati,” Claire disse. “Olhe, ele esti sangrando.”


Shane aspirou. “Não. Ok, saiam da pick
-
up antes que isso fique estúpido.”


Linda, ignorando eles, j tinha s
ado pelo lado do motorista e estava andando at seu neto.
Conforme eles se abraaram, Claire escorregou do colo de Shane para a calada. Ele pulou ao
lado dela, e então Eve apareceu tamNém. “Uau,” ela disse, olhando para os carros em exposição.
“Isso é tã
o
-



“Triste.”


“Eu ia mais para o lado de aterrorizante, mas é, isso funciona tamNém. Ok, nós podemos
concordar em qualquer coisa que no seja uma mini
-
van, por favor?”


“Yep,” Shane disse. “Eu concordo com isso.”


Eles passearam pelo lugar. No demorou m
uito para que eles tivessem olhado tudo que estava
estacionado na frente, e pela expresso de Eve, Claire podia dizer que no tinha uma nica coisa
que ela seria pega morta dirigindo


ou mais precisamente, pega com a morte, dirigindo. “Isso é
uma merda.”
Eve disse. “A única coisa que tem um porta malas descente é
rosa.
” E não só um
pouco rosa, alis; parecia com uma fbrica de rosa tivesse sido jogada por todo ele.


O neto de Linda andou ao redor, seguido dela. Ele pegou o final da reclamao de Eve, e
bal
ançou a caNeça. “Você não quer essa coisa, de qualquer jeito,” ele disse. “Costumava
pertencer a Janie Hearst. Ela dirigiu isso quinze mil quilmetros sem trocar o leo. Ela acha que
ela a Paris Hilton de Durram. Oi, eu sou Ernie Dawnson. Ouvi que vocs
esto procurando por
um carro. Sinto muito pelo que aconteceu com o de vocs. Aqueles idiotas so perigosos


sempre foram desde que eu era criança. Fico feliz que ninguém se machucou.”


Rachel Cai
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“É, Nem, nós só queremos dar o for a da cidade,” Eve disse. “Era meu
carro. Era um realmente
legal Caddy clissico, saNe? Preto, com…nadadeiras? Eu tinha esperanças que alguém na cidade
pudesse concert
-
lo, e eu poderia peg
-
lo depois, talvez em algumas semanas?”


Ernie concordou. Ele tinha olhos verdes, uma cor que se desta
cava em sua pele queimada pelo
sol; seu cabelo era castanho, e ondulado, e caia bastante em seu rosto.


Claire gostou dele instintivamente, mas ento ela se lembrou que o
ultimo
estranho fofo que ela
gostou. Aquilo no terminou muito bem. De fato, aquilo
terminou muito, muito mal, com o sangue
dela sendo drenado do corpo.


Ento ela no sorriu muito de volta para Ernie.


“Eu acho que eu posso arranjar isso,” ele disse. “Algumas semanas nisso e a loja de reparos
pode fazer verdadeiras mgicas nele, mas voc

tem que deixar um bom adiantamento para ele.
Ele tem que fazer o pedido em partes.”


“Hey, se você me fizer um Nom acordo em um carro descente que não seja rosa, eu estou Nem
com isso.”


“Bem, o que você vê é Nasicamente tudo o que nós temos, exceto

“ El
e olhou para Eve por
alguns longos segundos, então Nalançou a caNeça; “Não, você não estaria interessada naquilo.”


“No quê?”


“Algo que eu mantenho nos fundos. Ninguém por aqui compraria. Eu estive tentando fazer um
acordo com a companhia em Dallas para t
ir
-
lo de minhas mos. Mas como voc disse um
grande Caddy clssico




Eve pulou um pouco no lugar. “Perfeito! Vamos ver isso!”


“Eu só estou te avisando, você não vai gostar disso.”


“É rosa?”


“Não. Definitivamente não é rosa. Mas




Ernie suspirou


“Ok, claro. Me sigam.”


“Isso deve ser Nom,” Shane disse, e procurou em seu Nolso por um Niscoito que ele tinha
escondido l. Ele quebrou ao meio e ofereceu a Claire.


“Não posso esperar,” ela disse, e aceitou; porque Linda era mão cheia em preparar Niscoi
tos. “Eu
não posso acreditar que eu estou comendo Niscoitos no café da manhã.”


“Eu não acredito que estamos presos em Durram, Texas, com um carro queimado, dois vampiros,
e os biscoitos so
bons
.”


E... Ele tinha um ponto.


Eve tinha um olhar em seu rosto

como se ela tivesse acabado de encontrado Santo Graal, ou
seja qual fosse o equivalente gtico para isso. Ela encarou, olhos arregalados e brilhando, boca
aberta, e a satisfao em seu rosto era estranhamente contagiante.


“Esti a venda?” ela perguntou. E
la estava tentando agir normalmente, Claire pensou, apesar de
estar fazendo errado por quilmetros.


Rachel Cai
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“Quanto?”


Ernie no estava sendo enganado nem por um segundo. Ele esfregou seus lbios com o dedo,
olhando para Eve, e ento para o carro.


“Bem,” ele di
sse pensativo. “Eu acho que eu posso fazer por três mil. Porque você é amiga da
vovó.”


Linda disse, “Não tente trapacear com essa garota. Eu seu que você pagou Matt da funeriria sete
mil dlares pela maldita coisa, e ela tem estado aqui parada pelos ltim
os seis meses pegando
poeira. Voc deve deixa
-
la levar por mil, no miximo.”


“Vó!”


“Não venha
v

fúneNre?”


“Bem,” ele disse. “Eu estive traNalhando em torni
-
lo mais um tipo de nibus

de festa.”

Ele era
gigante
. Ele era preto reluzente, com uns arabescos e detalhes em prata, e cortinas
brancas na parte de trs. A av Linda estava certa


estava coberto com poeira do deserto, mas
por baixo ele parecia
afiado


realmente
afiado.


“ÔniNis

de festa?” Eve disse.


de luxo, no corredias de metal ou grampos como deveria ter usualmente para caixes. Ele
construiu bancos baixos em ambos os lados,
dois de cada lado, um de frente para o outro.


“Eu coloquei os porta
-
copos,” ele disse. “Eu estava indo para a tela de DVD no teto, mas fiquei
sem dinheiro.”


Eve, como se estivesse em transe, colocou a mo no bolso e tirou o dinheiro. Ela contou trs mil
dlares e passou para Ernie.


“Você não quer dirigir primeiro?” ele perguntou.


“Ele corre?”


“Sim, até que Nem.”


“Tem ar condicionado?”


“É claro. Na frente e atris.”


“Chaves,” ela estendeu a mão. Ernie levantou um dedo, correu de volta para o escritóri
o, e correu
com um chaveiro pendurado em um dedo. Ele o entregou a ela com um sorriso.


Eve abriu a porta da frente e deu partida. Ele pegou com uma engasgada, ento repousou num
bom, quase ronronar.


Eve arrumou a direo no lugar e ento ela a
abraou


literamente. “Meu,” ela disse. “Meu, meu,
meu.”


“Ok, isso esti realmente começando a me assustar,” Shane disse. “Nós podemos pular a parte do
estranho amor oNsessivo e irmos direto para a parte de dirigir?”

Rachel Cai
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“Você entrem e deem uma volta,” Ernie disse. “E
u vou preparar a papelada em no mximo quinze
minutos.”


“Tiro!” Shane disse, um segundo antes de Claire. Ele piscou para ela. “E você fica com o lugar do
cara morto.”


“Engraçado.”


“Espere até que tenham verdadeiros caras mortos li atris.”


No era segur
o dizer isso, no na frente de Ernie e Linda; depois de um segundo, Claire viu
Shane perceNer isso. Ele piscou e disse. “Bem, talvez não. Mas isso seria engraçado.”


“Hilirio,” Claire concordou, e deu a volta até a parte de tris. Entrar foi meio que um des
afio, mas
uma vez que ela estava sentada, parecia como uma limosine devia ser. Ela olhou ao redor por um
sinto de segurana e encontrou um, ento o prendeu nela. No fazia sentido morrer numa batida
de carro fnebre. Isso parecia um pouco ironicamente trg
ico, até mesmo para Eve. “Hey, aqui
realmente
tem porta
-
copos.”


“Destino,” Eve disse suspirando.


“Eu não tenho muita certeza de que o destino tinha que queimar seu carro para chegar ao ponto,”
Shane disse, prendendo seu próprio cinto de segurança.”


“Não
, no isso. O carro fnebre. Eu vou chama
-
lo de Destino.”


Shane encarou Eve por longos, longos segundos, ento chacoalhou a cabea lentamente.


“Você ji considerou medicação, ou




Ela o empurrou.


“Ah. Devolta ao normal. Excelente.”


Eve manobrou seu

carro funerrio com cuidado e acostumando com o tamanho da coisa.

“Isso provavelmente gasta litros de gasolina por quilometro,” ela disse. “Mas
caramba.
to
dark!”


Claire puxou a cortina branca para o lado para olhar para fora conforme eles passavam pe
la loja
de carros usados. Linda e Ernie estavam na frente do escritrio, acenando, ento ela acenou de
volta.


“Eu sou provavelmente a primeira pessoa acenando daqui de tris,” ela disse. “Isso é estranho.”


“Não, isso é
incrvel.
Incrvel deliciosamente, d
e um jeito assustador. Ok, aqui vamos ns, se
segurem...” Eve pisou no acelerador, e o carro fúneNre deu um pulo para frente. Shane se
segurou no painel. “Wow. Legal. Eu pensei que ele só ia, vocês saNem, velocidade de funeral ou
algo assim.”


“Você não es
ti realmente nomeando essa coisa.”


“Eu estou. Destino.”


“Pelo menos o chame de Intimidador. Algo legal.”


Rachel Cai
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“Meu carro,” Eve disse, e sorriu. “Minhas regras. Você pode ir comprar o rosa se quiser.”



Eve deu a volta no quartei
ro sem incidentes, ento colocou o carro fnebre de volta na
concessionria em cerca de cinco minutos, guindo cuidadosamente at a frente do escritrio.
Conforme ela rodava a chave, ela suspirou e ento se esparramou no banco de couro em
satisfação. “Essa

a
melhor viagem de todos os tempos.



Shane se soltou. Claire se mexeu para abrir a porta de trs e o encontrou esperando por ela,
agarrando ao redor de sua cintura e a ajudando a descer. Ele no soltou ela imediatamente,
tambm. Isso foi legal, e ela s
e sentiu pendendo em sua direo, como se o mundo tivesse se
inclinado na direção dele. “Eu acho que é melhor nós entrarmos e termos certeza de que ela não
pague ainda mais para ele,” Shane disse. “Porque ela pagaria, por essa coisa.”


“Ela é generosa,” Cl
aire concordou. “Além disso, talvez Linda tenha mais desses Niscoitos.”


“Isso é um Nom ponto.”


L dentro, eles encontraram Eve j assinando os papis. A sua carteira de motorista e
comprovante de endereo j estavam na mesa, e conforme Ernie cumprimentav
a os dois, ele
pegou as informaes dela e tirou uma cpia nos fundos do escritrio. Ele era pequeno, e lotado,
e bem empoeirado. Parecia que Ernie era o nico que trabalhava ali, pelo menos na maior parte
do tempo. Linda estava apoiada na parede, olhando
para o estacionamento pela grande janela de
vidro. Ela parecia pensativa.


“Hi algo errado?” Claire perguntou para ela. Linda a olhou, então Nalançou a caNeça.


“Provavelmente nada,” ela disse. “Eu só estou me perguntando porque o xerife ainda não
apareceu

por aqui ainda. Ele geralmente fica circulando pela cidade regularmente, e ele no
esteve aqui ainda. O delegado não estava na entrada, tamNém. Estranho.”


Ernie preencheu o ttulo e entregou a ela, junto com os papis e a licena de motorista e
comprovan
te de residncia de Eve. Eve abraou todos os papis para dar um aperto de mos
com ele, ele deu a ela um sorriso que era definitivamente de flerte. “ONrigado,” ele disse. “Você
vai continuar algum tempo na cidade?”


“Oh

ah, no, eu


ns estamos indo emb
ora. Para Dallas, com meu namorado.” Eve disse isso
sem muita nfase, o que era bom; Claire no achava que Ernie era uma m pessoa ou nada
assim. E Eve era fofa, mesmo quando ela se esforava para se vestir toda gtica.


Ernie estremeceu. “Eu devia ter vis
to isso vindo,” ele disse. “Bem, aproveite o novo carro, Eve. E
não seja uma estranha.”


“Não mais estranha do que eu ji sou,” ela prometeu, séria, e eles saíram para admirar o grande


Linda passou direto por eles para sua pick
-
up. “Hey,” Shane chamou. “E soNre o café da manhã?
Ns amos comprar




“Não precisa,” ela disse, e então entrou na caNine. Pela janela aNerta ela disse, “Eu estou indo
ver o xerife, ver se eu consigo descobrir o que est acontecendo hoje. Se eu no ver
vocs
crianas antes de partirem, tenham uma boa viagem. E obrigado por darem vida a minha
semana. Infernos, meu mês inteiro, provavelmente.”


“Não, oNrigada
vocs
,” Shane disse. “Seu motel é ótimo.”

Rachel Cai
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“Ela deu a ele um pequeno, sorriso apertado. “Eu sempre

achei isso,” ela disse. “Adeus, agora.”


Ela foi embora acelerando, levantando nuvens de poeira conforme ela voltava para a estrada.
Ernie, que tinha vindo para fora com eles, suspirou. “Minha avó, a corredora de carros,” ele disse.
“Tenham uma Noa viagem
, agora.”


Eles agradeceram, entraram no carro fnebre, e voltaram para o motel.


Eles nunca chegaram l. Conforme eles passaram a placa de limites da cidade, e a estrada se
levantou um pouco numa mini colina, Claire avistou o brilho de luzes azuis e verme
lhas mais para
frente. “Uh oh,” ela disse. Eve pisou no freio, e ela e Shane trocaram um olhar. “Aquele é o motel,
certo? Eles estão no motel.”


“Vejam desse jeito,” Shane disse. “Isso não é Nom.”


“Você acha?” Eve mordeu o liNio. “Ligue para Michael.”


“T
alvez eles estejam




“O que, parados li procurando por outra pessoa? Ligue para ele, Shane!”


Shane discou o numero do celular de Michael, escutou por um segundo, ento fechou seu celular.
“Ocupado,” ele disse. “Nós precisamos chegar li.”


“E fazer
o que
,
exatamente?”


“Eu não sei! Você quer seu namorado preso ou frito no sol?”


Eve no respondeu isso. Ela bateu seus dedos no volante, parecendo agonizada, e ento disse,
“Eu vou me desculpar depois, então.”


Ela pisou no acelerador, o carro fnebre voando
por um momento enquanto descia a colina. Ele
correu pelo motel, passando muito o limite de velocidade.


Um dos carros de policia


haviam dois no estacionamento
-

se afastou e correu atrs deles. Eve
no diminuiu. Ela acelerou.


“Eve, o que diaNos você esti

fazendo? Ns no podemos despistar num
carro fnebre
, no meio
do deserto!”


“Eu não estou tentando,” ela atirou de volta. “Claire, olhe nossa retaguarda. Me diga se o outro
carro se juntou a nós.”


Isso tomou alguns segundos, mas Claire viu outro sinal de

luz vermelha e azul brilhando atrs
deles. “Estão os dois nos seguindo,” ela respondeu. “E como isso é Nom, exatamente?”


“Mande uma mensagem para Michael,” Eve disse para Shane. “Diga para ele que a retaguarda
est limpa e que para ele tirar seu trasei
ro de li.”


“E soNre Oliver?”


“Michael é muito Nonzinho para não dizer a ele, tamNém. Não se preocupe com isso.”


Shane mandou a mensagem ripido. “Esti meio que ensolarado li fora, você saNe.”

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“Oliver é velho,” Eve disse. “Eu só tenho que continuar dirig
indo o mximo que eu puder antes
que ns desistimos. Quanto mais ns irritarmos os caras, mais chances o Michael e o Oliver tem
de sair de li.”


Deu para perceber, conforme os carros de policia foram se aproximando, que o carro fnebre de
Eve no era feito

para perseguies em alta velocidade.


Eles foram alcanados em uma milha, e encurralados em mais duas.


Eve, se rendendo, tirou o p do acelerador e pisou no freio para diminuir e encostar.


“Ok, é o seguinte,” Shane disse. “Mantenha as mão levantadas, e

sejam legais. Voc entrou em
pknico, só isso.Nós estivamos te falando para encostar, mas você travou. Entendeu?”


“Isso não vai ajudar.”


“Vai se você interpretar o papel. Melhor vendê
-
lo, Eve. Ns j estamos em problemas o suficiente
ji.”


O resto disso
foi tirado diretamente de um reality show de TV. A polcia ordenou que eles sassem
do carro, e antes que ela percebesse, Claire estava sendo jogada contra a parte de trs do carro
fnebre e revistada. Isso era humilhante, e ela ouviu Eve estava chorando


seja atuando ou no,
no dava para saber; Eve chorava por coisas pequenas.


Shane estava respondendo as perguntas numa voz baixa, calma, mas ento ele passou um bom
tempo sendo preso pela polcia de Morganville. Para Claire, era meio que uma experincia
nova,
e no uma boa. Ela tinha o delegado, ela sups; ele era alto, magro com um uniforme que no
caia muito bem, e ele parecia nervoso, especialmente quando ele colocou algemas nela.


“Hey,” Shane chamou conforme suas próprias mãos eram presas atris das c
ostas. “Hey, por
favor, não machuque ela, não foi culpa dela!”


“Ninguém esti machucando ninguém,” o xerife da noite anterior disse. “Ok, vamos só nos
acalmar. Agora, vamos pegar alguns nomes. Você?” Ele apontou para Claire.


“Claire Danvers,” ela disse. A
h, cara, a se foi qualquer chance de ir para o MIT. Ela ia ter uma
foto fichada que seria distribuda por todo Facebook. Pessoas iriam zombar dela. Isso seria o
colgio novamente, vezes um milho.


“Endereço?”


Ela deu a ele o endereo em Morganville, na
Lot Street. Ela no sabia o que os outros teriam
feito, talvez ela devesse ter mentido, inventado alguma coisa. Mas ela no ligava. Como Shane
tinha dito


eles j estavam em problemas suficientes j.


Eve deu seu nome numa voz trmula, baixa, e ento Shan
e terminou as coisas. Ambos deram o
endereo da Glass House.


“Então, vocês todos, o que, dividem a casa?” o xerife perguntou. “Cadê o garoto loiro da noite
passada?”


“Eu

“ Eve mordeu o liNio e fechou os olhos. “Nós Nrigamos. Coisa feia. Ele, ele foi emN
ora.”


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“Foi emNora como? Vendo que o carro que vocês vieram continua queimado no estacionamento
li atris, e não esti indo a lugar nenhum. Não tem nenhum ôniNus vindo aqui, mocinha.”


“Ele tomou carona,” Eve disse. “Com um caminhão, eu não sei qual. Eu só o

ouvi na estrada.”


“Um caminhão,” o xerife repetiu. “Aham. E ele não estaria aqui no motel da Linda com a porta
toda trancada, então.”


“Não senhor.”


Michae
l e Oliver no estavam mais l. Onde eles
estavam

j era outra histria.


“Bem, nós vamos esperar Linda voltar; então nós vamos aNrir aquelas portas e ver o que tem li
dentro. Soa Nom para você?”


“Sim senhor,” Eve disse. “Porque as algemas?”


“Vocês três
são um pouco desesperados, pelo que eu vejo,” o xerife disse. “Eu encontrei vocês
causando problemas noite passada, recebi um relato de que o carro de vocs foi destrudo pelos
mesmos garotos que disseram que vocs os intimidaram, e a prxima coisa que eu
sei, eu tenho
um homem morto e dois desaparecidos essa manh. O homem morto foi encontrado em sua
pick
-
up um pouco mais de uma milha da estrada do seu motel.”


“Eu

“ Eve parou, congelada. “Desculpe, o quê?”


“Assassinato,” o xerife repetiu, devagar e prec
isamente. “E vocês foram os últimos que os viram
vivos.”




























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Por um momento, um longo tempo, ningum se moveu, e, em seguida, Shane disse, "Voc no
acha que ns matamos
-

"


"Vamos parar ali, filho. Eu no quero fazer nenhum err
o sobre como fazer isso."


O xerife pigarreou e recitou algo sobre os direitos e silencio. Claire no entendia como isso podia
fazer sentido. Ela sentiu
-
se mal e terrivelmente fraca. Ela estava sendo presa. Ela estava sendo
presa por assassinato. O choro
de Eve era incontrolvel agora, mas Claire no poderia ajud
-
la.
Ela no poderia ajudar a si mesma.


Shane ficou estranhamente silencioso enquanto ele era colocado na viatura, em seguida, Claire e
Eve com ele. O delegado inclinou
-
se antes de fechar a port
a e olhava para eles. Ele quase
parecia estranho agora. Isso no faz Claire sentir
-
se menos doente.


"Eu vou ter que levar vocs, ah, o carro de volta para a cidade", ele afirmou. "No possvel
deix
-
lo aqui. Poderia ser roubado, e vocs j perdeu um ca
rro em Durram. No quero que isso
acontea novamente."




"Respire fundo", disse Shane suavemente. "Eve. Droga. Voc no pode ir aos pedaos com isto.
No agora."


O delegado
foi para frente, do outro lado de uma tela de malha de arame. Ele colocou o cinto de


Em seguida, eles dirigiram de volta para o motel, onde a pick
-
up de Linda estava estacionada. Ela
parecia p
lida e preocupada, mas ela no traiu muita coisa vista de seus trs ex
-
convidados na
parte traseira de uma viatura. Ela ouviu o xerife, balanou a cabea, e entrou no escritrio para
obter a chave
-
mestre. Ela abriu os trs quartos que tinham alugado. Sh
ane deixou escapar um
suspiro de alvio, mesmo antes do xerife entrar para olhar ao redor.


"Eles se foram", disse ele. "Eles saram. De alguma forma."


"Como voc pode ter certeza?"


"Porque Michael mais esperto do que eu, e ele teria encontrado um cam
inho. Ow, Eve, pare de
se contorcer. No como haja muito espao aqui dentro!"


"Desculpe", Eve disse.


Ela fungou incmoda. Seus olhos estavam vermelhos e inchados, e assim era o seu nariz, e, em
geral, ela parecia muito infeliz. Claire bateu os ombros
com os dela suavemente.


"Hey", disse ela. "Vai ficar tudo bem. Ns no fizemos isso."


"Yeah, eles nunca colocam as pessoas inocentes no corredor da morte no Texas, "Eve disse.
"No se engane. Estamos em grande problema. um grande problema. Como no
-
nem
-
mesmo
-
Amelie
-
pode
-
chegar
-
nos
-
tirar
-
dele."


Seus olhos comearam despejar lgrimas novamente. Claire repetiu a coliso do ombro.


"No faa isso. Ns vamos ficar bem. Vamos sair disso."

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Segurando o choro. "Voc est apenas sendo a pequena Miss Otimista, n
o ? Voc vem com
acessrios, como um copo meio cheio e limes para fazer uma limonada tambm?"


"Eu no sou uma otimista", disse Claire. "Eu s sei sobre ns."


"Merda", disse Shane. "Olha, eles vo nos separar na estao. No diga nada sobre nada. Basta

ver e ouvir, ok? No importa o que eles dizem, fique quieto."


"Eu vi os shows policiais", Eve disse, ofendida. "Eu no sou idiota, voc sabe."


Shane inclinou
-
se e olhou para Claire.


"Ok, Eve vai derramar sua coragem a primeira vez que olh
-
la durame
nte. E voc? "


"Silencioso como um rato", disse Claire. Seu corao estava batendo, e ela no tinha certeza se
poderia cumprir essa promessa, mas mais uma vez, ela tinha segredos do Sr. Bishop.


Isso no era to ruim. Ou era?


A delegacia em Durram, Te
xas, era, basicamente, duas salas, se voc no contar o banheiro,
havia uma pequena rea aberta com um par de mesas e computadores, algumas placas de
cortia nas paredes cheias de anncios e imagens, e por trs disso, uma porta com barras de
ferro. Mas, pr
imeiro, antes de chegar parte barra de ferro, Claire e Shane estavam sentados em
um banco de madeira
-

que era muito parecido com um banco da igreja, apenas com grandes
parafusos perfurados em cada lado
-

e algemados ao banco, muito longe, para o confort
o de
Claire. Ela realmente doa por ser tocada por ele agora.


"Ei, senhor? Poderia usar o banheiro?" Shane pediu.


"No at que voc esteja processado."

"Eu no estou brincando. Eu realmente preciso ir. Por favor? Ou voc preferiria limp
-
lo? "


O pol
icial olhou para ele, curioso e duvidoso e Shane fez um contorcer
-
se de forma convincente
que Claire no tinha certeza se era falso. O policial finalmente suspirou e se levantou para
acompanh
-

havia sido levada
diretamente para a mesa do xerife, quando ele lhe ofereceu uma grande caixa de lenos e copo
de gua. Claire estava se perguntando o que diabos fazer, quando viu um flash de um rosto na
janela da delegacia, atrs do xerife. Uma figura al
luvas.


Oliver. Vestido para o sol. L fora e se mexendo, obtendo uma avaliao de onde estavam e o
que tinha acontecido. Ele a viu olhando para ele e deu
-
lhe um rpido aceno para que no
dissesse nada, nada

mesmo, No se preocupe. Ento, ele desapareceu. Seu telefone tocou um
ringtone ultra
-
snico. Ela piscou e olhou ao redor, mas nem o xerife, nem o policial tinha reparado
em tudo. Eve tinha, mas depois da primeira vista, involuntrio, manteve de costas e o
lhou para o
espao, lenos de papel amassado ambas as mos. Claire se contorceu e conseguiu tirar o
telefone do bolso sem chamar a ateno.


Ela tinha uma mensagem de texto, de Michael. Dizia, vamos buscar vocs da em breve.

Era o mesmo conselho que Shane havia dado. Ela queria
acreditar, mas seu interior ainda estava agitado. Ela definitivamente no foi concebida para ser
uma criminosa de carreira. Certo. Ela deve apenas sentar aqui e, em seguida, e pensar em outra
coisa. Co
mo cincia. Algumas pessoas recitando score de baseball para distrair
-
se; Claire
gostava de passar por toda a tabela peridica dos elementos e, uma vez que tinha acabado com
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isso, ela comeou com todos os smbolos alqumicos e propriedades que Myrnin lhe h
avia
ensinado. Isso ajudava. Isso a fazia lembrar que havia algo l fora, alm desta sala, neste
momento, e que havia pessoas que realmente se importariam se ela no voltar.


Shane voltou do banheiro e estava algemado no lugar novamente. Ele se aconchegou
mais um
pouco perto dela e se inclinou para frente, os cotovelos nas coxas, cabea pendendo para baixo
assim que seu cabelo cobriu o rosto.


"H uma janela no banheiro", disse ele. "No muito grande, mas voc pode sair por ela. No
abre, apesar de tudo.
Voc teria que quebr
-
la, o que seria barulhento."


Claire tossiu e cobriu a boca. "Eu no estou fugindo da cadeia! Voc est louco?"


"Bem, foi um pensamento. Quero dizer, parecia uma boa idia no momento."


Shane sentou
-
se e olhou para ela, franzindo a t
esta em uma carranca. "Eu no quero voc aqui.
No
-
" Ele sacudiu a cabea. "Apenas no certo. Eu e Eve, bem, sim, ela pirada, e eu estou
sempre em problemas. Mas voc..."


"Eu estou bem."


Ela estendeu a mo e colocou a palma da mo contra o rosto,
sentindo a barba por fazer um
pouco spera. Isso a fazia se sentir estranha. De querer estar em outro lugar, como no quarto de
motel, com a porta fechada.


"Eu no vou a lugar nenhum sem voc."


"Eu sou uma pssima influncia sobre voc."


"Me deixando fa
zer estgio na cadeia? Yeah. Voc realmente ."


"Bem, pelo menos voc no fez isso. No isso."


O policial se levantou de sua mesa e veio para liberar Shane do banco.

"Vamos ter uma conversa, o Sr. Collins,"disse ele.


"Oh, vamos", disse Shane, com entu
siasmo totalmente falso.


Ele piscou para Claire, que fez sorrir por um segundo, at que ela se lembrava que realmente
havia algo trgico aqui
-

um homem morto; dois desaparecidos. Contudo, no tinham sido as
pessoas mais simpticas, mas ainda... Ela perc
ebeu, com uma sombria sensao de frio,
encharcados at sua espinha, que ela no tinha idia do que Oliver estava fazendo quando os
homens estavam sendo mortos.


No toda.


O delegado mantinha a fala durante horas, em seguida, trancou
-
os na clula. Shane e
ntrou em
uma cela, Eve e Claire juntas em outra. Todas as suas coisas foram levadas, claro, incluindo
telefones celulares. Claire tinha apagado as mensagens de texto, mas ela achava que era s uma
questo de tempo antes que o xerife as tivesse, de qualquer

maneira.


E ento ele tinha certeza de que Michael estava l fora, um fugitivo da justia. Isso soou
romntico, mas provavelmente no era, especialmente desde que ele era um vampiro sem abrigo
durante o dia. Ela esperava que ele e Oliver tivessem lembrado

de tirar o cooler do sangue com
eles. Eles realmente precisam, especialmente se eles se deram mal. E aqui estou eu, me
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preocupando com um casal de vampiros que pode cuidar de si mesmo, pensou. Eu devia
preocupar
-
se muito mais sobre o que vai acontecer qua
ndo eles chamarem meus pais. Eles iriam
-

o que faria isso ser apenas um milho de vezes pior.


"Hey", disse Shane, do outro lado das barras. "Troco cigarros para uma barra de chocolate."


"Engraado," Eve disse. Ela estava quase de volta ao seu antigo loo
k gtico novamente, embora
ainda havia manchas vermelhas em seu rosto e em volta dos olhos. "Como que voc est
sempre atrs das grades, encrenqueiro?"


"Olha quem est falando. Eu no tentei fugir dos policiais em um carro fnebre."


"Esse carro fnebre

tinha cavalos
20
." Eve tinha um olhar sonhador em seus olhos. "Eu amo esse
carro fnebre."


"Sim, bem, espero que ele a ame de volta, porque de outra maneira, isso apenas triste. E um
pouco doente." Shane apoiou os dedos sobre as barras. "Isso no to r
uim. Pelo menos eu
tenho melhor companhia desta vez." E ele no iria ser transformado em um vampiro, ou
queimado vivo, mas esse tipo de coisa era desnecessria de se dizer. "E eles ainda tm papel
higinico."


"Oh, eu realmente no precisava ouvir isso, Co
llins." Eve suspirou e andando pela cela
novamente, abraando
-
se apertado. "Me diz bastante sobre seu passado."


Claire inclinou
-
se para as barras. Shane inclinou
-
se do outro lado, e seus dedos escovavam seus
cabelos, estavam interligados.

"Hey", disse ele
. "Ento, isto familiar."


"No para mim", disse ela. "Eu sou geralmente fora das grades."


"Voc est indo bem."


Claire sorriu para ele, ento, atraiu uma respirao rpida, agitao. "Eu tenho que dizer algo ",
disse ela. " importante."


Shane aper
tou os dedos nos dela, e seu dedo indicador acariciou delicadamente sobre o anel de
Claddagh prata, com a sua pedra brilhante. "Eu sei."


"No, voc no sabe. Vi Oliver," ela sussurrou, com rapidez e suavidade que podia. Claramente,
no era isso que Shane
estava esperando para ouvir, e ela observava
-
o passar por toda uma lista
de reaes, antes que ele finalmente parecesse aborrecido.


"Grande", disse ele. "Quando?"


"Fora da janela enquanto eles estavam falando com voc", disse Claire.


"Ele estava assado?
"


"No, ele estava vestindo um casaco e chapu. Eu no acho que ele estava muito animado
sobre estar fora durante o dia, apesar de tudo."


"Eu acho que ele virar churrasco seria bom demais para ser verdade." Shane ficou em silncio



20

Cavalos, na relao de fora (fsica)


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enquanto ele pensava s
obre isso, ento finalmente sacudiu a cabea. "Eles vo aguardar ficar
escuro", disse ele. "Eles vo ter que esperar, tudo o que pretende fazer; Michael est muito
vulnervel l fora no dia. Eu gostaria de saber o que eles iro fazer."

"Eu tenho certeza qu
e eles esto pensando a mesma coisa sobre ns", disse Claire. "Desde que
eles provavelmente no tm ideia do que aconteceu. Tanto quanto sabemos, este incmodo tem
tudo a m conduo de Eve."


"Ei, eu ouvi isso!" Eve disse.


Shane sorriu, mas ele foi breve
, e seus olhos castanhos escuros nunca deixaram os de Claire.
"Eu no gosto disso", disse. "Eu no gosto de ver vocs duas aqui."


"Sim, bem, bem
-
vindo ao meu mundo", disse Claire. "Eu no gostei muito v
-
lo atrs das grades,
tambm."


Ela riu tristemente.

"Isso era para ser uma pequena viagem de diverso, lembra? Deveramos
estar em Dallas por agora."


"Meu pai costumava dizer que a vida uma viagem, mas algum faz asneira e perde o mapa."


Claire no tinha certeza se queria pensar sobre seu pai agora. Fr
ank Collins no era o tipo de
fantasma que ela gostaria que estivesse em torno deles, especialmente desde que foi preso
-

de
novo
-

provavelmente Shane ficou pensando muito sobre seu pai. No que Frank era um
fantasma. Infelizmente. Ele tinha sido um pai

terrvel, abusivo, e agora ele era um vampiro, e ela
realmente no poderia imaginar que ele tinha melhorado tanto. Mesmo que ele tinha salvado sua
vida uma vez.


"Enquanto estivermos juntos", disse ela. "Isso o que importa."


"Falando disso", Shane diss
e, "ns poderamos estar juntos e irmos para qualquer lugar quando
sairmos disto, voc sabe. Estou apenas colocando em cima da mesa."


Ele estava falando sobre no voltar, deixar Morganville. Ela estava contemplando ele, e sabia que
ele tambm estava.


"E
u
-

No posso Shane. Os meus pais... "


Ele abaixou a cabea e sua voz caiu prxima a um sussurro. "Voc realmente acha que eles
querem que voc fique l? Arriscando sua vida, todos os dias? Voc no acha que eles querem
que voc fique fora, e segura?"


"E
u no posso Shane. Eu simplesmente no consigo. Sinto muito."


Shane ficou em silncio por um momento, depois soltou um longo suspiro.


"Eu aposto que eu poderia convenc
-
lo se eu poderia comear por essas barras..."


"Voc ficar preso mais uma vez."


"Be
m, voc apenas precisa tentar. Ser uma isca."


Ele beijou seus dedos, que fez estremecer tudo, e seus lbios permaneceram mornos em sua
pele, lembrando
-
lhe que ela queria estar sozinha com ele, sem tempo, um silncio especial. "No
h muito que podemos fa
zer at l." Ele parou e, em seguida, franzindo a testa, olhou para a
porta gradeada que levava ao escritrio do xerife. "Voc ouviu isso?"

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"O qu?" Enquanto ela perguntava isso, Claire ouviu o rugido de um motor
-

um grande. Tinha
que haver algum tipo do

caminho, talvez, mas no apenas uma pickup
-

era um van de entrega
grande ou um wheeler
21
* dezoito anos. Os freios suspiraram, e os rugido do motor cortaram o ar.
"Eu acho que eles esto recebendo algum tipo de entrega, talvez?"


Talvez, mas de alguma for
ma, Claire no pensava assim. Ela tinha um mau pressentimento. Da
maneira que Shane estava olhando para a porta da cadeia
-

no estava dizendo nada
-

ele estava
sentindo a mesma coisa. E depois no escritrio externo, vidros quebrando, algum gritou, e Clai
re
ouviu risadas. Depois, mais vidros quebrados. Mais gritos.


Shane deixar de ir la. "Claire, Eve


vo para o fundo da cela." Quando elas hesitaram, ele


Elas fizeram isso, no que no havia qualquer lugar para onde ir, ou para se
esconder. Eles se
sentaram juntos em uma das duas camas pequenas, juntos, vendo a porta da cela para ver o que
iria passar.


O que veio no era Oliver. No era nem mesmo Michael. Era Morley, o vampiro de Morganville,
em todo o seu momento de glria. Ele es
tava vestido em camadas de roupas surradas, e tinha
para a cela da porta da delegacia, zombou, e arrancou fora as dobradias, com um suspiro.


Atirou o ferro de lado
como se ele no pesasse quase nada.


Morley pisou no espao aberto, examinou os trs, e tirou o chapu em uma mesura, zombando.
Ele era bom na coisa de se curvar. Claire pensava que ele provavelmente teve muita prtica. Ele
parecia velho o suficiente para
ter vivido numa poca em que se curvar assim era necessrio se
voc quisesse chegar a algum lugar.


"Como lagostas em um tanque", disse ele. "Eu sei que ns concordamos que voc ia desistir de
seu sangue para mim, mas realmente, isto apenas muito fcil.
"


Ele sorriu. Com presas.


Claire se levantou e caminhou em direo as barras da cela. Ela no gostava de deixar Morley


ou qualquer vampiro


saber que ela estava com medo; trabalhar com Myrnin em seu dia mais
louco
-

louco?
-

ela percebeu que o medo
era um convite a eles. Um que achavam que muito
difcil de resistir.


"O que voc est fazendo aqui?" Perguntou ela.


Porque por alguns confusos segundos, ela pensou que talvez Oliver se uniu Morley para
resgat
-
los. Mas isso estava fora plano, imposs
vel. A idia de Oliver e Morley juntos sendo capaz
de ter uma conversa civilizada, muito menos trabalhando juntos, era completamente ridculo.


"Voc no deveria deixar Morganville!"


"Ah, sim. As regras de Amelie."


Ele disse a ltima palavra com muita

satisfao, e houve momentaneamente um flash vermelho
em seus olhos.





21

uma espcie de caminho.

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"Pobre, querida Amelie est operando em desvantagem nestes dias. Rumores disseram que no
R
esolvi testar a teoria, e ento. Eu sou livre."


Isso realmente, no uma coisa boa. Claire no sabia nada sobre Morley, mas ela sabia que ele
tendia mais para o modelo de vampiro dos dias antigos
-

pegue o que quiser, quando voc quer,
e no se preocupam

com o consequncias. O oposto de como Amelie e at Oliver


faziam as
coisas. Para Morley, as pessoas eram apenas sacos de sangue que poderia falar e, por vezes,
fugir dele, o que s torna mais emocionante.


"Eles vo vir atrs de voc", disse Claire. "As

pessoas de Amelie. Voc sabe disso."


"Eu estou ansioso para ver como elas iro ficar fora dela."


Morley passeado para frente e para trs na frente das barras, cantarolando uma cano que
Claire no conhecia. Seu cabelo selvagem, seus olhos brilhavam c
om uma espcie de luz
prateada. Eles no expressavam exatamente a fome, mais como diverso. "Voc parece
apertado a, meu amigo. Devo te tirar?"


"Na verdade, bastante espaoso," Shane disse. "Estou me sentindo melhor sobre isso o tempo
todo."


"Talvez
..." Morley transformou
-
se. "Ah, voc est jogando o senhor, pelo que vejo. De claro, por
todos os meios. Primeiro
-
as
-
damas."


"No!" Shane saltou em direo a barras. Morley tinha os olhos fixos em Eve e Claire agora, e
Claire pensou, com uma sensao de
afundamento, que pr sobre uma cara brava no estava
indo busc
-
la no muito longe com ele. "Mudou a minha mente. Certo. Eu vou primeiro."

Morley balanou o dedo suavemente na direo de Shane, mas sem ter os olhos brilhando como
quando olhou as meninas.


"No, Voc teve sua chance. E eu desprezo aqueles que se julgam senhores em qualquer caso.
Voc no est fazendo amigos desse jeito."


pulgas! Venha busc
-
lo!"


"As pulgas sugam o sangue", disse Morley suavemente. "Primo prximo do vampiro, aquelas
criaturas pouco inteligentes, ento por que acho que deve me insultar? Voc realmente tem de
encontrar formas mais interessantes de iscas para mim, rapaz. Diga que minh
a barba seria
melhor material numa almofada de um aougueiro. Ou que eu tenho mais cabelo do que
sagacidade. Viver de acordo com sua herana, eu imploro."


Shane no tinha idia do que dizer a isso. Claire limpou sua garganta.


"Como... voc ... um desgr
aado desumano, vazio e sem qualquer pingo de misericrdia?" Ela
odiava Shakespeare. Mas ela tinha de memorizar as linhas de volta em alta na escola para uma
produo de O Mercador de Veneza.


E, finalmente valeu a pena, a surpresa no rosto de Morley. Ele
realmente deu um passo para trs.


"Isso fala!", disse. "E alegres, palavras gloriosas. Embora eu no sou assim to parcial, o Bardo,
eu mesmo. Ele era um homem lamentvel com quem beber, sempre correndo para rabiscar
afastado no escuro. Escritores. Tais
muito chato."


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"O que voc est fazendo aqui? Porque eu sei que voc no veio por ns", disse Claire.


Ela avanou e envolvendo as mos em torno das barras, como se ela no estivesse com medo
dele. Ela esperava que ele no pudesse ouvir os batimentos card
acos, mas ela sabia que ele
podia.


"Ns no somos importantes o suficiente."


"Bem, isso certamente verdade. Voc est inteiramente certa. Na verdade, estamos em busca
de uma cidade. Algo pequeno, remoto, facilmente controlvel. Isso pareceu uma boa
po
ssibilidade, mas demasiado grande para os nossos propsitos."


Ns. Morley no escapou de Morganville sozinho. Claire lembrou o grande, o motor pulsante l
fora. Pode ser um grande caminho. Pode ser um nibus. De qualquer maneira, provvel que
mantenh
a uma srie de vampiros, como os de Morley tivessem pedido para ser autorizado a sair
de Morganville em primeiro lugar. Ah, isso ficou ainda melhor e melhor.


"Voc no pode simplesmente se mudar para c", disse Claire, tentando soar razovel, como se
isso

fizesse algum bem. Deixou as barras e recuou enquanto Morley deu um passo em direo a
ela novamente. "As pessoas vivem aqui."


"Na verdade, eu no estou planejando isso. Tambm tem muita dificuldade para subjugar uma
populao to grande. No entanto, est
amos com necessidade de suprimentos, e esta cidade
muito bem abastecida. No poderia ser melhor."


Morley, de repente pulou para a frente, agarrou as barras da sua cela, e arrancou a porta para
fora
-

exatamente isso, com um grito de ferro afiado e tira
ndo sons bizarros. Eve, por trs de
Claire, gritou, e depois o som foi abafado, enquanto ela cobria a boca. Claire no se mexeu. No
parecia ser muito o ponto. Shane estava gritando algo, e por alguma estranha razo no lugar
ferido no pescoo ardia, o luga
r onde Myrnin tinha mordido ela, onde ainda havia uma cicatriz
feia. Morley ficou l por um momento, as mos de ambos os lados da porta e, em seguida entrou.
Ele deslizou, como um tigre. E seus olhos ficaram vermelhos, a ris iluminada com o brilho da cor
de sangue.


"Abaixe
-
se!" Algum gritou atrs dele, e Claire bateu no cho, sem se atrever a hesitar nem por
um segundo. Houve um grande estrondo que lhe tomou um segundo para identificar os tiros, e
Morley foi atingido abaixo do joelho. O delegado parecia
atordoado, e no havia sangue ao lado
de sua cabea, mas ele segurou sua arma muito estvel.


"Fique abaixado senhor, "ele disse. "No me faa atirar em voc de novo."


Morley foi lentamente para a frente, caindo de cara no cho. O delegado deu um suspiro

de alvio
e um gesto para Eve e Claire sarem. Claire fez, pulando sobre a mo estendida Morley e
esperando que a qualquer segundo, a quando todos menos esperam, ele chegar e agarr
-
la,
assim como nos filmes. Ele no fez. Eve hesitou por alguns segundos,
em seguida, pulou a mo,
deixando Morley limpo, pelo menos, alguns centmetros em volta. O xerife agarrou
-
os e
empurrou
-
os para o lado, ento para cela desbloqueada de Shane.


"Fora", ele afirmou. "Ajude
-
me a faz
-
lo entrar."


"No vai adiantar nada para p
rend
-
lo", disse Shane. "Ele j arrancou duas de suas portas. Voc
quer que ele arranque a terceira?"

O xerife claramente tentava no pensar sobre isso.


"Que diabos so essas pessoas?", Ele rosnou. "Algum tipo de monstro maldito?"

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"Algum tipo" Shane dis
se. Ele colocou as mos sobre Claire, e agora ele passou os braos em
torno dela, e depois de um segundo, incluiu Eve no abrao, tambm. "Obrigado. Eu sei que voc
no acredita em ns, mas ns no somos os maus aqui."


"Estou comeando a pensar que voc po
de estar certo sobre isso."


"O que lhe deu a primeira pista? As presas, ou a porta arrancada?" Shane no esperou por uma
resposta. "Ele no est morto. Ele est apenas brincando com voc."


"O qu?"


"Voc no pode mat
-
lo com aquela coisa", Eve disse. "N
o pode nem machuc
-
lo, realmente."


O delegado virou
-
se para olhar Morley, que ainda estava de bruos no cho. Ele apontou a arma
para o corpo novamente e manteve
-
o l. Morley no se mexeu.


"No, ele est arriado", disse o xerife, e andou para pressionar

os dedos no pescoo sujo de
Morley.Ele arrancou sua mo afastado
-
a rapidamente, tropeando para trs. "Ele est frio."


Morley riu, rolou, e sentou
-
se, fazendo sua melhor imitao de ressuscitei da sepultura. Ajudava o
fato dele estar sujo e parecia um po
uco uma louco assustador. O delegado recuou, bastante, todo
o caminho at a parede e, em seguida apontou a arma para Morley e puxou o gatilho novamente.
Morley limpou suas roupas, analisando o local onde a bala antes que novamente um tiro ecoasse
nos ouvid
os de Claire.


"Por favor", disse ele, e praticamente a jogou aos seus ps. Ele estendeu a mo e tomou a arma
do xerife, em seguida, jogou
-
o no canto da cela onde Eve e Claire foram mantidas. "Eu odeio
barulho. Menos os gritos. Gritos tudo bem. Deixe
-
me m
ostrar."


Ele estendeu a mo e agarrou o xerife ao redor do pescoo.


Algo plido e muito rpido, passou pela porta e, de repente havia outro vampiro
-

Patience
Goldman, com a mo delgada envolvida em torno do pulso de Morley. Ela era uma jovem mulher
de c
abelos escuros, bonita, com grandes olhos escuros e pele, que provavelmente teria sido oliva
tinha ela ainda estivesse viva. Isso adicionava um tom mel para sua palidez.


"No", disse Patience.


Claire tinha encontrado ela
-

e toda a famlia Goldman
-

mai
s de uma vez. Ela gostava deles, na
verdade. Para os vampiros, eles tinham interesse real em outras pessoas, como demonstrado
pela pacincia de tentar evitar Morley de matar o xerife.


"No h necessidade para isso."

Morley olhou ofendido, e empurrou
-
a pa
ra trs com a mo livre. "No coloque as mos sobre
mim, mulher! Isto no do seu interesse."


"Viemos para
-

pegar suprimentos", disse Patience. Ela parecia desconfortvel com isso, e Claire
imediatamente perceNeu que era um código para „se aNastecer de
pessoas‟. "Nós temos o que
precisamos. Vamos. Quanto mais demorarmos, mais ateno que atramos. um risco
desnecessirio!”


Pacincia e Jacob, seu irmo, tinham sado com Morley por um tempo, e eles queriam sair de
Morganville, e as restries de seus pai
s
-

Theo Goldman que era um bom rapaz, mas do tipo
restritivo, principalmente com sua famlia, ou pelo menos Claire teve essa impresso. Claire
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poderia facilmente acreditar que Morley tinha convencido Patience e Jacob a vir, j que ele estava
saindo, de qu
alquer modo, mas ela tambm no acreditava que eles estivessem juntos na
matana de pessoas. Desnecessariamente, de qualquer maneira. Vampiros em geral se
importavam pouco sobre esses detalhes da moralidade, um risco de ser predador de topo, Claire
pensava
.


"Hmmm", disse Morley, e voltou a olhar para o xerife. "Ela tm um ponto. Sorte sua."


Ele liberou o homem, que bateu as costas contra a parede, parecendo doente e instvel.


"Fique. Se voc se mover, falar, ou de qualquer forma me irritar, eu vou agarra
r o seu pescoo."


O xerife congelou no lugar, claramente levando tudo muito a srio. Claire realmente no poderia
culp
-
lo. Lembrou
-
se de seu primeiro encontro com os vampiros, sua primeira certeza de que o
mundo no era o lugar perfeitamente ordenado que

ela sempre haviam dito que era. Poderia
realmente atrapalhar a sua cabea.


Na verdade, ela no estava inteiramente certa se j tinha recuperado, chegou a pensar sobre
isso. Ela estava apenas comeando a relaxar quando Morley estendeu a mo e agarrou
-
a e
Eve
pelo brao. Quando Shane gritou um protesto, Morley apertou, e sentiu a agonia de Claire
tentando tirar o brao. Sim, quase foi quebrado.


"No cause uma confuso, menino, ou vou ser forado a quebrar os ossos", Morley afirmou. "As
meninas vm com a ge
nte. Se voc quiser correr, voc pode. Eu no vou impedir."


Como se Shane fosse deixar. Ou ainda poderia, sendo Shane. Ele fixou Morley com um olhar
desolado, triste e disse, "Voc leva elas, eu vou tambm ."


"Quanta gentileza sua", disse Morley, sorrind
o. "Eu acredito que eu j disse como me sinto sobre
gentlemen. Mas fique vontade."


Ele apressou Claire e Eve para fora da sala aberta que era o escritrio da polcia. Mesas foram
empurradas ao redor, papis se espalharam pelo cho, e o xerife Tom estava

deitado meio
escondido atrs uma das cadeiras. Claire estava contente por ela no poder realmente v
-
lo. Ela
esperava que ele era apenas ... estivesse nocauteado.


De algum modo, porm, ela realmente no pensava assim.


Shane seguiu atrs de Morley. Patie
nce caminhou ao lado dele, mas ela no tentava toc
-
lo, que
era algo provavelmente inteligente, tendo em conta o olhar ardente nos olhos de Shane. Seus
msculos estavam apertados, as mos em punhos, e a nica coisa que o impedia de perfurar
Morley era a ce
rteza de que seria Claire e Eve, que iam se machucar.


Morley empurrou a porta de vidro exterior com um p arrancado, e olhou para o sol escaldante.


"Rapidamente, por favor ", disse ele, e arrastou Eve e Claire em todo o terreno aberto em uma
corrida trp
ega para um nibus vazio.


Era um nibus de passageiros velho, com vidros escurecidos, e a prxima coisa que ela sabia,
Claire estava sendo empurrada nos ngremes, degraus estreitos frente de Morley, com Eve
sendo arrastada atrs dele. Era escuro por de
ntro, com apenas algumas sobrecarga luzes de
leitura para mostrar
-
lhe o interior. Eram gastos, velhos bancos de veludo, e em quase todo
assento tinha um vampiro, pelo menos na frente de dois teros do nibus.


Na parte de trs estavam os humanos
-

amarrado
s, amordaados e olhando desesperados. No
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tinha residentes de Morganville, pelo menos que Claire poderia ver de local improvisado, mas viu
imediatamente dois rostos familiares


Capito bvio e Angry Guy, da lanchonete, que tinha feito
o carro de Eve de l
ixeira. O xerife disse que ele tinha desaparecido, ela presumiu que eles
estavam mortos, como seu amigo que tinha sido deixado com sua caminhonete.


Morley tinha pego eles. Claire pensou que o outro, aquele que tinha morrido, tinha sido mais um
acidente d
o que um assassinato deliberado, embora talvez ele tivesse feito algo para deixar
Morley com raiva, tambm. No havia nenhuma maneira de dizer, realmente. Os dois agressores
no estavam olhando to no controle agora. Seus olhos estavam arregalados, seus na
rizes
estavam sangrando e eles continuaram lutando contra os laos que os mantinha no local.


"Amigos de vocs?" Morley perguntou, ao ver sua expresso. "Vou ver se pode sentar voc na
mesma seo. Corredor ou janela?" Ele empurrou Eve em um lugar prximo

uma janela,
atravs de Capito bvio, e ento Claire caiu em a cadeira vazia ao seu lado, no corredor. Ento
ele se virou para Shane.


Shane sentou silenciosamente na cadeira em frente de Claire. Patience, vendo isso, mordeu o
lbio e balanou a cabea,

mas quando Morley deu as ordens, ela quebrou algumas braadeiras
de plstico e prendeu Claire e Eve em lugares, ento se virou para Shane.


"Sinto muito por isso", disse ela baixinho. "Voc deveria ter ido. Pedido ajuda. Eu teria feito se
soubesse que n
o haveria danos."


"Eu no confio suas vidas a ningum alm de mim", disse ele. "Sem ofensa."


"No levei", Patience disse com um suspiro. "Mas Morley vai exigir voc a dar sangue. Ele no
o certeza que voc entende
o seu temperamento. A resistncia no seria sensata."


Shane estremeceu e desviou o olhar. Ele no gostava de dar sangue, mesmo na unidade mvel
ou o banco de sangue, e isso era muito mais do que um vampiro precisava ter, no im
porta se
eles usavam equipamentos mdicos ou se era feito da maneira antiga. Claire no estava muito
bem com ela mesma, e ela conhecia Eve bem o suficiente para saber que ela lutaria contra isso,
era difcil.


"Vamos", desabafou Claire.


Morley tinha se
afastado para a frente do nibus agora, conversando com algum outra coisa, e
Patience estava inclinada sobre ela, verificando sua tira, que estava muito apertadas.


"Patience, por favor. Voc sabe que isto no est certo. Apenas deixe
-
nos ir."


"Eu no po
sso fazer isso."


"Mas"


"Eu no posso", disse Patience, com nfase suave, mas firme. "Por favor, no pergunte de novo."


Ela se endireitou e saiu sem um outro olhar, dando as costas, preso com as outras Refeies
Infelizes. Pelo menos ela no tinha amo
rdaado
-
os. Claire imaginou que ela iria, se eles
comearam a gritar.


Nota para si mesma: no gritar. Bom conselho.


Shane torcida em torno de seu assento olhando ela por cima do banco. "Hey," ele sussurrou.
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"Voc est bem?"


"Eu estou bem. Eve?"


Eve
estava com raiva, rosto brilhante, os olhos quentes com fria.


"tima", ela retrucou, mordendo a palavra e deixando um silncio afiado, pesado.


Depois de um segundo, ela suavizou um pouco.


"Chateada. Realmente chateada. Que tipo de viagem estpida e
ssa? At agora, eu fui agredida,
insultada, presa, e agora eu estou amarrada a uma cadeira por um bando de vampiros que
anseiam um pouco O negativo no almoo. E meu namorado est l fora em algum lugar,
esquivando
-
se dos raios de sol. Isso uma merda!"


"Ah" Claire no sabia bem como responder a isso. Ela olhou para Shane, que encolheu os
ombros. "Ele vai ficar bem."


"Eu sei", Eve disse com um suspiro. "Eu sou apenas
-

eu preciso dele agora, voc sabe? Shane
era todo galante e veio com voc. Eu sinto...

abandonada, isso tudo."


"Voc no est abandonada", disse Shane. "Cara, no fale mal de Michael. um problema
totalmente diferente quando voc inflamvel."


Eve desviou o rosto, em direo janela e disse, "Eu sei. Estou
-

Droga, srio, eu odeio
precisar
de ajuda! Temos que fazer alguma coisa ", disse ela. "Ns temos que sair dessa."


Mas, enquanto Morley caiu no banco do motorista do nibus, bateu a porta, e colocava o animal
em marcha, Claire no tinha certeza se eles realmente tinham opes. Mo
rley no estava
interessado em negcios, e eles no tinham nada para o comrcio, de qualquer maneira.
Nenhuma maneira que poderia amea
-
lo, nem mesmo com Amelie, ele j tinha levantado o
dedo para Amelie de sua maneira saindo de Morganville, e ele clarame
nte no estava
preocupado com ela vir atrs dele
-

ou o que aconteceria quando ela fizesse. Claire no tinha
mais nada em sua bolsa de truques, nada.


"Aguarde", disse Shane, como se soubesse que ela estava pensando e provavelmente ele sabia,
na verdade. E
le estava comeando a ficar realmente bom nisso. "Basta esperar e ver. Algo vai
acontecer. Ns s precisamos estar prontos para mover
-
se quando se concretizar."


"Fantstico", Eve resmungou amargo. "Esperar. O meu favorito. Em instantes estarei numa
piscin
a de cido e com malditos vampiros sugando meu sangue."


"Desculpe", Shane disse para Claire.


"Por qu?"


"Por voc est sentada perto de Little Miss Sunshine. No vai ser uma viagem divertida. "


Ele estava certo sobre isso. No foi.







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OITO

Eve estav
a sentada em silncio, mas ela estava a um passo de estourar de fria.


Claire podia sentir isso vindo, como energia esttica. E ela no ia ficar fria logo, tampouco; Claire
achou que ela estava irritada para no ficar assustada, o que no era uma m escol
ha.


Ficar assustado nessas circunstancias, no ia lev
-
los a lugar algum. Certamente no ia ajudar o
Bon Laranja, e o Cara Mau, ou as cinco outras pessoas que Claire pde contar que estavam
amarradas e amordaadas, esperando um vampiro ficar furioso.


El
a j tinha visto acontecer uma vez, mas em mtodos mdicos aprovados.


Jacob Goldman


irmo do vampiro paciente, e sob outras circunstncias, um tipo de cara legal


fixou algum com um torniquete e drenou
-
o todo para dez tubos de sangue por um homem
sent
ado duas fileiras acima. Ele era bom para isso.


Theo, seu pai e um mdico, provavelmente o ensinou como fazer isso. Ela sups que fosse uma
vantagem ter um vampiro drenando seu sangue, ele no ia perder uma veia e ter que tentar de
novo.


Jacob parecia in
feliz com o que estava fazendo, e no fim, colocou sua vitima nos ombros de um
jeito tranqilizador e gentil.


Claire meio que esperou que ele arranjasse um pirulito, mas, uma vez que o homem estava
amordaado, no fazia muito sentido.


“Isso não esti acon
tecendo,” Eve sussurrou perto dela. “Não, não esti acontecendo. Isso não
pode estar acontecendo. Onde demnios Oliver est? Ele no deveria ser nossa ama de
companhia?”


Claire no sabia, e no podia comear a tranquilizar Eve, porque um senso de runa est
ava
rastejando para ela tambm. Michael no estava a vista, e muito menos Oliver, e isso era mau,
muito mau.


Isso tinha que ser, de alguma forma. Oliver, pelo menos, podia fica no sol, ela j vira ele fora do
crcere, antes que Morley fizesse sua entrada
dramtica. Ento por que ele no estava chegando
aqui?


Porque voc no importante, Claire, disse uma pequenina voz traioeira, Porque voc s
humana. Comida rpida que anda.


No, no era verdade. Mesmo que Oliver nunca tivesse os tratado
-
bem, no ex
atamente „legal‟,
ele havia desenvolvido um tipo de respeito bsico por eles. Talvez, no caso de Eve, at gostasse
um pouco. Ele no iria s ficar, e assistir as coisas acontecerem.


A menos que ele pensasse que poderia vencer, a pequena voz respondeu, e,
droga, a pequena
voz era lgica demais para Claire argumentar. Oliver no fazia o tipo do auto
-
sacrifcio, exceto,
talvez


talvez


quando envolvesse Amelie, e s uns breves relampejos.


Mas Michael era, e Michael deveria aparecer, a menos que alguma cois
a o impedisse. Ou
algum. Claire pigarreou.


“JacoN? Posso te perguntar uma coisa?”


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Jacob deslizou os frasquinhos de sangue dentro de um bolso em sua jaqueta, e voltou para o
corredor do nibus.


Ele oscilou graciosamente com o movimento da estrada, nem
mesmo se preocupando em bater
contra os assentos, de um modo que um humano no poderia.


Ele se agachou perto de Claire, deixando seus olhos no mesmo nível. “Eu sinto muito,” ele disse
imediatamente.


“Isso não foi o que planejamos, nós nunca pretendemos
fazer isso, mas sequer pudemos chegar
ao banco de sangue, ou ao sangue mvel


onde as garrafas estavam bem guardadas


Ns
tivemos que escolher


ficar sem suprimentos, ou...”


“Ou transformi
-
los em uma loja de conveniência?” Claire tentou manter o tom de

julgamento
longe de sua voz, mas era difícil. “Não é soNre isso que eu quero falar.”


Jacob acenou, esperando.


“Você viu o Michael?”


Os olhos de JacoN se alargaram, “Não,” ele disse, e era um mentiroso pior do que ela esperava.


“Não. ele veio com você?



“JacoN, você saNe que veio.” Claire falou suavemente, e esperou que Eve não pudesse ouvir o
que ela estava dizendo. “Alguma coisa aconteceu com ele?”


JacoN parou perto dela por alguns, doentes momentos, então disse, “eu não sei.” Ele se levantou
e foi

embora.


Claire mordeu a lngua, numa quase supresso da urgncia de gritar algo pra ele, isso
provavelmente s a daria uma mordaa, de qualquer forma.


Shane se virou em seu assento, o tanto que a posio permitia, e ele se dirigiu a ela.


Ele sabia, tam
bm. Claire arriscou um olhar a Eve, mas ela estava olhando para fora da janela.
Sem chorar, no mais. Ela s parecia... distante, como se ela tivesse sido tirada dela mesma,
com tudo o que aconteceu.


Shane estava certo. No havia nada a fazer, exceto esp
erar.


Claire estava mal com isso, mas ela gastou seu tempo tentando pensar atravs do problema. O
que Myrnin faria? Provavelmente inventaria algum artefato que cortasse as unhas dos dedos, e
uma jaqueta que cortasse atravs de algemas plsticas.


Ento de

novo, Myrnin ficaria feliz e explodiria em sangue, ento talvez ele no fosse um exemplo
to bom para seguir. Sam. O que o av de Michael faria? Tambm vampiro, mas ele nunca foi
longe com essas coisas. Ele ficou pelas pessoas, ele fez isso toda sua vida,

tanto como humano
quanto como vampiro.


E ele nunca ficou algemado em um banco, gnio. A vozinha de Claire a lembrou.


E sobre Hannah Moses? Era uma boa sugesto, mais uma vez. Claire no podia imaginar como
Hannah, que fora um grande soldado, conseguiu s
air disso, mas provavelmente havia uma faca
escondida


a qual, Claire no tinha.

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O constante pulsar das rodas era hipntico, e desde que a janela estava escura, no havia muito
para ver l fora, a no ser algumas sombras passando.


Os vampiros estavam s
ussurrando entre eles, e ela podia sentir sua excitao contida. Era
estranho, mas os vampiros tambm pareciam sentir como se fossem prisioneiros de Morganville


a maioria prisioneiros de suas estritas leis de conduta, mas Claire sabia que eles no eram
p
ermitidos sair livremente de Morganville, tal qual os habitantes humanos.


Era bizarro que os vampiros pudessem sentir a mesma liberdade que ela, Eve, Michael e Shane
sentiram quando deixaram os limites da cidade. Parecia... errado.


“Eve?” Claire tentou
bater com seus ombros nos de Claire. Ela fez isso muitas vezes para
finalmente tirar Eve de seu torpor e ganhar sua ateno.


“Ei, o que você acha?”


“Fantistico,” Eve disse. “Aventuras de uma vida.” Ela encostou sua caNeça no encosto do Nanco
e fechou os

olhos.


“Me acorde para o massacre, ta? Não quero perder isso.”


Claire no tinha idia do que responder para aquilo, ento, ela s encostou sua prpria cabea
para trs, fechando seus olhos tambm. A estrada assobiava, como um barulho branco em sua
cabe
a, ento... ela dormiu.


Quando ela acordou, o nibus estava empurrando uma parada. Claire recuou, tentando esticar
seus braos, e imediatamente lembrou
-
se das algemas plsticas enquanto essas cortavam sua
pele.


Ela respirou fundo e relaxou, deliberadam
ente, olhando em volta. Eve tambm estava acordada,
seus olhos escuros estreitados, ofuscando na escurido. Na fileira da frente, Claire pde ver a
parte de trs da cabea de Shane, enquanto ele tentava dar sentido para o que quer que
estivesse acontecendo

fora da janela.


“Onde nós estamos?” Claire perguntou.


A caNeça de Shane meneou. “Não faço idéia,” ele disse, “não posso realmente ver muito, isso
parece como uma pequena cidade, mas eu não posso afirmar.”


“Eles não precisam mais de , ahn, suprimentos.

Sem assentos vazios.”


“Isso é o que eu estava pensando,” disse Shane.


No havia nada em sua voz, mas Claire sabia que ele estava se sentindo to preocupado quanto
ela, com essa evoluo.


Morley trouxe o nibus a uma parada, com um assobio dos freios, e

uma guinada, ento as
portas se abriram e os degraus desceram. A luz do dia continuava l fora, a luz derramando
-
se
nas dobras das portas, era leite branco intenso.


Nenhum dos outros vampiros tentou sair. Eles s esperaram, Morley voltou, e parou em fren
te ao
nibus, e rosnou.


“Irmãos e irmãs,” ele disse, “eu parei para aNastecer, fiquem livres para um lanchinho, eu vou
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cuidar do comNustível.”


“Oh não,” Eve sussurrou. “Não, não, não.”


Claire tentou de novo libertar as mos. As algemas cortaram profund
o, quase drenando sangue,
ento ela parou. O cheiro de sangue no seria uma boa coisa agora.


Os vampiros estavam se virando pra trs no nibus, e seus olhos incandesceram. Patience e
Jacob estavam no meio deles. Eles estavam mais perto, e suas cabeas est
avam juntas,
cochichando. Patience parecia decair de alguma coisa que Jacob estava dizendo, mas ele era
insistente, e enquanto o primeiro vampiro foi em busca de seu lanche, Jacob de repente lampejou
fora de seu banco, e ficou no caminho.


O vampiro era u
ma mulher, ningum que Claire conhecesse. Ela parecia velha, e no muito legal.
E tambm no estava gostando de Jacob na sua cara, e ela disse algo em uma lngua que Claire
no reconheceu. Jacob deve ter, porque ele respondeu alguma coisa de volta. Patienc
e
finalmente saiu de seu banco, e se aproximou, claramente lhe dando cobertura.


Jacob alcanou seu bolso e puxou dois frasquinhos de sangue. Ele voltou ao ingls para
responder, “Isso vai lhe manter por enquanto. Não hi necessidade de ninguém ser assassin
ado,
e voc sabe que isso vai acontecer se permitirmos que voc se alimente aqui. Pegue isso, e se
sente.”


“Quem você pensa que é? Amelie?” A mulher expôs suas presas em uma risada zomNeteira. “Eu
deixei Morganville para escapar dessas regras estpidas, m
e dê o que eu quero, ou irei pegar.”


“As regras não são estúpidas,” Patience disse, “As regras são sensíveis, se você quer alertar os
humanos de nossa presena, e reiniciar os tempos ruins, os tempos que corramos por nossas
vidas, sem possuir nada, sem s
er nada


espere at atingirmos nosso destino. Voc vai l fora
por sua conta para o que voc vai fazer. Mas enquanto eu e Jacob estivermos aqui voc no vai
se alimentar diretamente dessas pessoas. Eu no vou v
-
los mortos porque voc no consegue
se cont
rolar.”


Ela soava absolutamente certa sobre o que estava fazendo, principalmente, somente um idiota
argumentaria com ela. A outra vampira franziu as sobrancelhas, pensou sobre isso, e fez um
muxoxo de frustrao. Ela agarrou os dois frasquinhos da mo est
icada de Jacob.


“Eu esperava mais,” ela rosnou. “É melhor você começar a dreni
-
los, voc tem muitas bocas
para alimentar.” JacoN a ignorou. “Quem mais, eu posso dar mais quatro...”


Mais quatro vampiros levantaram e aceitaram os frascos. Jacob pegou seu
kit mdico e o deu a
Patience.


“Eu vou ficar aqui,” ele disse, “drene o sangue.”


"Sim, no deixe nenhum deles pequenos!" Um dos outros vampiros chamou, e existia um
murmrio de risada.


"Basta," disse Jacob, e havia uma nota de humor relaxado em sua vo
z, "Vocs todos vo pegar o
que quiserem, s no agora, e nem aqui."


Ele olhou pelo ombro para Patience, que estava prendendo um torniquete em volta do primeiro
humano que achou
-

uma mulher, desta vez. Havia uma pequena resistncia, no muita, e
Patience

provou que era to boa em tirar sangue quanto seu irmo. Ela encheu mais dez frascos,
os quais entregou para Jacob, para distribuio, enquanto ela se movia para o prximo doado.

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Ento, quando Morley voltou para dentro, depois de abastecer o nibus, ele
viu o que estava
acontecendo, e sacudiu a cabea, "Voc pode tirar o vampiro de Morganville, mas..." e deixou o
resto no dito enquanto sentava no banco do motorista. "Muito bem, vocs a, sangue de garrafa
depois, primeiro, ns dirigimos."

Claire meio que

esperava que os vampiros tivessem acabado a merenda antes que Patience
fizesse seu caminho de volta para a sua fileira, mas sem porra de sorte.


Que seja, ela se virou e comeou com o Cara Zangado, cujos olhos emitiam gritos silenciosos e
pareciam no abs
orv
-
nos frascos e se movendo para Bon Laranja, que perdera seu chapu, e agora estava chorando,
lgrimas desordenadas, seu nariz estava escorrendo tambm.


Quando Patience finalmente

terminou de esvazi
-
lo, ela se voltou para Claire. Ela olhou para
Claire por um longo momento, e ento disse, "Eu no vou pegar seu sangue, nem de seus
amigos. No ainda."


Prximo a Claire, Eve soltou um arquejo de alvio. Shane que estava sentando tensa
mente na
fileira da frente, relaxou. Claire no.


"Por que?"


"Porque voc me fez um favor, eu acho, deixe isso ser o pagamento." Ela comeou a se mover
para a prxima fileira.


"Espere," disse Claire. Os olhos estranhos e escuros de Patience voltaram ao

rosto dela. "Eles
vo matar todos ns. Voc no quer isso, voc e Jacob."


"Jacob e eu somos excees", Patience disse suavemente. "Desculpe, mas isto o mnimo que
podemos fazer, a mais do que estamos fazendo agora, perdo."


"Tem que haver alguma coisa
-
" Claire mordeu o lbio. Eve estava prestando ateno agora, e
Shane, em frente claire, estava tentando manter toda a conversa em um sussurro.




"Criana, voc no tem idi
a do que est dizendo", Patience respondeu um pouco triste. "Ele vai
captur
-
la, e ento Morley vai achar o que ele procura, ele no tem razo para no arrancar essa
informao de voc, e vai ser muito duvidoso, eu no ter drenado sangue. Ele j pensa que
Jacob
e eu somos fracos. Voc nos pe em risco, tanto quanto a vocs."


"Ento, qual a nossa escolha?" Eve silvou, se inclinando o quanto pde. "Ser chupados at a
morte? No obrigada, eu passo, se eu quisesse esse fim horrvel, horroroso de filme de ter
ror
escroto, eu teria ficado em qualquer esquina de Morganville, e me salvado do problema!"


Patience olhou para Eve mais desconfortvel. "Eu no posso ajudar," ela falou outra vez. "Sinto
muito."


Esta era sua resposta final, aparentemente. Claire a assis
tiu continuar com seu trabalho de
sangue, aparentemente satisfeita por ter feito sua boa ao do dia.


"Estamos fodidos", disse Shane, em uma voz que quem sabe das coisas, e se virou de volta, face
pra frente. "Continuam querendo voltar para Morganville? P
orque todo dia exatamente como
isso, de um jeito ou de outro."


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Eve suspirou, e quedou
-
se contra a janela, e parecia como se estivesse perto, de novo, beirando
s lgrimas. Ela no chorou. Claire quase desejou que ela fizesse, isso no era como Eve, toda

essa raiva nervosa. Isso fazia ela nervosa, e a ltima coisa que ela precisava bem agora, era
aumentar a trepidao do seu sistema.


"Michael vai nos encontrar", Eve disse, "Eles vo vir por ns."


Claire desejou sentir aquela certeza sobre isso. Patience

e Jacob distriburam todo o sangue
um happy hour. Era nojento, assistir os vampiros tendo seu lanchinho, O estmago de Claire
revirou, e ela achou mais fcil enca
rar os prprios ps, do que realmente prestar ateno.


Alguns dos doadores de sangue, realmente se seguraram, outros, simplesmente dormiram,
presso baixa, ou pnico, Claire no estava certa. Pelo menos estava silencioso. Morley
continuou dirigindo, e par
eceram horas antes dele reduzir o nibus novamente.


Ele no parou, apenas engatou e gesticulou para o vampiro sentado atrs dele. O vampiro
aquiesceu, apontando para outros trs, e se moveu para que eles o seguissem.


"O que est acontecendo", disse Shane
. "Voc pode dizer?"


"No", respondeu Claire, e num timo, Morley abriu as portas do nibus. O nibus continuou em
rotao a, talvez 35 ou 45 milhas por hora. Os quatro vampiros na frente puseram os casacos,
chapus, luvas, roupas de sol, e enfileiraram
-
s
e rumo s escadas. Um por um, eles se alocaram.


"Que porra?" Shane voltou
-
se desajeitadamente ao limite de sua habilidade. "Eve, voc consegue
ver qualquer coisa? O que est acontecendo?"


"Mal posso esperar, eu acho
-
" Eve guinchou, e inclinou a cabea co
ntra a janela, e finalmente
continuou. "Eu acho que eles esto indo para alguma coisa atrs de ns. Um carro, talvez."


Quatro vampiros pularam fora de um nibus em movimento, na luz do dia da estrada, para atacar
um carro que estava atrs deles. Seguindo
-
os? Claire sentiu um choque eltrico correndo por sua
espinha. Michel. Oliver. Tinha que ser! Eles calcularam isso. Estavam bem atrs deles.


Sim, sua trgica, pessimista voz disse em sua cabea, "Eles esto bem atrs de ns, e quatro
vampiros esto a um p
asso voc consegue
-
" A voz de Claire estava trmula agora. Eve no
respondeu.


"Eve!"


"Estou tentando!" Eve rosnou. "S tem sombras aqui fora, ok? Eu no posso sacar se um carro.
Oh no..."


"O qu?" Ela e Shane gemeram juntos, inclinando
-
se em frent
e a Eve como se alguma coisa que
eles pudessem fazer fosse melhorar.


"O carro," Eve disse. "Se foi."


"Merda" Shane disse. "Provavelmente era algum fazendeiro dirigindo para o mercado. No deve
ter nada a ver com toda esta merda."


"No interessa agora,"
Eve sussurrou. "Eles no esto vindo;" Ela comeou a chorar, emitindo
soluos que faziam seu corpo inteiro vibrar, e golpeava sua testa no vidro grosso da janela.


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Claire instintivamente tentou alcan
-
la, e foi detida pelas amarras de novo.


"Ei," ela di
sse, tentando duramente soar compadecida e calmante. Seu corao afrouxava por
Eve, que parecia tão...perdida. “Eve, por favor não, por favor não faça isso, vai ficar tudo Nem,
isso tudo
-



“Não, não vai!” Eve gritou, e se voltou para Claire com uma fúria

lacrimosa. “Não esti Nem !
Michael! Michael!” Ela começou a se jogar contra o cinto. Shane tentou acalmi
-
la tambm, mas
Eve no estava mais escutando


ningum.


Patience veio, e com um triste, mas determinado olhar para Claire, inclinou
-
se sobre Eve e l
he
aplicou uma rpida injeo no ombro. Foi to rpido que Claire no teve reao de tentar par
-
la,
e Eve parou de se deNater, para dizer, em uma surpresa repentina, “Oh!” Então seus olhos
rolaram para trs e ela caiu em seu banco, sua cabea esbarrando n
a janela, cordas de cabelo
cobrindo seu rosto.


“O que você fez?” Claire exigiu, e tentou não gritar. Ela simplesmente saNia que o que você grita
denuncia voc.


“Ela vai dormir,” disse Patience. “Ela não esti machucada, é melhor deste jeito. Caso contri
rio
ela poderia machucar a si mesma.”


“Sim, não pode ter isso,” Shane disse amargamente. “Mantenha
-
a a salvo dos seus caras, o que
era aquilo, com os vampiros pulando do ôniNus?”


Patience re
-
encapou a agulha que usou para injetar em Eve, e a guardou na b
olsa, “alguém
estava nos seguindo,” ela disse. “Eles não estão mais. Isso é tudo que vocês precisam saNer.”


O nibus mudou de velocidade outra vez, pneus cantando, e reduzindo para um arrastar
-
se. As
portas se arreganharam de novo, e dois vampiros entrar
am, usando chapus, luvas e longos
casacos contra o sol. Um deles estava fumegante, mesmo com todos os mecanismos de
proteo.


O outro, um pouco mais alto e magro, agarrou Morley pelo pescoo, arrastando
-
o do banco do
motorista, e o arremessando pela por
ta.


“Vi!” ele gritou, e tirou o chapéu. O mais alto era Oliver.


Michael


que era o vampiro que estava chegando, e emitindo espirais de fumaa


correu pelos
corredores do nibus, esbarrando em Patience e Jacob, e tirando
-
os do caminho Ningum mais
tev
e tempo de parar, apesar de que alguns vampiros o bateram e arrancaram pedaos de seu
casaco enquanto ele corria em direo a parte de trs do nibus.


Oliver estava bem atrs dele, e enquanto ele alcanava as fileiras onde os humanos estavam
Oliver se vir
ou e bloqueou os outros vampiros que estavam comeando a se mover em seu
encalo. Eles foram impedidos pelos recrutas, mas havia muitos deles.


Jacob saltou, dando a Oliver um segundo de olhar negro, e ento pulou para o alto da cabeceira
para o banco prx
imo a ele, de ccoras, como um pssaro suplicante. Patience fez o mesmo do
outro lado de Oliver.


"Não,” ela disse rapidamente, enquanto os vampiros começavam a se mover em direção a eles.
“Fiquem onde estão.”


Michael alcanou
-
os e soltou as algemas de C
laire primeiro. Isso levou preciosos segundos,
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porque o plstico estava mais duro do que ele pensara, e ele estava tentando no machuc
-
la.


Assim que ela estava livre, ele se inclinou para Eve e empurrou o lado da janela com um soco
poderoso. Metal guinch
ou e vidro espatifou, e a janela toda caiu pela estrada. Luz invadiu, pura,
quente e branca, e atingiu o diretamente no rosto. Michael se adiantou para as sombras de novo,
com um gemido chocado.


Claire tinha uma m idia das queimaduras, mas ele no lhe
deu tempo para preocupar
-
se.


“Fora!” Ele gritou, e a agarrou pela cintura para coloci
-
la em direo a janela.


Os pedacinhos de pele exposta entre as luvas e o casaco chiavam como bacon sendo frito. Claire
agarrou um pedao cortante da janela, e olhou par
a baixo, o nibus ainda estava em movimento,
e estava ganhando velocidade pela ladeira.


“Claire, pule!” Ela não tinha escolha, realmente.


Claire pulou, batendo no duro asfalto com um atordoante estampido, e rolou. Ela planejou
proteger a cabea, e enrolo
u
-
se em uma bola na superfcie quente. O nibus continuou andando.
Ela pde ouvir gritos


e luta. Outra janela quebrou, a perto de Shane.

“Vamos,” Claire sussurrou, e cruzou os dedos. Ela estava toda machucada, e seu tornozelo
parecia torcido, mas isso n
o importava agora.


Ningum veio da janela. Claire comeou a correr atrs do nibus


mancar atrs do nibus


e
ela teve que parar quando seu tornozelo torcido falhou debaixo dela, depois de uns doze passos.


“Shane!” Ela gritou. “Shane, venha ! saia!”


Sua ateno estava completamente fixada no nibus, mas ela tinha instinto de sobrevivncia,
obrigada, treinamento severo de Morganville, ela sentiu uma sombra se avultar atrs dela, e
virou
-
se bem a tempo.


Morley. Ele estava trpego pelo dia radiante


no chiando como Michael, mas definitivamente
com perigosas queimaduras de sol. E ele estava puto. Sua mo errou o lugar onde ela estava, se
ela estivesse no caminho, ele poderia ter quebrado seu pescoo. Ela rolou e deslizou sobre seus
ps, sentindo o es
querdo de novo, e esperando voltar. Morley deu um bestial arreganhar de
dentes.


“Ninguém deixa a viagem,” ele disse. “Especialmente você garotinha. Amelie te quer de volta.
Estou certo disso. Você é meu seguro. Nenhuma exposição a você.”


Ele avanou par
a ela, e fora de seu campo de viso, Claire viu uma sombra escura se expor pelo
vidro quebrado, e cair para eles. Primeiro ela pensou que fosse Michael, mas no


Oliver.


Ele atingiu Morley como um tijolo e o arremessou a quinze ps de distncia estrada
abaixo,
rolando e batendo em uma baguna. Ento depois de um olhar irritado a ela, se equilibrando em
um p, ele a puxou para seus braos, e se voltou para gritar.


"Michael, deixe! Saia!" Um carro vinha rugindo pela ladeira atrs deles
-

um carro da pol
cia, com
metade das luzes osculando, e marcas de socos nas suas portas e janelas.


Tinha marcas de arranho de garras em cima do motor. E no reduziu por Morley, que escalou
pelos ps e mergulhou fora do caminho enquanto o cruzava vertiginosamente.


Guinch
ou medonhamente para frear, deixando marcas na estrada, e o motorista empurrou a porta
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do passageiro para abri
-
la, quando eles voltaram. Oliver lanou Claire dentro da parte de trs do
carro, deixando a porta aberta, e correu de volta para o nibus. Ele sa
ltou, agarrando
-
se na janela
aberta, e agarrou alguma coisa


-

e puxou. Michael apareceu na
janela, e caiu duramente na estrada. Oliver soltou, e pulou, puxando Michael pelos ps. Ele tirou
seu prprio chapu e colocou na cab
ea loira de Michael, despindo sua prpria jaqueta, e dando
a ele proteo extra.


Michael achou que estava solto, mas enquanto Claire se balanava e lutava para sentar, Oliver
empurrou seu amigo de qualquer jeito dentro do carro de polcia, empurrando pel
a porta traseira,
e batendo com fora, cercando Michael dentro. As maanetas, no funcionaram, claro. Michael
meio que escalou por ela, pesado e fedendo a cabelo queimado, mas ele rapidamente rolou e
tentou se bater contra a janela de vidro


que Claire pe
rcebeu em choque, estava pintada de


com spray.


Somente a parte do lado do motorista estava inalterada.


Oliver foi para a frente, virou, e dirigiu atravs das barras de ferro, que separavam a parte de trs
da parte da frente
22

ele abriu a grade, se
gurou o Nraço de Michael e disse, “Você não pode ajudi
-
los morto. Você tentou. Nós vamos tentar de novo. Isso não acaNou.”


“Eve continua li! Eu não posso deixi
-
la li!” Michael gritou, e tentou se soltar.


Oliver com um aborrecido e impaciente suspiro, aga
rrou
-
o pelo pescoo dessa vez, e o lanou de
volta ao assento de vinil.


“Ouça
-
me,” ele disse, e aNriu mais da grade, pra seus olhos reterem os de Michael. “Michael, eu
juro a voc que no vou abandonar seus amigos. Mas voc precisa parar com essa insanid
ade,
no est fazendo nada para ajud
-
los e tudo para destruir tudo, e todos que voc ama, voc
entende?”


Michael ainda estava tenso, pronto para lutar, mas Oliver o segurou ali, fixando
-
o abaixo, at
Michael soltar o brao de Oliver e erguer ambas as mo
s em rendio. Seu corpo em colapso.
Derrotado.


Ainda assim, Oliver no soltou.


“Dirija,” ele falou ao homem atris do volante. “Siga o ôniNus. Morley esti pronto para voltar para a
pista. Ele vai continuar dirigindo, mas ns devemos ficar atrs, e for a

de visão.”


“Eu não posso seguir o que eu não enxergo!” O motorista protestou, e Claire conhecia aquela
voz, mas no soava como o xerife de Durram, ou mesmo seu deputado. Soava como... No
mesmo. Claire se encostou e subiu para sua metade de grade, que co
ntinuava no lugar.


“Jason? Jason Rosser? O irmão de Eve? Que merda você esti fazendo aqui?”


“Oliver precisava de algum suporte que não fosse entrar em comNustão,” falou Jason. “Além do
mais, é a minha irmã que esti li, não é?” Eve.


Eve continuava no n
ibus, esse era o porqu de Michael ainda lutar tanto. Claire se sentia
estranha atrs da curva agora, talvez ela no devesse ter balanado tanto a cabea, ainda doa
do lado direito. Ela estava comeando a sentir um monto de dores, enquanto a adrenalina
c
omeava diminuir. Shane. Shane tambm continuava no nibus. Porque ele ficou l?




22

No sei

se vocs j viram, mas um carro de polcia, tem um espao atrs que

onde os "bandidos" ficam, separado por uma
gradezinha, que nem uma caminhonete.

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“Jason, use isto para segui
-
los,” Oliver disse, e empurrou algo de dentro do porta
-
luvas do painel.
Parecia com um GPS. “Isso foi programado para seguir o ôniNus.”


“Você gra
mpeou o ôniNus?”


“Eu grampeei sua irmã, deslizei um celular dentro do Nolso dela na confusão. Esperançoso que
ela tenha uma oportunidade de us
-
lo."


Ele estendeu o aparelho para Jason, que prendeu no painel, alinhado de forma que ele pudesse
ver o mapa c
olorido na tela.


“Ótimo,” ele disse. “Ei, seria Nom se você pudesse destravar a espingarda tamNém.”


“Não,” Oliver falou entre dentes. “ A última coisa que eu vou confiar a você é uma arma de fogo,
apenas dirija.”


Claire estava tendo problemas com foco,

ela perceNeu. “Você deu um telefone a Eve?”


“Eu coloquei no Nolso dela," Oliver respondeu. “A menos que eles a revistem, eu duvido que eles
encontrem, estão cheios de distrações.”


“E Shane, ele esti Nem?”


“Eu não sei.” Oliver olhou para Michael. “Ele
estava?”


“Soltei uma de suas mãos,” respondeu Michael. “Eu não pude soltar as duas, se você tivesse me
dado mais um





“Mais um segundo e você explodiria em pedacinhos, o que não seria Nom, de nenhum jeito.”
Oliver disse. “Patience e JacoN estão se mant
endo a parte, eles sabem o que uma causa
perdida quando vem uma, e voc no pode tirar shane e Eve juntos, em nenhuma circunstncia.
melhor deix
-
los juntos onde podem proteger um ao outro. Agora, voc vai se comportar, ou eu
vou ter que mostrar outra

vez quem manda aqui?”


Michael não respondeu, mas deixou cair as mãos ao seu lado. Oliver o deixou. “Como você se
sente?”


Michael soltou um frigil sorrisinho. “O quê? Você esti preocupado?”


Ele parecia mau, Claire notou, mesmo com a pouca luz provenie
nte da janela ao lado de Jason.
Eles estava vermelho, inchado e queimado.


“Não realmente,” Oliver disse “Estou preocupado com sua responsaNilidade.

Que quase certamente vai ser o caso, se voc vai continuar agindo como algum moleque
apaixonado ou pensar c
omo um homem. Entendeu? Se voc quer salvar seus frgeis
amiguinhos, voc precisa ser um grande espertalho sobre os riscos e sua prpria segurana.


Era difcil dizer a expresso de Michael, pelo seu rosto inchado, mas no havia erros sobre o
lampejo de
dio em seus olhos. Claire respirou fundo. Michael puxou uma profunda inspirao, e
se virou de frente para ela.


“Você esti legal?” Ele perguntou, e descalçou as luvas. Suas mãos eram Nrancas, mas Nem na
linha onde as luvas estavam, haviam vividas queimadu
tocou seu rosto, virando para um lado, e ento para o outro.

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“Você vai ter algumas contusões, menina valente.” Mas ela saNia o que ele realmente estava
procurando.


“Sem marcas de presa,” ela disse. “Bem, ninguém es
tava pronto para aquilo antes, voc sabe.
Veja, nenhuma marca de agulhas.”


“Marcas de agulha?”


“Patience e JacoN, eles insistiam que todo o sangue fosse drenado com uma seringa. Acho que
eles estavam tentando sortear uma espécie de ração.”


“Eles estavam

tentando te manter viva,” Oliver falou, virando o rosto para tris. “Muitos vampiros
num espao semi
-
fechado, frenesi faminto seria inevitvel, nenhum de vocs sobreviveria,
especialmente tão incapacitados quanto estavam.”


Enquanto Eve e Shane continuavam

l. Claire se sentia doente, se sentia horrivelmente culpada.
“Por que eu?” ela perguntou. “Por que me salvar? E não Eve ou Shane?”


“Você estava mais perto,” Michael falou. “ E
-

voc a mais nova. Eve e Shane iam chutar minha
bunda se eu no te salvasse

primeiro.” Mas ele parecia doentiamente culpado tamNém, e ela
saNia no que ele estava pensando, porque ela estava tamNém, Eve. “Eu a ouvi gritando por mim.
Foi por isso que


nós decidimos ir em frente.”


“Era isso, ou ouvir seus gritos o resto da viagem,
” Oliver falou. “Eu nunca me apaixonei, e cada
vez mais, eu sou feliz por isso. Parece fazer você um estúpido, tanto quanto desagradivel.”


Jason Nufou, o que deve ter sido uma risada chocada. “Siiim, você esti certo.”


Oliver deu um tapa na nuca de Jason.

“Eu não preciso da sua aprovação. Dirija.”


Claire tentou puxar sua caNeça de volta. “O
-

o que estamos indo fazer?” ela perguntou. “Apenas
segui
-
los? E se


e se alguma coisa acontecer no ôniNus? Vamos simplesmente sentar aqui?”


“Sim,” Oliver falou. “Po
rque indo agora, ns perderemos o elemento surpresa, e Morley estar
pronto para ns. Na verdade ele deve tentar arquitetar uma provocao, para nos forar a fazer
alguma coisa estpida. Ns os seguiremos at que parem. Uma vez que desligarem o nibus,
ns

temos uma chance muito melhor.”


Jason falou, “E soNre, você saNe, atacar o ôniNus? Aqui fora, no sol, eles não podem nos caçar.
Não muito.”


“Atacar o ôniNus apenas nos renderi um carro que não dirige muito, e não vai nos assegurar o
ôniNus desarmado,” d
isse Oliver. “Nós devemos pegar algo maior, muito maior, isso não é
prudente. Muito risco de dano aos seus delicados humaninhos a Nordo.”


“Mas
-



“Ah, só cala a Noca e segue!” Oliver trovejou. “Estou cansado da discussão. AcaNou.”


Claire conhecia uma por
ta batida quando ela ouvia uma. Ela enrolou e puxou uma perna da cala
sobre seu tornozelo. Estava inchado e comeando a virar uma contuso. Beleza. Isso era uma
toro.


“Você tem algo de primeiros
-
socorros aqui?”

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Oliver desencavou uma caixa, e a passou
atravs do lado da grade de Michael. Ela encontrou
aquela atadura de borracha, e tentou coloc
-
la ela mesma, mas Michael tirou dela, tirou seu
sapato e meia, e enrolou em volta dela sem dar uma palavra.


“ONrigada,” ela disse docemente. Sentia
-
se melhor, u
ma vez que estava terminado, mesmo que
doesse toda vez que ela se mexia. “Aqui tem alguma coisa que
-



“Estou curando,” disse Michael. Ele soltou o kit de medicamentos e deixou sua caNeça cair de
volta para o assento.


“Brother, essa não foi a viagem que
eu planejei.”


“Sério?” A voz de Oliver era seca. “Esti sendo exatamente o que eu esperava. Infelizmente.”










































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NOVE

Eles dirigiram pelo que pareceu um longo tempo, mas de acordo com o relgio embutido no
painel do carro
, foi apenas um par de horas. O veculo continuou pegando o caminho longo, cheio
finalmente pararam.


“O que é aquilo?” Jason perguntou, apontando para a tela ampliada
. ”Aquilo é a cidade?”


Claire no podia ver muito, alm de um pontinho no mapa.


“É pequena, isso é. Menor que o último lugar que você dormiu.”


“Nenhum outro caminho.” Oliver disse, olhando pro display. “Eles nos virão chegando, de
qualquer jeito. O ter
reno plano como uma porta
23
. E quente.”


“É, e quem por acaso decidiu re
-
filmar „Vampiros no Texas‟? De quem foi essa excelente idéia?
24

Jason perguntou.


“Da Amelie,” Oliver respondeu. “E não é da sua conta o porquê dela ter escolhido isso. Não vai
ser b
om para ns esperarmos at o anoitecer.


Eles tero apenas que usar seus sentidos para
nos detectar. melhor atacar de dia, se pudermos. Infelizmente meu exrcito consiste em no
-
confivel criminoso, uma garota sem habilidades e um inacreditvel jovem va
mpiro tolo, com
proNlemas de Nronzeamento. Não estou confiante.”


“Nós não temos escolha”, falou Claire. “Nós temos que ir. Eve e Shane
-




“Eu estou mais concentrado no que Morley esti fazendo.”
-

Oliver interrompeu “Ele esti
desafiando Amelie. Me desafi
ando. Não posso deixar isso sem resposta.”


Com sorte, ele reproduziu o que Claire havia dito


que eles no tinham escolha, e que Oliver
tinha que ajudar.


Ele pensou soNre isso em silêncio durante alguns minutos, e então assentiu. “Muito Nem”, ele
disse.

“Nós estamos indo.”


"Agora. Mas, enquanto estivermos, voc tem que ser rpido, voc tem que ser impiedoso.
Michael, se voc est to empenhado em salvar a garota e seu amigo, essa ser sua misso.
Claire, Jason, vocs ficam comigo. Eu posso precisar de
alguma distração.”


“Por „distração‟ você quer dizer „isca‟” disse Michael. “Você não vai usar Claire.”


“Ela é um cervo ferido.” Oliver respondeu. “É perfeita.”


“Você não vai usar Claire. E isso não é opcional. Eu não me importo se você se acha o chefe,
voc no vai us
-
la.”


Oliver afirmou. “Muito Nem, vou usar o marginal. Ele deve servir.”


Jason pigarreou. “Se eu sou a isca eu posso usar a espingarda?”





23

No original, ele diz “plano como uma forma de bolo” achei que plano como uma porta expressaria melhor o que
ele quis dizer.

24

Um filme de vampiros, como deu pra reparar.

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“Não.”
Disse Oliver. ”Não mesmo.”


Claire estava com o pensamento vagando, quando seu crebro deu a prova de que finalmente
tinha sado do estupor causado pelo balanar da viagem.


“Ei,” ela falou. “Leva horas para chegar aqui vindo de Morganville. Como o Jason




Jason disse, “Calada‟” O irmão de Eve rosnou. “Isso não é da sua conta, ti legal? Digamos que
eu estava pela vizinhança.”


Oliver no disse nada. Isso queria dizer que, ou Jason estava tentando dar o fora de Morganville
e foi capturado por Oliver


ou e
steve em um servio para Oliver. Ou, de outra forma, existia
algum tipo de co
-
relao que Claire tinha certeza que no estava l um ms atrs. Na verdade,
Oliver foi Nem preciso no “vamos executar o plano, time” Então por que de repente Jason fazia
parte d
isso


e uma parte confivel disso. Jason teria alguma permisso para sair de Morganville?


Claire calculou que ela provavelmente nunca saberia. Jason estava furioso e no muito falante.
Oliver s vezes era o Sr. Grande Comunicao quando ele estava no mod
o „Nonzinho‟ mas hoje
no era esse seu modo. Seu olhar era raivoso, focado e muito, muito perigoso.


“Vamos li.” Oliver disse. “Todos vocês saNem o que é preciso. Façam. Conquistem as pessoas
do Morley se puderem, mesmo se no puderem, intimidem se no der

para persuadir. No se
deixem capturar. Ajude seus amigos. Destrua seus inimigos e custe o que custar venam.
Estamos entendidos? Eu vou cuidar de Morley.”


Michael acenou, seu rosto se recuperara mais rpido do que Claire esperava, mas ela achou que
no
ia durar. No se eles estavam indo para a luz do dia de novo. Ela se perguntou quanto levaria
para que a dor o dano sobrecarregasse apenas ele.


Ela esperava no ter que descobrir.


Jason dirigiu muito rpido, pondo fora no veculo como um carro de corrid
a, criando demnios de
areia debaixo das rodas e rindo como o manaco que ele era, dando a Claire vislumbres de sua
expresso. Ele parecia mais que pronto para uma luta. Ela nunca o tinha visto assim, e era mais
do que um pouco assustador.


Prximo a ela,
Michael estava calado, focado no controle da dor e a preocupao que ele deveria
estar sentindo. Oliver provavelmente no sentia nada, ele deveria fazer pouco da idia de estar
preocupado.


Claire quis vomitar, mas ela estava determinada a aguentar e se ma
nter forte. Ela vasculhou a
caixa de primeiros
-
socorros e encontrou um par de analgsicos extra
-
fortes. No iam ajudar
muito. Ela tambm perguntou discretamente ao Michael se ele teria qualquer arma que pudesse
lhe ceder.


Ele silenciosamente tirou uma est
aca banhada em prata da jaqueta. Ela tinha uma ponta afiada o
bastante para cortar com uma apunhalada, e ela a sentia, fria e slida em suas mos, quando ela
a pegou com fora suficiente pra deixar marcas de suor na superfcie da lmina.


“Último recurso,
” ele disse a ela. “Não fique perto o suficiente para precisar, ti?”


“Ti”, ela concordou e tentou um sorriso. Ela imaginou que realmente tinha conseguido um. “Dói?
Esquece, pergunta idiota, é claro que dói. Me desculpe.”


Sua mo plida com uma marca em c
arne viva de queimadura segurou a dela por alguns
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instantes.


“Você é uma Noa pessoa Claire, saNe disso, não saNe?”


“Você tamNém.”


“Tecnicamente não mais uma pessoa, como Shane gosta tanto de me lemNrar.”


“Shane pode ser um idiota.”


“Mas um Nom amigo.”


“TamNém”, ela assentiu. “Nós temos que resgati
-
los Michael. Nós temos.”


“E nós vamos”, ele disse. “Eu prometo.”


Ele parecia ter mais a dizer, mas nessa hora a acelerao do carro diminuiu, Jason reduziu o gs
e disse, “Muito Nem, estamos aqui, parece q
ue, se muito, d trs quarteires, talvez trinta
edifícios? Qual é o plano?”


“Encontre o ôniNus.” Oliver falou. ”Eles não devem ter ido muito longe.”


“Por que não?”


“Porque Morley é um idiota preguiçoso, e ele não vai querer se pôr pra fora. Olhe o maio
r prdio,
e você encontrari o ôniNus estacionado Nem na frente.”


Certo o bastante, enquanto Jason manobrava o veculo pela cidade


se voc pudesse chamar
de cidade, era mais como um impensado conjunto de prdios


o nibus estava obviamente
estacionado,
bem em frente ao que pareceu uma verso em miniatura da prefeitura de
Morganville


gtico, com torres e telhados pontiagudos,e construdos com blocos de pedra
cinzenta. Em torno de vinte anos sem nenhum tipo de manuteno; a cerca de ferro em volta do
lug
ar estava inclinada, enferrujada e a vegetao dentro estava spera e crescida.


A placa dizia Prefeitura e Plenrio da Cidade Blacke. Na frente da entrada, algum tipo de
monumento histrico


uma grande e no muito boa, esttua de bronze esverdeada com um

homem velho vestido num terno, que parecia muito satisfeito consigo mesmo.


A placa em seus pés era visível em qualquer lugar da rua dizia “HIRAM WALLACE BLACKE”.
Hiram no tinha sido muito bom. Havia dentes em sua forma de bronze, e a coisa toda se
incli
nava ligeiramente para a esquerda, como se tivesse sido construda em um terreno irregular,
mais alguns centmetros, e a esttua toda faria um ngulo de Hiram para a grama.


O nibus parecia deserto. As portas estavam abertas. No havia vestgio de Morley,

seu pessoal
ou qualquer outra pessoa.


“Como você ajeitou esta tela? Ah sim, eu vejo.” Disse Jason. “Tudo Nem o telefone esti dentro do
prédio, é li que eles mantêm Eve, de qualquer jeito.”


“Você saNe o que fazer Michael, quando você encontrar seus amigo
, traga
-
os aqui se puder, se
não puder, encontre uma posição defensiva e a mantenha, e espere por mim.”


“O que você esti indo fazer?”


“Encontrar Morley,” Oliver disse. “E explicar a ele por que é uma terrível idéia fazer
-
me vir at ele.
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Isso vai acabar r
apidinho. Morley no um homem corajoso e vai mandar seu pessoal fazer. O
nico risco alguma coisa acontecer antes que eu o encontre... e convena
-
o.”


O modo como ele disse essa ltima parte fez Claire se arrepiar. Oliver era capaz de muitas
coisas, e
uma delas que ele realmente no era muito civilizado. Ela j havia visto uma parte
disso. Isso continuava mantendo
-
a acordada esta noite, corao batendo.


Mas agora, ele ao menos tinha apontado a direo certa. Como um tipo de canho.


“Vão.” Oliver dis
se. Ele no gritou, nem havia nenhum tipo de nfase especial na frase, mas
Claire ouviu o absoluto comando na superfcie da palavra. Ele empurrou sua porta, abriu
-
a de
trs, do lado de Michael, e ento ele estava se movendo em direo entrada, andando, n
o
correndo, movendo
-
se com calculada velocidade, como se tivesse todo o tempo do mundo e ao
mesmo tempo como se no pudesse ser parado por nada ou por ningum.


Jason rastejou grosseiramente. Ele esqueceu de abrir o lado de Claire, mas tudo bem, Michael
g
irou ao redor em menos de dois segundos, abriu a porta e agarrou o casaco sobressalente de
Oliver e colocou sobre a cabea, como uma forma de proteo extra contra o furioso sol da tarde.


“Cheque o ôniNus!” Ele ordenou.


“Espere! Onde você
-



Tarde demais
, ele se fora, correndo pela esquina do jardim, aproveitando a sombra do prdio. Ele
chegou l e bateu suas costas contra o concreto, tirou a jaqueta e socou o vidro, a janela
quebrou
-
se, e ele entrou no tribunal.


Isso foi estranho, pensou Claire, at ali
, ningum tinha vindo at o prdio ver o que estava
acontecendo


nem mesmo se o prdio era a prefeitura e o tribunal. No havia nem uma viva
alma dentro. Blake no devia ter muitos habitantes, mas devia ter pelo menos uma centena, por
a. Eles no deviam
como ele costuma ser.


Claire se moveu gatunamente pelo nibus, agachada passo
-
a
-
passo, e encontrou o local
completamente deserto. Nenhum dos prisioneiros nos assentos, e o cho e
stava cheio de palha,
fiapos de corda na parte de trs.


Ela deixou o nibus em uma corrida limpa, atravessando a janela quebrada


Michael no a tinha
esperado


e gemeu quando notou que era muito alto para ela. Sem tempo para refletir sobre
isso, ela pul
ou, agarrando o peitoril da janela, e ignorando os cortes que ela ganhou com os
estilhaos.


Michael simplesmente deslizou para dentro; o que era irritante, isso era tudo. Seus braos
tremeram com o esforo, mas ela se controlou para levantar seu corpo, ap
oiou os dedos do p
direito em uma das rachaduras na pedra, e tentou iar
-
se para dentro da janela.


A partir da, foi fcil balanar as pernas pra dentro, mas o percurso at o cho foi maior do que
ela imaginou. Seu tornozelo deu uma fisgada de dor, e ela

se preparou para se levantar contra a
parede, respirando e esperando a agonia passar.


Ela estava em algum tipo de escritrio, mas um que no era usado recentemente. As cadeiras
pareciam algo da virada do sculo, mas no eram antigidades, eram sucata.


A

Madeira estava podre, as gavetas estavam quebradas e soltas e em alguns casos, as pernas
estavam at quebradas. Ela surpreendeu um rato em uma das gavetas quebradas, e quase gritou
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quando ele fez seu caminho pelo cho nojento. Respire fundo.


Vamos l, f
ique inteira, eles precisam de voc, Shane precisa de voc.


Claire pegou a estaca de prata de dentro da jaqueta e a segurou com a mo esquerda, enquanto
ela abria a porta com a direta, pronta para atacar se precisasse... mas o corredor estava vazio.


Aind
a assim, ela podia ouvir passos correndo, barulho no andar superior, isso no queria dizer de
qualquer jeito, que no havia caras maus aqui embaixo. Graas experincia em Morganville


Sobrevivncia, turma 1
-

ela sempre achava que os caras maus estavam e
m volta, em cada
esquina.


Tinha muito caos rolando no andar de cima, mveis batendo, quebrando, ps correndo. Pessoas
gritando


Claire tentou no pensar naquilo como um grito


e soava como se fosse onde Oliver
resolvera ir atrs de Morley. Mas onde esta
va Michael?


Claire abriu outra porta, e encontrou um escritrio, com uma mesa, um computador e uma velha
cafeteira, situada em cima de alguns papis. Ningum ali. Ela tentou a prxima porta


mesmo
resultado, exceto pelo caf.


Na terceira, ela encontrou
uma mulher cada no canto. Ela estava desmaiada, e no morta,
graas, como concluiu Claire checando seu pulso, quem quer que fosse, provou ser forte. Claire a
ajeitou numa posio mais confortvel, rolando a de lado, era assim, Shane a havia ensinado
isso.



ele era bom com primeiros socorros.


A mulher era idosa, do tipo pesado, e ela parecia cansada e plida. Plida. Claire olhou seu
pescoo dos dois lados, mas no achou
nada. Ento ela checou seu pulso, e achou um lento
sangramento, e no apenas um.


Cla
ire ofegou, respirando lentamente para se acalmar, e olhou em volta procurando alguma coisa
para usar como torniquete.


Tinha um leno em cima da mesa; Claire cuidadosamente o envolveu ao redor do pulso dela,
apertado, e olhou a mulher novamente. Ela conti
nuava inconsciente, mas no parecia estar com
problemas.


“Vai ficar tudo Nem.” Claire prometeu, e desejou que fosse verdade.


O que a estava preocupando agora, era o momento em que Morley e sua tripulao tinham
transformado aquelas pessoas num lanchinho
, e isso apenas... aconteceu. A nesga de sangue na
mo da mulher estava seca e endurecida, o ferimento metade fechado e curado, o nibus da
festa de Morley tinha acabado de estacionar.


Isso no soou certo, de qualquer jeito.


L fora a luta continuava no
andar de cima, e enquanto Claire tentava cuidadosamente subir as
escadas, tentando notar tudo, um baque surdo e um barulho de queda, e um corpo veio voando
em sua direo, caindo na parede, escorregando com estrondo e deixando marcas nos degraus
embaixo de

seus ps.


Era um vampiro.


E no era um dos vampiros de Morley. Ela havia dado uma boa olhada em todos eles no nibus,
e nenhum deles parecia ter a idade de Shane, ou usava uma blusa de time de futebol que parecia
fedorenta vinte metros de distncia.

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Aquilo no era um vampiro de Morganville.


Aquilo era alguma outra coisa.


E girou pra cima, revelando um longo par de terrveis presas, e veio atrs dela com um rugido
cheio de fria, fome e deleite.
















































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DEZ

Clai
re gritava, trocou de posio bem na hora de enfiar a estaca no peito dele. Seu impulso fez
com que ele a empurrasse contra a parede atrs dela com toda fora. Claire bateu com a cabea
na parede e sentiu uma rajada de dor, mas ela estava mais preocupada c
om os olhos vermelho
sangue dele, loucos de raiva e com aqueles dentes afiados feito garras.


Ento ele caiu sobre ela, ela o empurrou e ele caiu no cho com um estrondo com as mos ao
lado do corpo.


Cara, ele realmente fedia, como se ele no tomasse b
anho ou lavasse as roupas a mais de um
ano. Ele cheirava a sangue velho, fedia mesmo. Seus olhos estavam abertos, olhando para o
teto, mas Claire sabia que ele no estava morto


no ainda. A estaca de prata s o machucava,
enquanto estivesse nele, o mante
ria imobilizado por enquanto.


Sendo de prata ou no era uma questo de saber quo velho ele era para que matasse, de
alguma forma ela no achava que ele fosse um dos antigos como Amelie, Oliver ou Morley. Ele
era mais como um dos valentes que tinham sido

transformados h poucos anos se isso tudo.


A prata estava queimando ele. Ela viu que estava ficando preto ao redor na estaca.


Ele tentou me matar.

Ela engoliu seco, a mo dela tentou tocar a estaca, mas desistiu.
Eu deveria
o deixar morrer.


Exceto que
ela realmente precisava daquela estaca. Sem a estaca ela estaria desarmada. E ela
sabia


porque Michael j tinha contado a ela


que ficar estacado doloroso. E ser estacado por
go na estaca quando
uma voz atris dela disse, com um sotaque inglês Nem rico, “Você não que fazer isso.”


Morley. Ele deve ter descido as escadas enquanto ela estava ocupada. Ele estava
ensangentado, suas roupas estavam mais rasgadas do que antes e tinha
arranhes por todo o
rosto que iam se curando enquanto Claire olhava para ele. Ela agarrou com mais fora a estaca e
arrancou, levantou
-
se e ficou frente a ele para encar
-
lo.


Morley suspirou. “Algum de vocês tolos realmente nunca escutam. Eu disse não fa
ça isso.”


“Ele esta machucado.” Claire disse. “Ele não iri se levantar por um Nom tempo.”


“Errado”, Morley disse. “Ele não iri levantar nunca mais. E ele não precisa mesmo.”

Ela sentiu alguma coisa mexendo no seu tornozelo dolorido e em seguida se enrola
r nele. O
vampiro adolescente estava puxando ela e se erguendo atravs dela.


Morley estendeu a mo pegou a estaca e esfaqueou o vampiro outra vez, facilmente com trs
vezes mais fora que Claire tinha usado. Ela ouviu os ossos quebrarem e ele bater no ch
o de
madeira.


O menino, no era mais velho que Shane, ficou mole novamente. Sua pele comeou a arder pela
prata.


“Você não pode...”, ela começou, mas Morley se virou para ela com o rosto duro.


“Ji deve ter ficado Nem claro para você que eu posso”, el
e falou com raiva. “E ji dever ficado
claro pra voc tambm que esse no um dos meus rebanhos. Isso no faz voc ficar alarmada
Claire?”


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“Eu...”


“Deveria”, ele disse, “porque fora os vampiros que estão trancados em Morganville, não deveria
existir mais
. Amelie, seja l o que voc pensa sobre ela, problema seu. Aqueles que no
concordam em participar do experimento social em Morganville foram excludos. No h vampiros
andando por ai que eu saiNa.” Ele chutou o menino com sua Nota suja. Mas eu não con
heo ele
nem o seu Nando, que comeram meus suprimentos.”


“Bando?” Claire olhou pra cima, assustada, outra Natida e mais Narulho escada acima. Morley
ignorando ela suNiu as escadas como um Norrão. Estavam gritando li em cima. “Espere!
Comeram seus


suprim
entos


você não quer dizer...”


Morley chegou ao topo das escadas e disparou antes que ela pudesse dizer outra palavra.


“Meus amigos...”, e terminou tristemente, e então piscou, porque dois segundos depois de Morley
ter cruzado a claridade, Michael surgi
u no topo da escada, com Shane atrs dele.


Michael estava carregando Eve que parecia inconsciente.


Eles desceram a escada rapidamente e Claire no gostou da tenso que viu no rosto de Michael
e Shane. “Nós temos que ir.” Michael disse “Agora. Agora mesmo
.”


“E o Oliver? E o Jason?”


“Não temos tempo” Michael disse, “Vamos Claire.”


“Minha estaca...”


“Eu faço uma novinha pra você.” Prometeu Shane. Ele parecia sem fôlego, e arrastou ela logo
atrs de Michael, e estava indo para fundo do corredor numa janel
a que eles quebraram antes.
“Esti tudo Nem.”


“Claro”, ela disse, controlando o estremecimento devido ao tornozelo queNrado. Claro que no
grande quadro ela estava Nem, mas e as pessoas li em cima pelo que Morley disse. “O que esti
acontecendo li em cima?”


“Morley esta tendo um dia ruim”, Michael disse. “Detalhes mais tarde. Agora precisamos sair
daqui antes...”


“Tarde demais,” Shane disse, com uma voz Naixa e tranqüila.


Os quatro pararam no meio do hall quando dois vampiros deslizaram para fora das somb
ras um
de cada lado bloqueando eles. Um deles era uma confuso s, com olhos malucos e cabelos
brancos rebeldes. O outro era um jovem vestindo uma camisa de futebol do Jersey


time do
vampiro que Claire quase matou, ela achava. Este era mais largo que Sha
ne e mais alto tambm.
Como o velho, ele parecia... estranho; louco at para um vampiro.


“Me dê”, o velho disse numa grossa e estranha voz. “Me dê.”


“Merda, isso é assustador”, Shane disse “Ok, plano? Alguém?”


“Aqui”, Michael chutou a porta que ficava d
o lado oposto do corredor e fez as dobradias voarem.
Shane empurrou Claire antes de entrar na sala e Michael entrou por ltimo fechando a porta na
cara dos dois vampiros e empurrou a porta com as costas. “Barricada”.


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“É pra ji,” Shane disse e acenou para

Claire ajudar a pegar uma mesa pesada, que deslizou pelo
cho para bloquear a porta como fazia Michael, com Eve nos braos, ele pulou a mesa sem o
mínimo esforço. “Você acha que isso vai segurar?”


“Claro que não”, Michael disse. “Você viu o tamanho daqu
ele cara?”


Eve se agitou nos seus braos, murmurando e ele olhou pra ela, ainda havia preocupao em
seu rosto. Quando ela virou a cabea inquieta, Claire viu uma mancha de sangue no seu cabelo
emaranhado, quase invisvel contra o negro do cabelo.


“O qu
e aconteceu?” Claire perguntou.


Michael sacudiu a caNeça. “Eu não sei”, ele disse.


“Ela conheceu o lado ruim do Morley”, Shane disse. “Ele jogou ela no corredor de qualquer jeito.
Ela Nateu a caNeça na parede. Eu acho...” Ele ficou quieto por um momento.

“Estou assustado
com essa merda toda. Mas ela esta Nem, não esti?”


“Eu não sei,” disse Michael.


“Bem então use seus super poderes ou algo assim.”


“Eu sou um vampiro idiota. Não tenho visão de Raio
-
X.”


“Você é algum monstro soNrenatural”, disse Shane.
“LemNre
-
me de trocar voc por um
loNisomem, cara. Provavelmente seria mais útil agora.”


Claire ignorou os dois e foi para o outro lado do quarto. L havia uma janela, estava destrancada
e ela lanou o cinto
-

mas a janela no se moveu, ficou endurecido de
vido poeira velha e
insetos mortos


ela descobriu que a sujeira tinha disfarado um conjunto de grossas barras de
ferro do outro lado.


“Michael”, ela disse, “seri que você pode queNrar isso?”


“Talvez. Aqui.” Michael entregou Eve para Shane que seguro
u ela com um pouco mais de
dificuldade.


Ele olhou para as barras, que estavam na luz do sol brilhando como fogo.


“Isso


pode ser um proNlema.”


Ele ainda estava vestindo o casaco de couro, mas as luvas foram rasgadas, parecia que tinha
sido rasgadas p
or garras. Dava para ver parte da pele das mos dele. Shane que estava
encostado na mesa que bloqueava a porta, quase foi derrubado quando os vampiros do outro
lado empurraram a porta, a mesa deslizou um pouco antes de Shane cravar o p no cho e
empurrar
para trs. A mesa deslizou em direo a porta centmetro a centmetro ate que
esmagou a mo do vampiro mais velho na porta.


“Se decida logo”, ele gritou, “Estamos correndo contra o tempo.”


Michael respirou fundo, pegou uma das antigas e empoeiradas corti
nas arrancando dos trilhos.
Envolveu em ambas as mos, em seguida agarrou as barras. Mesmo assim, as mangas do
casaco que estavam enroladas, Claire pode ver tiras de pele vermelhas, que j tinham queimado
m mais fora, mas o sol era demais para ele.
Ele Soltou as barras e caiu para trs ofegando, os olhos vermelhos e cheios de ira.

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“Droga!” Ele gritou e tentou chutar as Narras. Isso funcionou melhor; a Nota e a calça o coNriam
melhor e no primeiro chute f
orte as barras comearam a ceder.


Ele no teve chance de tentar novamente, porque os vampiros do outro lado da porta bateram
novamente, mandando Shane para cima de Claire. Michael virou bem na hora de enfrentar o
primeiro vampiro que era o mais jovem com
camisa de time.


Michael era rpido, mas as vrias exposies ao sol o deixaram mais lento, e o outro vampiro
bateu mais forte e duro na porta o que fez Michael bater com fora na parede do outro lado da
porta. Ele rolou e virou de p bem na hora de tirar

um dos vampiros de cima de Claire.


Michael deu um soco na costela do mais novo e o puxou pelos ps derrubando ele com um
estrondo. Ele colocou os joelhos no peito do rapaz, segurando ele embaixo, mesmo sabendo que
essa no era uma soluo permanente, e c
omo Claire tinha visto, o outro vampiro o mais velho,
entrava no quarto com um sorriso no canto da boca. Ele parecia ainda mais morto que os outros
vampiros, e tinha alguma coisa familiar na forma desorganizada que ele se movia, alguma coisa...


Ela no t
eve tempo de pensar muito, porque o velho pulou sobre eles como uma louca aranha
faminta, mos estendidas parecendo garras. Shane mergulhou para um lado, machucando Eve e
Claire mergulhou para o outro. Isso colocava Shane e Eve perto da porta e com o olhar

atormentado ele pulou para fora.


“Claire, vai!” Disse Michael. “Corre”.


“Eu não posso!” Disse ela calmamente.


Mancando, correr realmente no era uma opo, qualquer um dos vampiros poderia derrubar ela
facilmente. Lentamente, um passo de cada vez ela

se afastou do velho se aproximando cada vez
mais da janela. Ele no percebeu o plano dela at chegar luz do sol e queimar. Mesmo assim
demorou um pouco para que ele deixasse de ser um problema. Ele continuou tentando vir,
mesmo do jeito estranho de um c
aranguejo, mesmo com sua pele branca se tornando rosa,
vermelha e finalmente esfumaando. Ento finalmente ele uivou e se esquivou para as sombras.


Claire pressionada contra janela banhada pela luz do sol, soltou um suspiro de alvio.


Brevemente.


“Espe
rta”, Michael disse.


Ele ainda estava segurando o menino
-
vampiro, e assistir o vampiro mais velho sofrer e gritar por
Claire.


“Fique onde você esti. Ele pode tentar agarrar você e te arrastar para fora do sol. Se eu deixar
esse ir...”


“Eu sei”, Claire

disse. “Eu sei disso”.


Ela no sabia na verdade, mas que opo ela tinha? Ela olhou ao redor freneticamente a procura
de alguma coisa, qualquer coisa que ela pudesse usar, ento piscou.


“Você pode jogar isso ai?” Ela perguntou e apontou. Michael olhou

ao redor e pegou alguma
coisa do cho, rindo.


“Isso?”

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“Joga!”

Ele jogou, Claire pegou no ar bem na hora que o vampiro mais velho veio correndo e uivando
para cima dela.


Claire enterrou o lpis no seu peito. Ela teve sorte, o lpis deslizou para dentro

das costelas dele
como havia lhe ensinado Myrnin nas ocasionais e completamente aleatrias aulas de auto
defesa, os olhos do vampiro mais velho pularam e ele caiu aos seus ps ao sol. Claire rolou para
o lado, mas deixou o lpis no peito dele.


“Você deve

estar Nrincando,” Michael disse Nalançando a caNeça “ Isso é simplesmente
emNaraçador.”


“Você notou alguma coisa neles?” Claire perguntou, tremendo agora que a onda de adrenalina
estava passando. O vampiro de Michael estava encostado a ele, mas Michael d
esviava
facilmente dos golpes.


“Esses caras? Eles não são muito espertos.”


“Eles são doentes.” Ela disse. “Eu reconheci o modo como o mais velho andava. Notou que eles
no falam realmente? Eles no podem. Eles foram quebrados nos nveis mais baixos. Caa
r e
matar. Como os piores vampiros que eu encontrei em Morganville quando cheguei.”


Michael claramente no tinha pensado sobre isso. Toda sua linguagem corporal mudou, e por um
segundo Claire pensou que ele fosse se levantar e sair de perto do outro vampi
ro, mas a
responsabilidade falou mais alto que o medo e ele ficou no lugar. Michael nunca ficou com a
doena que os outros vampiros tiveram, como o mais novo ele no tinha chance. Mas ele viu o
que aconteceu com os outros em Morganville. Ele viu as criatur
as que eles se transformaram,
confinados para a prpria proteo em prises com celas isoladas.


“Você esti Nem”, ela disse “Você ji teve a chance, Michael. E acho que você não pode pegar
agora.”


Ela esperava que fosse verdade, de qualquer forma. Se isso

fosse um novo desdobramento da
doena, ento era pior. Bem pior, especialmente se


como ela suspeitava, pelas condies dos
dois vampiros e do vampiro que ela matou no corredor


eles estavam ficando doentes bem mais
rpido do que os vampiros de Morganvi
lle ficavam.


Shane entrou pronto para briga no quarto quase caindo sobre o vampiro estacado com um lpis,
olhou em volta e ficou perdido.


“Uh, o que aconteceu?”


“Onde esta Eve?”


“Eu deixei ela na próxima porta”, ele disse. “Ela esta Nem.”


“Você a deix
ou?” Michael gritou. “Oh, é melhor você me dizer que não acaNou de me dizer isso.”


“Ela esta Nem Mike, ela meio que acordou, eu deixei ela com um aNridor de cartas, escondida
atris da mesa. Ela esta a salvo como qualquer um de nós agora.” Shane olhou para

o vampiro
morto em seus ps.


“Claire?”


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“Sim?”


“Você matou um vampiro com um lipis número dois?”


“Eu na verdade não olhei o número.”


“Eu ji lhe falei recentemente o quanto demais você é?”


Ela tentou sorrir, mas seu corao estava batendo forte no pe
ito agora, mais no de um jeito bom.


“Comprimentos mais tarde. Nós realmente precisamos sair daqui agora e conseguir um carro.
Alguma ideia?”


“Encontrar outro lipis e matar esse aqui tamNém.” Michael disse.


“ Você saNe como isso soa estranho não é?” Sha
ne disse. “Certo deixa pra li. Um lipis número
dois saindo. Por que eu me sinto como se estivesse fazendo um teste?”


“Claire” Michael olhou passando por Shane até ela. “Vi ver a Eve. Para ter certeza que ela esta
Nem.”


Claire assentiu e marchou at a por
ta do outro lado da sala. A porta estava fechada, mas no
trancada ela empurrou a porta...


Para ter uma viso da Eve, ela estava abaixada se escondendo atrs de uma cadeira e
segurando um abridor de carta como se fosse uma arma mortal. Eve gritou quando v
irou e viu a
Claire, mas logo soltou a faca e correu para os braos dela aliviada.


“Você esti Nem. Você esti Nem.” Eve sussurrava e aNraçava ela com força, tremendo. “Deus,
desculpe. Eu achei que você fosse um dos esquisitos.”


“Hoje não.” Claire disse
e estremeceu ao ver o sangue escorrer no lado do rosto de Eve. “Isso
deve doer.”


“Agora não muito.” Os olhos da Eve pareciam meio confusos e sem foco, mas ela estava de pé.
Isso deve ser um Nom sinal. “Eu pensei


Eu achei que tinha visto o Michael. Mas q
uando o
Shane estava aqui, e...”


“Michael esti aqui.” Claire disse. “Ele estava carregando você, mas teve que lutar. Ele veio Eve.
Eu disse que ele viria.”


Eve fechou os olhos por um momento e respirou fundo.


“Okay” Ela disse então, sua voz parecia Nem

mais forte. “Ok. Nós vamos ficar Nem.”


Do outro quarto, Claire escutou o som de metal caindo e um grande barulho.


“Yo!” Essa era a voz de Shane vindo da madeira e das pedras. “Garotas a festa acaNou. Nós
estamos saindo!”


“Vamos nessa.” Claire disse, e
colocou o Nraço no omNro de Eve para manter ela em pé. “Hora
de ir.”


“Onde esti o Jason?” Eve parecia quase focada agora, só que no tópico errado. “Nós precisamos
encontrar ele.”

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“Ele esti com o Oliver.” Claire disse. “Nós vamos encontrar ele. Mas prime
iro nos temos que nos
manter vivos ok? Isso é muito importante.”


Elas passaram pelo corredor entrando na sala onde dois vampiros estavam deitados no cho
estacados por lpis, e Michael e Shane estavam na janela.


As barras tinham sido quebradas. Michael e
stava estrategicamente longe do sol, ele estava com
as sujas cortinas sobre o ombro. Claire achou que ele ia cobrir a cabea com elas.


Mas nem Michael nem Shane estavam se mexendo.


“O que?” Claire perguntou e ela foi para janela e olhou pra fora, ai ela
viu qual era o problema.


O carro da polcia estava em chamas.


E tambm o nibus, com grandes e brilhantes chamas.


E ningum, ningum estava ali fora olhando. Nenhum policial vindo correndo. Nem mesmo os
bombeiros.


Black era uma cidade morta


literalme
nte.


“Nós estamos ferrados.” Shane disse com a maior naturalidade. “Plano B?”


“Não existe um plano B.” Michael disse.


“SaNe, eu acho que vejo vindo um caminho,” Eve disse. “Mesmo com uma contusão.”


Eles ficaram parados por um momento, olhando o carro e

o nibus em chamas, por alguns
segundos ninguém disse nada. Então Michael disse, “Morley não fez isso. Ele não é estúpido a
esse ponto.”


“E com certeza não foi o Oliver.” Shane acrescentou. “Então o que diaNos esta acontecendo por
aqui?”


“Você deveria n
os dizer. Você estava andando com o Morley. Nos só chegamos aqui.”


“É só coisas engraçadas. Ficando amarrados e espremidos junto a vampiros famintos não nos
deixou perceber as pequenas coisas. Tudo que sei que entramos em um prdio, Morley fazia
algum d
iscurso, ai a prxima coisa que eu sei, foi que um dos seguidores de Morley estava
gritando que estvamos sendo atacados. Peguei a Eve e tentei lev
-
la a um abrigo, mas ela foi
nocauteada quando ficou entre o Morley e o cara que ele tava brigando. Ela bate
u com a caNeça.”
Shane parou e encarou Michael. “Qual a sua desculpa?”


“Eu me perdi um pouco antes,” Michael disse, “Bem quando o Oliver nos levou para a aquela
cidade de loucos sem nenhuma boa razo. No deve a ser que ele estava procurando h muito
temp
o.”


“O que, uma cidade cheia de vampiros doentes?” Assim que Claire falou, pareceu fazer sentido.
“Ele estava. Ele saNia que estavam ali. Em algum lugar, pelo menos. Ele estava procurando por
eles.”


“Ele achou que eles estavam em Durram,” Michael concor
dou. “Foi por isso que ele saiu no meio
da noite procurando. Mas se eles estiveram l, se mudaram, para aqui. Uma cidade menor. Fcil
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de controlar, antes de ficarem mais doentes para ligarem pra isso.”


“Mas esses caras não são tão velhos,” Shane disse e m
oveu a cabea em direo do vampiro
com camisa de time. “Esta não é nenhuma roupa antiga o que ele esta usando; ele não pode ter
sido transformando mais que alguns meses atris, um ano no Miximo. Então como ele...”


“Bishop!” Claire interrompeu. “Bishop est
ava procurando por Amelie. E ele estava fazendo novos
vampiros o tempo todo, só transformando e deixando eles.” Ela estremeceu. “Ele deve ter vindo
para ci ou algum lugar próximo.” Bishop era o pai de Amelie


tanto vampiro como
psicologicamente falando, a
parentemente. De forma alguma ele ia ganhar o prmio de pai do
ano. Ou uma placa de trabalho comunitrio. Ele lanchava o pescoo, e isso era o que ele deixava
para trs.


Assustador e nojento.


“Se o Oliver estava procurando por eles, ele deveria ter algum

plano,” Eve disse. Ela estava
encostada na parede agora, segurando a cabea com uma das mos, e ela ainda parecia meio
vaga e sem foco. “O encontre. Ele saNeri o que fazer.”


“Ele deveria ter um plano, mas isso foi antes do Morley e seu Nando de idiotas e
ntrar na história.”
Shane disse. “Agora estamos no meio de uma guerra de três lados. O que seria ótimo em um
vídeo game, mas na vida real não é tão interessante. Eu gosto dos meus Notões de reset.”


“Então nós temos que achar outro carro.” Michael disse. “
Um que corra.”


“Não cara, eu preciso achar outro carro.” Shane disse. “E escurecer as janelas. E voltar aqui para
que voc no entre em combusto enquanto procura por um na cidade. Ento aqui uma idia:
Você toma conta das garotas, eu pego o carro.”


“Voc
ê me diz simplesmente para eu cuidar das garotas?” Michael disse e sorriu. Shane riu
tambm.


“Sim,” ele disse. “Bem na sua cara. Como você se sente?”


Eles bateram punhos.


Eve suspirou. “Vocês são dois idiotas e nós vamos todos morrer, e minha caNeça est
a doendo
como louca,” ela disse. “Nós podemos sair daqui agora? Por favor?”


Michael foi at ela e colocou os braos ao redor dela e Claire escutou ela soltar um pequeno e
triste soluo como se tivesse derretendo sobre ele.


“Shhh”, ele sussurrou. “Vai fi
car tudo Nem, NaNy.”


“Então não,” Eve disse, mas ela perdeu o ponto. “E onde infernos estava você quando eu quase
fui drenada no ôniNus, quase virando vampira?”


“Correndo pra você,” ele disse. “Pulando no ôniNus? QueNrando janelas? Quase resgatei você?”


“Ah é,” Eve disse. “Mas eu fiquei inconsciente por toda essa parte, então não posso agradecer
quão Nravo você foi. Esti tudo Nem eu acho. Começando por você.”


Shane trocou olhares com Claire, fez um som de engasgo que fez ela rir. Ento ele pegou a mo
d
ela, segurou por um segundo, ento levou at os lbios dele. Seus lbios estavam to quentes,
to suaves, que ela sentiu cada msculo do seu corpo se arrepiar. Ele passou o polegar sobre o
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The Morganville Vampires 08



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anel, a pequena promessa deles.


“Espere por mim,” ele disse. “Algu
m pedido especial de carro.”


“Alguma coisa com armadura?” Ela disse. “Ohhhhh, e com DVD no encosto da cadeira. Bônus se
tiver som.”


“Lançador de chamas,” Michael disse.


“Um Hummer amarelo com um adicional pacote de destruição, seria Nem vindo.”


Shane
esfregou mais uma vez o dedo com anel e pulou a janela. Claire observou ele cair na
grama, rolar e ficar em p e correr num ngulo com o claro da tarde.


O brilho, ela percebeu, estava mais baixo que antes.


Era de tarde, o sol estava indo para oeste, e r
pido.


“Esti anoitecendo,” ela disse. Michael foi para perto dela, mas longe da luz do sol que ainda
passava pela janela. “Nos não temos muito tempo depois que a noite chegar, certo?”


“Certo,” ele disse. “Mas se ficarmos nesse prédio, acho que teremos ai
nda menos tempo. Tem
muito desses... outros vampiros. E eles não são exatamente tímidos.”


Ele agarrou os dois vampiros cados e os arrastou para o corredor onde os jogou ao lado do
vampiro que Claire tinha matado antes. Ela tentou no olhar muito de perto
.


Michael fez uma barricada na porta e foi se sentar perto de Eve novamente, numa cadeira pouco
segura no canto.


“Fique,” disse ela.


“Descanse.” Ele arrancou a outra metade da cortina empoeirada e suja e envolveu em torno dela,
foi um gesto bonito e r
omntico que foi um poo estragado por um ataque de espirros
incontrolveis com uma nuvem cinzenta que flutuava em torno do rosto dela.


Claire ficou perto da janela, olhando pra fora. No que isso fosse ajudar; ao menos se ela visse
Shane, se ao menos ela

visse quando ele precisasse de ajuda, o que ela iria fazer? Nada porque
ela era humana, lenta e acima de tudo com um tornozelo quebrado.


Mas de alguma forma, era importante que ela ficasse aqui e olhasse por ele, como se fosse
algum acordo que tinha sid
o feito, se ela no o mantivesse algo de ruim iria acontecer.


Superstição. “Bem, eu estou em um estilo de castelo gótico, presa e lutando com um Nando de
vampiros no corredor. Talvez superstição faça sentido.”


“Você viu o Jason?” Eve estava perguntando a

Michael. “Ele estava Nem?”


Michael agiu como se no tivesse ouvido o que ela disse. Ele veio pra junto de Claire na janela,
s que do lado escuro da janela.


“Alguma coisa?”


“Nada ainda,” ela disse.


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“Você viu ele? Jason?”


“Acho que não.”


“Isso não
é uma resposta, é?”


Michael olhou para ela. Tudo que ele esta prestes a dizer foi interrompido por uma batida sobre
suas cabeas


um duro, seguido por um arranhar. Um monte de riscos, muito afiados. Talvez
facas. Como se alguma coisa estivesse escavando
por baixo do segundo andar.


“Ok, isso não soa nada Nom,” Eve disse. “Michael?”


sendo filtrada pra baixo do teto. Pedaos de gesso velho choveram em flocos, como a

neve.
Claire se afastou da janela e foi para perto da mesa junto porta.


De repente a porta foi empurrada contra ela, algum bateu na porta e uivou. Mais arranhes,
desta vez na porta de madeira. Michael se lanou sobre a mesa e a empurrou de volta com
toda
fora.


“Droga!” ele sussurrou. “Onde ele esti?”


L em cima algo estava sendo rasgado como pano seco


placas sendo quebradas, rasgadas e
jogadas de qualquer jeito.


Eles estavam cavando mesmo.


Eve levantou
-
se, encostando na parede, chutou a perna
de uma cadeira que estava prxima. Ela
soltou a extremidade lascada, no to pontuda como uma lana, mas no parecia como as outras
que eles tinham, mas ia servir. Ela segurou com as duas mos enquanto dividia a ateno entre o
teto que estava fazendo neva
r com as pastilhas do teto e Michael que estava lutando para manter
a mesa no lugar e manter a barricada.


“Nós vamos morrer aqui!”


Veio com uma clareza assustadora, como se ela tivesse visto o futuro atravs da janela aberta no
tempo. Eve estava ali, ol
hos arregalados e vazios e Michael iria morrer tentando proteg
-
la. Seu
prprio corpo seria uma baguna, pequeno e quebrado perto da janela, onde Shane iria encontr
-
lo...


No.


O pensamento de Shane encontrando ela, mas do que a morte em si, fez Claire r
ecusar isso. Ele
tinha visto o suficiente, sofrido o suficiente. E acrescentar isso a essa lista


no. Ela no iria
fazer isso com ele.


“Nós temos que viver,” ela disse em voz alta. Soava meio louco. Michael a encarou e Eve olhou
imediatamente pra ela.


“Bem, é claro!” Eve disse. “E eu fui a única nocauteada hoje!”


O teto cedeu com um gemido baixo de madeira e uma enxurrada de gesso e trs corpos,
cobertos de sangue onde eles no estavam sujos de poeira branca do teto. Pareciam monstros, o
mais alto viro
u
-
se para Claire e ela pegou o brilho das presas e gritou.


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O grito durou menos de um batimento cardaco e em seguida o reconhecimento e alvio.


“Oliver?” Ótimo.


Ela estava aliviada por ver o Oliver. O mundo estava oficialmente de pernas para o ar, gato
s
estavam morando com cachorros e a vida como ela conhecia provavelmente tinha acabado.


Oliver parecia... bem, como um monstro


como um monstro que brigou para sair do inferno,
polegada por polegada, para falar a verdade parecia que tinha gostado de cada

minuto. Ele sorriu
para Claire com todos os dentes a amostra e girou em direo a Eve que parou em frente a ele
afim de par
-
lo. Ele a empurrou para longe e com desprezo com facilidade para perto de Michael,
que tinha olhado antes de atacar, mas clarament
e to atordoado quanto Claire.


“Calma, soldados,” Oliver disse, quase sorrindo. Junto a ele, Morley tirava a sujeira Nranca da
roupa criando uma fumaa branca que irritou os olhos de Claire.


“Eu acho que somos aliados, pelo menos por enquanto.”


“Como Ru
ssos e Ingleses durante a Segunda Guerra Mundial”. Morley concordou meio pensativo.
“Ou foi a primeira? Tão difícil de lemNrar essas coisas. Em todo caso, inimigos com um inimigo
maior em comum. Nós podemos nos matar depois.”


A terceira pessoa no grupo er
a Jason, que parecia to mal quanto os outros, mas no to bem
quanto eles. Ele estava tremendo, visivelmente tremendo e ele tinha curativos nos peito e brao
esquerdo encharcado de sangue.


Eve depois de uma breve demora finalmente reconheceu seu irmo e
foi envolver ele num
abrao. Jason congelou por um momento, ento esfregou as costas dela, acalmando
-
a.


“Eu estou Nem,” ele disse. Isso era uma mentira, Claire pensou, mas Nravo da parte dele. “Você
tem sangue no rosto.”


“Bati minha caNeça.” Ela disse.


“Oh! Então não foi grande coisa,” Jason disse, foi uma coisa tão de irmão o que Jason falou que
Claire ate riu. “Sério Eve, isso parece sério!”


“Sem ossos queNrados. Minha caNeça dói e me sinto um pouco tonta. SoNreviverei. O que
aconteceu com você?”


“Nã
o pergunte,” Jason disse, e saiu de lado. “Precisa de alguma coisa, cara?”


Michael tinha agarrado a mesa e empurrado ela novamente contra a porta e agora estava
tentando mat
-
la no lugar.


“Claro!” Ele disse. Não que os fortes Nraços do Jason fosse fazer

algum milagre, Claire pensou;
ele era magro e forte, mas no era um vampiro forte.


“Deixe eles vir,” Morley disse, e terminou de tirar a poeira que estava na sua roupa. “É o meu
pessoal. Ao menos que você não confie em mim?”


“Agora, porque nós iríamos?
” Ela disse docilmente se virando para Michael. “Não se atreva.”


“Você prefere deixi
-
los li fora. Para serem destruídos?” Morley perguntou sem nenhuma ênfase
especial, como se não importasse para ele de qualquer jeito. “Eu diria que alguém com tanta
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compa
ixão seria menos critico.”


“Desculpe
-
me, mas voc nos amarrou no banco do nibus. E colocou agulhas em nossos braos.
E NeNeu nosso sangue. Então, não, eu não estou vendo razão para ter tanta confiança em você.”


Morley deu de omNros. “Então deixe
-
os morr
er. Tenho certeza que voc no ter problemas em
ouvir seus gritos.”


Algum estava na verdade gritando do outro lado da porta, no tanto quanto batendo na porta.


“Michael, Michael, é Goldman JacoN! ANra a porta! ANra a porta! Eles estão chegando.”


Mich
ael trocou um rpido olhar com Claire, depois com Eve e em seguida com Oliver. Oliver
concordou rapidamente. Michael pegou a mesa e puxou
-
a para trs quase levando Jason ao
cho no processo.


“Hey!” Jason protestou, “Um aviso antes seria Nom, cara!”


“Cal
e a Noca!”


Michael foi empurrado para trs quando a porta se abriu e a sala comeou a se encher de
vampiros. O pessoal do Morley. Assim como eles, Morley no tinha passado por tudo ileso, cada
um deles incluindo Jacob e Patience Goldman, pareciam que tin
ham lutado por suas vidas.
Alguns foram feridos, e Claire sabia por experincia que era preciso muita fora para ferir um
vampiro mesmo que temporariamente.


Jacob estava enfaixando seu brao direito que estava coberto de sangue. Patience estava
sustentand
o ele do outro lado. At Eve estava preocupada mesmo por baixo do seu rosto branco
e olhos escuros. Ele parecia sofrer muito.


Patience o sentou perto da parede e ficou agachada perto dele como Morley e Oliver, com a
ajuda de Michael, organizaram algum tip
o de barreira contra a porta quando o ltimo seguidor do
Morley passou pela pequena porta. No havia tantos como antes.


“O que aconteceu?” Claire perguntou a Patience.


A vampira olhou para ela, e havia sombra de medo no rosto dela que deixou Claire gela
da por
dentro.


“Eles não param,” Patience disse. “Eles vem atris dos nossos prisioneiros. Eles não


ns no
conseguimos faz
-
los pararem.”


Ela olhou para Jacob, que tinha seus olhos fechados. Ele parecia morto


mais morto que a
maioria dos vampiros.


“JacoN quase teve o Nraço arrancado tentando protegê
-
los. Mas nós não pudemos ajudar.”


Ela parecia chocada e profundamente perturbada. Claire colocou uma mo sobre seu ombro e
Patience estremeceu.


“Você esti Nem,” Claire disse. “Nós estamos Nem.”


“N
ão, nós não estamos,” ela disse. “Não de todo. Eles não são vampiros, Claire. Eles são
animais, bestas ferozes. E ns


somos tão presas para eles como vocês são.”


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“Certo,” Morley disse, aumentando sua voz para passar por cima do falatório. “Todo mundo
ca
lado! Agora, nós não podemos ficar aqui...”


“O ôniNus esti em chamas,” alguém falou perto da janela. Morley pareceu parar não esperando
por isso, mas isso passou rapidamente.


“Então não usaremos o ôniNus, pouco céreNro. Nós vamos encontrar outra maneira
de sair desse
maldito cemitério de cidade.”


“Na luz do sol?” JacoN perguntou. Sua voz estava fraca e cheia de dor. “Nem todos nós iremos
soNreviver e aqueles que passarem irão sofrer. Você saNe disso.”


“Escolha sua


ir e queimar ou ficar e ser destrudo
.” Morley deu de omNros. “Por mim, prefiro
curar queimaduras. Eu no tenho certeza se posso religar minhas parte ento e prefiro no
saNer.”


“Alguma coisa esti vindo,” uma voz chamou da janela. “Um caminhão. Uma van de entrega!”


Claire se enfiou na multi
do de vampiros, ignorando o toque da pele fria e os silvios de
aborrecimento e consegui um espao livre bem no meio da janela, onde um casal de ps j
ocupava o lugar a luz do sol, mas era Eve que se espremeu para o lado para dar lugar a Claire.


A van er
a uma coisa grande e amarela, uma espcie de caminho caixo, com poucas janelas
atrs. Enquanto Claire observava, ele subiu a calada, passou por cima da grama da frente e
derrubou um muro de ferro da Centro Cvico. Ele erro a esttua de sei
-
l
-
qual
-
seu
-
n
ome, o santo
patrono da cidade, mas as vibraes causadas pelas oscilaes todas, como observava Claire,
causou seu ultimo estrago e a gravidade agiu por ela mesma derrubando o rosto soberbo na
grama de uma vez por todas.


Felizmente, no caiu na direo d
a van.


A van deu r, e voltou com tudo para perto da janela. Ele parou a poucos metros de distancia, e
Shane saltou do banco do motorista. Ele correu para janela e sorriu para Eve e Claire.


O sorriso desvaneceu
-
se rapidamente com os olhos ajustados a som
bras e viu todos os vampiros
na sala.


“Que...”


“O pessoal do Morley, ” Claire disse. “Acho que estamos todos juntos agora.”


“Eu não... vou amar tudo isso.”


“Eu sei. Mas todos nós precisamos sair daqui.”


Shane balanou a cabea, o cabelo desgrenhado e

molhado nas pontas marcava seu rosto, mas
ele se virou e abriu as portas de trs da van. Dentro havia pouco espao, no era muito, mas ia
d para levar todos os vampiros, talvez.


“Vou levar quantos couNerem,” ele disse. “Mas falando sério, uma vez fora
daqui nossa sorte
estari lançadas.”


“Concordo,” disse Morley e avançou até o sol. Se, isso incomodava, só o fez estreitar um pouco
mais os olhos. Agarrou a moldura da janela e com um puxar duro, ele retirou da parede e jogou
na grama coberta pela vegeta
o.

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“Certo! Os mais jovens primeiro. Vão, agora.”


Houve uma pequena hesitao, at Morley dar um rosnado baixo, e em seguida os vampiros
comearam a se mover rapidamente, lanando
-
se para o sol e correndo para a escurido da van.
Em apenas alguns segundo
s era s ela, Michael, Jason, Eve, Morley e Oliver com Shane do lado
de fora da janela.


“Eu disse os mais jovens primeiro,” disse Morley, gracejando para Michael. Michael levantou as
soNrancelhas. “Idiota!”


“Eu fico com meus amigos.”


“Então divirta
-
se c
om eles, ji que não tem mais espaço atris.”


“Não,” Oliver disse. “Michael vai tris. Eu e você vamos dar uma volta li fora.”


Morley soltou uma risada que mais parecia um latido. “Li fora?”


“Eu tenho certeza que você esti familiarizado com o conceito.”


Oliver sem sequer olhar para ele, agarrou Michael pelo ombro e quase o jogou para o espao
aberto atrs da van. Michael caiu num pequeno espao aberto esquerda e foi puxado por
Patience Goldman que parecia ansiosa, quase assustada. Shane fechou a porta
de trs do
caminho e correu para frente.


“Certo. Movam
-
se meninas.”


Jason no esperou primeiro as damas, ele pulou e saiu. Oliver impulsionou Eve at a janela, e ela
correu para a cabine do caminho, onde Jason j estava instalado dentro. Claire foi ev
itando
qualquer tipo de ajuda de Oliver, quando ela pulou em cima do caminho, viu Morley e Oliver
pular para cima do caminho em plena luz do dia, com braos e pernas abertas para o equilbrio.


Ela entrou e bateu a porta se apertando ao lado de Eve que e
stava ao lado do Jason que estava
prximo a Shane.


“Podíamos ter organizado isso menino
-
menina?”


Shane queixou
-
se e comeou a subir no carro.


“Cai fora, maluco!” Essa última foi para Jason, que estava demasiadamente perto o conforto de
Shane, evident
emente.


Claire tentou se mexer para mais perto da porta, mas o carro no tinha sido feito para quatro
pessoas, no importa o quo magro seja. E Shane no era pequeno.


“Só dirija, engraçadinho,” Jason reNateu. Shane parecia que estava pensando em Nater ne
le.


“A menos que você queira os dois, aí cima gratinando.”


“Merda”, cuspiu Shane e olhou para o volante, como se tivesse pessoalmente ofendido. Ele pôs o
carro em marcha, passando pela terra, e rugindo atravs da grama. Ele bateu duro no meio
-
fio,
fazen
do Claire bater no painel de instrumentos, e ela tentou recuperar seu equilbrio, como o
caminho girado para trs e para frente, tem trao, cantando pneu na rua.


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"Onde diabos voc est indo?" Jason perguntou.


"Sua irm pode falar. Voc no."


"Bem," Ev
e disse. "Onde diabos voc est indo, Shane?"




Claire piscou, olhando para ele, e Eve, de olhos arregalados, sacudiu a cabea.


"Voc sabe que est desesperado", disse ela. "Shane
ir biblioteca."


E apesar de tudo era realmente engraado.









































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ONZE

A biblioteca estava em um bloco esquerda. Eles passaram por um vo, prdios em branco,
janelas quebradas, destruio parecia a colheita de uma boa p
ilhagem. Apesar disso no parecia
recente. A janela da biblioteca estava intacta, e l haviam pessoas patrulhando por fora. Eram as
primeiras pessoas vivas que Claire via em Blake, na verdade. Ela contou quatro deles, armados
com espingardas e arpes.




"
Meu tipo de biblioteca", disse Shane. "Com todas essas armas e tudo mais. Eu tentei empurrar o
vago e eles finalmente me deixaram, mas eu tinha que trazer de volta. Parece como o lugar para
estar. A menos que ns possamos descobrir o que demnios est aco
ntecendo, talvez pegar o
nibus, ou alguma coisa."


Os guardas fora da biblioteca estavam certamente prestando ateno. Os caras com espingardas
seguiam o vago enquanto ele se aproximava, e eles pensaram seriamente em atirar, tambm.
Claire limpou a garga
nta.


"hn... Shane
-
?"


"Eu t vendo." Ele reduziu o caminho to lento, que parecia rastejar. "Ento, eu estou pensando
'hey, ns somos amigos estrangeiros com uma horda de vampiros no seu caminho' no uma
boa maneira de seguir com isso." Ele virou o
caminho. "Acho que no uma boa ideia, mesmo
distancia."


"Talvez ns devssemos
-
"


O que quer que Eve estivesse prestes a sugerir se tornou intil, porque dois policiais
atravessaram, carregando mais armamento, vieram gritando pelo caminho dos dois la
dos da
biblioteca e bloquearam a sada de Shane. Shane afundou os freios. Em segundos a porta de
Claire foi arrombada e um homem enorme com uma espingarda a ofuscou, a agarrou e puxou
para o pavimento quente. Ele pressionou os dedos na garganta dela um min
uto e gritou,


"Uma viva!"


"Essa aqui, tambm!" gritou seu parceiro, que estava abrindo uma briga, tirando Eve da
locomotiva.


"Assista isso, garota!"


"Assista isso voc seu bastardo! Socorro!"


"Ei, deixe
-
a em paz!" Esse era Jason, colocando a si prp
rio depois de Eve, parecendo um pouco
febril e manaco, que Claire lembrava da primeira vez que o tinha visto. Talvez um pouco melhor.
Talvez.


Ele deve ter se movido muito rpido, na opinio do guarda, porque ele deu uma pancada vigorosa
com a coronha da
espingarda, e ele colapsou na rua. Eve gritou seu nome e agarrou seu corpo
para lev
-
lo a biblioteca em frente Claire.


"No!" Claire gritou e olhou de volta para o caminho. Shane estava lutando corpoa
-
a
-
corpo no
lado do motorista, e Jason estava solto
em seus ps. Isso no estava indo bem. E onde inferno
estavam Oliver e Morley? Eles no estavam mais em cima da van.


Oliver surgiu do topo da biblioteca e chutou o que estava segurando Claire ele a empurrou fora do
caminho, enquanto o que segurava Eve pre
parou o arpo e atirou; Oliver agarrou a flecha bem no
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ar, e quebrou o fino cabo com um estalar de dedos, debochando.


"Deixe a garota ir", ele disse. "Eu j joguei esse jogo com muitos melhores que voc. E todos eles
morreram, amigo."


Ele estava parecen
do rosado pela exposio ao sol, mas no queimando. No ainda.
Desconfortvel, talvez. Os olhos do guarda se movimentaram ao redor, procurando auxlio, e o
encontrou vindo de mais dois homens com chapus de cowboy, correndo pro resgate. Com
espingardas.


C
laire se lanou pra frente, abrindo os braos. Eve soltou um choro de alerta, mas Claire andou
em frente de Oliver, cobrindo
-
o das miras das espingardas.


"Esperem!", ela gritou. "S esperem um segundo! Ele est conosco!" As espingardas miraram
nela. Oh,
merda.


"Voc est correndo com os sugadores de sangue?" Um deles disse, numa leve e perigosa voz.
"Uma garotinha como voc?"


"Ele no como aquelas
-

como aquelas coisas na prefeitura", ela disse, e ps suas mos para
cima em posio de rendio, dando

um passo em frente a eles. "Ns no deveramos estar aqui.
Ns s queremos sair, ok? Todos ns, s queremos dar o fora da cidade."


"Bem, vocs no esto deixando a cidade." O cara com Eve disse. "Voc ou seus amigos com
presas. Ns no estamos deixando e
ssa coisa ir mais longe. Blacke est em quarentena."


A pesada porta da biblioteca abriu. Uma pequena mulher grisalha foi pra fora. Ela no parecia
muito lder
-

Claire no a olharia de novo primeira vista, na multido
-

mas imediatamente, todos
a olhava
m, e Claire sentiu a gravidade da cena fluir em sua direo.


"Charley?" A mulher perguntou. "Por que voc est apontando a espingarda pra esta linda
garotinha? Eu ouvi algum dizer que ela estava viva."


"Ela est com eles!"


"Aqui no h ajudantes, Charl
ey, voc sabe disso. Ou ela est infectada, ou ela no est. No h
meio termo. Agora, abaixe sua arma, por favor." A agradvel voz feminina subiu a um meio tom.
"Abaixe. Agora."


"O que est atrs dela est infectado," Charley respondeu. "Garanto."


"Na v
erdade," Oliver falou, "no sentido que voc diz isso, eu no estou infectado. No do jeito que
voc est pensando."


A mulher mais velha, sem pestanejar, tirou um estilingue de uma ala dos ombros, carregou como
um arco, e atirou bem no trax de Oliver. El
Claire gritou e correu pro seu lado. Quando ela alcanou o dardo para tir
-
lo, a mulher agarrou
seu brao e a puxou de volta, se esforando. Ela empurrou Claire a um dos guardas, que a
prendeu, em seguran
a.


"Voc sabe o que fazer." ela disse ao outro deles, e balanou a cabea na direo de Oliver.
"Deixe essas crianas l dentro. Eu no quero que elas vejam."


"No! Voc no entende!" Claire vociferou. "Voc no pode
-
"


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"Eu entendo que ele um vampiro
, e por qualquer absurdo motivo, voc quer proteg
-
lo", a


Claire pensou sobre todos os vampiros trancados na parte de trs do caminho. Michael. Ela no
podia avis
-
los sobre isso. Se
eles estivessem prestes a matar Oliver, simples assim, ela no
podia imaginar o que fariam com o resto dos vampiros confinados. Provavelmente seria at fcil
demais. O sol estava deslizando de repente pelo horizonte. Talvez, quando estivesse a oeste,
bloqu
eado pelos prdios, se existisse sombra suficiente, e eles pudessem sair do caminho e
dispersar. A mulher a olhou espertamente.


"Voc parece estar pensando muito," ela disse. "Em qu?"


"Nada," Claire respondeu. "Estou vendo. Qual seu nome?" Quando Clair
e no respondeu, a
mulher assentiu.


"Tudo bem. Eu sou a senhora Grant. Sou a bibliotecria. Estou como autoridade esses dias em
Blacke, desde que nossos defensores da paz e oficiais eleitos esto mortos. Agora, sejamos
amigveis. Eu lhe disse meu nome; Q
ual o seu?"


"Claire." ela disse.


"E de onde voc vem, Claire?" Claire a olhou bem nos olhos e disse, "no da sua conta."


Senhora Grant arregalou suas sobrancelhas, mas embaixo delas, seus fracos olhos verdes no
pareciam surpresos.


"Tudo bem, vamos
, voc e seus amigos pra dentro, voc pode me dizer por que voc pensa que
aquele vampiro merece que se importassem."


Claire olhou por cima do ombro enquanto ela a puxava e empurrava em frente. Oliver era
carregado pra longe, mancando como uma mquina de
lavar. E no havia nada que ela pudesse
fazer sobre isso. A biblioteca por dentro era legal e escura, iluminada em grande parte pela luz
natural do sol que vazava pela janela, apesar de que ali tinham algumas lmpadas fluorescentes
e lanternas de LED espal
hadas em volta, e algumas, lmpadas fora de moda a leo nas mesas.


A biblioteca de Blacke era maior do que Claire imaginava com fileiras e fileiras de livros, e um
monte de salas na lateral. No meio havia um tipo de comando central, com uma cadeira pequen
a,
um notebook, e alguns tipos de pedais geradores.


Armas estavam alinhadas nas prateleiras, incluindo uma pilha de correntes de prata. Saqueadas
de toda a cidade, Claire achou. Havia tambm suprimentos de primeiros socorros.


Dentro da biblioteca, tinha
em torno de vinte ou trinta pessoas; era difcil ver, porque eles estavam
espalhados em sacos de dormir, entre as galerias de livros. Claire ouviu uma voz baixinha, como
algum chorando, soava como uma criana pequena, talvez quatro ou cinco anos.


"O que

isso?" Ela perguntou, olhando em volta.


A senhora Grant a levou atravs de uma longa mesa de leitura, e puxou uma cadeira para ela.


"Isso o que restou de nossa cidade", ela disse. "Os sobreviventes. Ns somos valentes, eu vou
lhe dizer."


"Mas"
-

Claire mordeu os lbios e sentou na cadeira
-

"O que aconteceu aqui?"


Rachel Cai
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A senhora Grant esperou um momento, at que os outros


Eve, Shane e Jason


estivessem
assentados nas cadeiras ao redor da mesa, com variados graus de benevolncia. Shane estava
furios
o, e parecia estar considerando seriamente agarrar todas as armas das estantes. A senhora
Grant, evidentemente, notou isso, porque ela indicou que dois dos robustos cowboys se
posicionassem atrs de Shane, prendendo
-
o mesa.


“Blacke nunca foi o que você
poderia chamar de rota oNrigatória“, disse a sra. Grant, “muitas
pessoas viveram e nasceram aqui. Suas famlias estiveram aqui desde sempre, ns nunca vimos
realmente muitas pessoas de fora daqui.”


Aquilo era, na verdade, muito como Morganville, menos a
atrao pela Universidade do Texas,
era muito parecido com qualquer outra cidadezinha ao redor, tambm. Claire acenou.


“Uma noite, nós receNemos alguns visitantes. Um homem velho em um terno, e um casal de
sobrinhos. Forasteiros, franceses, talvez."


Cla
ire olhou para Eve e Shane. Eve siNilou „Bishop‟.


Confirmao para o que eles j estavam imaginando


Sr. Bishop havia atacado Blacke em seu
caminho para Morganville.


E ele se divertiu.


“Eles ficaram na estalagem Iron Lily”, continuou a senhora Grant.
“É a coisa mais próxima de um
hotel. Ou era, que seja. A senhora Gonzalez era a dona. Ela tambm fazia a melhor torta de
maçã do mundo.“ Ela sacudiu lentamente a caNeça.


“Na manhã seguinte, senhora Gonzalez estava desaparecida; Não chegou j escola


ela
trabalhava na secretaria de l. Xerife John andou em volta do hotel e a encontrou morta. Nenhum
sinal daquelas... pessoas.


Aquela no podia ser a histria completa pensou Claire, ela sabia como vampiros eram feitos, e
se a senhora Gonzalez tivesse sido dr
enada at a morte, ela no deveria voltar. Ento ela apenas
esperou. A senhora Grant parecia estar ganhando tempo, e Claire estava tentando duramente
no pensar no que poderia estar acontecendo l fora, com Oliver. Morley havia fugido, ela sups.
E ela no

tinha idia do que aconteceria com os vampiros que continuavam atrs do caminho.


“Nós pensamos que o assassinato da senhora Gonzalez estivesse acaNado


impressionante, e o
primeiro problema srio dessa cidade em quase trinta anos, mas ainda assim, acab
ado. E ento
na prxima noite, a senhorita Hanover simplesmente desapareceu da sua loja


posto de
gasolina, rua direita. Melhor que podemos dizer, duas mulheres foram as primeiras vtimas. Ns
sabemos que os trs estrangeiros deixaram a cidade aquela no
ite; algum os viu dirigindo aquele
para trs."


A sra. Grant olhou para as prprias mos que estavam esticadas na mesa em frente a ela. Forte
e apavorada, eles sup
unham que ela sempre fra uma bibliotecria.


“Começou devagar. Pessoas desapareciam, talvez um, em algumas semanas, desaparecendo ou
morrendo. E a ficou pior muito rpido


em dias, de repente pareceu que metade da cidade tinha
ido. Xerife John no pde
pedir ajuda rpido o bastante. A prxima coisa que ns sabemos, que
ns vimos pela primeira vez em ao. Coisas terrveis, Claire, coisas terrveis aconteceram. E ns
tivemos que fazer coisas terrveis para sobreviver."


“Por que vocês simplesmente não
-

Eve comeou a perguntar, mas foi interrompida quando a
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Sra. Grant levantou a cabea.


“Fomos emNora?” Ela rosnou. “Você acha que não tentamos? Linhas telefônicas estavam fora,
es assassinaram a
estao de energia, enquanto pensavam. Ns mandamos todos que pudemos para fora da
cidade, em nibus escolares. Eles nunca saram. Algum tipo de armadilha nas estradas explodiu
os pneus. Alguns conseguiram voltar. A maioria no."


Era com
o algum filme te terror ganhando vida. Claire havia pensado que Morganville era ruim,
mas isto
-

isto era alm de ruim.


"Eu sinto muito", ela sussurrou. "Mas por que ficar aqui? por que no tentar de novo?"


"Voc sabe quantas pessoas costumavam viver em

Blacke?" Perguntou a sra. Grant.


"Cento e setenta e dois. O que voc v aqui neste prdio foi o que ficou. O que ficou respirando,
de qualquer forma. Voc acha que podamos simplesmente ir embora? Aqui estavam nossos
amigos, nossas famlias. E se ns f
ssemos, o que aconteceria? Quanto isso ia se espalhar?" Os
olhos da sra. Grant endureceram at serem gelo verde.


"Isso acaba aqui. Isso acabou aqui. Agora, voc me explica por que vocs estavam de viagem
com um deles."


"O mais importante que Oliver n
o como
-

como essas pessoas que voc est falando. Eles
so doentes. Ele no ."


Sra. Grant soltou uma risada raivosa. "Ele morto. Isso um tipo de doena Claire, de lugar
nenhum."


"Olhe", Shane disse, inclinando
-
se para frente e colocando os cotove
los sobre a mesa, "eu no
estou dizendo que vampiros no so a essncia da bizarrice; eles so. Mas no como isso. No
normalmente. Eles podem ser
-



“E como vocês quatro saNem tanto soNre vampiros?” Nenhum deles respondeu, e seus olhos
escureceram. “Tem
mais deles li fora. Mais deles. Mesmo se vencermos aqui, li tem mais.”


“Não assim!” Claire disse outra vez, desesperadamente. “Você precisa acreditar em mim eles não
so todos





“Maus por inteiro”, disse Morley, que saiu das somNras de uma das pratelei
ras de livros,
parecendo terrível e sangrento, e tão ameaçador quanto possível. “Não, nós não somos. Apesar
de que alguns de nós, são sem dúvida, melhores que outros.”


E Oliver apareceu em cima de uma estante, olhando para baixo. Em seu longo casaco negro
, ele
parecia muito alto, muito forte, e ainda mais intimidador que Morley. Mais vieram das sombras
tambm. Claire notou Patience e Jacob, prximo s extremidades do grupo. E Michael, Michael
dourado, que sorriu para Eve, enquanto ela pensava que tudo iria

ficar bem, de algum jeito.


Senhora Grant pulou da cadeira e preparou suas armas. Shane bateu sua cadeira para trs,
derrubando os dois guardas atrs dele. Esse era todo o tempo que Oliver precisava para pular da
estante para a mesa, e para o cho, recolh
endo as armas das m
os deles. Ele no os machucou.


Ele no precisava. Morley usou o modo ultra rpido de vampiro, e de repente estava em frente a
estante das armas, com a senhora Grant, rangendo suas presas e rosnando. Ele fez um divertido
gesto com os de
dos, e ela escorregou para trs, respirando rapidamente.

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Com medo de morrer, obviamente. E Claire no a culpava. Michael, entretanto, j estava ao lado
de Eve. Ela jogou os braos ao redor do pescoo dele.


“Como vocês saíram?” Ela perguntou, sua voz aNa
fada na blusa dele. Ele acariciou suas costas
gentilmente, e descansou o queixo no cabelo dela.


"O prédio ao redor do caminho lança uma grande somNra,” ele disse, "nós fugimos tão ripido
quanto pudemos, de l, no foi to difcil. Eles pensaram que j est
avam com todos que
precisavam se preocupar.”


“Você não
-



“Não”, disse Michael. “Nós não machucamos ninguém. Patience se assegurou disso.”


Os habitantes de Blacke todos os vinte ou trinta deles


agora estavam organizados juntos em um
bloco de concreto
, com suas crianas a salvo no meio. Eles pareciam a ponto de fazer sua ltima
jogada. Nenhum deles, Claire percebeu, parecia achar que iam viver depois disso.


“Ei”, ela disse j senhora Grant. “Por favor, não fique com medo, nós não vamos machucar você.”


Morley riu. “Não vamos?”


“Não, não vamos”, disse Oliver, e empilhou as armas na mesa. “Shane, pegue a prata.”


“Posso ficar com algum?”


Oliver sorriu selvagemente. “Se te faz feliz.”


“Você não faz idéia.”


“DistriNua
-
as para todo mundo. Certifique
-
se

que eles usem prata em seus pescoos e pulsos.
Isso vai ajudar a proteg
-
los, se algum de nós, Morley sofrer uma falha de cariter.”


Ele checou cada espingarda por segurana, e as lanou individualmente para cada vampiro, que
agarraram no ar, com uma pre
ciso entediada.


“Certo, estou com medo, senhora Grant, completamente. Não podemos permitir que esta infecção


e isto uma infeco


se espalhe mais do que j fez. Precisamos caar e medicar todo mundo
que contraiu a doena, ou destru
-
los. Isso tanto
para os nossos, quanto para os seus, você vê.”


“Medici
-
los?” Soltou a senhora Grant. “Do que você

“ Patience Goldman aNriu sua pequena


a mala mdica de seu pai, Claire percebeu


e dentro haviam dzias de
frasquinhos de lquido, da mesma
forma que garrafas de cristais vermelhos. A prpria Claire havia
ajudado a prepar
-
los; o lquido contendo a cura para a doena sangunea que Morley espalhou
aqui, ou pelo menos o que ela achava que ele tinha feito.


Os cristais iriam ajudar a devolver a s
anidade as pessoas, temporariamente, funcionava melhor,
fazendo os cristais, e ento dando uma dose. Funcionou antigamente para os vampiros em
Morganville.


“Eles podem ser salvos”, Oliver falou. “Sua família e amigos podem ser devolvidos j sanidade,
ns a
creditamos. Mas eles no podem voltar a ser humanos. Voc entende? O que est feito,
est feito neste jogo. Mas voc pode t
-
los de volta, se voc puder se adaptar a uma pequena
diferença.”

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“Isso é loucura”, um dos guardas falou, um pouco selvagem. Seu ar
po estava agora nas mos
de um dos vampiros de Morley, um cara com alinhado, com uma cara lascada, e manco.


“Nós temos que lutar! Lilan





“Nós não estamos aqui para lutar com vocês”, Oliver disse. “E nós não estamos aqui para salvi
-
los. Eu estou aqui

para impedir a disseminao desta infeco, por quaisquer meios necessrios,
os quais, pelo que vejo, alinham
-
se com suas metas. Meus outros amigos,” ele disse, pondo
alguma ironia na última palavra. “Estão apenas passando através de sua ótima cidade. Nen
hum
de nós tem nenhuma razão para querer ofender você.”


“Vocês são vampiros”, disse a senhora Grant, em Nranco.


“Bem, oNviamente, sim.” Oliver pegou outra espingarda totalmente carregada e a lançou pelo ar,
para a senhora Grant. “Alguma pergunta?” Ele pe
rguntou.


Ela abriu a boca, fechou, e olhou em volta. L estavam um monte de vampiros


tantos quanto
humanos. E nenhum deles estavam fazendo movimentos ameaadores. Shane andava ao redor,
entregando colares de prata as pessoas, sorrindo em seu melhor sor
riso „sou
-
um
-
cara
-
legal‟.
Mesmo Jason parecia estar fazendo seu melhor para ser no
-
ameaador, o que no era
exatamente fcil para ele.


“Então vamos sentar”, disse Oliver, e puxou uma cadeira da mesa. "Eu, falando por mim, estou
tendo um dia muito, muito
duro.”































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DOZE

A noite caiu como uma tenso lentamente aliviada; o povo de Blacke nunca estava totalmente
confortvel, mas eles haviam relaxado o bastante para por uma carne para assar no fogo a gs
em miniatura, na pequena cozi
nha da biblioteca.


extinguindo
-
se no lado de fora da janela. A senhora Grant e trs de seus corpulentos guardas
com chapu de cowboy


Claire achou que o chapu de cowb
oy era um tipo de uniforme


Fez
uma ronda pelas fortificadas portas e janelas.


Morley aprovou e depois de um longo e desconfortvel momento, a senhora Grant resolveu
ignorar sua presena. Os guardas no. Os ns de seus dedos estavam brancos de segurar a
arma.


“Posso assistir?” ele perguntou, e pôs as mãos para tris. “Prometo não comer ninguém.”


“Muito engraçado,” disse a senhora Grant. Morley lançou
-
a um olhar penetrante.


“Eu não estava Nrincando minha cara senhora,” ele disse. “Eu não prometo algo q
ue no possa
cumprir. Você pode se assegurar.”


“Bem, me desculpe, Eu não.” Ela disse. “Você é tão
-



“Muito elegante, sedutor e atraente?” Morley sorriu. “Um proNlema comum das mulheres frente a
mim. Vai passar. Voc parece um pouco desnorteada. Eu gosto
disso.”


Claire sorriu ao ver o rosto da senhora Grant refletido na luz branca da lanterna que ela segurava.


“Você é realmente


Nizarro,” a mulher mais velha falou, como se ela não pudesse acreditar
completamente, que ela sequer estava tendo aquela conv
ersa.


Morley ps a mo em seu peito, e desceu at o ventre pela cintura, um movimento que de alguma
forma, fez Claire lembrar de Myrnin. E lembrar que ela sentia falta dele tambm. Era errado. Ela
no deveria sentir falta de Morganville ou qualquer coisa
de l. Especialmente no do chefe
vampiro psictico, que deixou cicatrizes de presas em seu pescoo que nunca, nunca iriam sair.


Ela estava fadada a blusas de gola alta por causa dele. Mas ela sentia sim, saudade dele. Ela
sentia falta da frieza de Amelie
, seu senso de poder e estabilidade legais. Se perguntou se isso
era um tipo de folga para Amelie tambm, no ter que se preocupar com Oliver, ou Claire, ou Eve
ou qualquer um deles.


Provavelmente. Ela no podia imaginar Amelie perdendo seu sono por causa

deles


considerando que ela dormia, coisa que Claire no estava segura se ela fazia, de qualquer forma.


“Ei.” O quadril de Shane cutucou sua cadeira, e curvando
-
se, colocou sua boca bem prximo a
orelha dela.


“O que você esti fazendo?”


“Pensando.”


“P
ara.”


“Parar de pensar?”

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“Você esti fazendo isso demais. Vai te deixar cega.”


Ela riu, e virou seu rosto próximo ao dele. “Eu acho que você esti pensando em qualquer outra
coisa.”


“Eu definitivamente estou pensando em qualquer outra coisa.” Ele disse,
e se abaixou para beij
-
la. Foi um beijo longo, doce e demorado, com uma fora controlada, sua lngua passeando pelos
lbios dela. Ele separou
-
se dela primeiro, embora ela estivesse certa que no disse a ele para
solt
-
la. Calor escorreu sobre ela, fazendo
-
a se arrepiar, e ela agarrou o colarinho de sua camisa
quando ele tentou se soltar, e o beijou um pouco mais.


Quando ela o soltou, nenhum dos dois se afastou muito. Shane sentou
-
se na cadeira perto dela,
mas a puxou e ento eles estavam to juntos quanto

era possvel. No havia muita luz naquele
canto, onde Claire havia sentado para comer sua poro de carne e pensar, e ela se sentiu
selvagemente romntica, sentados juntos luz de velas. A pele de Shane parecia ouro
incandescente, seus olhos escuros, som
ente com um vislumbre de luz mbar, quando a luz o
focava diretamente.


Seu queixo estava um pouco escuro e spero, e ela sentiu isso com a palma das mos, e sorriu.


“Você precisa se NarNear,” ela disse.


“Eu acho que você gosta de mim largado.”


“Largad
o é Nom para os cachorros e roqueiros ruins.”


“Ah é? E o que eu sou?”


Ele estava to perto dela, e essa pequena redoma na luz das velas fez sentir que tudo que estava
ao redor deles, toda a loucura, todas as coisas ruins, estavam ganhando espao em outr
o mundo,
bem distante. Ali era apenas alguma coisa sobre Shane, como ele fazia tudo ficar bem; Enquanto
ela estivesse com ele, enquanto ele a olhava com aquele maravilhoso e fascinado brilho em seus
olhos.


Ele empurrou uma pequena mecha de cabelo para tr
s de seu rosto. “Viagem ruim, né?”


“Ji tive piores,” Claire disse. Sua expressão era impagivel. “Não, sério, eu tive. Eu fui uma vez
de carro, numa viagem pelo Canad. Uma semana no carro, com aquelas musiquinhas e
experiências educacionais.”Eu pensei que

ia pirar feito um esquilo
25
.”


“Eu pensei que você gostasse de experiências educacionais.”


“Então você podia me ensinar algumas coisas novas.”


Ele a beijou novamente, faminto, ela to focada nele que ficou ofegante.


Ela queria


sim, ela sabia o que e
la queria. Ela sabia o que ele queria, tambm. E ela sabia que
no ia rolar, no aqui, no esta noite


muito ruim, porque se ela fosse assassinada antes de
alguma privacidade com Shane de novo ela ia ficar muito puta com Oliver.


Algum tossiu nas sombras
, fora do crculo das velas, e Shane sentou de novo. Claire lambeu
seus lbios midos, sentindo o gosto dele novamente e esforando
-
se para se focar em qualquer



25

A
qui, a Claire faz um trocadilho com ‘nut’ que quer dizer ‘nóz’ mas também quer dizer ‘louco’ ou desequilibrado.

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outra coisa, tipo, algum os interrompendo.


“O quê?” Aquilo veio um pouco ispero.


“Sinto mu
ito.”


Era Jason, mas ele no parecia sentir realmente. Ele parecia quase divertido.


“Se você quiser prosseguir com o show pornô, por favor. Eu espero.”


“Cala a Noca,” Shane rosnou.


“Você saNe, nós podemos entrar nesse jogo de „faça
-
não faço‟ ou algo d
o tipo, mas acho que ns
temos coisas melhores para fazer, “ Jason disse. “Eu não estou falando com você de qualquer
jeito. Eu preciso de Claire.”


Ela precisava de um monte de coisas, todas vindas de Shane, e ela no conseguia pensar em
sequer uma bendita

coisa que ela precisava vinda de Jason Rosser. Isso fez sua voz sair fria.


“Por quê?”


Ele rolou os olhos, exatamente como a irm, o que era arrepiante. Ela nem mesmo gostava que
eles viessem da mesma remessa gentica, quanto mais de encontrar coisas qu
e ela achava fofas
e divertidas em Eve.


“Porque Oliver quer você, e o que Oliver quer, ele consegue, certo? Então leve sua linda Nunda
para cima, ji.”


“Ei,‟ Shane disse, e ficou. “Eu não vou falar de novo, Jase. Pare.”


“O quê, porque eu disse que ela t
em uma linda bunda? Voc no acha que ela tem? Difcil de
acreditar, desde que você passa Nastante tempo, fixado nela.”


As mos se Shane se fecharam em punhos, e Claire lembrou de Jason na rua, fora da Common
Grounds, vindo atrs delas


dela e de Eve, es
pecificamente, e por ltimo, o que ele havia dito
para Shane. Shane no esquecera.


“Você e eu cara, qualquer dia desses, vamos terminar isso,” ele disse suavemente. “Até li, você
fica como inferno longe da minha garota. Você entendeu?”


“Grande menino val
então,” Jason disse, e riu. “Sim, eu entendi, particularmente, ela é magrela
demais pra mim, de qualquer jeito.”


Ele se foi, e Claire viu um tremor atravessar Shane, algo que ela percebeu que era um impulso de
se jogar em Jason, e bat
-
lo no cho, e depoi
s soc
-
lo.


Mas Shane, no se mexeu. Ele soltou uma lenta respirao, e voltou o rosto para ela.


“Esse cara,” ele disse, “não é normal; Eu não ligo pro que Eve diz. E eu não gosto dele te
rondando.”


“Eu posso me cuidar.”


“Sim eu sei,” ele forçou um sor
riso. “É só que

“ Dessa vez, ele deu de omNros, e soltou.


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“Oliver, ahn?”


“Eu acho.”


Claire escolheu uma vela, e rumou atravs da estante para a no
-
oficial


ou oficial?
-

mesa de
comando, onde Oliver estava sentado agora, conversando com uma dupla de
vampiros cujas
faces pareciam branco
-
azuladas na luz da lmpada fluorescente.


”Em tempo,” Oliver disse. “Eu preciso que você veja se consegue mandar uma mensagem para
fora dessa coisa.” Ele acenou para o computador, que estava assentado morto e indiferent
e.


“Não tem eletricidade.”


“Eles tentaram usar isso,” ele disse e apontou em frente a ele um pedal gerador. “ Eles me
disseram que deveria funcionar, mas tem algum proNlema com o computador. Veja isso.”


“Aquilo mesmo.”


“Sim”, disse Oliver. “Exatamente
, aquilo mesmo, pare de resmungar, por você mesma.”


Ela se perturbou, mas Shane s deu de ombros e olhou o pedal gerador, como um tipo de
exerccio na ergomtrica.


“Essa coisa pode realmente funcionar,” ele disse. “Tipo assim: eu pedalo e você faz a migi
ca.
Entendido?”


Ela gostou que ele estivesse disposto a ajudar. Seus dedos entrelaados, e ele a beijou de novo,
serenamente.


“Entendido,” ela concordou.


Ela virou o laptop e deu uma olhada. Nada obviamente errada pulando pra fora


nada rachado
ou que
brado, de qualquer forma. Shane subiu no assento e comeou a girar os pedais


devia ser
mais difcil do que parecia, porque ele parecia estar trabalhando naquilo.



fora,
com algum tipo de reserva de bateria se formando. Imediatamente, a bateria comeou a apitar e
oscilar uma luz vermelha.


“Certo, esti funcionando,” Claire falou. “Ainda assim, provavelmente vai levar algum tempo para
recarregar a reserva.”


“De qu
anto tempo estamos falando?” Perguntou Shane.


Ela riu. “Preguiçoso.”


“Bem, é claro.”


Em poucos momentos, a energia do computador finalmente veio, e ela iniciou e comeou a olhar
dentro do problema do computador. Ela tinha trinta minutos para diagnostic
ar, antes de localizar o
problema, e comear a operao de inicializar o sistema. Shane, coitado, continuava pedalando.


Ele parou, recuperando o flego com uma gracinha, depois de um tempo. Quando a luz da
bateria finalmente ficou verde, ele parou, respir
ou e largou o guido.


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”Okay,” ele arquejou. “Não vamos lascar isso ti? Porque eu não quero fazer outra vez. Da
próxima vez, pegue um vampiro. Eles não precisam respirar.”


Claire olhou para Oliver, que estava ignorando
-
os e fazendo apontamentos num mapa d
e Blacke,
mas ele estava rindo um pouquinho.


“Esti inicializando,” ela disse, assistindo as linhas suNirem. “Aqui vai...”


A msica de abertura do Windows tocou, e pareceu que todo mundo na biblioteca pulou. Senhora
Grant e Morley abandonaram sua varredu
ra de segurana, para ficar atrs dos cotovelos de
Claire, enquanto o sistema operacional carregava, e a rea de trabalho finalmente aparecia. Ela
deixou acabar e ento deu dois cliques no cone da internet.


“Quatrocentos e quatro.” Ela falou.


“O que?”
Morley acompanhou em seus omNros. “O que quer dizer?”


“Pigina não encontrada,” ela respondeu. “é o erro 404. Deixa eu tentar alguma outra coisa. Ela
tentou o Google, depois a Wikipedia, depois o twitter. Nada. “O endereço de IP deve ter caído,
no tem int
ernet.”


“E soNre os emails? É email não é?” Morley perguntou, inclinando
-
se ainda mais. “Email é um tipo
eletrônico de carta, viaja através do ar.” Ele parecia muito satisfeito de saNer aquilo.


“Bem, não exatamente, e você pode por favor ou se afastar, o
u tomar um banho? Obrigada. E
para enviar um email, voc precisa de internet, ento no vai funcionar."


“Eu pedalei por nada,” Shane se lamentou. “Que merda de mordida.”


“Alguém mais tamNém acha que esti quieto demais?” Oliver perguntou, levantando os o
lhos do
mapa.


Um momento de silêncio, então a senhora Grant falou, “As vezes eles não vem até nós por
algumas horas, mas eles sempre vem. Toda noite, estamos todos aqui por eles.”


Oliver assentiu, levantou e gesticulou para Morley. Os dois vampiros esp
reita na escurido,
falando em tons muito baixos, que ouvidos humanos no poderiam capturar por inteiro.


A senhora Grant olhou para eles, olhos estreitados.


“Eles irão se voltar contra nós,” ela falou. “Mais cedo ou mais tarde, seus vampiros vão se volt
ar
contra nós, conte com isso.”


“Nós continuamos vivos,” Claire respondeu, e apontou para si mesma, Shane, Jason e Eve. Eve
estava sentada um pouco distante, enrolada nos Nraços de Michael. “E nós estamos nisso hi
muito mais tempo que você.”


“Então vocês

estão sendo iludidos,” disse a sra. Grant. “Como você pode ao menos confiar
nessas


pessoas?” Ela agiu como se essa não fosse a palavra que ela pretendera usar.


“Porque eles lhes devolveram suas armas,” Claire falou. “E porque eles poderiam ter nos mata
do
nos dois primeiros minutos, se eles realmente quisessem faz
-
lo. Eu sei que difcil. E difcil para
todos nós algumas vezes, mas agora, você precisa acreditar no que eles estão te dizendo.”


Senhora Grant franziu para ela. “E quando exatamente eu devo

parar de confiar neles?”

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Claire sorriu. “Nós vamos te deixar saNer.”


No haviam muitas crianas na biblioteca, mas elas estavam l


sete no total, de acordo com as
contas de Claire em torno de bebs que ainda mamavam e um casal de pr
-
adolescentes de
d
oze anos, talvez. Ningum estava perto da idade de Claire, mesmo assim. Ela estava meio feliz;
foi meio assustador ver o tipo de palidez assustada que ela viu nos pr
-
adolescentes. Muito
parecido com o dela mesma, no comeo da experincia em Morganville.


Ela vagueava pensando nas crianas, porque Eve trouxera uma lanterna, deixando
-
os num
crculo, e comeou a ler para eles. Era algo familiar, pelas poucas palavras que ela conseguia
ouvir. E de repente ela perceNeu. Eve estava lendo “Onde estão os monstros.
” Todas as crianças,
mesmo as que se podia dizer, estavam muito velhas para isto, estavam sentadas silenciosas,
escutando, com o medo se desembaraando de suas expresses.


“Ela leva jeito, não leva?” Era Michael, parado atris de Claire. Ele estava assisti
ndo Eve tambm.
“Com crianças.” Havia uma tristeza oculta em sua voz.


“Sim, eu acho,” Claire relanceou para ele, depois para longe. “Tudo Nem?”


“Por que não estaria? Só outro dia nas estripulias de Morganville.” Agora o sorriso estava meio
triste, tamb
m. “Eu gostaria de poder tiri
-
la de tudo isso. Fazer diferente. “


“Mas você não pode.”


“Não, eu não posso. Porque eu sou quem eu sou, e ela é quem ela é. E é isto.” Ele deu de
omNros, tão Nrevemente, que quase não dava para notar. “Ela continua me pergun
tando para
onde vamos.”


“Pois é,” outra voz disse, era Shane, puxando uma cadeira ao lado de Claire. “As garotas fazem
isso. Elas sempre esto tirando algum tipo de discusso da relao de algum lugar."


“Não é verdade!”


“É sim,” ele disse. “Quer dizer,
algum tem que olhar para o futuro, mas isso faz os caras
sentirem que esto





“Encoleirados,” Michael disse.


“Fisgados.” Shane acrescentou.


“Retardados,” Claire finalizou. “Ti Nom, eu realmente não quero dizer isso. Mas fala sério, caras,
s uma p
ergunta;”


“É?” Os olhos azuis de Michael ainda estavam em Eve, assistindo
-
a ler, sorrir, assistindo como
ela estava com as crianas em volta dela.


“É isso?” Claire não respondeu. De repente, ela estava se sentindo encoleirada. Fisgada. E ela
entendia po
rque Michael se sentia tão… estranho.


Ele assistia Eve com as crianas, e ele nunca iria ter crianas com Eve. Pelo menos ela no
achava que vampiros pudessem... Ela nunca perguntou, de verdade. Mas ela tinha quase certeza
que estava certa em uma coisa. E
le parecia como algum vendo o futuro, e sem gostar nem um
pouco do seu lugar.


Rachel Cai
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The Morganville Vampires 08



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“Ei,” Shane disse, e cutucou o omNro de Claire. “Você notou o que esti acontecendo?”


Ela piscou enquanto percebeu que Shane no estava observando Michael


ele nem ao menos
ti
nha percebido todas as coisas pessoais, e tal. Em vez disso, ele estava olhando para fora, nas
sombras, onde os vampiros haviam estado patrulhando os corredores.


“Que foi?” ela perguntou, não podia ver ninguém.


“Eles se foram.”


“O quê?”


“Os vampiros, n
o esto em nenhum lugar do prdio. A menos que todos tenham tido uma
vontade sbita de ir ao banheiro. At Jason se foi.


“Não mesmo,” Claire deslizou de sua cadeira e foi para a mesa. Não havia sinal de Oliver, ou
Morley. O mapa de Blacke ainda estava es
parramado na mesa, preso com pesos nos cantos,
marcado em pincis coloridos coisas que ela no entendia. Ela agarrou a lanterna e foi para as
portas da biblioteca, onde Jacob Goldman estivera.


Ele no estava l.


“Vê?” Shane disse. “Eles fugiram. Todos el
es.”


“Isso é impossível, por que eles nos deixariam?”


“Você precisa perguntar?” Shane sacudiu a caNeça. “Claire, js vezes acho que sua caNeça não
est no jogo survival
26
. Pense: Por qu eles deveria nos deixar? Porque eles podem. Porque por
mais que voc
queira acreditar no melhor de todo mundo, eles não são caras legais.”


“Não,” ela deixou escapar. “Não, eles não iriam. Oliver não iria.”


“O inferno que Oliver não iria. Oliver é um completo Nastardo, e você saNe disso. Se ele somasse
os nmeros, e descob
risse que poderia ser mais beneficiado, adicionando um segundo ou dois
em sua vida, ele estaria li fora, fazendo alguma história triste. Isto é como ele soNrevive, Claire.”
Shane hesitou por um segundo, então se ligou. “E talvez seja uma Noa coisa. Talvez,

se eles
deram o fora, ns devemos tambm. S


correr. Ir tão longe, tão longe quanto pudermos.”


“O que você esti dizendo?”


“Estou dizendo...” ele começou com um ponto. “Estou dizendo que estamos fora de Morganville.
E Oliver era tudo que nos impedia d
e ir a qualquer parte do mundo, alm de aqui."


Ela realmente no queria acreditar que Oliver se fora. Ela queria acreditar que Oliver era, assim
como Amelie, algum que levava sua palavra a srio, que uma vez garantindo sua proteo, ele
no fugiria s pr
a ser o valento.


Mas ela realmente, realmente no podia ter certeza. Ela nunca podia, com Oliver. Ela
sorria em um minuto e arrancava sua garganta no outro. E no
veria nenhuma contradio nisso
tudo. Mesmo assim ele estava certo. Oliver era tudo que estava entre eles e uma vida mundo
afora, uma vida livre de Morganville. Exceto pelas pessoas que eles deixariam para trs. Ela
relanceou de volta para Eve, cercada pel
as crianas em um crculo de luz, e para Michael,



26


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assistindo
-
a das sombras, com algo alm de dor em seu rosto. E isso a atingiu.


“Michael,” ela soltou. “O que quer que Oliver tenha feito de nós, ele não pode deixar Michael para
trs para morrer. Ele no p
ode, Amelie iria mat
-
lo.”


“Sem dúvidas nisso.”


Amelie havia amado profundamente Sam, o av de Michael, e quando ela transformou Michael
em um vampiro, ela o considerara famlia


sua famlia.


Se Oliver planejava jog
-
los aos lobos infectados, ele teria

que dar um jeito de fazer e isso e de
algum jeito salvar Michael, sem deixar Michael saber o que estava acontecendo com o resto
deles.


Michael deve t
-
la ouvido dizer seu nome, porque ele olhou para ela. Shane entortou um dedo
para ele. Michael acenou e
andou. Ele estava muito mais observador do que Claire estava,
porque antes que sequer os alcançasse, Michael olhou em volta e disse, “Onde eles estão?”


“Pensei que você saNia,” Shane disse. “Eles viraram seus camaradas de presa, não existe aí
algum tipo d
e instinto de grupo?”


“Morda
-
me, Nanco de sangue. Não, eles não me disseram nada.” Michael franziu. “Fiquem aqui,
vou checar o resto do prédio, volto ji.”


Ele foi em um suspiro do ar, duramente, sem fazer nenhum som, Claire tremeu e se inclinou
contra a
solidez de Shane, muito calor humano. Seus braos a envolveram, e ele tocou seus
lbios levemente na parte de trs do pescoo dela.


“Como seu cheiro pode ser Nom desse jeito, depois do dia de merda que nós tivemos?”


“Eu suo perfume, como todas as garotas
.”


Ele riu e a apertou. Ele cheirava bem tambm


mais masculino de alguma forma


um pouco
molambento, anguloso e doce, e mesmo que ela adorasse sabo, gua e shampoo, algumas
vezes era melhor assim


selvagem.


Michael estava de volta


como havia dito


apenas uns poucos minutos e ele no parecia nem
um pouco feliz.


“Encontrei Patience,” ele disse. “Ela e JacoN estão guardando as portas de fora. Oliver saiu para
fazer uma patrulha.”


“E todo mundo?” Claire perguntou.


“Morley pegou todo mundo para ir

atrs do inimigo. Ele disse que no ia esperar que eles
viessem a ns. Pelo menos, ele disse o que estaria fazendo. Tudo o que Patience sabe, Morley
deve estar tentando achar outro caminho ou nibus, e tirar seu povo da cidade.


“Oliver saNe disso?”


Mic
hael sacudiu a caNeça. “Ele não faz idéia, mesmo agora, se encontri
-
los l fora, no sei como
faria para impedi
-
los ele próprio.”


Claire tambm no, mas era Oliver. Ele perceberia alguma coisa, e provavelmente, no estaria
feliz.

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“Quanto até escurecer?”


“Um par de horas,” Michael respondeu. Ele olhou para Eve, que havia terminado a história e
estava aNraçando as crianças que estavam indo para cama. “Senhora Grant disse que eles
sempre vem durante a noite. O que significa que devem vir logo, se o pessoal

de Morley no
estragar o dia deles. E é melhor estarmos preparados.”


Quando havia um bando de vampiros correndo em volta do seu lado, Claire no se sentiu muito
preocupada, mas agora ela estava, e olhando para Michael, Shane, ela sabia que eles estavam
t
ambm.


“Então, vamos pôr o chapéu, pessoal,” Shane disse, “ninguém ganha presas esta noite, regra
nova.”


Ele e Michael apertaram as mos, e foram para as armas.


Claire foi a Eve, e a atualizou, ento elas aproveitaram os rapazes para fazer o repelente
de
vampiros agir junto. Senhora Grant havia dormido em sua cadeira de armas, espingarda em volta
do quadril, mas ela acordou to logo eles comearam a montar uma pilha de armas na mesa.
Claire estava impressionada, para uma velha senhora, ela acordara rpi
do, e a primeira coisa que
fez, foi procurar por problemas.


Quando ela não encontrou imediatamente, ela olhou para os quatro e disse “Eles estão vindo?”


“Provavelmente,” Michael disse, e agarrou um par de estacas de madeira, deixando as coNertas
de prat
a para os humanos pegarem. Ele quase agarrou um arpo, e alguns dardos extras.
“Estamos indo ajudar as patrulha. Parecia que temos uma pequena luz nos guardas.”


“Mas Morley

“ a Noca da sra. Grant travou em silêncio, em uma linha raivosa, ela oNviamente
n
ão precisava ser mais informada. “É claro, eu nunca duvidei que ele fosse nos deixar para tris.”


“Não estou dizendo que ele fez. “Michael disse.


“Estou apenas dizendo que ele não esti aqui, então precisamos ter certeza que se as coisas
derem errado ...”


Senhora Grant virou
-
se para sua cadeira, estremecendo e colocou seu estilingue em um espao
em suas costas. Ela parec
ia cansada, mas muito focada. “
Vou acordar meus homens
” ela disse.


Devem saber que no tivemos nenhuma noite sem algum tipo de alerta. E
u s esperava por um
milagre.



“Quanto tempo vocês tem feito isso?” Claire perguntou. “Lutando com eles?”


“Não foi apenas uma vez”, a mulher mais velha respondeu. “Primeiro pensamos que as pessoas
que podamos encontrar estavam apenas doentes


doenas h
umanas comuns. E eles antes eles
eram espertos, bons em se esconder por a, capturando pessoas que no iriam chamar ateno.
Como lobos, indo atrs de pegadas. Pelo tempo que sabemos; eles vieram fora e pegaram a
maioria dos que poderiam ter se organiza
do contra eles. Contando tudo, acho que estivemos
vivendo nessa NiNlioteca por quase três semanas agora.”


Ela quase sorriu, mas era somente uma dobra de seus lbios, realmente.


“Parece mais tempo. Eu dificilmente consigo lemNrar de como era antes. Blacke

costumava ser
uma cidade muito quieta. Nada acontecia. Agora...”

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“Talvez possamos retornar j cidade quieta que costumava ser”, Claire disse.


A sra. Grant deu a ela um longo olhar. “Só você e seus amigos?”


“Ei”, Shane disse, estalando na espingarda c
om um Natida do punho. “Só estamos tentando
ajudar.”


“E ficar vivos,” Eve adicionou. “Mas, acredite, essa não é a pior situação em que ji estivemos
metidos.”



Ela soava confiante sobre isso. Claire ergueu as sobrancelhas para ela, e Eve considerou por
ma
is alguns segundos.


“Ti, talvez a um passo pro pior. Mas definitivamente não o recorde de merdisse.”


Sra. Grant olhou para cada um deles em uma volta, e ento apenas andou para longe para
despertar seus prprios soldados.


“Sério”, disse Shane. “Esse é
um tipo das piores situações que ji estivemos, certo?”


“Fale por você mesmo”, Michael falou. “Eu fui assassinado ano passado. Duas vezes.”


“Ah é, você esti certo, o ano passado realmente sugou você.”


“Rapazes.” Eve interrompeu, quando Michael começou al
guma idiotice como resposta. “Foco,
ataque iminente de vampiros perigosos. Qual o plano?”


Michael a Neijou levemente nos liNios, e seus olhos ganharam o Nrilho vampírico. “Não perca.”


“Isso é simples, e ainda eficiente, eu gosto disso.” Shane estendeu se
u punho, e Michael bateu
nele.


“Eu nunca vou viajar com nenhum de vocês outra vez.” Eve disse. “Nunca.”


“Ótimo”, disse Shane. “Na próxima viagem vamos a uma Noate de strip.”


“Eu tenho uma arma, Shane. Eve pontuou.”


“Qual é, você acha que eu realmente c
arreguei a sua?” Eve o empurrou, e Claire riu.


Mesmo agora, as coisas estavam s, normais, de alguma forma. Uma hora se passou, e nada
aconteceu. Eve ficou nervosa pela ausncia de Jason, mas Claire estava comeando a sentir
uma pequena confiana de que n
ada iria acontecer biblioteca esta noite, enquanto os minutos
escorriam pela noite, os arredores da biblioteca continuavam silenciosos, sem nada alm do
vento a agitar
-
se l fora, nas ruas.


Ento o
walkie
-
talkie

que a sra. Grant dera a ela, guinchou por

ateno, fazendo
-
a pular. Claire
percebeu que poderia ser Shane. Ele estacionara do outro lado do prdio, aparentemente porque
ela era muito distrada (o que realmente no a desapontou, quando ela pensou sobre isso).


Mas não era Shane. Era Eve. “Estou sa
indo”, ela disse, ela soava ofegante e preocupada. “Você
precisa ver isso.”


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“Estou aqui”, Claire disse. “Tome cuidado.”


Em menos de um minuto, Eve estava ao lado dela, segurando um celular aberto. No dela


este,
por exemplo, no estava com todas as cos
tumeiras caveirinhas brilhantes nele. Eve no teria um
celular to entediante quanto esse.


Ah , era o que Oliver deslizara para seu bolso no nibus. O nico que eles tinham agora, desde
que os outros provavelmente ainda estavam jogados no triturador atr
s da estao de polcia de
Durram.


Havia um
sms

no celular:
“ferido, dizia. traga ajuda. Garagem.”

Era de Oliver. E era isso. Apenas
quatro palavras.


Claire recebia ocasionalmente alguma ligao de Oliver, mas nunca uma mensagem de texto.


“Oliver me es
creveu,” Eve disse. “Quero dizer, sério. Oliver me escreveu. isso é Nizarro, não é?
Quem saNia que ele poderia?”


“Sra. Grant disse que os celulares não funcionavam aqui.”


“Não, ela disse que eles saíam de irea. Esse único esti funcionando. Mais ou menos,

de
qualquer jeito.”


“Michael!” Claire chamou, e ele pulou do topo de uma estante de livros perto da janela e
aterrissou ao lado dela, demorando para notar o impacto. Ela nem viu ele vindo, o que a fez soltar
o telefone, e quase derrub
-
lo.


“Ei, monstro
do movimento assustador! Não faça isso!”


“Eu tentarei apitar da próxima vez”, ele disse. “O que foi?”


Ela mostrou a ele. Ele realmente assobiou, suavemente, e por alguns segundos.


“E se não for dele?” Claire perguntou. “E se for, sei li, deles? Eles o p
egaram, e esto usando
seu celular para nos enganar?”


“Eles não me pareceram particularmente espertos com o planejamento, mas você tem um Nom
ponto. Pode ser uma trapaça”, ele franziu. “Mas se Oliver esti pedindo ajuda, isso é soNre quão
mal as coisas est
ão indo.”


“Eu sei”, Claire deu uma curta respiração. “O que vamos fazer? Ele provavelmente acha que
Morley esti aqui!”


“Bem, Morley não esti.” Michael olhou em volta pela NiNlioteca, enquanto um grupo de crianças
dormia em sacos de dormir, no meio da sal
a. “Eu não gosto de deixi
-
los, mas no podemos
simplesmente ignorar isto, no se existe uma chance dele realmente estar em perigo, est perto
do amanhecer, pelo menos, isso é Nom pra eles, mau para Oliver.”


Eles acharam a sra. Grant, que os ouviu, leu a m
ensagem, e franziu. Franziu.


“Vocês querem ir, vão”,
-

ela disse. “Nós agüentamos antes que qualquer um de vocês chegasse
aqui. E vamos agentar muito depois que vocs se forem tambm. Esta a nossa cidade, e ns
seremos os ltimos a ficar aqui em volta.

Contem com isso.”


“Sim, mami”, Claire disse suavemente. “Mas


as crianças.”

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A sra. Grant sorriu. “Pelo que você acha que lutamos tanto? Pela arquitetura? Vamos lutar por
nossas ltimas crianas, cada um de ns. No se preocupem sobre isso. Voc acha q
ue seus
amigos precisam de voc, v. Pegue as armas


estamos lotados, costumava ser uma grande
cidade de caça”, sra. Grant parou, olhando Claire. “Na verdade, esperem, pegue algo para você.”


Ela inspecionou em um armrio, e voltou com algo que era imenso
, volumoso e parecia muito
complicado


mas, uma vez que Claire viu o qu tinha em suas mos, ela percebeu que no era
to complicado.


Era um arco. Um daqueles com rodas e roldanas. Um arco complexo?


A sra. Grant achou uma bolsa cheia de flechas tambm.


“Eu não sei como atirar nisso”, Claire protestou.


“Aprenda.”


“Mas




“Se você não o quer, devolva.”


“Não”, Claire disse, e se envergonhou de si mesma. “Desculpe
-
me, eu vou aprender.”


Ela de repente riu, e bagunou o cabelo de Claire, como se ela foss
e uma das criancinhas.


“Eu sei que você vai”, ela disse. “Você é elétrica, saNe disso, não? Elétrica e granulosa. Eu gosto
disso.”


uma mo, a bolsa com as f
lechas na outra, e olhou para Michael.


“Então acho que nós estamos indo




“Salvar Oliver”, Michael disse, com uma expressão dura. “Talvez seja melhor você tentar atirar
nesta coisa antes.”


Enquanto Michael, Shane e Eve traavam o que quer que eles fos
sem fazer pra pegar Oliver


que estava, de acordo com o mapa, e a sra. Grant


em um velho prdio de barro, prximo a
prefeitura, chamado Halley‟s Garage


Claire organizou um par de papis como um alvo,
empilhado em cima da almofada de uma cadeira acolch
oada, puxou uma das flechas, e tentou
descobrir como empurr
-
la no fio do arco rapidamente.


Aquilo no funcionou to bem, ento ela tentou de novo, tomando tempo, ento puxou a seta de
volta, e visualizou a longa e forte linha.


Era surpreendentemente fle
xvel para puxar o fio de volta, e segurar a flecha no lugar, e no
oscilar fora do lugar. Ela nem mesmo atingiu a cadeira, muito menos o alvo, e ela estremeceu
enquanto a flecha atingia a parede, pelo menos quatro ps mais longe. Mas pelo menos ela
atirou
. Isso era alguma coisa, certo?


Ela pegou outra flecha, e tentou de novo.


Vinte flechas depois, ela treinara atingir a almofada


no o alvo, mas a almofada


e ela estava
comeando a entender como essa coisa toda funcionava. Era mais fcil quando ela pe
nsava
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nisso em termos de fsica, de potencial e energia cintica, energia e tempo.


Enquanto ela estava trabalhando nos clculos em sua cabea, ela se esqueceu, de realmente, de
se preocupar com todas as coisas fsicas que estavam no caminho, o balano do
arco, a pontaria,
o medo que ela no fosse acertar


e de repente tudo fez sentido. Ela sentiu isso vindo, de
repente, uma pontada de foco, como se uma luzinha tivesse de repente acendido e focado nela, e
ela soltou a flecha.


Naquele instante, ela sabia q
ue ia atingir o alvo. Ela deixou o arco endurecer graciosamente em
frente, ao ponto, assistindo a flecha e batendo no exato centro do crculo mal
-
feito que ela fizera.
Fsica.


Ela amava fsica.


Shane voltou justo enquanto ela colocava a flecha no centro,

e deslizou para baixo, olhando do
alvo para Claire, em p, forte e alta, ainda segurando o arco em uma mo e pronta para atirar
outra vez. “


“Você parece tão sexy agora”, ele disse. “Só dizendo.”


Ela riu pra ele, e foi recolher todas flechas, duas delas

sofreram um pouco demais de contato com
a parede, mas as outras estavam boas para reutilizar, e ela cuidadosamente as ps de volta na
bolsa, fechando
-
a.


“Você só gosta de mim porque eu poderia realmente ser capaz de ser útil para uma alteração.”


“Você s
empre é útil”, disse Shane. “E sexy, eu ji mencionei, né?”


“Você é intelectual. Eu preciso de um Nanho, roupas limpas, e tipo, um ano dormindo.”


“Ti, e soNre uma Nagunça sensual?”


“Deixe
-
me ser Eve por um minuto”, ela disse e o empurrou. Ele riu, e a Ne
ijou.


“Nem perto”, ele disse. “Vamos li, temos um velho vampiro mal
-
humorado para resgatar.”




















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TREZE

Ainda estava escuro l fora, mas parecia... diferente, como se o mundo ainda estivesse
sonhando, mas sonhando em acordar. O ar parecia bo
m e claro, e escurido, estava s um
pouquinho mais claro que antes.


“Não muito longe pro amanhecer”, Michael disse. “O que é uma notícia Noa e uma notícia ruim.”


“Notícias Noas para nós”, Shane disse. “Exceto pira o acompanhante presente.”


“Você é um s
aco.”


“Se você começa a se esfumaçar, eu vou te enrolar nas somNras”, Shane disse. “Não pode pedir
mais que isso, com minha disposição a salvar seu traseiro, sugador de sangue.“


Eles pararam fora das portas da biblioteca por uns poucos segundos, pegando
seus
carregamentos. A senhora Grant os havia equipado com suas poderosas lanternas de LED, mas
no parecia que o cair da luz estava muito longe. Poderia haver alguma coisa a espreita dez ps
frente, Claire pensou. E provavelmente havia.


Michael desligo
u sua lanterna e simplesmente... desapareceu. Isso era surpreendente, mas, pelo
menos, eles sabiam o que ele ia fazer. O plano era ele ir frente sem luz, e procurar por
problemas.


Um tipo de cruz entre o observador e a isca. O
Walkie
-
talkie

de Claire p
iscou um momento depois
-



“Vi”, ela disse. “Estamos okay.”


Os trs deles foram a um trote, assistindo seus passos o melhor que podiam na mistura de
sombras e speros bruxuleios de luz. Blacke p
arecia como um pesadelo, ou a idia de Hollywood
de um filme de desastre
-

carros abandonados, prdios fechados e escuros, janelas estilhaadas.
A gtica prefeitura e plenrio avultava tudo, mas no havia nenhumas luzes brilhando l dentro.


A esttua de H
iram com o que sobrava de seu rosto na firme e alta erva
-
daninha, que Claire
pensou que realmente deveria estar no melhor lugar para isso. Pelo menos no estava se
inclinando e ameaando cair sobre as pessoas. Especialmente nela, porque seria a pior morte
de
todas, listada no Darwin Award.


Eles foram pela calada ao lado da prefeitura. Shane apontou.


“Aquele caminho”, ele disse. “Devemos estar naquele canto, pela orla da entrada.”


Michael de repente relampejou na frente da luz de cada um. “Eles estão vi
ndo”, ele disse. “Atris
de nós e a esquerda. Voltem para a prefeitura.”


A cerca de ferro em volta da prefeitura estava inclinada para fora, na calada, e Shane teve que
recuar e fraquejar para evitar uma ponta muito aguda, baixa demais de arranhar seu ros
to. Claire
quase viajou por uma das barras de metal que caiu livre da cerca. Ela chutou para fora do
caminho, ento parou e agarrou
-
a, equilibrando a lanterna.


“Não pare!” Eve silvou, e a puxou.


A barra de ferro, com sua ponta afiada era pesada, mas fort
lev
-
la enquanto eles corriam, mas na prxima freada, ela perdeu o passo e teve que escalar.
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Sua lanterna quebrou livre de seus dedos, e bateu no cho. Acendeu, brilhou, ento apagou, e
morreu. Fora de algum lugar, Micha
el estava perto dela, segurando sua prpria lanterna e
agarrando a barra de ferro dela.


“Continue indo!”, ele disse, e se virou com a Narra para guardar as costas deles. Eve olhou para
trs, seu rosto plido na luz branca de LED, e seus olhos escuros par
ecendo grandes e
aterrorizados.


“Michael?”


“Não pare!” Ele caiu atris na escuridão, depois de três ou quatro passos, perdido pra eles.


Claire ouviu algo como um rosnado atrs deles, e o que soou como um corpo atingindo o cho.
Ento veio um grito, alt
o e selvagem. Em cima e em frente, ela viu um flash do que parecia rosa
murchando. Havia uma placa de metal inclinada, batendo e rangendo pelo vento selvagem, e
Claire no estava certa, mas ela pensou que as letras enferrujadas queriam dizer:
GARAGEM
.


Era

uma construo de barro, quadrada, com algum tipo de iluminao fora de moda, que parecia
no ser usada desde da poca que a me de Claire era criana. As janelas estavam quebradas e
escuras, mas estavam bloqueadas com alguma coisa, ento, no havia modo
de enxergar o lado
de dentro.


Shane chegou at a porta do prdio
-

uma grande coisa de madeira, assustadora e enfraquecida,
com muitas dobradias de ferro
-

e bateu nela.


“Oliver!”, ele gritou. “Cavalaria!”


Engraado, Claire no se sentia muito como a
cavalaria neste momento. Eles vinham com armas
de fogo para salvar o dia, certo? Ela se sentia mais como um coelho assustado. Seu corao
latejando, e mesmo estando no ar agradvel, suando e tremendo. Se isso fosse uma armadilha...


A porta abriu na escuri
do, e uma mo alcanou e agarrou Shane pela frente da camisa, e o
puxou para dentro.


“Não!” Claire avançou para frente, lanterna acesa e segura acima, e viu Shane se desequiliNrar,
fora do caminho. Sem tempo ou espao para o arco, ela agarrou uma flecha
da bolsa, e estocou
no vampiro que estava levando Shane.


Oliver se virou, rosnando, e agarrou a flecha de seu aperto, puxando to forte que a mo dela
-

no tanto como...
Oliver
Havia uma ferida em sua garganta, que ele lentamente estava tentando curar. Era o prprio
sangue dele em sua camisa, Claire percebeu. Algo ou alguma coisa o mordeu,

quase o matou,
era o que parecia.


“Dentro”, ele ordenou roucamente, enquanto Eve adentrava pela porta, atentamente. “Michael?”


Michael apareceu da escurido, correndo rpido. Ele parou para agarrar o arco cado de Claire, e
ento praticamente enterrou E
ve dentro do prdio enquanto batia a porta e se virava para tranc
-
la. Haviam pinos, grandes e fora de moda que ele aferrolhou. Havia tambm uma tbua grossa,
que Oliver pusera na frente. Michael arremessou a Claire seu arco, e colocou a barra no lugar,
en
tre os espaos e cada lado da porta. Enquanto ele fez, alguma coisa atingiu a porta, forte o
bastante para entortar os ferrolhos de metal, e mesmo a barra grossa de madeira. Mas a porta
aguentou. L fora, alguma coisa gritou em frustrao, e Claire ouviu g
arras arranhando a
madeira. Michael no estava machucado, a menos que Claire no pudesse ver. Ele apertou Eve
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e manteve um brao em torno dela enquanto eles iam em direo a Claire, que ainda estava de
lado, com Oliver.


E Oliver ainda estava segurando Sha
ne, com um branco e ameaador punho, no tecido de sua
camisa.


“Ei.” Shane disse. “Se liga! me solta!”


Oliver parecia ter esquecido que ele estava segurando
-
o, mas enquanto ele se virava para olhar
para Shane, Claire viu seus olhos mudarem para vermelho,

o brilho aquecendo enquanto Shane
tentava sair.


“Não”, ela disse suavemente. “Ele perdeu um Nocado de sangue, não é ele mesmo. Fique aí,
Shane.”


Shane respirou fundo e se controlou para se manter parado, mas Claire no podia realmente
dizer o quanto is
so tinha custado a ele. Tudo nele parecia estar gritando para lutar, se libertar,
correr pra longe da fria vermelha que brilhava nos olhos de Oliver.


Ele no correu, e Oliver, depois de uns segundos eternos, o soltou e deu um passo para trs,
ento de re
pente virou e ficou espreita.


Shane olhou para Claire, e ela viu o verdadeiro medo em seus olhos, s por um momento. Ento
ele empurrou para longe, e sorriu, e levantou o indicador e o polegar, quase unidos, por uma
polegada.


“Perto”, ele disse.


“Tal
vez você não seja o tipo dele.” Michael disse.


“Ah, agora você esti ofendendo”, Shane alcançou a mão de Claire, e apertou forte. Ele pensou
em deix
-
la sentir a energia viNrando nele, mas ele não ia deixar Michael ver, óNvio. “Então que
diabos est aconte
cendo aqui?”


Uma forma vaga surgiu das sombras. Ento mais uma. E outra. Shane e Claire rapidamente se
moveram para ficar costa
-
a
-
costa. O mesmo fez Eve e Michael. Entre eles quatro, eles estavam
cobrindo todos os ngulos.


“Estar j espreita não esti resp
ondendo”, Shane disse. “Oliver, uma ajudinha?”


Em vez disso, uma das formas andou para frente na luz. Morley. Claire sentiu
-
se aliviada, e
incomodada. claro que era Morley. Por que ela duvidou disso? Ele era o campeo traioeiro o
tempo todo.


“O que vo
cês trouxeram?” Morley latiu.


“Além de charme e Neleza?”, Eve disse. “Por que, o que você precisa? O que você esti fazendo
aqui?”


“Eles vieram nos ajudar”, sussurrou alguém na escuridão.


Eve aumentou ao mximo a potencia da lanterna, e a luz turva e fr
ia finalmente penetrou as
sombras o bastante para mostrar as pessoas que jaziam no cho sujo da garagem. Bem,
pessoas que eram um pouco corrompidas, porque Claire percebeu que eles eram todos
vampiros; seus olhos capturaram a luz e refletiram de volta.

Rachel Cai
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El
a no os reconheceu. E ento finalmente ocorreu a ela que ela no deveria.


Eles eram vampiros de Blacke. Os doentes. E devia haver pelo menos dez deles, somados aos
dez ou quinze do pessoal de Morley, preparados, na pequena construo de tijolos.


“Nós fo
mos atris deles, um a um”, Morley disse. “Estamos nisso por horas agora. Alguns
estavam malditamente incmodos para trazermos para c. Mas sua poo parece funcionar,
pequena Claire. Se pudermos pr alguns cristais neles, eles ficaram racionais o suficien
te para
aceitar a cura.”


Claire estava atordoada, de alguma forma, estava vendo quo longe as coisas estavam, ela
nunca esperou realmente que eles fossem capazes de salvar pessoas
-

mas eles jaziam
esgotados no cho, abalados e confusos.Diferentes dos vam
piros bem
-
cuidados de Morganville.
Esses eram recm
-
nascidos, assim como Michael; talvez porque ele fosse natural de Morganville,
e ele tinha algum tipo de resistncia melhor. Mas eles certamente adquiriram a doena muito
mais rpido e muito pior que qualq
uer vampiro que ela j tenha visto.


Consequentemente, eles estavam curando muito mais lentamente. No levou muito tempo para
Myrnin, Amelie e Oliver se recuperarem, depois de ter as doses, quando Bishop estava fora do
caminho, mas ento, eles eram muito m
ais velhos, e j haviam lidado com o vampirismo.


Claire olhou um garoto mais ou menos da sua prpria idade. Ele parecia assustado, destrudo e
solitrio. Ele parecia culpado, como se no pudesse esquecer como sobrevivera as ltimas
semanas, ou o que ele f
ez.


“Eles estão vindo”, Morley continuou. “Mas quanto mais nós capturamos deles, mais vulneriveis
ficamos. Eles no podem levantar e lutar, ainda, mesmo que ns confiemos que eles faam isso.
E os outros aqui, nos seguiram. Oliver fez um excelente trabalh
o, mas sem dvida eles esto no
nosso caminho agora.


“Ahn, eu acho que nós poderíamos ter vindo mais preparados para eles”, Eve disse. “Desculpe,
ninguém especificou, doentios na mensagem.”


“Eu estava esperando que um de vocês considerasse implícito”, O
liver rosnou. “Deveria saNer
melhor.”


“E onde infernos esti meu irmão, NaNaca?”


“Ele tem ordens”, Oliver disse. “É tudo que você precisa saNer.”


“Crianças, crianças, essa raiva não vai nos levar a lugar algum”, disse Morley, em um tom
maternal. “Hi em t
orno de quinze deles que ns no fomos capazes de capturar, e dar a cura, e
tristemente, temos poucos at esse ponto. Os que no curamos, devemos confinar, at pegarmos
as drogas em Morganville.”


Divertido, Claire realmente nunca pensou nele como humanist
a


vampirista?

Que seja, qualquer coisa que pusesse os interesses dos outros primeiro. Mas fora de Morganville


e longe de Amelie


pareceu fazer algum bem a Morley. Ele parecia quase cuidadoso. Quase.


“Confinar, não matar”, Oliver disse, e se virou de
volta para eles. Seus olhos seguramente
escuros novamente, apesar, que Claire poderia ver quo cansado e faminto ele estava nos
movimentos traioeiros que fazia, e a tenso alojada em seus msculos.


“E como, precisamente, você acha que devemos fazer isso
Morley? Tem sido difcil o bastante
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pegar essas criaturas individualmente e torn
-
las pacficas. O amanhecer no est longe, e no
caso de você ter falhado em perceNer, você tem um monte de seguidores ao seu lado.”


Morley franziiu. “Alguns ficaram perto da

biblioteca. Outros simplesmente quiseram ir, ento os
entenda sequer o conceito de liNerdade.”


“LiNerdade?”, Oliver soltou uma gargalhada. “Anarquia é tudo o
que voc quer Morley. tudo que
voc sempre quis. No ouse




“Ei!”, Claire disse e andou para longe de Shane, encarando os dois vampiros. “Política depois!
Foco! O que faremos se eles vierem? Podemos segur
-
los?”


“Esse é o ponto mais defensivo da cidad
e, depois da NiNlioteca”, Morley disse, de repente, todo
negócios. “Podemos seguri
-
los com os homens que temos, contra o talento local.”


“Estou sentindo um „mas‟ vindo.” Shane disse.


“Mas”, Morley falou. “Nós falhamos em trazer mais suprimentos, na verd
ade, muitos dos nossos
acabaram mordiscando um outro no caminho. E aqueles que recuperamos precisam se alimentar.
Ripido.”


Houve um curto e mortfero silncio. Oliver no disse nada. Mas ele parecia drenado e esgotado.


“Espere”, Eve disse lentamente. “O
que você esti dizendo?”


Mais silêncio, Claire sentiu frio descendo por sua espinha. “Você esti dizendo que devemos nos
voluntariar a doadores de sangue.”


“Você não esti falando sério”, Shane falou. “Você não vai nos lanchar.”


“Não todos vocês, óNvio.”,
Morley disse, “a garota esti isenta ela é o Nrinquedo de Amelie e eu
no deveria ofend
-
la pelo mundo. Michael, claro, no comida apropriada para nossa mesa.
Mas voc e nossa amada garota morta




“Não, nunca vai acontecer, desista.”


“Querida, você r
ealmente acha que eu estou oferecendo uma escolha? um esclarecimento.
Uma apologia dos tipos. Oliver no enviou a mensagem. Eu o dominei, tomei seu telefone
inventivo, e usei
-
o eu mesmo. Por que você acha que ele esti esta Nagunça?”


Aquilo era esquisito
, Claire pensou, se sentir to clara neste momento. To calma.


“Você esti me dizendo que vai pegar Eve e Shane e vai dreni
-
los.”


“Eu posso fazê
-
los vampiros quando terminarmos, se voc no puder suportar perd
-
los. Eu sou
um terrvel progressista deste j
eito. Ento voc dever ser a nica a respirar na sua turminha,
Claire. Quanto tempo voc acha que vai durar, especialmente se seu namorado tiver declarado
amor eterno.”


Morley esvoaou seus cilios como um desenho animado, e colocou amas as mos em seu
co
rao.


“Se eu fosse você, eu me ofereceria para ir com eles. Ser humana não é precisamente um plano
inteligente.”

Rachel Cai
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“É, tipo assim?”, Claire suavemente, com movimento ripido, enfiou uma flecha da Nolsa em seu
ombro, alojou no fio, e puxou o complexo arco
para trs em toda sua extenso.


Ela estava mirando a flecha direto nas mos cruzadas de Morley, sobre seu corao. Ele riu


“Você não esti falando sério




Ela atirou.


A flecha foi atravs das mos de Morley, furando seu trax, com as penas no final. E
le olhou para
baixo chocado com a perfurao em seu peito, tropeou e caiu em seus joelhos.


E ento desceu, de cara no cho. A flecha saiu por trs de suas costas, como um ponto de
exclamao.


“Eu vou”, Claire disse suavemente, e deixou o arco voltar enq
uanto ela alcanava em uma mo
outra flecha e a alojava. “Eu realmente não sou uma Noa atiradora, mas essa é uma sala Nem
pequena, ento me deixe fazer isto bem claro: o primeiro vampiro que tentar encostar uma mo
em qualquer um dos meus amigos ganha um n
ovo piercing, exatamente como Morley. Agora, se
vocs precisam de comida, eu vou entender. Mas vocs no vo usar meus amigos como
miquina de lanches. Estamos entendidos?”


Em volta da sala, os vampiros assentiram, lanando olhares desacreditados a Morley.

Mesmo
Oliver estava olhando para ela como se nunca a tivesse visto antes. Ela no sabia por qu. Ele
sabia que ela poderia fazer isso
-

ou no? Ou de alguma forma, ela estava diferente?


“Shane”, Claire perguntou, ele andou para o lado dela. “Use o telefo
ne de Eve, ligue para a
NiNlioteca, precisamos organizar uma coisa.”


“O quê?”


“Um carro de sangue”, ela disse.


“Peraí”, Claire Nalançou a caNeça e olhou para ele, e não sorriu, “eles vão fazer isso. Estes são
seu amigos e famlia. Eles fariam isso para
salv
-
los, eu faria isso para salvar você.”


Ele tocou gentilmente a Nochecha dela, “Eu acho que você faria”, ele disse. “Garota louca.”


“Pergunte a Morley quão louca eu sou”, ela falou. “Ah, peraí, você vai ter que tirar a flecha
primeiro.”


“Talvez mais

tarde. Cara para o chão é um Noa aparência para ele.” Shane deu a ela um Nreve
pequeno sorriso e se voltou para fazer a ligao. Michael estava balanando a cabea.


Claire, sem perder o aperto no arco, deu a ele um olhar ripido e nervoso, “Que foi?”


Ele

riu. “Você”, ele falou. “Jesus, Claire. Se eu não te amasse, você me assustaria.”


“Eu não a amo”, Oliver disse acidamente. “E se você sequer apontar esse arco em qualquer
direo perto de mim, brinquedo da Amelie ou no, eu vou peg
-
lo de voc e te enfia
r na ponta
de uma agulha com grande prazer, estamos entendidos, garota?”


“É”, ela disse, e manteve o arco apontado longe dele. “Você teve seu raNo chutado por Morley, e
voc est me atacando porque eu realmente resolvi seu problema por voc. Eu acho que
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e
stamos muito entendidos. Mas não se preocupe Oliver, eu não vou machucar você.”


Por um sumrio e mortal segundo, fez
-
amarga, furiosa e terrvel que ela esperava. Oliver realmente soava quase human
o.


Ele cedeu para trs, contra a parede, ainda rindo, ento sentou
-
se agachado, mos soltas nos
joelhos. Soava como se ele no tivesse rido muito, ou tanto por muito tempo. Era terrivelmente
contagioso; Eve deu risadinhas soluando, tentando no rir;


Mic
hael comeou a rir do esforo dela para no rir. No muito depois, Claire estava lutando para
manter a mira pronta na flecha.


“Calma”, Michael disse, e tocou seu Nraço, que estava tremendo com o esforço. “Você fez seu
ponto. Ningum est vindo atrs de n
s, não aqui.”


Ela assentiu, finalmente, e soltou o fio do arco. Seus ombros estavam doloridos, e seus braos
pareciam carne moda. Ela no tinha sentido a fora, at que ela a deixara.


“Claire”, Oliver disse. Ela olhou para ele, de repente alarmada e se
perguntando se ela teria fora
suficiente para tentar mirar o arco outra vez, mas ele estava sorrindo. Isso deu sua face mordaz
uma aparncia relaxada que ela realmente no estava acostumada a ver, e seus olhos ainda a
olhavam com genuno calor.


“É muit
o ruim que você não seja um vampiro.”


“Acho que foi um elogio, então oNrigada, mas sem oNrigada.”


Ele franziu, e deixou isso de lado. Ainda assim, Claire teve um segundo de tentao. Todos
aqueles anos. Todas aquelas coisas para aprender, sentir, saber..
. Myrnin viveu pela excitao do
aprendizado;ela sabia disso. A nica diferena entre eles dois, realmente, era que ele poderia
passar a eternidade aprendendo.


Mas a despeito de tudo isso, a despeito de todo o brilho da imortalidade e o fato de que haviam

bem poucos vampiros que ela realmente odiava
-

mesmo Oliver agora
-

Claire sabia que ela


Como para provar isso, Shane deslizou seus braos ao redor dela, e beijou sua bochecha.
-
Voc


foda, sabe disso?


“Eu sou uma estrela do rock”, ela disse, a face dura. “Eu sou provavelmente a mais infeliz e
menor estrela do rock de todas. O que a sra. Grant disse?”


“Ela disse que vai organizar um centro de doação li, e trazer para ci em garrafas.
Ela no vai
arriscar seu povo trazendo
-
os pra ci. Alguém tem que pegar e entregar.”


“Ela acreditou em nós?”


“Ela quis”, Shane disse. “Seu marido esti aqui, em algum lugar. Seu filho tamNém.”


E ento, Claire pensou, era o porqu Morley estava aqui, mesmo

que ele j fosse completamente
um vampiro.


Voc tinha que salvar o que podia. Amelie entendeu tudo isso h muito tempo, Claire percebeu.
Esse era o porqu de Morganville existir. Porque voc tinha que tentar.


Rachel Cai
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Oliver acabou indo, ele mesmo foi fazer o tr
ansporte de sangue, talvez fosse uma apologia
subentendida por colocar Shane e Eve em risco em primeiro lugar, mesmo que, bvio, ele no
tenha dito. Enquanto a coisa estava comeando a ser passada em um pequeno copo de plstico
por vampiro, para comear.


Claire se ajoelhou onde o corpo de Morley ainda estava, rolou
-
o pro lado, e agarrou a seta bem
no ponto.


Ento ela puxou para fora com um puxo certeiro, arrancando do concreto.


Morley puxou um soluo, ofegando, puxando ar, e o deixou sair com um grito f
rustrado. Ele
levantou suas mos e olhou atravs dos buracos, at que a carne e os ossos comeassem a se
juntar novamente. Ele rolou de costas, olhando para o nada e disse: “Eu estava dizendo que você
no era uma assassina, e eu continuo com essa declara
o, visto que eu no estou morto. S
muito tonto.”


“Aqui”, Claire estendeu a ele um copo de sangue. “Você esti Nem, eu não sou uma assassina. Eu
espero que você tamNém não seja, tampouco.”


Morley sentou e tomou um golinho, olhos escurecendo e fixando nela
. “É claro que eu sou um
assassino, garota”, ele disse. “Não seja estúpida. É da minha natureza, somos predadores, não
importa o que Amelie goste de fingir, em sua pequena estufa artificial de Morganville. Ns
matamos para soNreviver.”


“Mas você não preci
sa”, Claire pontuou. “Agora mesmo, você esti NeNendo sangue que alguém
doou para voc. Ento no tem que ser matar ou morrer. Pode ser diferente. Tudo o que voc
tem que fazer é decidir ser outra coisa.” Ele sorriu, mas sem presas dessa vez.


“É assim tão
simples?”


“Não”, ela se levantou. “Mas eu sei que você não é assim tão simples quanto as pessoas pensam
que você é.”


As soNrancelhas de Morley se levantaram. “Você não saNe nada a meu respeito.”


“Eu sei que você é inteligente, as pessoas te seguem e voc
pode fazer algo bom pelos que
confiam em você. Pessoas como Patience e JacoN, que tem Nons instintos. Não os traia.”


“Eu não faria”, ele parou, e olhou para longe. “Isso não importa, eu prometi tiri
-
los, eles esto
fora. O que eles faro agora com ele
s.”


“Não, não é”, Oliver disse. Ele estava perto deles, inclinado em uma velha viga, enquanto NeNia
de seu próprio copo plistico. “Você se fez responsivel por eles quando você deixou Morganville,
Morley. Goste ou no, voc o patriarca dos vampiros de Bl
acke. A questo : o que voc vai
fazer com eles?”


“Fazer?!” Morley parecia quase em pknico. “Nada!”


“Não é uma resposta. Eu sugiro que você dedique algum tempo pensando nisso.” Oliver sorriu,
olhos desfocados enquanto ele NeNia com evidente prazer. “Bla
cke pode ser um lugar ideal, voc
sabe. Remoto, isolado, pouco trfego dentro ou fora. Os humanos restantes tem um grande
interesse em manter seus segredos, desde que eles prprios foram transformados. Poderia
começar algo completamente ...interessante.”


Morley riu. “Você esti tentando me transformar em Amelie.”

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“Meu Deus! Não, você ficaria horrível de saia.”


Claire balanou a cabea e os deixou discutindo. O amanhecer estava descendo do cu em
ondas de ouro, rosa e leves laranjas, era lindo, e parecia..
. novo, de alguma forma.


A destruio ainda estava l. O rosto de Hiram ainda nas ervas daninhas, ainda havia uma dzia
de vampiros bestiais escondidos em algum lugar nas sombras l fora. Mas parecia que a cidade
estava vivendo outra vez. Talvez era porqu
e em volta do quarteiro, as portas da biblioteca de
Blacke estavam completamente abertas, e as pessoas estavam vindo para fora no agradvel ar
da manh. Vindo em torno da calada para ver aqueles que pensavam ter perdido para sempre.


Shane estava sentad
o no meio
-
fio, perto das velhas latas quebradas de gasolina, comendo um
doce. Claire desceu perto dele. “Metade?”, ela pediu.


“E agora eu sei que você é minha namorada, desde que você não esti assustada exigindo
propriedade”, ele disse, e puxou um pedaço
não comido, e deu metade a ela. “Olhe, nós estamos
vivos.”


“E nós temos chocolate.”


“Não é só um milagre, é um milagre com chocolate, melhor ainda.”


Eve emergiu das portas da garage, e sentou perto de Claire, inclinando o queixo nos punhos.
“Estou tão c
ansada, poderia desmaiar”, ela disse. “O que tem pro café? Por favor, não diga
„sangue‟.”




“Snickers”, ela disse. “Café da manhã dos




“Campeões?” Eve disse através da sua Noca cheia de
doce grudento.


“Não a menos que seja uma competição de comida”, Shane disse. “Então, Morley esti ficando?
Ele vai virar Rei de Blacke?”


“Eu acho que é mais como Morto
-
Vivo Regente, mas sim. Provavelmente.”


“Então podemos enterrar Oliver agora?”


“Acho q
ue não”, Claire disse. “Ele disse que estamos partindo em Nreve.”


“O que estamos planejando, exatamente?”


“Nem idéia




Ela ouviu a mquina antes do zumbir, como um chato e persistente mosquito. Ento comeou um
ranger.


unerrio deslizou pelo canto da avenida e parou na frente da
garagem.


A janela desceu, e Jason Rosser olhou para fora Ele riu. “Alguém precisa de carona? Eu imaginei,
e voltei para Durram e peguei o seu, maninha. Desde que oficialmente legalizado, e tud
o mais.
Ah, e eu peguei seu telefone tamNém.”

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“Mano, você é foda”, Eve levantou e correu suas mãos possessivamente pela lataria do carro.


“Ti, esquisito, fora do assento do motorista. Agora.”


Jason segurou a porta aberta para ela. Enquanto ela estava en
trando ela lanou seus braos em
volta do pescoo dele e o abraou, forte, mesmo com a porta entre eles. Ele pareceu surpreso. E
to aliviado, que doeu um pouco em Claire ver isso.


“Vamos”, Eve disse. “Temos a prova de fogo para voltar.”


“Me di um tempo”
, Jason falou. “Preciso de um Nanheiro.”


“Só tem um na NiNlioteca”, disse Shane. “Ei, como você saiu da cidade?”


“Eu rouNei um trator”, Jason disse.


“O quê?”


“Um trator, levou a noite toda para chegar a Durram. Não tenho certeza se deveria ter feito i
sso.
Eu acaNei a gasolina duas milhas antes de onde eles deixaram o carro.”


“Ah.” Claire podia dizer que Shane estava relutantemente impressionado. “Então você andou?”


“Não, pô, eu voei nas asas de um anjo.“


“Foda
-
se.”


“Como você tirou isso do parqueam
ento?”


“Negócio secreto.”, Jason falou. “Mas envolve não perguntar. O mesmo pros telefones. Falando
deles”.


Ele tirou sua bolsa do carro, e a trouxe, dando
-
a para Shane. Eles no deram aqueles
cumprimentos nem nada, mas Shane assentiu, e Jason assentiu
de volta.



“Sem sinal”, Claire disse, checando o dela. “Cara, o servidor de Morganville é uma merda.”


“Funciona quando Amelie quer que funcione”, Shane disse. “Aparentemente, agora mesmo ela
não quer que funcione.”


“Michael precisa ligar pro cara em Dal
las. Voc sabe, deix
-
lo saNer que estamos a caminho.”


“Deixi
-
lo saber que tropeamos em uma cidade de vampiros e achamos um exercito de zumbis,
você quer dizer?”


“Eu estava pensando em proNlemas com o carro.”


“Chato, mas efetivo”, Shane disse. “Vou ver

se podemos fazer isso funcionar. Talvez telefones
queNrados não se apliquem a vampiros.”


Enquanto eles estavam falando, Jason andou para a biblioteca, parecendo um pouco legal em
seus jeans azuis. Claire se perguntou se talvez, s talvez, houvesse uma ch
ance para o irmo de
Eve.

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No muita, mas... talvez.




















































Rachel Cai
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EPLOGO

" voc", disse Eve, e deu um puxo na peruca sobre a cabea de Claire, apenas para ajeit
-
la.


De repente, isso no parecia apenas uma cole
o aleatria de alguns fios de plsticos preso no
couro cabeludo dela, mas... cabelo. Cabelo falso, com certeza, mas, parecia...

Claire no poderia decidir como parecia. Ela inclinou a cabea de uma forma em primeiro lugar,
depois o outro. Tentou uma pose
.


" legal? Eu acho que legal. Talvez?"


A menina olhando de volta para ela no era mais tmida, magra. A nova e melhorada Claire
Danvers era mais alta, um pouco mais encorpada, e ela estava vestindo uma camisa nova rosa
quente em camadas mais escuras,

um jeans cintura baixa com caveiras nos bolsos, e cabelos cor
de rosa e branco. Ela estava a sacudir a cabeleira. Ele descia at seus ombros em ondas
descuidadas, e fez seu olhar misterioso e frgil e intenso, e Claire sabia que ela nunca tinha sido
inten
sa ou misteriosa em sua vida.


"Isso to absolutamente voc", Eve disse com um suspiro feliz, e pulou em crculos no lugar
-
la. Confie em mim, Shane vai enlouquec
er. Voc parece to perigosa!"


"Shane louco." Claire riu. "Voc o viu naquela camisa? Achei que ele fosse chorar. Tantas
frases sarcsticas; to poucos dias da semana para vesti
-
las. E eu no sei se estou realmente
confortvel, ou melhor parecendo, sabe
, perigosa."


Eve deu
-
lhe um olhar longo e srio. "Voc , voc sabe. Perigosa."


"No sou."


"No o cabelo. apenas algo
-

voc outra pessoa, Claire. como quando todo o resto de ns
no sabe para onde ir, voc... apenas sabe. Voc no tem medo."


"
Isso no verdade", disse Claire, com um suspiro. "Eu estou com medo o tempo todo. Di nos
meus ossos. Fico feliz que eu no fuja como uma garotinha gritando."


Eve sorriu. "Esse meu trabalho. Voc a heri."


"No!"


"Ah, cale a boca e ajeite a peruca

j", Eve disse.


"No."


"Vamos, vamos conseguir!"


"Ok! Puxa, voc est assustando os outros malucos!"


Ambas deram risadinhas manacas, porque era verdade, um casal de muito religioso estava
distncia, olhando
-
as estranho, pareciam pouco apreensivos.
Ser de Morganville d a voc uma
atitude, Claire adivinhou. E isso no era uma coisa ruim, especialmente quando voc estava em
uma cidade assustadora e grande como Dallas, onde tudo parece mover
-
se dez vezes mais
rpido do que ela estava acostumada, inclui
ndo o trfego. Ela no sabia como Eve tinha
conseguido lev
-
los para o hotel, ou levar Michael ao estdio depois de escurecer, mas ela tinha
conseguido, e foi fabuloso.

Rachel Cai
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Os quartos do hotel tinha sabonetes e xampus e robes. Era incrvel. E eles eram todos
modernos,
com tela plana, televisores de alta definio, e as camas to macias que dormir nelas era como
dormir sobre as asas do anjo.


No era to parecido com a vida que estavam acostumados a viver, o que tornou o lugar extra
especial.


"Eu sou uma estre
la do rock", disse Claire ao seu reflexo. Seu reflexo parecia concordar, embora
ainda a fizesse rir por dentro a pensar isso. Lembrou
-
se de surpresa de Morley quando ela
realmente atirou nele, e risos de Oliver e a sua aprovao real.


Talvez ela fosse, um
a pequena estrela.


Ela sacudiu os cabelos sobre os ombros e pensou na maquiagem. "O que voc acha delineador?"
Claire perguntou, o que foi totalmente redundante, porque Eve nunca ia qualquer lugar sem
delineador. Era sua ferramenta nmero um da moda.


I
nstantaneamente, Eve sacou seus cosmticos Mac e comeou a fazer os olhos de Claire para
ela. Quando ela verificou novamente, Claire parecia... realmente misteriosa. Seu rosto tinha
ganho profundidade, sombras, segredos.


Uau. Era incrvel o que uma pequen
a mudana pode fazer.


E um pouco de sono, Claire pensou. Sentia
-
se melhor do que ela tinha se sentido em meses,
sabendo que no havia ningum espreita ao virar a esquina para sequestr
-
la, arrebentar seu
pescoo, ou caso contrrio apresentar um perigo g
rave.


"Voc est absolutamente fantstica", Eve disse. "Linda de morrer."


"No literalmente, eu espero."


"A ideia fazer outras pessoas morrerem, querida. Eu no acho que eu realmente tivesse que
explicar essa parte."


Shane virou a esquina do corredor

com uma braada dupla de T
-
shirts, cada uma delas iria
ofender algum em Morganville, e derrapou at parar em frente delas. Sua boca abria e fechava.
Eve se afastou, mas Shane no percebeu, seus olhos estavam fixos em Claire, e ele parecia
como se tivesse

sido atingido na testa por raio
27
.


ele a olhava.


Ele deixou cair s camisas e beijou
-
a, longo e doce e forte, e ela sentiu uma espcie feroz de
alegria explodir e
m uma tempestade interior, louco e selvagem e livre.Um casal gtico em seu
couro e espinhos e cabelos tingidos, olhou e se afastou, claramente ofendidos pela viso de tanta
felicidade em um lugar.


Quando Shane a girou pelo ar, Claire disse: "Talvez devss
emos realmente comprar o material
antes de comemorar?"





27

R
ealmente eu no entendi o que essa expresso queria dizer, mas pelo contexto, achei que raio iria deixar a frase fazendo
sentido.
No inglês é he’d been hit in the forehead with a two
-
by
-
four.


Rachel Cai
ne


The Morganville Vampires 08



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"Por que esperar?"


E ele a beijou novamente.



######



Dallas era incrvel. Todas as luzes, os edifcios vertiginosos, as loucuras do trfego, rudo, o povo.
Depois de uma manh longa de compras, Cl
aire estava muito cansada, muito cansada e confusa
at mesmo para admirar como o hotel era impressionante, com todos os vidros e mrmore, e
mobilirios fantsticos. Michael no devia estar no estdio at oito horas, por isso ela caiu na
cama e dormiu com s
ua roupa, por um longo tempo. Quando ela acordou, Eve estava terminando
a maquiagem de garota gtica e selvagem e checando seu lao de crnio no mini vestido no
espelho. Suas pernas pareciam mais altas do que todo o corpo de Claire.


"Uau", Claire murmurou
, e sentou
-
se. O espelho lhe mostrou o quo horrvel ela estava. "Eca."


"O chuveiro incrvel", disse Eve, e virou para o lado, alisando o vestido. " demais?"


"Para Morganville? Yeah. Para Dallas? No fao ideia. Mas voc parece fantstica."


Eve sorri
u, aquele sorriso pequeno e cheio de segredo, e seus olhos brilhavam intensamente.


Ela estava pensando em Michael, obviamente.


Claire bocejou, saiu da cama, e saiu para tentar o chuveiro. Trinta minutos depois, com os
cabelos decentes, ela estava limpa,
seca e vestida em jeans e seu melhor top azul, o que Shane
disse que gostava. Ela at passou um pouco de maquiagem, mas ela sabia que era uma causa
perdida, considerando
-
a
-
roupa de Eve.


Shane bateu em sua porta dez minutos mais tarde, e quando ela atendeu
, ele olhou com sono,
mas relaxado. Banho recm tomado, que era como ela amava olhar para ele, seu cabelo mais
insano que o usual, como se tivesse comeado a sec
-
lo e depois ficasse com preguia. Ela
alisou
-
o para baixo. Ele a beijou e pediu:


"Hei, Eve?

Trem louco saindo da estao!"


"Eu estou indo!" Eve gritou sem flego, e saiu do banheiro, novamente, alisando o vestido.


Shane piscou, mas ele no disse nada. "Michael est esperando. Ele est surtando achando que
vai chegar tarde demais."


"Bem, ele n
o vai chegar", Eve disse. "Eu pareo bem? Como namorada de uma estrela do
rock?"


"No", disse Shane, mas o olhar dela era triste e magoado, ento ele riu. "Voc parece muito
mais do que isso, menina assustadora."


Ela soprou
-
lhe um beijo e saiu pelo corr
edor. Michael estava passeando ao lado dos elevadores,
exalando uma energia nervosa, suas coisas estavam empilhadas ao lado da parede, e ele tinha
uma estranha expresso fechada no rosto, que desapareceu assim que viu Eve.


Claire suspirou de felicidade co
m o jeito simptico que Michael beijou a namorada e se inclinou
para sussurrar algo em seu ouvido que fez Eve rir e abra
-
lo ainda mais perto.

Rachel Cai
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Shane revirou os olhos. "Eu pensei que voc estava com pressa, cara."


"Nunca esse tipo de pressa", disse Micha
el, e pegou uma das guitarras.


Shane pegou a outra e levantou a mo. "Vamos arrasar, Mikey." Michael apenas o olhou por um
segundo. Shane manteve firme, e disse: "Michael. Voc pode faz
-
lo. Confie em mim."


Michael respirou fundo, e bateu na mo de Shane
, e acenou com a cabea enquanto ele apertava
o boto do elevador.


Havia um carro l embaixo
-

brincadeira
-

Michael

e Shane deslizaram algo sobre o banco. As guitarras, Claire pensou, vendo as caixas.


Michael estava plido, mas depois, quando ele no estava? Ele venceu a distancia e pegou a
mo de Eve, o carro comeou a andar.


"Amei o vestido", disse ele.


"Te amo",

disse ela, simplesmente. Suas sobrancelhas subiram um pouco, e ele sorriu.


"Eu estava chegando nessa parte."


"Eu sei." Eve afagou sua mo. "Eu sei que voc estava. Mas voc um menino. Eu pensei que
tinha acabado de cortar todos esses passos. Voc vai
ser grande, voc sabe."


Eles no disseram nada no resto da curta viagem; o espao acima dos telhados estava claro, e
deu
-
lhes uma maravilhosa vista dos edifcios altos e as luzes coloridas. Claire sentiu seu corao
batendo. Isso realmente esta acontecend
o. Ela no podia imaginar o que estava acontecendo na
cabea ou no corao de Michael. Parecia um sonho. Morganville parecia um sonho, algo que
tinha acontecido com algum, e a ideia de que eles deixariam esta realidade e voltariam para
aquilo...


Shane n
o pensava, Claire pensou novamente. Dos quatro, ele era o nico que poderia ir, e no
havia nada em Morganville para segur
-
lo.


Nada alm dela, de qualquer maneira.


O estdio que ficava em um edifcio de aparncia industrial na borda do centro, o motoris
ta
descarregou as guitarras e olhou para o interior, onde duas pessoas estavam espera, focados
em Michael. Claire, Eve, e de repente, se tornou Shane sua comitiva, que era engraado e
impressionante, e foram andando junto com as duas pessoas que explicav
am o processo de
gravao para Michael.


Shane carregava as guitarras. Ele fazia isso com um sorriso, tambm, que dizia claramente quo
orgulhoso se sentia de seu amigo. Michael parecia feroz, ele estava se concentrando em cada
palavra, e Claire poderia v
-
lo j em modo performance, o que o tornava to diferente quando ele
estava no palco.


Na porta do estdio, um dos dois caras do estdio virou
-
se e estendeu a mo para Eve, Claire, e
Shane.


"Vocs precisam esperar na caixa", disse ele. "Atravs dessa por
ta." Ele apontou para uma
espessa porta de metal com uma janela, e tomou as guitarras de Shane. Em seguida, ele
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mostrou
-
lhes um rpido sorriso. "Ele vai ser grande. Confie em mim, ele no estaria aqui se no
fosse."


"Totalmente certo", disse Shane, e levo
u as duas meninas para caixa que, descobriram ser a sala
de controle de gravao do estdio. Um homem grande com o cabelo encaracolado estava
sentado mesa de mixagem, que parecia mais complicado do que o interior do nibus espacial.
Ele disse: „Oli‟ e ge
sticulou para que tomassem assento no sof grande de pelcia, na parte de
trs da sala.


Era um lugar incrvel, o estdio, cheio de pessoas que eram todas muito, muito importantes em
seus postos de trabalho. O engenheiro por trs do gigante, ajeitando a mi
xagem estava relaxado,
calmo, e muito descontrado, e os dois do outro lado do vidro ajudavam Michael a preparar
-
se,
faziam algumas passagem de som, e depois, o deixaram sozinho para se juntar ao resto deles na
sala de controle.


"Certo", o engenheiro diss
e, e acenou para os dois assistentes dele, se era isso que eles eram;


Claire no tinha certeza. "Vamos ver o que ele tem." Ele virou um interruptor. "Michael? V em
frente, quando estiver pronto."


Ele comeou a tocar uma msica lenta, cabea baixa, e Cla
ire sentiu a mudana de humor na
sala dos profissionais realmente interessados em como ele se instalou na msica. Ela correu para
fora dele, como seda, bela, to natural como a luz solar. Era algo acstico, e ele colocou lgrimas
nos olhos de Claire, havia

algo to suave e triste e dolorido sobre isso. Quando ele terminou,
Michael segurou a corda por um longo momento, ento suspirou e recostou
-
se em seu
banquinho, olhando atravs do vidro em sua direo.


O engenheiro estava de boca aberta. Ele fechou
-
a, li
mpou a garganta e disse: "Como que se
chama, criana?"


"Cano do Sam", Michael disse. " para meu av."


O engenheiro fechou o microfone, olhou para os outros dois, e disse: "Ns temos um vivo."


Como sombriamente isso era hilrio, Claire pensou. Se el
e soubesse.


"Ele timo", disse Shane baixinho, como se nunca tivesse realmente percebido isso antes.
"Srio. Ele timo. Eu no sou louco, n?"


"Voc no louco", disse o engenheiro. "Seu amigo tem habilidades insanas. Eles iro amar ele
l fora."


L
fora. Em todo o mundo.


No mundo real.


Onde Michael no poderia realmente ir por muito tempo.


A porta da cabine se abriu, e Oliver entrou, ele estava em um modo normal humano, parecendo
paternal e inofensivo. O hippie, com camiseta e cala jeans desbot
ada e sandlias. Claire poderia
apostar que se ela tivesse dito ao engenheiro que Oliver era um vampiro, ele teria rido e diria para
largar o crack.


Oliver se empoleirou no brao do sof, ouvindo. Todos se aprumaram, porque mesmo Claire
realmente no quer
ia encostar
-
se nele, no importava o quo bom ele aparentava ser. Ele no
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disse absolutamente nada. Depois de um tempo, todos eles relaxaram um pouco, enquanto
Michael continuava a derramar rios surpreendentes de msica do outro lado do vidro do estdio.
R
pido, lento, hard rock, ele poderia fazer tudo.


Quando a ltima msica terminou, duas horas depois, o engenheiro ajeitou o microfone no
estdio e disse: "Perfeito. Isso foi perfeito, guarde isso. Ok, acho que acabamos. Parabns. Est
oficialmente no cami
nho, meu caro."


Michael se levantou, sorrindo, segurando sua guitarra em um lado, e avistou Oliver assistindo.


Seu sorriso quase desapareceu, mas depois ele mudou seu olhar para Eve, que estava em seus
ps, soprando
-
lhe beijos. Isso o fez rir.


"Rockstar
!!" Eve gritou e bateu palmas. Claire e Shane se levantaram e aplaudiram tambm.


Oliver sentou
-
se calmamente, sem expresso em seu rosto, enquanto eles comemoraram o
sucesso de Michael.


Era sua ltima noite em Dallas.


Oliver proporcionou a eles um bom j
antar, em um restaurante caro fantasticamente onde todos os
garons vestiam
-
se melhor do que Claire j tinha estado. Ele no foi, naturalmente, mas de
alguma forma Claire podia sentir sua presena, senti
-
lo prestando ateno.


Ainda era uma maravilhosa ref
eio. Ela colocou de tudo em seu prato, a mesma coisa com
Shane, mesmo Michael e Eve. Eles riram e flertaram, e aps o jantar, que entrou no carto de
crdito de Oliver, eles foram para um clube noturno na rua, cheia de gente bonita e luzes girando.
No f
oi permitido bebidas para eles, graas s pulseiras de brilhantes eles no conseguiram, mas
eles danaram.


Mesmo Shane, que se divertia ao redor de Claire enquanto ela danava, foi fantstico. Quente,
suado, exausto, feliz, os quatro amontoaram em um txi

e voltaram para o hotel.


Estavam no elevador quando Shane perguntou: "Ser que estamos realmente voltando?"


Foi uma longa viagem, os quartos estavam num andar muito alto de um prdio muito alto.
Ningum falou, nem mesmo Michael. Ele descansou o queixo n
o topo da cabea de Eve e a
abraou, e ela colocou os braos ao redor dele.


Shane olhou para Claire, a pergunta estampada em seus olhos. Ela sentiu o peso da mesma, a
vital importncia dela.


O anel de Claddagh na mo direita comeou a ficar frio, de repe
nte.


"Falando srio", disse Shane. "Voc pode deixar tudo isso? Voltar para aquilo? Michael, voc tem
um futuro aqui. Voc realmente pode fazer."


"Eu?" Michael perguntou. Ele parecia cansado e derrotado. "Quanto tempo voc acha que eu
poderia durar antes

que algo desse errado, cara? A segurana de Morganville. Isso lindo, mas
temporrio. Ela tende a ser temporria."


"No", Shane insistiu. "Ns podemos descobrir isso. Ns podemos."


Antes de Michael pudesse responder, eles chegaram, e eles tiveram que

sair.

Oliver estava de p no corredor, vestindo seu casaco de couro e expresso sria. No mais o sr.
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Hippie legal, obviamente. Ele estava de p, como se ele estivesse esperando por eles por um
tempo.


Assustador.


Todos os quatro deram uma parada repenti
na, olhando para ele, Claire sentiu o brao de Shane
apertar ao redor de sua cintura, como se ele estivesse pensando em mudar para sua frente. Para
proteg
-
la de que? Havia algo de estranho na forma como Oliver estava olhando para eles,
porque ele no esta
va olhando para eles, exatamente. No era seu olhar normal.


Em vez disso, ele silenciosamente discou um nmero no telefone celular em sua mo e colocou
no alto
-
falante, bem ali, em p no meio do corredor do hotel. Todo o tapete e luzes normais, a
vida par
ecia desaparecer enquanto Claire ouvia uma voz calma, do outro lado do telefone dizer:
"Voc tem todos eles?" Amelie. Legal, precisa, perfeitamente sob controle.


"Todos, exceto Jason", Oliver disse. "Ele est numa misso. Ele no est envolvido neste caso
."


Silncio por alguns segundos e em seguida, Amelie disse: "Eu quero que voc saiba, No tenho
prazer nisso. Eu vou tornar isso claro para voc, Claire, porque valorizo o seu servio para mim e
para Morganville; so importantes para ns. Voc entendeu?"


"Sim." Sua garganta estava seca e apertada, e sua pele suava frio.


"Michael", Amelie continuou: "Eu falei com voc em particular, mas vou tornar pblico: voc deve
argumento, sem mitigao. Oliver entende isso muito bem, e ele est autorizado a me representar
neste assunto. Sem dvida, as luzes so muito brilhantes em Dallas, e Morganville parece estar
longe. Eu lhe asseguro que no est. No duvido que voc tenha fa
lado de fugir, de garantir a
sua liberdade, mas voc deve compreender, o meu alcance longo, e minha pacincia no
infinita. Gostaria muito mais que os seus pais continuassem em feliz ignorncia do perigo, Claire.
E os seus, Eve. E mesmo os seus, Michae
l, apesar de terem deixado Morganville, eles
permanecem sob meu controle, e sempre estaro."


"Sua vagabunda", Shane murmurou.


"Sr. Collins, vou tolerar muito de vocs quatro, incluindo suas rudezas ocasionais. Eu vou
permitir
-
lhe uma grande dose de liber
dade e afastamento. Mas no se enganem: eu no vou
deixar vocs irem livres. Faam as pazes com ele como voc pode. Odeie
-
me se for preciso. Mas
vocs vo voltar Morganville, ou sofrer as consequncias. E vocs de todas as pessoas sabem
que eu sou muito
sria nisso."


Shane empalideceu, e Claire sentia cada msculo de seu corpo apertado.


"Sim, eu sei", ele disse com voz rouca. "Encontramos a minha me flutuando em uma banheira
cheia de seu prprio sangue. Eu sei o quo sria voc pode ser."


Amelie ficou

em silncio novamente, e ento ela disse: "Morganville pode no ser o paraso, e
pode no ser o futuro que voc acredita que merece. Mas em Morganville, vocs e suas famlias
permanecero seguras e vivas enquanto elas estiverem ao meu alcance para assegur

-
la. Eu lhe
dou minha palavra, como fundadora, que isso vai ser assim. este entendido?"


"Voc est usando nossa famlias como refns", disse Claire. "Ns j sabamos disso."


"E eu queria que vocs ouvissem dos meus lbios, ento no haveria erros", Am
elie respondeu.
"E agora que vocs j sabem. Vou esperar a volta de vocs amanh. Boa noite."

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Oliver desligou o telefone e guardou. Ele no disse nada a eles, apenas saiu do caminho.


Por alguns segundos, os quatro s estavam l, e depois Shane disse, "E
nto isso."


"Sim", disse Oliver. "Amanh, voltamos. Eu sugiro que voc aproveite ao mximo o tempo que
tem hoje noite." Ele se virou para sair, e ento olhou para trs por cima do ombro, olhar rpido.


"Eu sinto muito."


Shane, sem dizer uma palavra,

pegou a mo de Claire e a levou para seu quarto.


Na parte da manh, com a luz do sol caindo sobre os dois deles como a aurora rosa em seu
ltimo dia deliberdade, Shane virou para olhar para ela, se apoiou em um cotovelo, e disse: "Voc
sabe que eu amo vo
c, certo?"


"Eu sei."


"Porque um saco dizer isso", disse ele. " um trabalho em andamento, todas essas coisas de
relacionamento."


Ela realmente no tinha dormido a noite toda. Ela tinha ficado muito ocupada pensando,
preocupada, querendo saber. Imagin
ando todos os tipos de contratos futuros. Imaginando esse
momento. E ela se sentiu como se estivesse caindo de um edifcio muito alto enquanto ela
perguntava, "Shane? Voc
-
voc vai voltar? Para Morganville?"


Alm de Frank, o pai
-
vampiro agora, no havia n
ingum que Amelie poderia prender com ela...
ningum, mas Claire e Eve e Miguel, e, mesmo assim, Amelie realmente nunca tinha precisado
de Shane.


Claire precisava dele, no entanto. Com cada batida do corao ela precisava ainda mais dele. Ele
olhou para e
la, segurando o olhar por muito tempo, sentia como se a queda poderia continuar e
continuar, caindo para sempre...


E ento ele disse, baixinho: "Como posso no voltar? Como posso deixar voc ir, Claire? Ou ns
todos ficamos, ou vamos todos. No vou deixar

voc ir sozinha." Ele tocou a ponta do dedo no
-
costas."


Ela o beijou, e suas peles aquecidas junto ao sol, em silncio, Shane ergueu mo direita aos
lbios e beijou
-
lhe

os dedos e beijou o anel de Claddagh cintilante l, que promessa de futuro que
tinha tanto significado para ele, no passado.


E ento, mais uma vez, enquanto eles ainda estavam completamente livres, disse
-
lhe o quanto
ele a amava.


Depois, voltando para M
organville no parecia to escuro.







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